Três meses sem se ver, o corpo já exigia que ela e eu nos encontrássemos. A abstinência estava causando inquietações, ansiedade, até uma certa loucura.
De manhã levantei, tomei um banho e vesti uma roupa comum, afinal ela havia deixado bem claro:
- Vista-se com uma camisa que não amassa.
Mensagem confirmando a hora e o local e parti. 150kms para encontrá-la.
Aquela viagem monótona, ouvindo músicas mal escolhidas, o ronco do motor, ultrapassando caminhões lentos e na expectativa de nossos corpos se juntarem novamente.
Chegando ao ponto de encontro, estaciono ao lado de uma pracinha e fico olhando o movimento de dentro do carro. Pessoas balançando bandeiras de políticos, pessoas trabalhando no cuidado da praça e transeuntes de um lado para o outro.
Logo ela chegou, estacionou ao lado, desceu do carro dela e entrou no meu sorrindo como criança no parque de diversões, mas nossa diversão não seria nada pueril.
Ela entrou me agarrando e o beijo já deixou nossos corpos aquecidos. Não queríamos conversar, queríamos sentir um ao outro. Fui desabotoando sua camisa (ela estava de camisa manga longa branca com botões, calça jeans, sutiã roxo e calcinha com borboleta atrás, que eu comprei para ela).
A gente se pegando no carro com as pessoas passando, ou fazendo suas atividades. Os vidros do carro escuro dificulta a visão de dentro, mas não impede perceber o que está acontecendo.
Tirei-lhe a blusa e o sutiã e caí de boca nos peitos deliciosos de minha vadia. Ela já desabotoou minha calça, colocou meu pau pra fora e começou a chupá-lo com muito desejo, desejo que só uma puta tem. Então ela se ajeitou, desabotoou sua calça e a abaixou, deixando o rabo exposto para mim. Ela me chupava e eu pegava naquele rabo maravilhoso com a calcinha de borboleta.
Se ela estivesse de vestido, treparíamos ali mesmo, mesmo correndo riscos de sermos pegos. Só que não estava, era melhor sairmos dali.
Saímos em direção ao motel mais próximo que o GPS indicou. No caminho ela foi com a blusa desabotoada e chupando meu pau.
Entramos, começamos a nos pegar e ela disse:
- Não tire a camisa ainda.
Confesso que não interpretei o desejo dela, mas obedeci. Fomos tirando as roupas aos poucos e eu fiquei de camisa, até que ela tirou (algum fetiche dela, eu só acatei).
Fique somente de cueca e ela com a calcinha de borboleta no bumbum, calcinha que eu desejava vê-la usando já há muito tempo. Estava simplesmente linda. Aquela bunda perfeita, com a calcinha enfiada no rabo.
Nos beijamos, deitamos na cama e ela me chupou, até que a virei de costas para apreciá-la e tirar fotos daquele rabo.
Ela empinava para eu tirar as fotos. Não resisti, coloquei a calcinha dela de lado e lambi o cuzinho delicioso dela. Louco de tesão, eu sentia aquele cuzinho na minha língua e passava a mão em sua bucetinha que pingava de tesão.
Ajeitei-me, tirei o pau pra fora e fui colocando devagar, sentindo o atrito do pau com a buceta até que os dois estivessem alinhados. Fui socando forte e gostoso ouvindo seus gemidos e gemendo de tesão.
Alternamos de posição, para sentirmos nossos corpos de todas as formas. Beijos, amassos, chupadas, toques e de repente ela junta seu corpo ao meu de forma gostosa, nos beijamos de língua até que ela geme mais rápido e forte e goza gostoso.
Logo ela me pede:
- Goza dentro de mim, suga sua porra da minha buceta e cospe na minha boca.
A coloquei de costas, deixei por cima dela, encaixei meu pau naquela buceta deliciosa e fui socando gostoso, alternando ritmos, beijando-a no pescoço, na boca, no rosto até que gozei. Meu pau pulsando na buceta dela e meu corpo relaxando.
Então a virei, ela abriu as pernas e eu olhei a porra escorrendo por sua buceta. Suguei a bucetinha dela, enchia minha boca de porra e cuspi na boca dela.
Depois desse êxtase relaxamos. Lembro-me dela ter gozado outras vezes, mas a agitação da mente não me permite lembrar corretamente a cronologia dos fatos.
Estamos ajeitando para sair, começamos a nos vestir novamente só que a coisa esquentou, ela veio por cima e começamos a meter novamente e ela pediu, goze na minha boca.
Ela desceu com a boca no meu pau e chupava gostoso, peguei o celular e fiz um vídeo dela chupando. Pena que não posso mostrar, mas é lindo de se ver.
Ela então me beijou, eu me punhetei até que avisei que iria gozar. Ela desceu e bebeu o leite quente que tanto queria.
O corpo se entregou. Banho tomado, saímos e nos despedimos. Mas antes de sair, ela me entregou a calcinha de borboleta toda melada e com cheiro de sua buceta e disse:
- Leva pra você até você ter de volta todas as cinco que me deu.
A volta foi com mente agitada, corpo relaxado e o pau desejando novamente aquela mulher.
