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O FILHO DE SEU TONHO COMENDO O ADVOGADO

Por: Giltozzi - Categoria: Bisexuais
aumento peniano

       Sou o Doutor Olavo Dutra Neto (nome fictício), advogado, 48 anos, casado há 20 anos e pai de um filho. Ah, sou bissexual, o que descobri há três anos. Sou advogado especializado em separações e tive casos com muitas mulheres que entraram no meu escritório como minhas clientes e acabaram na cama comigo. Entre esses clientes conheci o casal Diva e André, que para minha surpresa me convidaram para fazer ménage. Comecei comendo os dois, até que numa das vezes André também me comeu e eu gostei de ter um pau no cu. Daí para frente, nos ménages, André sempre me enraba, muitas vezes enquanto eu fodo a buceta de sua esposa. O problema de dar o cu é que a vontade sempre reaparece e foi o que aconteceu recentemente.
       Tenho uma propriedade num condomínio no interior, onde passo fins de semana com a família. Casa com piscina e um belo gramado. Quem cuida de tudo é seu Tonho, um senhor que há anos me presta esse serviço. Seu Tonho me ligou avisando que iria se submeter a uma cirurgia e teria que ficar algumas semanas sem poder fazer nenhum tipo de esforço, mas que não era para eu me preocupar porque seu filho Laerte cortaria a grama e limparia a piscina no lugar dele até sua total recuperação. Eu me lembrava de Laerte, um menino franzino e muito educado que conheci numa das vezes em que acompanhou o pai no trabalho em casa. Seu Tonho disse que Laerte estava agora com 18 anos, homem feito. Nesse fim de semana resolvi ir até a casa para acompanhar o serviço de Laerte e ver se ele deixaria tudo a contento. Nem minha mulher e nem meu filho quiseram me aconpanhar pois preferem ficar em Belo Horizonte. Quando cheguei Laerte, que gavia vindo com a moto do pai, já estava aparando o gramado, o cumprimentei e me espantei como ele havia mudado. Ficara um moço bonito, diferente de sei Tonho que é um homem rústico.
       Enquanto Laerte trabalhava mudei de roupa e coloquei uma sunga para tomar sol. Fiquei olhando para Laerte e começaram aquelas ideias e aquela vontade que deixa o cu piscando. Dobrei um pouco a sunga fazendo com que minha bunda e rego começassem a aparecer e passei perto do rapaz que não parava de trabalhar. Eu estava tesudo mesmo e passei a pensar como fazer para me aproximar de Laerte. Foi aí que o tempo começou a mudar de repente, o céu foi ficando escuro e em minutos desabou um temporal. Chamei Laerte para conversar enquanto a chuva não parasse, coloquei duas cadeiras de alumínio bem próximas e ofereci um refrigerante a ele. Começamos a conversar e perguntei se ele tinha namorada. Respondeu que gostava de uma moça que namorava outro rapaz. Aí falei que na idade dele eu tinha dificuldade para arrumar mulher para transar, por falta de dinheiro e tudo mais e que quem não tem cão caça com gato. Ele perguntou: “Como assim Dr. Olavo?” Então falei para o Laerte que iria contar uma história e aproximei ainda mais nossas cadeiras, juntando-as.
       Comecei a contar uma história dizendo que eu tinha um colega chamado Celso, da minha idade, amigo de colégio e que certo dia fui à casa dele para assistirmos a um filme que o amigo havia alugado. Narrei que lá pelas tantas o Celso, olhando para a televisão, colocou a mão sobre a minha perna e coloquei minha mão também sobre a perna de Laerte como que para ilustrar a narrativa. E prossegui dizendo que achei esquisito aquilo ainda mais quando a mão do Celso desceu lentamente para minha virilha e em seguida pousou sobre meu pau. Nesse momento fiz o mesmo movimento com minha mão sobre o pau de Laerte. Falei a ele que continuei vendo o filme e esperando para ver o que meu colega iria fazer e que Celso então desabotou minha calça e enfiou a mão dentro da minha cueca segurando meu pau que ficou duro. A medida que eu ia contando ia fazendo o mesmo com Laerte e minha mão já estava dentro da calça dele segurando seu pau. Laerte ajudou pois soltou o cinto e abaixou a calça e a cueca deixando aparecer uma rola super ereta, de pelo menos uns 20 cm, grossa e com uma cabeça linda e avermelhada, parecendo querer explodir. Disse ao Laerte que meu amigo Celso começara a chupar meu pau e abocanhei o pau de Laerte chupando-o por vários minutos.
       Depois de chupar o pau de Laerte que ficou cada vez mais parecendo uma tora, parei um pouco e perguntei se ele queria saber o final da história. O rapaz respondeu “Claro que quero, Dr. Olavo”. Então parei de chupar seu pau e desabotei sua camisa e passei a acariciar seu peito dizendo que fora assim que Celso fizera comigo. Depois me levantei, abaixei minha sunga e coloquei minha bunda encostada no pau de Laerte, sentando em seu colo e acertando meu cu bem na cabeça do pau duro do moço. Laerte me segurou pela barriga e tentou me penetrar daquele jeito. Pedi a ele para esperar um pouco e fui buscar o gel lubrificante, Aí falei que meu colega Celso também havia pegado gel, passado no meu pau e no seu cu para que o penetrasse, mas de quatro. Foi o que fiz com o pau de Laerte e me posicionei de quatro para ele começar a me comer. O rapaz abriu minha bunda e colocou o cacete na porta do meu cuzinho, começando a pressionar e aos poucos fui sentindo aquele pau gostoso deslizar para dentro mim enquanto Laerte iniciava os movimentos de vai-e-vem com as mãos nos meus peitos e mordendo meu pescoço. Nunca eu poderia imaginar que aquele menino filho do seu Tonho pudesse um dia me dar tanto prazer como estava dando.
       Laerte gozou no meu rabo exatamente quando a chuva parou. Aí ele disse que iria limpar a piscina, mas vi que seu pau continuava duro sob sua calça. Perguntei a ele se ainda estava com tesão e Laerte respondeu: “Estou sim, Dr. Olavo. Meti gostoso no senhor”. Abaixei as calças e cueca de Laerte novamente, tirei sua camisa, fiquei mais uma vez de quatro e o pau dele que ainda não havia amolecido depois da primeira foda já estava dentro do meu cu novamente para minha felicidade. Desta vez Laerte demorou bem mais me comendo, quase uns 20 minutos, os 20 minutos mais deliciosos que eu já havia passado naquela minha propriedade. O pau de Laerte era delicioso, bem maior que o do meu amigo André e preenchia todo meu rabo, entrando e saindo dele deliciosamente. Quando Laerte esporrou pela segunda vez no meu cu, pedu a ele para sentarmos e conversamos mais um pouco. Foi quando orientei que ele nada contasse ao pai e que nas outras semanas voltasse para fazer o serviço enquanto seu pai se restabelecesse. Dei a ele 100 reais, não para comprar seu silêncio, mas em agradecimento e para ajudar o rapaz que me foi tão prestativo.
       Nas semanas seguintes eu sempre arrumava uma desculpa para ir sozinho para nossa propriedade e lá encontrava com Laerte que me fodia gostoso. Eu me deliciava, ele também e eu o presenteava com pequena ajuda financeira, independente do qie pagava mensalmente para seu Tonho. Quando contei esse ‘achado’ para André e Diva ele quiseram por toda força conhecer Laerte e num dos fins de semana fizemos uma ‘festinha’ com Laerte fodendo a nós três com seu pau incansável. Quando conversei por telefone com seu Tonho disse a ele que poderia deixar Laerte continuar com o trabalho porque eu estava muito satisfeito com seu filho, pela educação e pela competência. E continuo a dar o cu para o filho de seu Tonho, quase que toda semana.

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Ficha do conto
foto avatar usuario Giltozzi
Por: Giltozzi
Codigo do conto: 18965
Votos: 1
Categoria: Bisexuais
Publicado em: 08/12/2020

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