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O ELETRICISTA SE LIGOU NA MINHA MULHER

Por: Giltozzi - Categoria: Cornos-Cuckold

Sou capaz de realizar quase todo tipo de instalação elétrica e só em casos mais graves vejo necessidade de recorrer a um eletricista. E aconteceu um ‘caso grave’ aqui em casa e decidi chamar o Sidney para solucionar o problema. Eu e Lúcia, minha mulher, conhecemos Sidney em uma festa de aniversário de um amigo comum, o Róbson. Quando Róbson nos apresentou, falou que Sidney era como um irmão para ele, amigo para todas as horas, eletricista de profissão e pessoa de confiança que frequentava sua casa.
Moreno claro, cabelos negros ondulados, menos de 30 anos, mais de 1,80m, forte, simpático, Sidney estava com a esposa também. Conversamos bastante sobre futebol e outras amenidades durante praticamente todo o tempo que ficamos na festa, mais ou menos umas três horas. E ao final disse ao Sidney que em caso de precisar de um eletricista eu o chamaria e trocamos telefone.
Tenho 52 anos e Lúcia 47. De há muito procuramos ter um casamento mais liberal e quando falo em liberal isso pode ser traduzido por Lúcia ter um amante porque essa é, há tempos, minha fantasia, ser corno. Mas não é algo fácil de realizar, a não ser que se aceite o que aparecer pela frente e não seria nosso caso, primeiro por questões de segurança e higiene e depois porque Lúcia é bastante exigente e equilibrada. Mas Sidney era o que ela queria. Percebi pelas trocas de olhares dos dois, o interesse dele em manter todo tipo de conversa que ela puxava e ao final a despedida calorosa e demorada. Pensei comigo: ‘Aí tem...’
Lúcia tem 1,64m, clara, cabelos castanhos claros e pode-se dizer que tem seus atrativos, embora não seja aquele tipo de mulher escultural. Seus seios são bonitos e grandes, pernas igualmente bonitas com pouca celulite e uma bunda bem chamativa. Já recebeu muitas cantadas inclusive de amigos meus e se diverte me fazendo os relatos pois sabe das minhas fantasias. Não canso de, quando trepamos, pedir para ela imaginar que está dando para outro homem. Estamos casados há 24 anos e nosso único filho estuda e trabalha em outro Estado.
Como eu dizia, ao ver o flerte descarado entre Lúcia e Sidney, ao chegarmos em casa comecei a provocá-la dizendo logo: “Achou heim, amor... Gostou do Sidney né? Ficou toda assanhada e me deixou tesudo, viu?” Lúcia riu e disse que o eletricista era sim muito simpático mas que a esposa dele parecia ser ciumenta pois lhe deu umas olhadas atravessadas. Comentei: “Claro, vocês dois pareciam estar se comendo com os olhos. Sabe amor, vou chamar o Sidney para fazer umas instalações aqui em casa. Acho que ele mexe com força...” Lúcia riu bastante e disse: “Por mim pode chamar.” Era o que eu queria ouvir.
Demos uma trepada gostosa nessa noite falando no Sidney o tempo todo, eu dizendo a Lúcia que ele deve ter um cacete enorme e se ela desse para ele iria adorar. Lúcia estava tão tesuda que gozou como se estivesse mesmo dando para o novo amigo. Combinei com ela que iria ligar para ele e pedir para que viesse em casa fazer um orçamento para instalação de um conjunto de leds. Talvez ele pudesse também instalar o pau na bucetinha de Lúcia. Ela gostou quando eu disse isso e riu com um jeitinho bem safado que eu desconhecia.
Ansioso que estava liguei logo cedo para Sidney e pedi a ele que marcasse um dia para fazer um orçamento aqui em casa. Ele perguntou se na quarta-feira lá pelas 18 horas estaria bom. Disse que sim e ficou combinado, mas antes ele me perguntou: “Paulo, dona Lúcia está boa?” Respondi que ela está sempre boa e que estaria em casa também e que gostou muito de tê-lo conhecido. Pedi a Sidney para não chamá-la de ‘dona’ porque ela detesta. Falei: “Chame-a de Lúcia que ela vai adorar”.
Creio que pela rapidez com que liguei para ele e pelo jeito que falei de Lúcia, Sidney deve ter percebido que a visita não teria apenas o aspecto profissional. Avisei Lúcia da visita de Sidney e pedi a ela para ficar bem atraente para recebê-lo, não colocando sutien e usando um vestido bem decotado e curto. Ela perguntou rindo: “Calcinha eu posso usar?” respondi que pensando bem nem precisava porque me daria mais tesão ainda.
Estávamos ansiosos para que chegasse a quarta-feira no fim da tarde e quando ouvimos um carro parar na porta corremos à janela e vimos que era Sidney. Pedi para Lúcia recebê-lo e dizer que eu estava no banheiro. Demorei o máximo que pude, uns 15 minutos e quando voltei encontrei os dois sentados no sofá na maior alegria, ela contando a ele quando caiu de uma bicicleta e mostrando-lhe uma pequena cicatriz que ficara um pouco acima do joelho. Sidney parecia hipnotizado olhando as pernas de Lúcia.
Cumprimentei-o, conversamos um pouco e pedi a ele que anotasse o que eu pretendia fazer na sala e o quanto eu iria gastar. Sidney respondeu na hora quanto ficaria a mão-de-obra dele e o quanto aproximadamente eu gastaria de material, que ele mesmo compraria e me traria a nota. Perguntei quando ele começaria o trabalho e Sidney me disse que poderia começar na sexta-feira pela manhã se não atrapalhasse nossa vida. Respondi que por mim tudo bem mas que eu só estaria em casa no fim da tarde, mas Lúcia, que estava de férias no trabalho, o receberia normalmente.
“Sem problemas, Paulo. Então combinado. Lúcia, até sexta bem cedinho. Chegarei lá pelas oito”. Quando Paulo se despediu de Lúcia lhe deu um abraço e um beijo em seu rosto, o que fez meu pau se manifestar porque pau de corno endurece quando alguém quer comer sua esposa. Ele saiu e não teve jeito: nova trepada em Lúcia só falando no Sidney e ela mais fogosa do que nunca. Doidinha para dar para o eletricista.
Antes de sair para trabalhar pedi a Lúcia que recebesse Sidney com aquele shortinho mínimo que ela gosta de usar em casa e com blusinha de alça bem decotada deixando seus peitos quase à mostra. Lúcia riu e respondeu: “Sabia que você ia querer isso. Já vou me vestir, sem calcinha e sem sutien”. Beijei Lúcia e disse a ela que ligaria lá pelas dez para saber do andamento da instalação. Pedi ainda para que ela não esquecesse de nenhum detalhe para me contar quando eu chegasse. A seguir o que Lúcia me narrou começando assim :
      -- Você deu me telefone para o Sidney, não é seu danado? Pois ele me ligou dizendo que estava chegando e falei a ele que o portão automático estaria aberto para ele ‘entrar com o carro na minha garagem’. Abri a porta e Sidney me cumprimentou com um beijo e um abraço simples, sem amassos. Disse para ele esperar que eu lhe traria um café. Sentamos no sofá e ele me perguntou de cara se nós tínhamos um casamento aberto. Respondi que mais ou menos, mas que apesar de ter sido assediada muitas vezes, até por amigos seus nunca sai com ninguém, mesmo com você me incentivando a isso.
      -- Sidney estão me disse: “Pois é, estamos aqui hoje só nos dois...” Eu falei a ele que nosso primeiro encontro despertou em nós uma grande admiração mútua e que isso é muito importante entre duas pessoas, além da confiança que ele nos inspirou. Então pedi ao Sidney antes de começar seu trabalho, que olhasse o ventilador do nosso quarto que estava falhando. Eu já tinha isso em mente, mesmo com o ventilador estar perfeito. Fomos para o nosso quarto.
      -- Sidney disse que o ventilador era de marca boa e levantou os braços para tocar nas pás. Quando ele fez isso eu o abracei pela cintura, ele me abraçou também e caímos na cama, ele sobre mim. Levantou minha blusa e passou a chupar meus seios. Eu procurei seu pau e ele desabotoou a calça que usava, puxou a cueca e saltou um pau maravilhoso, amor. Não resisti e comecei a beijar o pau do Sidney que ficou sentado segurando minha cabeça, erguendo-a e abaixando-a. Uma chupada deliciosa.
      -- Enquanto eu o chupava tirei meu shortinho e para minha surpresa Sidney foi com a mão para minha bunda e senti um de seus dedos entrarem em meu cuzinho. Que delícia isso. Ele enterrou o dedo, depois me virou e achei que ele iria comer meu cuzinho naquela hora, mas não. Ele ficou chupando meu cuzinho interminavelmente. Vi que Sidney adorava fazer isso e sua língua dura parecia um pau dentro do meu cuzinho. Sidney me perguntou se eu gostava e respondi que estava adorando.
      -- Coloquei minha mão para trás e peguei em seu pau e pedi então a ele para colocar na minha buceta que estava sedenta. Sidney primeiro a chupou redobrando meu tesão e implorei a ele para meter seu pau em mim. Sidney pegou um preservativo e eu vesti seu pau com a camisinha e abri minhas pernas e senti aquela maravilha entrando toda em mim, até tocar no fundo me fazendo subir pelas paredes. Eu apertava Sidney com toda minha força e ele bombava sem parar como querendo me arrebentar de prazer. E estava. Meus peitos contra aquele dorso forte também davam tesão demais. Não aguentei e disse que iria gozar e gozamos juntos. Ele retirou a camisinha e nela vi uma quantidade enorme de porra que adoraria que estivesse dentro de mim, mas... A bendita responsabilidade.
      -- Sidney então disse que iria trabalhar um pouco e que voltaríamos a transar mais tarde. Perguntou se poderia trabalhar nu? Estranhei a pergunta e meio sem graça disse que sim e ele me pediu para também ficar pelada. Disse a ele que gosto de andar sem calcinha dentro de casa, mas pelada não costumava ficar. Mas queria experimentar como se estivéssemos numa colônia de nudismo. E assim ficamos.
      -- Enquanto ele media a sala eu passava por ele e pegava em seu pau e o beijava. Ele de vez em quando me agarrava por trás e enfiava o dedo em meu cuzinho. Outras horas nos beijávamos e ficamos nessa loucura por mais de uma hora, até que resolvi provocá-lo. Ele estava em pé e comecei a punhetá-lo. Quando seu pau ficou duro me posicionei de quatro diante de Sidney encostando meu cuzinho em seu mastro. Ele disse apenas: “Vou pegar o gel, espere...”
      -- Me encostei no braço do sofá esperando ele passar o gel no pau e depois em meu cuzinho que piscava de tesão para ser penetrado. Sidney começou devagar e senti aquela linda cabeça vermelha se agigantar e me penetrar. A dor foi grande no primeiro momento e eu gemi diversas vezes mas não pedi a ele para parar. Sidney foi me invadindo pouco a pouco até que estava todinho no meu cuzinho. Com seus braços fortes ele me apertava e beijava minha nuca e minhas orelhas. Com uma das mãos excitava meu clitóris. Enlouqueci de vez, Paulo.
      -- Eu gemia, rebolava, pedia para ele dar tapas na minha bunda, mas que não tirasse a mão da minha buceta. Percebi que Sidney foi ficando cada vez mais excitado também, chegando a me levantar com o pau dentro do meu cu. Sem retirar sua tora do meu rabinho ele sentou no chão e me fez sentar sobre ele enquanto segurava meus seios. Assim ficamos, até que Sidney me colocou no chão, de quatro e disse que não aguentava mais. Eu já havia gozado várias vezes e ele gozou novamente.
      -- Fizemos um lanche, sempre pelados, conversamos sobre a mulher dele e fomos para o quarto outra vez onde Sidney fodeu minha buceta e me fez delirar. Desta vez a camisinha ficou com pouca porra porque Sidney havia me comido três vezes. Então ele falou que iria embora antes de eu chegar e que depois ligaria para você porque pretendia trabalhar e me comer no sábado e também na segunda-feira. Eu disse que queria muito e que para mim estaria ótimo.
O trabalho de Sidney ficou perfeito e o amigo eletricista passou a nos visitar semanalmente. Lúcia hoje é outra mulher, muito mais feliz e eu um corno completamente realizado.

Comentarios

Também posso fornecer meus serviços a sua mulher

Por:gvvarela em 12/11/2019 10:43
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Ficha do conto
foto avatar usuario Giltozzi
Por: Giltozzi
Codigo do conto: 17378
Votos: 1
Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 11/11/2019

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