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A tutora que era louca por rola em lugares inusitados

Por: Marcos1001 - Categoria: Fantasias

No conto anterior relatei minha trepada com uma tutora da faculdade. Depois da primeira trepada, sempre nos encontramos na saída da faculdade, depois das 22h30. Mas são só beijos e amassos. Ela é fogosa e disse que tinha adorado trepar comigo no carro e queria mais. Ela é uma bela morena, tem uns 35 anos e cavalona. Usa umas calças jeans que realçam o rabão e a buceta dela. Adora usar blusinhas sem sutiã e vestidos decotadinhos, já que tem os peitos grandes e durinhos.

Na faculdade era muito discreta, já que era casada e ninguém podia saber do nosso caso. Mas passamos a deixar o carro no mesmo estacionamento e lá sempre tinha pegação. Como os alunos saíam às 22hs e ela saía às 22h30, eu a esperava no estacionamento. Era um pouco escuro, tinha muitas árvores e nenhum movimento a essa hora. Só o cara do portão. Um dia que ela estava de vestidinho e fui agarrá-la na porta do carro, ela disse que estava sem calcinha. Foi a deixa para que eu a comesse ali mesmo, bem rapidinho. Mas não é isso que quero contar.

Para não dar muita bandeira, combinamos um dia que ela sairia mais cedo e eu também, e iríamos a um drive-in ali perto. Fomos no carro dela e deixei o meu no estacionamento. Chegando lá e mau entramos no box, começamos a nos pegar. Tirei a calcinha, a saia e a blusinha dela. Ela ficou peladinha e disse para eu tirar a minha também. Ela começou a mamar gostosamente, uma boca quente que sabe chupar uma rola co carinho, sem por a mão, só a boca. A mão acaricia as bolas.

Ela parou de me chupar e quando fui pra cima dela ela pediu para sairmos do carro. Eu assustei, mas fui. Peguei ela na frente do carro. Deitei ela do lado do capô, bem na beiradinha pra não amassar e abri as pernas dela. Ela se arreganhou inteira e eu chupei aquela buceta linda, gostosa, abri bem ela chupei o grelinho, a buceta era grande, capozuda, coloquei meu dedo na buceta dela e ela começou a gemer forte e gozou, dava uns pulos e urros fortes e eu não parei e senti ela gozar de novo, seguidamente. A buceta dela se contraía que expulsava meu dedo de dentro e a porra descia. Puxei rapidamente ela um pouco pra baixo e comecei a enfiar rápido e com força. Após umas 3 socadas fortes ela gozou de novo. A gozada apertava tanto meu pau que ele saía e sentia a buceta pulsar.

Ela completamente mole, eu continuei a meter sem parar, rápido, com força, enfiando tudo e só senti o gozo noamente e o gemido forte pedindo para não parar. Peguei os pés dela e arreganhei as pernas, ficando aquela bucetona aberta e eu socando com força, com tesão, até que ela se contorceu erguendo o speitos e deu um gemido alto e gozou. A pessoa do drive-in veio e pediu mais silêncio.

Ela desceu do carro e virou de costas, colocando as duas mãos no capô. Eu peguei aquela bunda linda, dei uns tapas e soquei naquela bucetona. Ela pedia pra não parar e pra meter com força e deu mais umas 2 gozadas. Depois olhou um banquinho que tinha ao lado e pediu para eu sentar. Sentei e ela veio por cima. Cavalgava como uma louca, eu mamava aqueles peitos deliciosos, segura ela pela bunda e a fazia gozar, mas eram gozadas fortes,a buceta pulsava e meu pau chegava a doer.

Depois de cavalgar gostoso e com violência não aguentei mais e gozei, e gozando e ela metendo forte até gozar também. Ficamos ali sentamos naquele banquinho, desfalecidos e ela me disse que eu metia como um garoto, que seu marido também a fazia gozar muito e várias vezes e que minha mulher também tinha sorte, só que ela tinha mais porque tinha dois fudedores profissionais.

Perguntei porque ela traía o marido dela comigo se ele metia tão bem, e ela disse que eram casados há mais de 10 anos, e que apesar de ainda ser muito bom, ela queria provar outros homens, tinha muito tesão nisso e que ele apoiava. Mas ela não queria motel, casa, queria lugares diferentes, aventuras, isso motivava muito ela a fazer sexo.

Ela pediu 3 cervejas e quando a pesoa trouxe ela foi buscar totalmente nua, sem vergonha nenhuma. Tomei uma e ela tomou duas, nós dois ali, nus, ao ar livre.

Quando falei que estava na hora de irmos, me levantei e ela se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar e a acariciar o grelo. Pedi para meter nela e ela disse que ainda não. Se levantou e deitou numa mesinha, abriu as pernas e começou a tocar uma siririca e gemeu gostoso até gozar. Quando fui meter nela ela negou e disse que o que tinha agora era para o marido e que eu já tinha aproveitado bem, e que essa noite ainda ela tinha prometido para o marido muito sexo. Meu pau duríssimo não adiantou. Colocamos a roupa e fomos embora.

O bom é que estou trepando deliciosamente bem com a minha esposa também, e ela achou até estranho, mas falei que era tesão mesmo, já que ela também é linda e gostosa e muito safada. Por enquanto rolaram essas aventuras, mas ainda temos 1 ano inteiro de aulas. Como é bom estudar!!!

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