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SURPRESA!!!!

Por: Munhoz - Categoria: Traicao

Eu tinha falado à minha mulher Renata que teria que ir a um evento em São Paulo e ficaria o fim de semana fora voltando só no início da noite de domingo. Fui ao evento, e a minha apresentação que deveria ser no domingo à tarde passaram para sábado à noite, por isto eu consegui me desvencilhar logo depois do almoço e voltei para Campinas.
Cheguei em casa deixei o carro na rua como de costume e entrei em casa tranquilamente. Antes de avisar que tinha chegado eu ouvi gemidos. Fiquei curioso e fui silenciosamente até o final do corredor lateral e, sem me deixarem ver, vi uma cena que tenho gravada em minha mente como se a estivesse vendo agora. Um homem, que eu não ia seu rosto, fodia forte o cú da Renata na varanda externa da casa. Ouvia claramente o que falavam:
- Você sempre quis comer o meu cu, não é Luiz?
- Nossa! Foi o que sempre sonhei.
- Vai agora você pode fodê-lo forte. Vai me fode! Eu adoro dar o cú para um macho gostoso como você. Vai, agora quero sentir a tua porra dentro do meu cú. Vai.... Arregaça meu cú.
- Vou gozar putinha gostosa. Toma minha porra!!!!!!!
Vi os dois tremendo com o gozo e o pau daquele homem saindo do cú da minha mulher com a porra escorrendo.
Não quis ser percebido e saí silenciosamente. Fui até o shopping e voltei no início da noite, mas algumas coisas que ouvi não me saiam da cabeça. Ela já conhecia este cara?
Que relação ela tinha com ele? A Renata já estava recomposta. Não falei nada e não dei bandeira.
Nesta época eu e a Renata já éramos um casal aberto, mas sempre conversávamos e combinávamos antecipadamente alguma aventura com um parceiro isolado. Porque ela não tinha me dito nada desta vez. Mas quem seria este homem que levou a Renata a dizer:
“Você sempre quis comer o meu cú, não é Luiz?”
E a resposta dele me deixava ainda mais curioso:
“Foi o que sempre sonhei”.
À noite fizemos sexo e depois, como uma provocação, falei que o cuzinho dela estava muito aberto como se ele tivesse acabado de ser fodido. Ela me olhou e me disse que depois me contaria porque ele estava bem aberto...
Na noite do dia seguinte Renata estava deitada ao meu lado e me contou esta história que eu procuro reproduzir para passar não só o que aconteceu, mas pelos gestos que ela ia fazendo enquanto descrevia, eu ia como que entrando nas cenas do que aconteceu.
“Querido, antes de conhecer você eu namorei um rapaz por um bom tempo. Ele se chamava Luiz. Ele é muito responsável e discreto. Fizemos sexo algumas vezes, mas naquela época eu ainda não tinha aprendido o prazer de dar a bunda e nunca deixei ele comer meu cú. Ele insistia, mas eu nunca deixei. Mas tem uma coisa que eu quero destacar e sei que vai te dar muito tesão. Eu nunca conheci um homem que tivesse tanta porra, mesmo na segunda ou na terceira gozada. É impressionante o que o saco do Luiz produz de porra. Isto é que foi a gota d’água que me motivou a este encontro.
Depois ele também se casou e formam um casal muito apaixonado. Ele e sua mulher são tradicionais e não fazem ideia do nosso liberalismo.
Dois meses atrás eu o reencontrei no shopping e tomamos um café juntos onde conversamos bastante sobre como evoluíram nossas vidas pessoais e profissionais, mas não toquei no assunto de sermos um “casal liberal”.
Mas o destino nos fez encontrar novamente no shopping uma semana depois e voltamos a bater um longo papo tomando uma cervejinha desta vez.
Como você conhece muito bem, os casais tradicionais têm princípios formais, mas na prática todos dão uma escapadela quando podem.... Neste segundo encontro ele estava mais aberto e me olhava de uma maneira que eu conhecia muito bem. Quando estávamos mais “descontraídos” ele chegou a um ponto onde me perguntou de maneira muito direta e que chegou a me impressionar, e você sabe que não sou fácil de ser impressionada:
- Teu marido tem mais sorte do que eu tive?
- Como assim, perguntei.
- Você já fez sexo anal com ele?
Fiquei vermelha, me recompus, dei um sorriso e respondi também provocativamente:
- Já e eu adorei. Ele sabe fazer estas coisas....
Sua mão segurou a minha sobre a mesa e tenho que te confessar que senti tesão lembrando nossas fodas do passado. Ele então continuou direto e objetivo:
- Renata, você sabe que sou casado e eu nunca seria um problema para você, mas existe uma possibilidade e termos um encontro para relembrar os velhos tempos?
Rafael, eu disse a ele que você é muito ciumento (e morri de rir por dentro...) e aconteceria um desastre se ele soubesse de alguma coisa. Eu disse a ele que eu te amo muito. Disse ainda que você nem sabe que tínhamos sido namorados antes de te conhecer o que é verdade. Disse a ele que a relação que tivemos no passado foi uma bela amizade e hoje diríamos que tínhamos “ficado”. Ele então acrescentou:
- Renata, seria só uns momentos para relembrar aqueles nossos encontros gostosos.
- Você me jura que será uma vez só e que até se nos vermos no shopping não vamos conversar mais?
- Juro.
- Então na primeira oportunidade eu combino com você, mas quero te fazer uma pergunta condicionadora.
- Como assim ele me perguntou surpreso.
- Você ainda tem muita porra e goza muitas vezes? Eu vou realizar o teu sonho de comer meu cú, mas eu vou querer que você me afogue na tua porra, certo?
Ele sorriu e me disse que estava fechado o acordo me dando um selinho.
Quando você Rafael me falou do teu encontro do fim de semana e telefonei para ele e combinamos para ele inventar uma história para a sua mulher para passarmos o sábado e o domingo juntos antes de você chegar.
Rafael, ele apareceu aqui em casa no final da tarde do sábado. Foi estranha a sensação de receber meu ex namorado na minha casa onde vivo com você, mas as emoções são para serem vividas, certo?
Eu o convidei para conversarmos na varanda e conversamos sobre muitos assuntos de nossas vidas profissionais, carreiras, relacionamentos sociais e familiares. Depois servi um lanche acompanhando de um vinho gostoso como preparativa para o que poderia acontecer depois. Fomos para a sala e começamos a nos tocar e logo estávamos nos beijando. Minha mão procurou seu pau ainda dentro da calça. Já estava endurecendo.
Abri seu zíper e o tirei para fora. Eu o tinha de novo nas minhas mãos. Era bonito, um pouco menor que o teu, mas muito bonito e bem grossinho, por isto eu tinha medo de dar o cú para ele naquela época.
Olhei para ele e perguntei:
- Tua mulher aguenta ele na bunda?
- Não Renata. Por isto estou doido para realizar meu sonho daquela época.
Nós nos despimos reciprocamente e admirando nossos corpos como ficaram com o passar do tempo.
Eu o conduzi até nosso quarto onde passaríamos a noite.
Querido, foi uma emoção forte, mas um pouco estranha, porque eu sempre tinha combinado tudo com você, mas desta vez eu tinha medo que você pensasse que poderia existir algum envolvimento emocional. Eu te garanto querido, não tinha, era realmente voltar a uma curtição do passado e curtir aquele mar de porra que iria receber do Luiz.
Deixei só a luz do abajur ligada, porque você sabe que eu gosto da penumbra e começamos a nos beijar e nos acariciar. Logo eu estava com seu pau dentro da boca e já sentia escorrer seus líquidos lubrificantes. Continuava o mesmo perfume e o mesmo gosto. Eu sentia também sua língua que lambia minha buceta e clicava o meu grelo. O tesão subia rapidamente.
Quando conheci e transava com o Luiz ele não conseguia segurar o gozo muito tempo, pelo menos na primeira metida. O Luiz disse:
- Renata se você continuar me chupando assim eu gozo. Deixa eu te comer um pouco, eu quero sentir meu pau entrando todo dentro da tua buceta.
Me deitei de costas abri minhas pernas com ele olhando minha buceta e segurando o pau na mão. Ele veio por cima de mim e começou a meter. Eu o continha com as mãos para ele não gozar logo enquanto nos beijávamos longamente. Depois deixava ele socar o pau em mim. Eu o segurava de novo para que ficasse parado e em determinado momento eu disse sacanamento no seu ouvido:
- Luiz, você ainda quer comer o meu cú?
Ele nem respondeu e já se desenganchou e eu fiquei de lado. Logo senti seu pau encostando no meu cú e o provoquei:
- Luiz, quero que você foda meu cú como se eu fosse uma puta. Adoro dar o cú e quero que goze dentro. Vai, me mostra que você queria mesmo comer o meu cú. Deixa eu ver o que a tua esposa está perdendo. Passa este lubrificante e me fode.
Fui sentindo seu pau ir escorregando até que seu saco encostou na minha bunda. Eu o segurava para ele não gozar e me masturbava com a mão.
Ele não aguentou muito e me encheu de porra gemendo como um tarado que realizava seu sonho. Gozei junto apertando seu pau dentro de mim. Depois que recuperamos o fôlego mudei de posição na cama para que ele visse o buraco que estava aberto e a sua porra que escorria de dentro de mim.
- Renata foi o maior gozo da minha vida. Que sortudo é o teu marido.
- Tua mulher não sabe o que está perdendo.... Kkkkkkk......
Não demorou e logo o pau dele estava endurecendo novamente. Ele ameaçou tomar um banho, mas eu disse que gostava de lamber um pau gozado e queria ver se o gosto da porra dele ainda era o mesmo. Ele também não se fez de rogado e mostro que também era um que gostava das putarias e passou a me chupar mesmo lambendo a sua porra.
Desta vez sabia que ele iria conseguir segurar um pouco mais e novamente passamos a meter comigo deitada de costas e ele por cima de mim. Ele estava alucinado por estar me fodendo me falava uma porção de sacanagens.
- Renata, você é um tesão. Eu não devia ter concordado com você de só um encontro, eu queria te foder todos os dias..., mas vou cumprir meu juramento. Hoje vou te foder até pagarmos de tanto gozar.
- Na vida é assim, eu também quero te foder até amanhã. Esquece que eu era aquela menininha, agora você está com uma puta, que adora foder. Me faz gozar com teu pau na minha buceta e depois deixo você foder meu cú de novo.
Eu também estava com muito tesão e gozei com o Luiz arrombando minha buceta.
Ele não teve paciência de esperar muito e já queria voltar a comer meu cú. Passei então ao comando e eu o coloquei deitado de costas. Fui por cima dele, lubrifiquei de novo aquele cacete duríssimo e abri minhas nádegas com as mãos. Segurei o pau dele e encostei a cabeça na entradinha do meu cú. Fui descendo até que estava mesmo sentada nele com o pau todo enterrado dentro de mim.
Você sabe Rafael, que nesta posição, por causa do peso da mulher, é a posição que o pau entra mais e eu senti ele todo dentro das minhas entranhas.
Passei a movimentar o meu quadril para frente e para trás. Com a mão eu voltei a me masturbar. O rosto de Luiz estava transtornado. Ele me olhava fixo e respirava ofegante.
Eu oscilava lento e acelerava como você me ensinou. Depois passei a levantar um pouco o quadril e voltar a enterrar.
O Luiz foi assumindo o comando da foda e passou a foder meu cú quase com violência.
Ficamos metendo assim por um bom tempo até que acabamos gozando juntos e dando gritos que espero que os vizinhos não tenham escutado.
Fui até seu rosto e o beijei na boca. Depois fiz ele ver novamente a porra escorrendo do meu cú e falei:
- Quando namorávamos você não viu isto.... Hoje já é a segunda vez. Espero que amanhã você esteja carregadinho de novo e ainda com tesão pela minha bunda.
Deitamos um ao lado do outro e dormimos até domingo cedo.
Eu levantei antes dele e fui tomar um banho. O barulho do chuveiro o acordou e logo ele também estava tomando banho comigo. Nos ensaboamos e nos tocamos o tempo todo. Seu pau já estava duro novamente, mas pedi que ele esperasse um pouquinho para tomarmos café com calma.
No café, que tomamos sem roupa, conversamos bastante sobre sexualidade. Eu não abri absolutamente nada da nossa relação e ele me falou que ama muito sua mulher e que ela transa também como uma putinha, mas sem sexo anal. Ele me disse que já tinha tido poucas experiências sexuais fora do casamento, mas sempre buscando comer uma bundinha.
No fim do café eu o provoquei para podermos acabar com chave de ouro o nosso encontro:
- E aí Luiz, comer o meu cú atual realizou o teu sonho?
- Renata eu não sei se um dia vou ter tanto prazer em comer uma bunda como a tua.
Quando ontem à noite você abriu as tuas nádegas clarinhas com as mãos e eu vi aquele anelzinho rosado piscando. Eu lembrei de quantas punhetas eu bati imaginando foder esta tua bunda. Era uma tara minha, mas a tua bunda é rara. Quando meu pau foi entrando e encostei meu saco na tua bunda eu quase gozei, só com isto. Você se lembra
que eu parei um pouco? Foi para não gozar. Depois, foi você que me fodeu com o cú Meu deus, que tesão. Nunca vou me esquecer do teu beijo com meu pau enterrado e gozado dentro do teu cú. Mas, e você? Você matou a saudade da minha porra?
- Luiz meu bom amigo, este fim de semana nós concluímos o que deixamos aberto no nosso passado. Você comeu meu cú duas vezes e vai ainda ter mais uma, e eu adorei sentir dentro de mim aquele esguicho interminável da tua porra. Eu adorei sentir o gosto dela na minha boca. Não mudou nada e ainda continua bastante cremosa. Eu também vou levar comigo esta linda lembrança de você. Mas vamos alí para a varanda. Eu quero que você arrebente o meu cú e me encha de porra quente. Será uma porra feita para mim e depois que você gozar vou sentir o gosto dela quando limpar o teu pau com minha língua. Vem!
Rafael, nós fomos para a nossa varanda e ali fodemos por umas duas horas. Eu gozei 3 vezes e ele duas. Ele fodeu meu cú como um louco e por isto você acho que ele estava “larguinho”. Na segunda metida, eu fiquei impressionada com a quantidade de porra que
ainda saiu.
- Meu querido Rafael, eu te contei tudo. Não escondi nada. Foi só tesão meu e dele.
Acabou ali eu te juro, mas se você estiver chateado comigo fale por favor.
Eu me lembro que eu a abracei, a beijei e disse que a amava se condicionamentos, e o simples fato de ela ter me contado tudo, inclusive as emoções e sensações sentidas, demonstrava que foi só tesão de sexo. Para concluir mostrei a ela como meu pau estava duro com o que ela me contou e tivemos uma noite de sexo-com-amor inesquecível

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Por: Munhoz
Codigo do conto: 13891
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Categoria: Traicao
Publicado em: 10/05/2018

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