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EU, AMANTE DE MINHA AVÓ DE 68 ANOS

Por: Giltozzi - Categoria: Incesto
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A história parece confusa mas não é. Meu avô Antônio se casou e teve um filho. A esposa faleceu em um acidente e vô Antônio ficou viúvo mas logo se casou com vó Rosângela que passarei a chamar de Vó Rô. Tiveram dois filhos. Meu pai se casou e sou seu primogênito e considerado o primeiro neto de Vó Rô e vô Antônio. Este, engenheiro, durante toda vida trabalhou numa empresa de energia elétrica, ocupando altos cargos e chegando a diretor até se aposentar. Meus avós moravam em um belo apartamento em Higienópolis, bairro de classe alta de São Paulo. Meu avô Antônio faleceu há quatro anos, quando eu estava com 15 anos de idade.
Por ocasião do falecimento de vô Antônio, meu pai me contou que Vó Rô era, na verdade, sua madrasta, mas que ele sempre a considerou como mãe e por isso só agora me explicou esse fato. Minha Vó Rô tem mais três netos e por eu ser o mais velho deles sou o que mais conversa com ela. Vó Rô é uma mulher muito elegante e que aos 68 anos de idade mantém ainda os traços da bonita mulher que foi quando mais jovem. 1,66m de altura, cabelos alourados pouco acima dos ombros, sempre impecavelmente tratados e penteados escondendo os cabelos brancos que certamente deve ter. Suas pernas são compridas e bem torneadas, com algumas estrias e raros pontos de celulite. Quando veste maiô para ir à piscina do seu prédio percebo o quanto Vó Rô ainda é bonita e, por que não dizer, gostosa.
Vó Rô foi pianista e na ampla sala do apartamento seu Fritz Dobbert se destaca e minha avó sempre que eu peço executa Mozart magnificamente. No apartamento há ainda uma ampla biblioteca que é o lugar preferido de Vó Rô e onde ela muitas vezes fez leituras para mim. Vó Rô é mulher vaidosa e gasta um bom dinheiro em roupas de boa qualidade, preferindo as mais folgadas. Vez por outra usa uma calça jeans que mostra que ela não tem a incômoda barriga, ao contrário da maioria das mulheres de sua idade e sua bunda fica perfeita dentro do jeans. Já disse a ela que gosto muito de vê-la de jeans ou bermudas e blusa leve. Quando falo essas coisas para Vó Rô ela diz que sou o neto que mais a entende e que eu moro em seu coração.
Vó Rô me pediu para que eu lhe ministrasse alguns conhecimentos a mais de informática porque ela quer se aventurar na área de blogs uma vez que pretende criar um blog de literatura. Eu disse que teria o maior prazer de fazer isso mas que em troca gostaria de tomar aulas de piano, eu que toco razoavelmente violão e guitarra. Comecei a ir diariamente à casa de Vó Rô, menos às quintas-feiras que é o dia da diarista cuidar da limpeza do apartamento. Vó Rô tem duas gatas que são sua companhia desde que meu avô era vivo.
Essa proximidade com Vó Rô, permanecendo mais tempo junto a ela, tocando em seus ombros para orientá-la no notebook ou ela segurando minhas mãos para melhor me ensinar posições no piano e encostando sem malícia seu corpo em mim, começaram a mexer comigo. Tive que fazer força algumas vezes para resistir em não encostar meu pau que se manifestava em Vó Rô, como que para dizer a ela que ela me excitava. Difícil dizer se Vó Rô havia percebido alguma vez o constante volume em minha calça ou bermuda, mas certa tarde ela me disse que não queria estudar nada e sim ler poesias para mim. Fomos à biblioteca onde há uma cadeira com braços e um sofá de três lugares.
Nessa tarde Vó Rô estava vestida com calça comprida escura e uma blusa verde claro, creio que de seda com botões. Ela se sentou no sofá e eu deitei minha cabeça em seu colo esticando as pernas enquanto minha avó começou a ler um conto curto de Clarice Lispector intitulado ‘O Primeiro beijo’, que para mim pareceu muito sugestivo. Enquanto Vó Rô lia eu observava seus olhos que corriam pelas páginas e olhava extasiado o movimento de seus lábios com vontade de beijá-los. Instintivamente encostei meu rosto em um de seus seios.
Impossível que Vó Rô não tenha percebido pois assim fiquei sentindo o pulsar de seu coração e o quanto seus seios idosos são macios sustentados pelo sutien que ela usava. Meu pau foi endurecendo e nada fiz para disfarçar. À medida que mais tesudo eu ficava mais perdia o controle até que coloquei minha mão direita sobre o seio esquerdo de Vó Rô. Ela sem dizer nada retirou minha mão e prosseguiu com a leitura. Insisti no gesto atrevido e desta vez Vó Rô deixou que minha mão permanecesse segurando seu seio, o qual passei a acariciar por sobre a blusa de seda enquanto ela calmamente continuava a leitura.
Louco de tesão por minha avó retirei o livro de suas mãos e ela então me falou: “Rodrigo, sou sua avó, não esqueça. Não sou sua namorada”. Respondi que havia brigado com minha namorada e que daqui para a frente só iria namorar minha Vó Rô, a mulher mais bonita que eu conhecia. Vó Rô então cerrou meus olhos com as mãos e sem nada dizer me beijou na boca. Primeiro carinhosamente. Depois um beijo de verdade correspondendo ao meu ímpeto. Nossas línguas se tocaram deliciosamente.
Vó Rô então disse no meu ouvido, como se fosse um segredo: “A vida é para ser vivida intensamente. Há o amor que tem que ser vivido até a última gota. Sem medo nenhum porque não mata. – Esta frase é de Clarice Lispector”. Em seguida levantou-se e me falou: “Rodrigo, vá para casa e volte amanhã, como de costume. Saiba que gosto muito de você e fico feliz que você goste tanto de mim”. Nos despedimos com um tipo de abraço diferente, abraço de uma certa cumplicidade, com muito carinho da parte de Vó Rô e desejo da minha parte.
Quando cheguei na tarde do dia seguinte Vó Rô estava ainda mais bonita trajando um vestido longo de viscose que começava branco e nas pernas ia mudando para o azul. Com alças, o vestido deixava seus ombros e costas nus e o decote generoso mostrava que ela estava sem nada por baixo. Ao vê-la assim não a cumprimentei com o beijo normal no rosto, mas com um beijo nos lábios ao qual Vó Rô correspondeu. Ela então me disse que não iríamos nem estudar e nem ler na biblioteca pois ela queria conversar comigo. Fiquei preocupado.
Vó Rô me levou até seu quarto e disse para eu sentar na cama com ela. Pegou na minha mão e começou: “Sabe, Rodrigo, nenhum dos meus filhos ou netos se parece tanto com seu avô Antônio como você. Altura, fisionomia e até o modo de falar e de andar. Você é meu finado marido quando jovem sem tirar nem pôr. Esta noite pensei muito sobre o que aconteceu ontem e sobre o que eu sei que você quer. Confesso que você acendeu em mim um desejo que eu acreditava sepultado. E uma das frases de Clarice que eu mais gosto é: Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece. Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento”.
E continuou: “Rodrigo, quero dar a você o prazer que você busca e, de certa forma, voltar aos braços de meu marido porque você para mim é ele neste momento. Serei sua, Rodrigo, não sua avó, mas sua amante”. Beijei Vó Rô com amor e paixão e senti o mesmo da parte dela. Tomei a iniciativa e baixei as alças de seu vestido. Surgiram os seios pequenos mas inacreditavelmente bem feitos, eu que esperava vê-los caídos e murchos. Vó Rô se levantou e desci todo o vestido, aparecendo uma calcinha branca e aquela elevação onde estava escondida sua buceta.
Despi minha roupa e Vó Rô viu meu pau completamente duro e o segurou sem nada dizer, meio envergonhada. Tirei sua calcinha e coloquei a mão sobre sua buceta aparadinha e coberta apenas com um pequeno bigodinho. Deitei Vó Rô na cama, ela me pediu para esperar um pouco e passou um creme vaginal para lubrificar a vagina e disse sorrindo: “Não esqueça que sou uma idosa. Já não produzo os hormônios necessários...” E voltou a se deitar, com as pernas entreabertas para me receber.
Com carinho e cuidado para não machucá-la coloquei meu pau na porta de sua buceta, empurrando de vagar e meu pau deslizou para dentro fazendo Vó Rô soltar um gemido de prazer. Deite-me sobre ela, beijei-a e iniciei os movimentos e ela, a princípio, permaneceu imóvel. Aos poucos Vó Rô passou a acompanhar meus movimentos, meu tesão foi crescendo, eu gemia e minha avó respondia com gemidos ainda maiores e em menos de dois minutos eu gozei ejaculando uma quantidade enorme de porra dentro de Vó Rô. Coloquei todo meu peso sobre ela e disse que ela é maravilhosa e que me fez muito feliz. Vó Rô respondeu: “Que delícia você dentro de mim, Rô”. Ela nunca havia me chamado assim... Me dei conta pela primeira vez que ambos éramos ‘Rô’.
Vó Rô se levantou e foi se limpar. Ao retornar me beijou na boca e acariciou meu peito. E a deitei novamente, abrindo suas pernas e passando a chupar sua buceta que estava limpinha. Comecei devagar e aumentei o ritmo pois fui ficando cada vez com mais tesão por que os gemidos de Vó Rô aumentavam minha excitação. Então ela procurou meu pau e ao perceber que ele estava rijo pediu para colocar de novo dentro dela.
Desta vez penetrei minha avó olhando-a nos olhos e ela me segurando pela cintura. Depois de um tempo assim Vó Rô me puxou, fiquei sobre ela e ela procurou ficar por cima e me disse: “Meu amor, não aguento seu peso. Dói um pouco minhas costas”. Com Vó Rô por cima, olhando-me nos olhos e beijando-me com ardor eu a ergui com meu pau dentro dela e seu gemidos eram cada vez maiores assim como cada vez maior era meu prazer dentro dela.
Minhas mãos estavam na bunda macia de Vó Rô e depois de alguma hesitação coloquei um dedo em seu cuzinho e isso parece ter aumentado ainda mais meu tesão e o dela. Vó Rô gemia tanto e tão alto que tive medo que fosse ouvida no apartamento de baixo ou de cima. Lembrei que era um prédio antigo, dos anos 60 e por isso mesmo com paredes sólidas e grossas. Beijei-a então e com nossas bocas coladas gozamos mais gostoso que na rápida primeira vez.
Quando Vó Rô se levantou fui atrás dela, a abracei encostando meu pau em sua bunda e segurei seus peitos dizendo a ela que iria dormir com ela naquela noite. Sabiamente minha avó respondeu: “Não senhor, você vai para casa, Rodrigo, mas espero que esteja aqui amanhã para nossas aulas”. E ao sair ela me disse: “Rodrigo, tenho certeza que seu avô deve estar feliz o que acabamos de fazer. Ele não media esforços para me ver contente e eu não me lembro há muito tempo de estar tão contente e satisfeita”.
Continuo ensinando minha avó no computador mas paramos com o piano porque não dá tempo para o mais importante que são as nossas trepadas vespertinas uma vez que me tornei amante de Vó Rô. Sei que não será por muitos anos em razão da idade dela, mas enquanto ela quiser estarei sempre pronto para foder essa senhora bonita e maravilhosa que é, ao mesmo tempo, minha avó e minha amante.

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Por: Giltozzi
Codigo do conto: 17373
Votos: 3
Categoria: Incesto
Publicado em: 10/11/2019

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