Na empresa que trabalho foi oferecido perguntado aos colaboradores se alguns queriam ir buscar uns veículos em outro estado.
Moro no Centro-Oeste e esses veículos estavam em São Paulo. Me dispus a ir, só para quebrar a rotina um pouco.
Entretanto, meu chefe disse que minha área, por estar com déficit de pessoal, não poderia me liberar. Eu compreendi e vida que segue.
O pessoal que foi liberado viajou dois dias antes de avião, ficariam lá descansando e aproveitando o dia anterior ao retorno com os veículos.
Quando estava quase terminando o expediente, no dia que o pessoal foi para São Paulo, recebo ligação do chefe desesperado dizendo que tinha um veículo a mais para trazer e queria saber se eu poderia ir para buscá-lo. Disse ainda que eu teria que sair naquela noite (em mais ou menos uma hora e meia) e que eu teria que ir de ônibus, pois não dava para comprar passagem de avião em cima da hora.
Pra mim tava fácil, fui em casa rápido, tomei banho, coloquei umas roupas na mochila e fui para a rodoviária, já que trabalho relativamente perto de casa e a rodoviária é ainda mais perto de minha casa que o meu trabalho.
Na mochila coloquei além de algumas poucas roupas, uma manta leve para não sofrer com o frio a noite. O ônibus chegou, os passageiros se ajustaram. Não eram muitos, tinham vários bancos vazios, incluindo o do meu lado, o que me deixou muito satisfeito, já que daria pra me esticar melhor para dormir.
A viagem começou e logo já foi esfriando, o ar-condicionado parecia que estava preparado para gelar cerveja. Logo peguei minha manta na mochila e me cobri, afinal não sou de suportar frio.
Passada umas duas horas de viagem, alí pelas 21:30h o motorista pára o ônibus e informa que teríamos trinta minutos para um lanche, foi aí que percebi aquela mulher linda a duas poltronas à frente. Mulher baixa, cabelos escuros ondulados, corpinho delicioso, com bunda grande, seios fartos e um pouco cheinha.
Ali eu pensei que perderia o juízo, mas sei que não poderia fazer nada, afinal de contas era uma desconhecida e seria difícil se aproximar na cara de pau.
Só que eu havia esquecido que minha cara de pau é enorme e eu daria um jeito de me aproximar daquela delícia.
Para sair do ônibus, algumas pessoas travaram o corredor por um momento, já que tinham que se ajeitar para conseguirem sair. Foi então que fiquei atrás daquela morena deliciosa, dei um suspiro forte e falei:
- Que frio! Daqui até São Paulo vou congelar.
Ela olhou para trás e sorrindo disse:
- Eu já congelei, olha aqui, estou toda arrepiada. - disse ela mostrando os braços.
Ali senti minha alma ir à lua e voltar. Engoli seco, meio desnorteado e suspirei de novo.
- Melhor tomar algo quente - falei sem malícia.
- É, talvez um capuccino. - Concordou ela.
A fila andou e descemos e a observei meio perdida.
- Você precisa de ajuda? - Perguntei.
- Só estou meio perdida aqui, não costumo viajar de ônibus. - Respondeu ela.
Então ofereci à ela companhia e ela aceitou. Fizemos nosso pedido, um capuccino para cada um, pães de queijo e conversa.
Se apresentou, disse que seu nome é Claudia Duarte e que iria visitar a avó paterna que ela não via há dois anos. Que sempre ia com o pai de carro, mas dessa vez ele não podia ir e que pela saudade, decidiu ir ver a vovô.
Ela estava com uma jaqueta de jeans. Como na lanchonete não estava tão frio, ela abriu a jaqueta revelando que estava de blusa branca e pude perceber que ela estava sem sutiã. Os bicos dos seios afloravam.
Dei uma encarada e ela percebeu e me olhou nos olhos com cara de safada. A partir daí ela sempre fazia caras e bocas, demonstrando uma safadeza enorme.
Já estava na hora de voltarmos ao ônibus, paguei a conta e fomos conversando. Então eu disse:
- Hora de enfrentar o frio de novo, vou ali me agasalhar com minha mantinha.
Ela disse que estava somente com a jaqueta e não imaginava que seria tão frio.
Olhei em seus olhos e falei que se ela quisesse, podia fazer companhia comigo na poltrona, já que estava vazia e daria pra dividirmos a manta. Eu disse que ao menos se não entrasse algum passageiro até o destino que iria ocupar a poltrona, ela seria bem-vinda.
Ela respondeu sem graça que preferia ficar onde estava. Ali todo o clima amistoso que havia até então acabou.
Fui todo chateado para minha poltrona, me cobri com minha manta e decidi tirar um cochilo, o que não estava acontecendo.
De repente ouço a voz da Cláudia:
- Oi, resolvi aceitar o convite.
Não sei o que acelerou mais rápido, meu coração ou meu pau.
Eu sorri e disse:
- Bem-vinda, fique à vontade.
Ela sentou sorrindo e fazendo cara de safada. E desabafou:
- Eu menti, não estou indo para casa da minha avó. Fui visitar meus pais, mas moro em São Paulo com meu marido. Te achei legal e fiquei até com vontade de que rolasse algo, mas bateu o arrependimento. Resolvi aceitar o convite só porque estou com muito frio.
Eu disse que estava tudo bem, que adoraria “aprontar” com ela, mas que iria respeitá-la e agradeci a sinceridade.
Eu agora com muito tesão, sentindo o cheiro dela e tendo que fingir que estava tudo bem, mas já que ela disse que havia decidido que nada iria rolar, aceitei.
Nos falamos um pouco mais e decidi fechar os olhos, para tentar dormir e não ficar pensando no que eu gostaria que rolasse ali.
De repente sinto ela pegando no meu pau, que não tinha amolecido mesmo com toda a situação.
Olho para ela, ela com a cara mais safada do mundo disse:
- Você promete que não conta para meu marido?
- Não, não conto.
E a beijei gostoso. Os beijos foram ficando mais quentes, a gente embaixo daquela manta. Levei a mãos aos seios dela, levantando a blusa e abaixei para saborear a maciez extasiante que eles têm.
A gente não podia emitir gemidos, conter-se era um desafio.
Logo ela se posicionou para chupar meu pau. Abaixei a calça e ela abocanhou meu pau bem duro, chupando-o com desejo.
Eu achei que gozaria ali, mas ela disse que não queria que eu gozasse ainda. Ela abaixou a calça, tirando-a, virou de costas para mim e eu já entendi.
Comecei a penetrar aquela buceta gostosa, melada e quente. Fui socando devagar, depois forte.
Eu gozei na bucetinha dela gostoso.
Então ela ajustou a calcinha, virou para meu lado e nos beijamos. De repente o ônibus reduz a velocidade e entra em um posto de combustível.
O motorista para, abre a porta e diz:
- O carro está com um problema, vamos parar aqui nesse posto por cerca de uma hora. Tem uma equipe de manutenção que fica aqui próximo e já estão aqui, logo resolvem o problema e a gente segue. Vamos parar aqui, pois tem lanchonete, banheiros e é mais confortável pra vocês.
Ela me olho e disse:
- Vai na frente, vou depois.
Pensei: ela tá com medo de que alguém perceba que estamos aprontando.
Dez minutos se passaram, eu ali desconfiado esperando por ela. Os caras já estavam mexendo em alguma coisa no motor do ônibus.
Repentinamente ela sai do veículo com a blusa branca e de saia jeans curta. Eu não acreditei.
Os caras que estavam ali a comeram com os olhos. Eu pensei:
- Ao menos por hoje, ela é minha.
Ela veio na minha direção, me deu um beijo e falou:
- Só começou.
Ela foi andando e disse:
- Me acompanhe!
Eu fui.
Ela contornou a lanchonete e eu a segui, ao chegamos atrás ela me fez ajoelhar, levantou a saia e para surpresa de ninguém, ela tava sem calcinha.
- Me chupa desgraçado, você gozou na minha buceta, então chupa essa porra seu filha da puta.
Confesso que adoro obedecer mulheres e fiz o que ela pediu.
A chupei e ela gemia gostoso, de repente suas pernas tremiam e ela segurava forte meus ombros, cravando as unhas e gozando gostoso.
Me levantei e olhei, há alguns metros dali uns caras estavam nos olhando e se masturbando.
- Me come de novo seu safado, quero ver aqueles machos com inveja de você. Fode gostoso minha buceta!
Afrouxei as calcas, virei a vadia de costas, tirei meu pau pra fora e comecei a comer ela gostoso. Fui fodendo aquela buceta gostosa até que gozei, parecia que eu não gozava há semanas. Gozei muito.
A beijei no pescoço, a virei e dei um beijo enlouquecido em sua boca.
Ela então olhou para onde estava os caras e disse:
- Alguém mais quer me comer?
Olhei para ela assustado e rindo de gargalhar falou:
- É só brincadeira.
Saímos dali fomos ao banheiro e nos encontramos novamente na lanchonete. Ali tomamos algo, comemos. Mas eu vi que ela fazia questão de ficar abrindo as pernas e mostrando a buceta gozada para os caras que estavam em outra mesa.
Eu estava adorando aquilo.
De repente o motorista nos chama novamente e voltamos para o ônibus. Nos acomodamos e ela disse:
- Você é homem mesmo? Se for, quero ver seu pau ficar duro novamente para comer meu cuzinho aqui.
Aquelas palavras soaram como um viagra, meu pau ficou duro na hora.
Basto o ônibus começar a se deslocar que estava eu lá, fudendo aquele cuzinho gostoso. Eu só queria socar forte e ela demonstrava estar gostando. Eu passava a mão na buceta dela, que foi ficando melada, até ficar toda encharcada.
Gozei gostoso novamente.
A gente ficou ali se beijando e logo o ônibus parou numa rodoviária, entraram mais pessoas e logo uma senhora de uns 65 anos se aproximou e disse:
- Desculpe, mas acho que essa poltrona é a minha.
Claudia sorriu, pediu desculpas, se levantou, pegou a mochila e disse:
- Só um instante senhora, só vou tirar minha manta da mochila para eu me cobrir, aqui tá bem frio.
Ela tirou a manta, olhou para minha cara com o sorriso de vagabunda e disse tchau.
A senhora sentou do meu lado e disse:
- Aqui tá bem frio mesmo, pode dividir a coberta comigo?
Concordei, virei para o lado e dormi. Quando acordei já estava chegando ao destino e Cláudia, essa já tinha descido em alguma cidade antes, mas sempre que lembro dela meu pau fica duro.