Eu saí na frente, trabalhamos até tarde e eu já estava cansado.
Fui para o carro e algum tempo depois ela foi. Não nos víamos há algum tempo, mas ajustamos para naquele dia trabalharmos na mesma unidade.
Quando ela chegou no carro, já me beijou e disse:
- vou para o banco de trás trocar de roupa.
Então ela foi, tirou a roupa de trabalho e colocou aquele vestidinho colado que evidenciava ainda mais sua bunda perfeita.
Eu fiquei olhando ela se trocar. Ainda nos beijamos gostoso, antes dela se vestir.
Voltou para o banco da frente. Queríamos transar ali mesmo, no estacionamento. Mas a empresa tem muitas câmeras, decidimos sair dali para uma rua escura.
Logo encontramos, parei o carro, ajustei o banco e ela veio por cima de mim.
Eu de calça abaixada, já levantei o vestido dela enquanto a beijava.
As mãos acariciavam e batiam naquela bunda perfeita.
Coloquei a calcinha dela de lado e soquei gostoso. Que saudade daquela boceta.
Chupava seus seios deliciosos, maravilhosos que me deixam louco.
Eram beijos, braços se entrelaçando, corpos suando e o cheiro de sexo no carro.
Ela se mexia com destreza, com desejo e habilidade de uma puta apaixonada.
Eu a fodia com o desejo de um cachorro sentindo a cadela no cio.
Nossos corpos se entendendo, nossos desejos se correspondendo, meu pau latejando e a boceta dela molhada.
Até que gozei gostoso nela, enchi a boceta dela de porra. O desejo feitava, os gemidos altos dela me deixavam ainda mais louco.
Queríamos mais, só que ali estava perigoso. No outro dia nos encontramos e ela se entregou ao gozo, tremendo as pernas, o corpo.
Mas aí é conto para outra hora.