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Eu, Minha Esposa e Um Novo Amigo

Por: jaquelinecesar - Categoria: Heterosexual
Pau Cavalo

Depois de sairmos com o Giramundo, na Páscoa de 2013, encontro descrito em nosso relato "Da Casa de Swing para o Motel", voltamos a sair com um amigo que também conhecemos no Adult FriendFinder, um site de relacionamento, seu Nick no site é Kadu_f40, assim o chamaremos, Kadu.
A Jack marcou com ele no feriado de 15/11/13, no Infinity Night de Campinas. Lá chegando entramos. Depois de um curto espaço de tempo tentando localizá-lo no clube resolvemos ligar e ele nos revelou que não estava conseguindo entrar por estar desacompanhado. Em clube de casais a entrada de solteiros é controlada. Fomos até à recepção e o apresentamos como nosso acompanhante e sua entrada foi liberada. Nos sentamos a uma mesa e começamos uma conversa buscando nos conhecer. Era a primeira vez dele e ele estava visivelmente tenso e meio que sem saber o que fazer. Puxamos conversa procurando deixá-lo mais à vontade. A jack perguntou se ele a achara interessante como nas fotos que lhe enviara, ao que ele respondeu positivamente e até mais interessante do que aparecia nas fotos. Fui pegar cerveja para ajudar no clima. Voltei e fomos bebericando e conversando. Ele foi se soltando. Pediu onde ficava o toalete eu o acompanhei. Ele retornou um pouco antes que eu. Cheguei e percebi que ele e a Jack já conversavam mais à vontade. Ela confidenciou-me que enquanto eu não chegava ele acariciara as suas pernas, passando as mãos pelas coxas, quase chegando à calcinha e fazendo com que a barra do vestido subisse. Ela não se opusera à sua ação.
Depois de um pouco mais de conversa sobre amenidades, enquanto terminávamos a cerveja, percebi que já podia direcionar a conversa para o que nos interessava. Coloquei minha mão sobre a coxa da Jack, acariciando e olhando para ambos perguntei se o desejo que fora despertado nas conversas on line e por cel, se confirmara. Ambos foram taxativos: acima das expectativas. Respondendo assim e vendo que a acariciava, ele, já bem mais solto, colocou sua mão sobre a outra perna da jack acariciando sua coxa, desta vez, alcançou a calcinha. Como eu ele a acariciávamos, um em cada coxa, nas carícias afastávamos suas pernas o que permitiu que ele acariciasse a bocetinha por sobre a calcinha, ali sob a mesa. Isto já me deixou muito excitado, o mesmo acontecendo com ele e ela. Perguntei então se estavam a fim de brincar ali mesmo na casa ou se preferiam um lugar mais tranquilo, um motel.
A jack foi a primeira a se manifestar: motel, disse ela. Ele, entre surpreso e assustado com a proposta direta, concordou, mas ressaltou que ficássemos à vontade, se preferíssemos poderíamos ficar por ali e marcar um outro dia. Porém continuava a acariciá-la por sob a mesa. Pedi, então, se conhecia algum motel próximo dali, já que morava ali na região. Ele disse que havia um a menos de 1km, embora não conhecesse, não frequentava, na rodovia em direção a Jaguariúna. Parecia ser bom. Decidimos ir conhecer.
Levantamos e ao sair a Jack me pediu para pegar uma garrafinha de água. Fui. Mas antes, como ele havia nos confidenciado que nunca havia entrado em um clube para casais, sugeri à Jack que enquanto eu pegasse a água ela mostrasse a casa para ele, as alas de solteiros e de casais. Quando retornei eles já não estavam mais a vista. Haviam entrado. Aguardei e depois de um tempo os dois apareceram na porta de acesso da ala de casais e a Jack lhe mostrou a entrada da ala dos solteiros, ele foi e rapidamente retornou. Perguntei o que achara e ele, quase não acreditando no que vira, respondeu "complicado!". Saimos em direção ao motel. Ele iria na frente, conhecia a região. No carro perguntei à jack como havia sido lá dentro, na ala de casais. Ela me disse que ele, assim que entrou, abraçado a ela, mantendo-se atrás dela, um pouco à esquerda, o braço sobre seu ombro, constantemente, enquanto conheciam as dependências da ala, com uma das mão ele buscava acariciar o seio por sobre o vestido, enquanto com a outra mão acariciava a bundinha por sob o vestido e por dentro da calcinha, fazendo-a descer deixando a bundinha á mostra. Ela então lutava para manter a calcinha no lugar.
Entraram no labirinto e ele se colocou na frente dela, enquanto a beijava levantava o vestido acariciando a bocetinha e bundinha. Primeiro por sobre a calcinha e depois por dentro da calcinha e no movimento de enfiar a mão pela calcinha, por frente por trás, a calcinha foi descendo. Ela ficara com o vestido levantado, calcinha abaixo da popa da bundinha, com ele beijando e acariciando. Isto lhe rendeu umas passadas de mãos de outros. Rapidamente ela se desvencilhou, subiu a calcinha, baixou o vestido pegou-o pela mão e começou o caminho de volta. Mas ele novamente se colocou atrás dela, braço sobre o ombro acariciando o seio e com a outra mão por baixo do vestido a fazia constantemente ter que recolocar a calcinha no lugar. Pararam na porta de uma das saletas, já na saída da ala de casais e enquanto ela lhe mostrava a saleta, sempre na luta constante para que não descesse sua calcinha, um casal se aproximou e pediu para participar, ele consentiu, quando o cidadão começou a acariciá-la e ele já se preparava para fazer o mesmo com a outra, a Jack interrompeu e disse, "não sem o César não", ele desculpou-se e aí saíram, foi quando nos reencontramos.
Chegamos ao motel. Enquanto ligávamos o ar e a TV, Jack foi ao toalete. Quando ela retornou colocou-se entre nós. Eu a abracei, beijei e comecei a acariciá-la. Ele a acariciava também. Ela virou-se e beijou-o ficando de frente para ele, eu acariciava sua bundinha por baixo do vestido levantando-o. Isto incentivou-o e ele começou a acariciar sua bocetinha por sobre a calcinha e depois colocando a mão por dentro da calcinha, pelo cós, forçando-a levemente para baixo. Alternadamente acariciávamos os seios por sobre o vestido. Então começamos a abrir o zíper que tomava toda a frente do vestido. Abrimos até em baixo, deixando-o totalmente aberto. Ela acabou de tirá-lo ficando só de calcinha e corpete. Tiramos o corpete, deixando-a só de calcinha enquanto a acariciávamos por inteiro e cuidávamos um de cada seio, mamando, acariciando. Às vezes eles ficavam para um só enquanto o outro se ocupava em acariciar a bocetinha, bundinha, coxas e beijar. Num destes momentos ele tomou a iniciativa, enquanto acariciava sua bocetinha por dentro da calcinha, aproveitou a posição da mão e foi forçando-a para baixo descobrindo a rachinha. Logo, com ambas as mãos, desceu-a até os joelhos, eu me abaixei e ajudei-a a se desvencilhar de vez da calcinha, deixando-a nuazinha entre nós. Ele abaixou-se e começou a chupar sua bocetinha arrancando gemidos de tesão e prazer.
Neste momento me despi e votei a acariciá-la por trás enquanto com uma das mãos ajudava-a a manter uma das pernas meio levantada e aberta facilitando o acesso dele à sua xaninha. Chupou por um pouco de tempo e então se levantou, beijando seu corpo todo e começou a se despir com a ajuda dela, que, estando entre nós, nuazinha, recebia carícias nas tetas, boceta, bundinha... enquanto segurando um pau em cada mão os massageava da base para a ponta.
Depois de um tempo nestas carícias ela deu uns passos para trás chegando à beirada da cama. Deitou-se de costas, indo mais para o centro da cama. Ele colocou-se de joelho sobre a cama, entre suas pernas. Levantou suas pernas à altura de seu ombro, ela flexionou os joelhos em direção ao próprio peito ficando na posição "franguinho assado". Com a bocetinha bem exposta e acessível ele depois de passar o pau de cima a baixo, do grelhinho à grutinha, por entre os lábios da bocetinha, começou a penetrá-la. Começou com movimentos lentos, ora colocando um pouco mais que a cabeça ora enfiando tudo até encostar as bolas na bundinha dela. Ela gemia e se contorcia de prazer e com as mãos o pegava pela cintura forçando seu corpo contra o dele para que enterrasse tudo.
Enquanto ele metia, coloquei-me do lado dos dois e enquanto via aquele pau entrando e saindo daquela bocetinha, que é prioridade minha, eu acariciava suas tetinhas e grelhinho e a incentivava a dar bem gostoso, a mostrar o tesão que estava sentindo, ao mesmo tempo em que pedia a ela se estava gostoso dizendo-lhe "tá gostoso, tá?!!!, então mostra prá mim que você tá gostando, mostra, rebola e geme bem gostoso minha gata, geme no pau dele, geme, geme de tesão" e ela correspondia, pedia a ele para meter bem fundo e fazê-la gozar. Ele meteu nela nesta posição até se cansarem. Então trocaram de posição. Pedi para ele pegá-la de ladinho. Ele se colocou deitado ao lado dela, ela mais de costas que de lado e ele por baixo de uma de suas pernas começou a penetrá-la novamente. Meteu por mais um bom tempo, até se cansarem da posição. Eu sempre ao lado, ajoelhado na cama beijando, acariciando e incentivando. Ele metendo e ela gemendo e contorcendo de prazer. Exausto ele se deitou de costas ao lado dela, ela então, começou, atendendo pedidos dele, a mamar o pau que até então "castigara" de prazer a sua bocetinha.
Estando ela de quatro, na cama, chupando, me coloquei por trás dela e comecei a penetrá-la. Metia alternando movimentos rápidos e profundos e lentos, até a metade e pau todo dentro dela. Ela gemia a cada estocada e arrebitava a bundinha para receber todinho o meu pau que latejava de tesão. Seus gemidos eram abafados pelo pau do Kadu que estava em sua boca.
Depois de dar para mim, nesta posição, por um bom tempo, ergueu-se, desencaixou meu pau de sua bocetinha e montou sobre o Kadu. Posicionou a cabeça do pau na entrada de sua bocetinha e soltando o peso do corpo o fez desaparecer todinho e de uma vez dentro de sua xana, enquanto em seu rosto deixava transparecer o tesão e prazer que sentia. Começou uma cavalgada alternando movimentos rápidos e frenéticos com compassados. Gemia de tesão. Eu ao seu lado a beijava, acariciava os seios, mamava, acariciava a bundinha e grelhinho e sussurrava palavras de incentivo para que mostrasse todo tesão que estava sentindo, para que curtisse e gozasse bastante no pau do Kadu. Ela atendia com presteza.
Depois de cavalgar até à exaustão, deitou-se ao lado dele e eu ao lado dela. Pediu que enchesse a hidro. Fui e fiz. Enquanto enchia ficamos conversando e trocando carícias na cama. Deixando os dois deitados na cama abri uma cerveja e fiquei controlando a banheira enquanto conversávamos e eles trocavam carícias na cama.
Hidra cheia, fomos para lá. Entramos. Ela acariciava nossos paus, duros e nós acariciávamos sua boceta, tetas e coxas, beijávamos e mamávamos. Num determinado momento ela se coloca sobre ele e, de costas para ele de frente para mim, senta em sua vara e começa a rebolar. Como sempre eu a acaricio, incentivo e fico tomado de um tesão indescritível. Ela geme de prazer e tesão e ele não se faz de rogado, curte com muito prazer e tesão a boceta de minha esposinha, enquanto a acaricia. Ela vira-se de frente para ele, recoloca o pau na boceta e recomeça a cavalgar, agora ele tem as tetinhas ao alcance de sua boca. Enquanto ela cavalga, geme, delira, ele curte, geme, mama, beija, acaricia coxas e bundinha. Neste instante sobra pouco espaço para eu agir. Limito-me a beijar seu pescoço e dizer coisas ao seu ouvido e a sentir meu pau latejando.
Satisfeitos e cansados, resolvemos sair da hidro. Pego os roupões. Saímos. Retornamos ao quarto. Deitados na cama, conversávamos enquanto a acariciávamos. Ele anunciou que precisava ir, era quase nascer do dia. Nos preparamos para deixar o Motel. A Jack coloca apenas o vestido. Vou esvaziar a Hidro, eles vão para a garagem, ele aproveita para uma despedida mais longa, com um beijo e carícias em sua bocetinha por sob o vestido. Chego, entramos no carro e ele vai para o dele, estacionado num outro espaço do motel. Saímos. Ele nos acompanha por uns 4 km, até deixar a rodovia em direção à chácara onde mora. Eu e Jack continuamos em direção a outro motel, onde curtiríamos, nós dois, mais esta aventura.

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