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Meu avô 32 cm segunda parte

Por: betoleandro - Categoria: Incesto

Oi pessoal, sou Rita 29 anos,retornei para continuar a vida no paraiso que encontrei em vovô, conforme conto anterior ( meu avô especial 32 cm ) onde consegui deixar ele enfiar este colosso de caralho, pois bem após a gente ficar um bom tempo descançando da deliciosa foda que demos,, meu avô estava radiante, parecia menino que ganhou seu primeiro presente, não parava de me elogiar por ter conseguido a proesa de enfiar todo seu cacetão na minha buceta, eu olhava para aquele monstro ao meu lado e estava encantada, tinho sido uma senhora foda de verdade, agora que todo este cacetão é so meu, não vou desperdiçar um centimetro, resolvemos ir tomar banho, meu avô me levou segurando minha mão, acho que ele estava com receio de que eu fosse embora, ele comessou a encher a banheira que é bem grande, antiga mais em pleno funcionamento, a agua estava quente, coloquei a mão mão ver a temperatura, um delicia para aquela tarde deliciosa, ele entrou primeiro e me chamou para sentar em seu colo, fui me abaixando devagar para não derramar pelas bordas, pois estava muito cheia, sentei-me em seu colo, senti que seu cacete comessou a dar sinal de vida, passei a mão por debaixo da minha bundinha e segurei meu gigante, aproveitei para coloca-lo entre minhas coxas, esfregando em minha bucetinha, meu avô acariciou meus peitinhos, que la estava ficando durinhos,o contato de suas mãos era deliciosa, ele falou em meu ouvido, netinha, se eu advinho que voce era tão gostosa, nunca tinha permito voce ir estudar longe daqui, mesmo querendo que voce seja nossa veterinaria, falei que tambem estava adorando esta com ele, so não imaginava ele fosse se tormar meu amante, ele tossiu, AMANTE, não acredito no que voce esta querendo ficar comigo sempre, não sou tão jovem, um dia voce vai se cansar de mim, nada disso Vô vou te querer sempre, não vou largar mais do seu pé, seu cacete agora estava super duro preso em minhas coxas, roçando minha buceta, ele mordeu minha orelha, me arrepiei toda, mesmo estando dentro dagua, minha bucetinha se contraiu, pedido que eu colocasse navamente aquele cacetão dentro dela, subi o corpo um ´pouco mais, para dar espaço para manipular meu cacetão, como vovô tinha colocado shampoo na agua fazia um pouco de espuma em minha vagina, passei a mão naquela cabeçona que que enchia minha mão, fiquei acariciando meu avô estava adorando, pedia vai netinha alisa mais, desce ate o saco, atendi seu pedido, seu cacete de tão grande vinha ate a altura do meu cotovelo, nunca podia imaginar que um dia ia encontrar um homem com um cacete daquele, muito menos que fosse logo meu avô, falei vô quero sentar em seu pau de novo, vou ficar de frente, me virei, e ele falou faça de mim o que quiser, sou seu escravo, aquelas palavras fiseram meu desejo aumentar, segurei em um borda da banheira, com a outra mãos segurei seu cacetão que tinhinha de duro, parecia um obelisco emergindo de dentro da banheira, como a agua tinha shampoo fazendo espuma, que servia de lubrificante, coloquei a cabeçona na minha buceta e fui arriando o corpo, desta vês entrou com facilidade, ja não doeu como antes, ele inclinou o corpo para foda dagua, e seu cacetão entrou ate o talo, gritei, ai vovô isso demais, arriei sobre seu peito, e comessei a subir e descer, a ação da agua ajudava, deixava meu corpo leve e flutuante, ele se movia, o cacetão ia ate o fim, virei uma devassa, queria tudo dentro de mim, pedia soca vô, queroa mais, mais, aaiiiiii, aaaiiiiiiii., uuuiiiiiiii, uuuuuiiiii, acaba com tua netinha meu manho, meu cavalo, vai vai, mais mais, ui ui ui, minha nossa vô vou gozar, ai, ai, ai, enfia, enfia, levantei meus barços e segurei nas bordas da banheira, subia ate ver seu cacete quase saindo da minha buceta, arriava ate topar minha bunda em sua coxas, comessei a gozar, ai vô, vou morrer, como é bom, me come, vou enfiar tudinho, doi dentro de mim, mais e uma dor gostosa, ai,aia to gozando, minhas doia pela posição que estava de joelhos, me abraçei a ele, com a respiração pesada, alisei seu rosto e o beijei apaixonadamente, ficamos de labios colocados era muito bom, o homem que tanto me beijou quando eu era criança, agora me beija gostosamente com o cacete dentro de mim, passando uns minutos ele me pediu para sair da banheira pois queria gozar indo por traz, imaginei que ele fosse querem comer so minha buceta, e assim o fez, saimos da banheira me debruçei segurando na borda, ele veio por traz e ficou pincelando seu cacetão do meu cusinho ate a entrada da buceta que piscava novamente querendo mais cacete pra matar minha fome de Rola, ele foi enfiando seu caralhão, segurou meus quadris
e puxou com uma certa foça, nossa eu nem parecia mais a mesma, seu pau entrou ate o fim, eu devia esta bem aberta, qual outro homem iria agora me sastifazer, comessou a socar, tirava ate a cabeçona sair e enfiava de novo, gritava, vai vozonho querido, goza dentro de mim, enche minha buceta com tua porra, sentia seus culhões batendo em minha bunda, passei a mão e estava tudo dentro mim, a caca enfiada que ele dava minha pernas fica suspensa no ar, gritei quero tudinho, ai,ai,aaaaiiiiiii, oi,oi,ooooiiiiiii, me mata vozinho, meu garanhão, voce me arrombou, não tenha pena, dito isso ele deu uma parada, curvou´se para beijar meu pescoço, seu halito era quente, mordeu de leve minha orelha, o contato de sua boca, fez com que minha vagina mordeçe seu caralho, era demais, como ele podia ter tanta resistencia, foi que tudo ia mudar, ele me falou, Ritinha vou colocar em seu cusinho, posso?, falei não vozinho querido, so dei uma vês e meu namorado tem o cacete pequenino, voce vai me rasgar toda, não faz isso, so que meu desejo era realmente dele me comer todinha, ele me falou, fica tranquila, tenho creme especial para fazer isso, foi tirando o cacetão da minha buceta, parecia que nunca ia acabar de sair, ao sair estava brilhando com o liquido da minha buceta, foi aa quarto e voltou com uma bisnaga grande que pude ver, que se tratava de vaselina
colocou uma boa quantidade em seus dedos e se aproximou, fiz denguinho, vozinho não isso, não vou aguentar, voce vai me rasgar o cusinho, ai,ai, ele falou, boto so a cabeça, se voce não quiser eu para, ta bom, balançei a cabeça concordando, ele passou toda aquela vaselina no meu cusinho, tremi com o contato dos dedos dele, ficou alisando ate que senti um dedo entrar, seu dedo e bem grande e grosso, foi enfiando ate topar em sua mão, foi mexendo devagarinho, comei a gostar, rebolei um pouquinho, ele falou, ta vendo ja esta gostando, realmente o dedo dele entrava e saía gostoso pela ação da vaselina, ele tirou o dedo, so que agora enviou dois, senti meu cusinho se abrindo para dar passam a dois dedos grossos, rodou os dedos dentro do meu cú, gemi, forte, ai, vozinho vai devagarinho, ai,ai,ui,ui,a posisão estava me incomodando, me apoiava com os dois braços, na borda da banheira, ele passau uma boa quantidade na cabeçona ate a metade seu caralho, se aproximou de mim e falou, Ritinha vou colocar somente a cabeça a bom, falei cuidado vozinho, não me machuque, ele guiou seu caralho ate meu cusinho, senti ele piscando fez uma forçinha a cebeçona entrou, gritei ai vozinho, para, para, esta me rasgando, ai,ai,ai, ele ficou parado alisando minha bunda, minhas pernas tremia, pedi para ele sair, não estava aguentando a tremedeira das pernas, precisava de apoio, ele reterou seu cacetão do meu cusinho, que alivio, coloquei os dedos e percebi que meu cusinho estava aberto, me levou ate a cama, pediu para eu ficar de bruços, deitei-me e ele colocou dois travesseiros por baixo de mim, fiquei com a bunda arrebitada, ele subiu na cama e me beijou no rosto, virei um pouco a cabeça e ele beijou minha boca, era um beijo doce e suave, não via a imagem do meu avô, mais de um homem que estava me dando prazer, passou mais vaselina no cecete, pincelou do meu cusinho ate a buceta, pensei que ele ia comer minha buceta novamente,arquiei a buda e pedi, enfia vozinho, pra que eu fui pedi, ele voltava com o cacete da minha buceta para meu cusinho e socou, aaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaiiiiiiiii vozinho ai não, na buceta, para, esta me rasgando, acho que tinha entrado pelo menos a metade do seu caralho, as lagrimas desceram, não tive como evetir, ele ao ver perguntou se queria que parasse, falei esperasse um pouquinho, ele ficou beijando minhas costas e pescoço, a dor foi passando, sentia que estava ardendo, ele me fala, querida foi voce que pediu para eu empurrar, não vozinho era na buceta, que eu estava querendo. alisou meus cabelos e falou, vamos parar, não quero ver voce sofrendo, então lhe falei a dor ja passou fica mais um pouquinho, nisso ele fez um movimento lento como se fosse tirar de dentro, pedi para ele não tirar pois estava comessando a ficar bom, ele empurrou pra frente meu cú se enlargueceu, entrou mais um bom pedaço, desta não doeu tanto, abri mais minhas pernas, ele se prostou entre elas, me segurou pelos cabelos e me puxou com força ai entrou o resto, gritei vozinho voce enfiou tudinho,uuuuuuui   uuuuuuuiii nossa, como pode, voce com este pau de cavalo, esta me esfolando, uuiiiii uuuiiiiiii aaaiiiii aaaaannn, aaaaannnn ele comessou a socar com vontade, dizia, viu, não foi tão dificil, eu gritava, aaaaiiii vozinho malvado, aaaaiiii, aaaaiiiii, acaba comigo, vai,, mais, vai, vai, bota tudo, agora não para, enfia, enfia, quero morrer espetada neste caralhão, ele respirava forte, resmungava minha gostosa, minha netinha da minha vida, quero te encher de porra, falei, vai enche mesmo, seus culhões batia em minha bucetinha, guiei a mão ate a buceta e enfiei tres dedos, nossa como eu estava larga, os dedos entraram com facilidade, fiquei com os topado na palma da mão, tirei desta vês enfiei quatro dedos que foi com a mão inteira, comessei a gozar, era demais, um cecete descomunhal enfiado ate a base, mais a mão enfiada na buceta, esta completamente preenchida, meu vozinho socava cada vês mais, gritou eu ia gozar, parece que sicronizamos tambem comessei a gozar junto com ele, aaaiiiii,aaaaai,aiiiii. uuuuiiiiiii,uuuuuuiiiiii, vai vozinho sua netinha tambem esta gozando, sentia seus jatos de porra dentro mim, ele ficou deitado sobre eu, seu corpo era pesado mais eu não me encomodava, acho que ficamos engatados por uns 3 minutos ate que ele foi arriando para o lado tirando aquela anaconda semi ereta de dentro de mim, saiu toda lambuzada de porra com um filete de sangue agora eu sentia meu cusinho ardendo, levei a mão para alisar na esperança de que parasse de arder, percebi que estava bem aberto, ele me falou que não se preocupasse, pois ia voltar ao normal, descançamos o resto da tarde, pois eu tinha vontade de sair daquela cama, ja era quase noitinha, quando o telefone toca fui atender era meu pai querendo saber como tinha sido o dia, falei que estava em ordem, nisso vovô pega o telefone conversaram um pouco depois falou que eu estava cuidando direitinho dele, não se preocupe, ela e melhor do que sua mãe,desligou e me abraçou,forte, disendo, com voce aqui não preciso de mais nada, respondi acho que nem vou mais voltar pra faculdade, risos, fomos tomar banhos e preparar o jantar, beijos espero que gostem tanto quanto eu estou adorando cuidar do meu vozinho, beijos, ate breve.........

Comentarios

Me chamo Vitor e tenho 50 anos. Quero chupar e dar o cu para seu avô. Como faço para conhecê-lo? Adoro homens mais velhos, negros e cacetudos.

Por:Vitor65 em 07/09/2015 05:13
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Por: betoleandro
Codigo do conto: 8946
Votos: 2
Categoria: Incesto
Publicado em: 27/07/2015

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