Alguma coisa me dizia que naquela mulher havia mais do que o que ela se apresentava.
Ela sempre moderada, de fala baixa e tranquila, mas com firmeza, demonstrava uma rigidez moral que me incomodava.
O tempo passou e a liberdade que passamos a ter tirou de mim aquela sensação e então surgiu um desejo por ela.
Logo começou a rolar algo entre nós, e uma dessas aventuras me deixa com muito tesão.
Naquele dia combinamos de ouvir música no carro dela. Ela estava com um vestido lindo colorido, que caía muito bem no corpo.
Começamos a nos beijar e eu falei firme:
- Tire sua calcinha e me entregue, ou eu mesmo vou tirá-la.
Ela tentou dizer não, mas não lhe dei opção.
Ela tirou aquela calcinha pequena, me enchendo de tesão.
Eu coloquei aquela veste no meu bolso e falei:
- Vai na frente que daqui a pouco vou.
Quando cheguei na sala do nosso trabalho ela tentou esconder a vergonha, mas não conseguiu.
Vez em quando eu olhava pra ela e ela sorria tímida por detrás da máscara.
Antes do almoço ordenei que ela cruzasse as pernas, mas ela relutou.
Ordenei novamente. Ela fez mas de modo tímido, contudo deixei pra não constrangê-la.
Ela então saiu para o almoço e eu fiquei olhando ela pela janela. O vento balançava seu vestido e ela o segurava como se estivesse com medo que a brisa revelasse que sua bucetinha estava "livre".
Agora é esperar para ver o que vai acontecer, mas meu tesão é enorme.