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O CORRETOR ‘PEGOU’ DONA CLÁUDIA

Por: Giltozzi - Categoria: Cornos-Cuckold

Meu nome é Bruno, tenho 38 anos e há 16 sou corretor de imóveis em Ubatuba, litoral de São Paulo, cidade onde nasci, resido e trabalho. Recentemente fui destacado para acompanhar um casal de São José dos Campos que procurava uma casa em Ubatuba e uma das condições é que o imóvel não fosse em condomínio pois não queriam ter essa despesa mensal obrigatória. Fiz uma lista de oito imóveis que se enquadravam na solicitação de Flávio, o marido, e no sábado cedo eles chegaram à imobiliária pontualmente às nove da manhã e comecei a demonstração das casas.
Flávio era um senhor bem apessoado e que devia ter pela boa aparência, uns 50 anos de idade. Sua esposa, dona Cláudia, era bem mais jovem e aparentava estar por volta dos 40 anos. Assim como o marido, dona Cláudia estava muito bem vestida e o automóvel deles, um Corolla de luxo do ano, indicava que a situação financeira do casal devia ser muito boa. Dona Cláudia é uma mulher clara, magra e alta, cabelos pretos bem cuidados e com modos elegantes. Pensei comigo: “Vem aí mais uma boa comissão”. O imóvel procurado deveria estar na faixa de 700 mil a um milhão de reais.
Em meu modesto automóvel levei o casal para o tour e após quatro casas visitadas não houve nenhuma manifestação de maior interesse. Por outro lado, Flávio queria saber tudo da minha vida: se eu era casado, se tinha filhos, se me dava bem com minha esposa, se o movimento de venda de imóveis estava bom neste ano. Uma pergunta atrás da outra que eu, pacientemente, respondia. Achei estranho, num momento em que dona Cláudia estava mais afastada ele fez um comentário dizendo que minha profissão era boa porque um corretor conseguia pegar muitas mulheres. Respondi que não era assim e que uma de nossas regras era respeitar os clientes jamais lhes dirigindo piadas, liberdades e assediar possíveis compradores nem pensar. Flávio fez uma cara de incredulidade como quem acha que eu não estava sendo sincero e me deu três tapinhas nas costas completando com uma frase enigmática: “Sei, sei, Bruno...”
O quinto imóvel visitado era uma casa toda mobiliada cujo proprietário havia falecido em um acidente de automóvel na Rodovia dos Tamoios e a viúva nunca mais voltou a entrar na casa. Quem cuidou da venda foi um sobrinho deles advogado. Essa casa pode-se dizer que era espetacular e por isso mesmo a mais cara que até então eu mostrara ao casal. Valia o preço pedido de um milhão e duzentos mil reais e ainda todos os móveis ficariam na casa que possuía muitos armários embutidos nos quartos e na cozinha. Na suíte principal destacava-se uma cama king-size com um sugestivo quadro de uma mulher nua à cabeceira.
Flávio e Cláudia se entreolharam e sorriram, nem precisando dizer que gostaram da suíte, mas ela exclamou: “Que maravilha, adorei, Flávio!” Já passava do meio-dia quando o marido me disse que nem precisava mostrar outras casas, que essa era exatamente o que eles queriam. E que iriam retornar e almoçar num restaurante na estrada. Flavio então me disse: “Olhe, Bruno, temos que voltar e decidir qual das casas nos interessa, embora esta seja, de longe, a melhor delas. Minha esposa voltará a Ubatuba na terça-feira para dar uma olhada final e com mais calma pois já estamos um pouco cansados. Vou lhe pedir um favor: você poderia pegar minha esposa na Rodoviária uma vez que ela virá de ônibus porque morre de medo da Rodovia dos Tamoios? Não poderei vir com ela porque tenho um compromisso inadiável nesse dia.”
Respondi que na hora que eles marcassem eu estaria à espera dela na terça-feira. Retornamos à imobiliária e antes de irem embora Flávio me recomendou outra vez: “Não esqueça de pegar minha esposa na terça-feira, ok, Bruno?” Eu não iria esquecer de modo algum porque o maior interessado em que saísse negócio era eu. No domingo logo cedo toca meu celular e era Bruno me lembrando do apontamento na terça, dizendo: “Não esqueça, por favor, de pegar minha mulher. Ela sairá daqui bem cedo e deve chegar aí por volta das nove horas.” Outra vez Flávio usou a expressão pouco comum ‘pegar minha mulher’ e isso começou a mexer comigo.
Às onze da noite de domingo outra vez Flávio liga e me pergunta quantos quartos havia na edícula da casa. Respondi que apenas um e ele agradeceu e novamente repetiu, desta vez mais maliciosamente: “Bruno, vê lá heim. Não vai esquecer de pegar a Cláudia, tá?” Respondi então, também ambiguamente: “Pode deixar seu Flávio que eu a pegarei, conforme combinamos”. Na segunda-feira à noite toca o celular e desta vez dona Cláudia foi quem falou: “Bruno, você não se esqueceu, não é? De me pegar amanhã cedo na rodoviária?”. Disse a ela que eu estaria lá desde as sete da manhã e dona Cláudia riu e pude ouvir dela um ‘huuuuummm’ que me deixou de pau duro na hora.
Às nove e dez chegou o ônibus com dona Cláudia que naquele dia quente de outubro estava com um vestidinho leve e curto, acima do joelho, com alças finas deixando aparecer os ombros e, generosamente, uma parte dos seios não muito grandes, ideais para seu porte de mulher elegante. Cumprimentei dona Cláudia com um beijo no rosto e ela retribuiu, o que não havíamos feito no sábado e rumamos para a casa pretendida. Sentada ao meu lado o vestido subiu ainda mais deixando aparecer muito das coxas alvas de dona Cláudia, o que foi mexendo comigo.
Sem saber o que conversar disse a ela: “Seu marido me pediu para não esquecer de pegá-la hoje, imagine se eu iria esquecer.” Para minha surpresa ela respondeu: “E eu, Bruno pensei em você durante todo o domingo e ontem também. Afinal de contas não é todo dia que se encontra um corretor atencioso e simpático como você. Atencioso todos são mas você, além de tudo, é um moço muito bonito. Isso também influenciou no interesse pela casa.” Eu já sabia que iria transar com aquela cliente.
Chegamos à casa à venda em cinco minutos e eu já começava a ficar de pau duro só de olhar para uma mulher charmosa como dona Cláudia. Entramos, ela pegou em minha mão e disse: “Sabe o que eu quero ver primeiro? A suíte que me impressionou bastante.” Sem nada dizer dona Cláudia retirou o lençol que estava sobre o imenso colchão da cama, sentou-se nele com o vestido deixando entrever sua calcinha vermelha e me disse: “Bruno, sente aqui comigo.” Meu pau duro me fazia passar vergonha pois parecia um adolescente e dona Cláudia o apalpou por cima da calça e sorriu como quem ficou satisfeita com o volume que segurava.
Dona Cláudia então me disse: “Bruno, me chame só de Cláudia, por favor. Você está surpreso?” Disse que não e que de tanto seu Flávio falar em eu pegá-la, achei que ele insinuava uma foda mesmo e isso era tudo que eu queria. Levantei Cláudia, abaixei as alças do vestido e surgiram seios lindos, bonitos para uma mulher que não era tão jovem. Desci o vestido e seu corpo branco dentro da calcinha vermelha formou uma imagem indescritível. Deitei-a e me despi rapidamente enquanto ela própria retirou a calcinha.
Enlouqueci completamente ao ver aquela buceta com os poucos pelos bem aparados. Mais ainda quando ela própria abriu suas pernas me convidando para aquele paraíso que beijei sofregamente. O cheiro da buceta de Cláudia tinha um perfume que eu não conhecia tornando mais apetitosasua buceta linda de lábios pouco carnudos. Ela apoderou-se do meu pau e passou a chupá-lo ao mesmo tempo que eu a chupava e com a língua chegava ao seu cuzinho. Ela gemeu de prazer quando toquei seu cuzinho, parou de chupar meu pau, virou-se de costas e disse: “Bruno, sabe o que eu quero? Você dentro de mim, por trás, agora.
Eu estava preparado, coloquei uma camisinha, passei gel em meu pau e coloquei a chapeleta no anel rosado de Cláudia. Ela então pediu: “Mete tudo, Bruno, tudo, sem dó de mim.” Cláudia deu um leve gemido quando enterrei meu pau nela. Creio que mais de prazer que de dor, porque a partir desse momento ela incessantemente gemia e as palavras que dizia eram: “Mete, Bruno, mete, Bruno, mete tudo, mete mais, mais Bruno, mais Bruno, quero seu cacete dentro de mim todinho...” Com uma das mãos eu segurava os seios pequenos e deliciosos e com a outra procurava seu clitóris.
De repente ela pediu para se virar, abriu as pernas, pegou meu pau e o recolocou em seu cuzinho. Assim ficamos por mais de dez minutos com meu pau entrando e saindo em seu ânus enquanto ela procurava um jeito de olhar. Magra que era conseguia ver meu pau a invadindo e sorria de satisfação. Até que Cláudia não aguentou mais e me pediu para gozar com ela. Gozamos e não conseguimos segurar os gritos de prazer.
Durante meia hora conversamos banalidades, falei dos meus filhos e ela de sua filha de 18 anos que já estava lhe dando trabalho porque era muito bonita e namoradeira. Então ela passou a me masturbar e sem demora meu pau estava pronto novamente para entrar em ação. Abri suas pernas e penetrei em sua buceta enquanto ela gemia e dois dos meus dedos da mão esquerda entravam em seu cuzinho pois já sabia que ela gostava muito disso. Depois de foder bastante a buceta de Cláudia ela outra vez me fez parar, virou-se e, que cenário maravilhoso aquela bunda branquinha com nádegas macias.
Meu pau penetrou o cu de Cláudia novamente e, desta vez, ela não gemia mas gritava de prazer, tanto que beijei-a como que para avisá-la dos excessos de seus gritos. Disse baixinho que na casa da direita morava um casal de idosos com a filha e poderiam escutar. Cláudia respondeu: “Que escutem, meu amor, podem pensar o que quiser.” E continuou a gemer alto até gozar novamente.
Nos vestimos e saímos para almoçar, refeição bem rápida porque ambos havíamos combinado de voltar à casa porque ela disse: “Esqueci de olhar o resto da casa... Você não me deixou, seu corretor” e riu com malícia. Antes Cláudia comprara passagem de retorno a sua cidade para as 15 horas.
Chegando à casa repetimos tudo que fizemos pela manhã e o prazer de despir aquele corpo e vê-la só de calcinha vermelha valeu mais do que todos os imóveis que eu já havia intermediado negociação. Não preciso dizer que, tanto eu quanto ela, queríamos anal novamente e assim foi, desta vez uma foda mudando de posições, uma delas com Cláudia de lado erguendo a perna e olhando meu pau entrar e sair de seu cuzinho, até que gozamos.
Meia hora comendo o rabinho de Cláudia nos deixou extenuados. Tomamos banho e ela se enxugou com uma toalha de rosto que trouxera e depois me enxugou também beijando meu pau que desta vez estava sossegado. Fomos para a rodoviária com meu carro andando devagar como quem não quer chegar nunca. Lá chegando, antes de descer, Cláudia me beijou longamente e disse: “Adorei você, Bruno. Me fez tão feliz. Mas preciso lhe dizer uma coisa: não temos intenção de comprar casa alguma. Já possuímos um apartamento na Riviera de São Lourenço. Flávio é impotente e gosta que eu me satisfaça deste modo. Mas não pense que faço sexo com todo corretor não, apenas com aqueles que me despertam desejo, como você.”
Perguntei a ela se voltaríamos a nos ver e Cláudia disse que certamente pois tinha intenção de vir mais vezes a Ubatuba, mas não para ver casas. E antes de descer disse: “Eu ligo para você, amor.” Cláudia nunca mais ligou e me deixou a certeza que fez outros corretores felizes como eu.

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