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DOIS CUNHADOS E UMA DUPLA PENETRAÇÃO NA CUNHADA

Por: Giltozzi - Categoria: Cornos-Cuckold
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Casei-me com Velma, irmã de Selma e de Telma. A diferença de idade entre elas é de dois anos sendo que Selma e Velma são gêmeas; Telma é a caçula das três e aquela que saiu safada, ao contrário das irmãs. Aos 38 anos de idade Telma é uma mulher belíssima, cabelos longos pintados de louros, altura média, seios normais e uma bunda de fechar o comércio. Tanto eu quanto Alberto, marido de Selma, sempre pensamos em colocar uma peruca de touro na cabeça de Ademar, marido da gostosona da nossa cunhada. Certa vez, depois de muitas cervejas e caipirinhas falamos sobre tentar comer Telma e até bolamos alguns planos para levá-la para a cama. Rimos muito de nossas ideias e nossas esposas que estavam por perto queriam saber por que estávamos dando tanta risada. Velma ainda disse que éramos dois perfeitos palhaços. Palhaços a fim de comer a cunhada Telma.
Quando nos reunimos novamente dias depois para assistir futebol – eu e Alberto palmeirenses e Ademar sãopaulino – Telma estava mais gostosa que nunca com um vestido curto estampado e rodado. Sentou-se à nossa frente e aquelas coxas enormes se abriam de vez em quando aos nossos olhos que procuravam pela calcinha lá no fundo. Ademar não toma bebidas alcoólicas e não ri das gozações minhas e de Alberto, nós que não perdoamos nada nem ninguém. Telma, ao contrário do marido gosta de piadas picantes e comentários atrevidos sobre sua beleza e histórias de traições. Nessa tarde Ademar e Telma foram embora mais cedo e eu e Alberto retomamos o assunto de comer a cunhada. Achávamos que Ademar não devia satisfazer aquele mulheraço...
Disse ao meu concunhado que meu plano era, num sábado pela manhã, encontrá-la casualmente no Parque do Ibirapuera onde ela fazia caminhadas. Foi então que Alberto sugeriu: “Carlão, vamos juntos, assim vai parecer que foi mesmo coincidência”. A princípio não gostei da ideia porque acreditava que sozinho eu teria mais chances, mas concordei para ver o que iria rolar com os dois assediando a cunhada. No sábado lá estávamos os dois em trajes esportivos quando vimos Telma chegar. Depois de um tempo fingimos estarmos fazendo uma caminhada acelerada em direção a ela que vinha em sentido contrário. Quando cruzamos com Telma, que estava superatraente em uma calça apertadíssima de lycra, bustiê branco e os cabelos presos num rabo de cavalo que balançava de um lado para o outro acompanhando o rebolar de sua bunda. Os homens quando passavam por Telma voltavam seus olhares e ela, exibida que é, adora ser comida pelos olhos masculinos e mesmo alguns femininos
Todos simulamos surpresa e decidimos continuar na direção em que Telma ia. A cunhada olhou no relógio e disse que ainda faltavam três minutos para completar sua caminhada, ao fim dos quais nos sentamos todos na grama, eu e Alberto prontos para o ‘ataque’. E a série de nossos elogios parecia não ter fim pois estávamos inspirados: “Cunhada, você está bonita demais”; “Telma, como o Ademar deixa você sair sozinha assim?”; “Não é porque você é minha cunhada, mas você é a mulher mais bonita de todo o Ibirapuera”; “Telma, se você não fosse minha cunhada...” Depois dessa frase Telma interrompeu e com ar provocante perguntou: “Se não fosse sua cunhada o que você faria, Carlos?” Alberto se antecipou e respondeu por mim: “Como o Natal está chegando, eu daria você de presente de Natal para mim mesmo. O presente mais gostoso deste Natal”. Aproveitei e emendei: “Presente mais gostoso que tender, chester, peru, lombo ou qualquer outra coisa”.
Estávamos a 15 dias do Natal e percebemos que Telma estava gostando cada vez mais das insinuações que já eram diretas, até que ela disse: “Mas sou cunhada dos dois e não posso ser dada de presente para os dois pois sou uma só”. Nunca imaginei que Alberto pudesse ser tão safado, mas ele se superou e propôs dizendo: “Telma você é um jantar para quatro talheres, eu e o Carlão, cada um com garfo e faca para comer você inteirinha”. A essa altura cada um de nós alisávamos um lado de Telma, disfarçadamente porque estávamos em público, mas ela permitia que eu acariciasse suas costas enquanto Alberto dava beijinhos em seu ombro.
Foi então que eu falsamente admirado disse: “Mas aí virou ménage”. Telma perguntou: “Vocês já fizeram a três alguma vez?” Respondi que não, que seria meu primeiro ménage e Alberto comentou que seria seu primeiro ménage e primeiro incesto. Telma se apressou a dizer colocando a mão na boca de Alberto: “Tolinho, transar com concunhados não é incesto, é sacanagem mesmo” e riu alto, olhando para nossos calções para ver os volumes que nossos paus endurecidos faziam. Combinamos que o encontro seria na quarta-feira à noite. Diríamos às esposas que iríamos sair juntos, eu e Alberto, para comprar presentes, encontraríamos Telma e a levaríamos ao motel. Telma interrompeu dizendo: “Nada disso. O Ademar estará em Curitiba a trabalho na quarta-feira e vocês poderão vir à minha casa. É lá que vamos fazer o jantar antecipado de Natal”.
Tanto eu como Alberto dissemos a Velma e a Selma que estaríamos juntos à noite e que não queríamos que elas nos acompanhassem para evitar a surpresa dos presentes que iríamos comprar. Chegamos juntos em um carro só na casa de Telma que nos recebeu com uma bermuda jeans curta e desfiada e uma blusinha transparente amarrada na frente, deixando entrever que estava sem sutien. Abracei Telma pela frente e Alberto a abraçou por trás, ambos a apertamos com nossos paus já duros. Ela disse: “Assim vocês me quebram no meio e cada um vai ter que comer uma parte só”, falou isso segurando em nossos paus e nos puxando para o quarto.
Tiramos nossas roupas e Telma ficou assistindo e olhando com cara de desejo para nossos paus duros e latejando e colocou um dedo nos lábios entreabertos. Abri sua bermuda e a abaixei surgindo sua calcinha branca e aquela elevação na buceta. Alberto soltou a blusa de Telma e ambos, um de cada lado, descemos a calcinha da cunhada que ficou nua mostrando um corpo maravilhoso, muito, mas muito melhor que os das gêmeas nossas esposas. Novamente a abraçamos, um pela frente outro por trás, Telma abriu as pernas e nossos paus se tocaram entre as pernas da cunhada que apertou as coxas nos enchendo de tesão com isso. Levei Telma para a cama, deitei-a e passei a chupar sua buceta que tinha os pelos claros aparados bem curtinhos. Alberto ofereceu o pau para Telma que passou a chupá-lo gulosa quase o engolindo todo. Ela então me pediu para colocar meu pau na sua boca também e dividiu as chupadas entre meu pau e o pau de Alberto.
Percebi que Alberto estava com a mão na bunda de Telma e coloquei minha mão na buceta da cunhada que revezava as chupadas em nossos paus e começava a gemer loucamente de prazer, até que pediu para que um de nós metesse em sua buceta. Penetrei aquela xana deliciosa, abracei fortemente Telma enlaçando-a e a virei de costas com sua bunda se oferecendo para Alberto. Foi quando Telma pediu para que Alberto tentasse também colocar seu pau na sua buceta. Ela ajeitou-se melhor, empinou mais a bunda e Alberto começou a forçar seu pau na buceta de Telma que já agasalhava o meu. Nossos paus são médios e ambos entraram levando Telma ao primeiro orgasmo.
Ficamos os dois com os paus dentro da buceta de Telma que se mexia de todas as formas possíveis e por duas vezes o pau de Alberto escapou mas ele voltou a penetrá-la, agora com mais facilidade porque a buceta de Telma estava toda melada e mais alargada. Avisei que já estava querendo gozar e minha cunhada e meu concunhado responderam: “Então vamos todos...” E os movimentos se intensificaram até que todos gozamos e a buceta de Telma foi inundada com nossa porra que se misturou dentro dela. Telma então se levantou para se limpar e eu e Alberto ficamos deitados na cama do nosso concunhado Ademar olhando extasiados para aquela bunda monumental.
Enquanto Telma estava no banheiro Alberto me perguntou: “Quem vai comer o rabão primeiro?” respondi para esperar ela voltar. Quando Telma saiu do banheiro pedi a ela para pegar uma moeda e a cunhada perguntou para que eu queria a moeda. Respondi que iríamos tirar cara ou coroa para ver quem tirava a sorte grande, aquilo que nós dois há muito tempo cobiçávamos. Telma disse: “Vocês dois não valem nada e é por isso que adoro vocês, cunhados safados”. Ganhei no cara e coroa, Alberto deitou com Telma por cima dele encaixando sua buceta no pau do cunhado que já estava duro novamente, assim como o meu. Lubrifiquei meu pau e também o cuzinho de Telma e coloquei meu pau na porta do anelzinho rosado da cunhada.
Alberto mexia devagar e o balanço fazia a bunda de Telma se tornar mais apetitosa. Abri bem as nádegas e aos poucos fui penetrando aquele cu tão cobiçado. Telma sabia fazer anal, promovendo movimentos do esfíncter que faziam meu pau adentrar seu cu sem que eu fizesse força para isso. Uma delícia, mais ainda porque Telma rebolava gostoso enquanto beijava Alberto. Meu tesão ao sentir meu pau todo dentro dela foi grande, Telma percebeu pela pulsação da cabeça do meu pau e gozamos. Alberto disse então: “Agora é a minha vez, cunhada querida”.
Mudamos de posição e como meu pau havia amolecido, coloquei os dedos dentro da buceta de Telma que empinou a bunda e Alberto nem precisou lubrificar pois seu pau deslizou rápido para dentro do cu já alargado de Telma. Desta vez ela parece que ficou enlouquecida porque rebolava com mais força, ficou ofegante e quase aos gritos dizia: “Meus dois cunhados queridos, me fodam, me fodam de todo jeito, me arrebentem, estourem meu cu, minha buceta, acabem comigo, por favor, me fodam bastante, sempre, os dois, no cu, na buceta, me fodam inteirinha”. Ouvindo isso meu pau tornou a endurecer e entrou na buceta de Telma que mais parecia um cavalo selvagem, até que gritou um ‘ahhhhhhhhhhh’ que parecia interminável e gozou com o pau de Alberto no cu e o meu em sua buceta.
Nos viramos de lado fazendo um sanduíche com Telma que estava esgotada de tanto foder. Foi quando tocou o telefone, ela atendeu e era Ademar. O corno do nosso concunhado perguntou se estava tudo bem e Telma respondeu para que ele ficasse tranquilo porque estava tudo bem e que ela estava só com uma dorzinha de cabeça e saudade dele. Telma perguntou ao marido se ele retornaria na sexta-feira á noite e Ademar disse que marcara o voo para sábado pela manhã. Eu e Alberto olhamos um para o outro e fizemos sinal de positivo.
Conversamos um pouco mais e Telma nos disse que Ademar viaja e ela fica esperando quando ele retorne que foda com ela mas ele sempre alega que está cansado. Quando mete com ela é aquela rapidinha sem graça e que com nós dois foi a glória, tudo que ela queria. Antes de sairmos Telma nos disse que ouvira as amigas comentarem que um ménage era muito bom e falou: “Mas não posso dizer a elas que quando realizado com dois cunhados tesudos é ainda melhor”. E completou: “Não há nada igual e por favor, voltem sempre, os dois juntos”. Na sexta-feira repetimos a sessão e daí em diante tanto eu como Alberto sempre dávamos um jeito de foder com Telma. Juntos ou separados, mas nunca mais deixamos de ornamentar a cabeça de Ademar, nosso querido cunhado tão merecedor desse belo chifre.

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Ficha do conto
foto avatar usuario Giltozzi
Por: Giltozzi
Codigo do conto: 17409
Votos: 1
Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 19/11/2019

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