Estava há dois anos tentando algo com ela, no começo ela se fazia de difícil, mas depois foi demonstrando algum interesse.
Ambos casados, mas já havíamos comentado sobre aventuras que tivemos e isso parecia ser a porta que abriria a oportunidade para que aprontássemos.
Naquele dia, estava tudo combinado. Várias reuniões de manhã, várias coisas acontecendo. Mas a tarde seria nossa!
Após o almoço ela foi para o hotel e após um tempo fui buscá-la. Ela logo entrou no carro e já me atacou, beijando com o desejo de quem aguarda muito tempo para saciar a vontade.
Fomos para o motel, mas no caminho beijávamos, eu chupava lhe os seios e ela pegava no meu pau. Era um olho no trânsito e outro nas nossas loucuras.
Chegamos ao motel e entramos no quarto *famintos um no outro como canibais*. Fomos tirando as roupas, nos tocando.
Quando nus, a empurrei na cama e a dominei. Beijando todo seu corpo, sugando forte seus seios, até descer àquela buceta molhada que escorria deliciosamente o néctar do meu prazer.
Saboreei a buceta dela com muito tesão, enquanto ela se contorcia. Maravilhosamente ela gemia e eu só queria dominar mais aquela puta, fazendo-a sentir muito prazer.
Subi meu corpo e a penetrei. Comecei devagar, mas fui aumentando a intensidade. A beijava gostoso enquanto fodia-lhe a buceta.
Parecia que eu iria gozar, mas não era minha hora. Segurei, ela veio por cima de mim beijando meu corpo descendo até meu pau.
Ela chupava me olhando com a cara de puta que ela tem.
O boquete estava maravilhoso, mas admirar aquela cara estava ainda melhor.
Ela então subiu novamente, sentou no meu pau e rebolou gostoso, até que enchi a buceta dela de porra.
Juntamos os corpos e nos beijamos com a vontade de vulcões em chamas.
A vontade não passava, a coloquei de quatro e a fodi forte. Ela gemendo e eu fodendo e fodendo gostoso.
Ela então me pediu pra gente se deitar, pra ela grudar seu corpo ao meu pra ela gozar.
Ela tem seu jeitinho peculiar de gozar e eu atendi o pedido e senti o corpo dela tremer.
Nós beijamos novamente e logo fomos para o banho.
Terminamos o banho, sentei na cama e ela veio por cima. Eu a beijava e a tocava com mais desejo, toquei sua bucetinha por baixo até que ficasse bem molhada e começamos novamente.
Num ímpeto dei lhe um tapa no rosto. Tapa forte. O clima para ela acabou naquele momento. Ela chorou.
Ainda fiz chamegos pedindo desculpas, mas ela estava assustada.
Nos vestimos e entramos no carro para ir embora e eu ciente que tinha terminado ali.
Mas no caminho ela acariciava meu rosto, minha barba e dizia que queria tudo de novo.
Foi assim o início de nossas safadezas.