A Vadia da Mãe e a Filha que Virou Puta
A porra da minha mãe é uma gostosa. Sério. Ela se chama Sara, tem 38 anos e um corpo que faz qualquer um babar. Depois que se separou do meu pai há um ano, a coroa ficou sarada, malhando na academia até ficar com um rabo redondo e seios durinhos. Quando saímos juntas, os caras ficam com os olhos vidrados nela. Eu, Carolina, 19 anos, 1,70m, branca, peitos médios, bunda grande, pernas grossas e uma bucetinha lisinha, fico invisível ao lado dela. É foda, mas é a verdade.
Mora só nós duas, e trabalhamos. Normalmente, ela chega depois de mim. Mas aquele dia foi diferente. Passei mal no trabalho e meu chefe me liberou mais cedo. Cheguei em casa às treze horas, o sol batendo forte lá fora, a casa silenciosa. Até que ouvi um barulho vindo de cima. Um gemido baixo, rouco. Meu coração acelerou. Pensei em ligar para a polícia, mas hesitei. "Talvez seja a mãe arrumando algo", pensei, subindo as escadas devagar, cada degrau um suspense.
O som vinha do quarto dela. A porta estava entreaberta, uma fresta convidando para um segredo. Me aproximei, a respiração presa. E vi. Vi o vizinho, aquele moreno alto do lado, arregaçando minha mãe na cama. Ele estava por cima dela, metendo com força, e a cama rangia no ritmo brutal das estocadas. A visão era nítida: a bunda dele, dura, subia e descia enquanto minha mãe, de pernas abertas, gemia com a boca aberta, os cabelos espalhados no travesseiro. A rola dele era grande, grossa, entrando e saindo da buceta dela, que já devia estar bem molhada pelo jeito que ela se contorcia.
"Sua puta… Toma, sua cadela gostosa…", ele rosnava, baixo.
"Ah, vai… Enche minha xota, seu safado… Arromba…", ela respondia, os gemidos saindo entrecortados.
Minha bucetinha ficou instantaneamente encharcada. Um calor percorreu meu corpo todo. Fiquei paralisada, espiando, até que o tesão ficou insuportável. Virei-me e fugi para meu quarto, deixando-os continuar. Fechei a porta e encostei nela, ofegante. A mão deslizou para dentro da minha calça, encontrou minha vulva latejante. Meti os dedos, rapidamente, pensando na cena, na rola dele, no gemido dela. Gozei rápido, ofegante, com a imagem deles ainda fresca na mente.
Esperei o barulho parar, os passos do vizinho descendo as escadas, a porta da frente se fechando. Respirei fundo e fui até o quarto da minha mãe. Ela estava envolta em um roupão, o cabelo molhado de suor, um sorriso cansado nos lábios.
"Filha… Você viu, né?", ela disse, sem rodeios, ao me ver na porta.
"Vi…", admiti, sentando na beirada da cama. "Ele é… grande."
Ela soltou uma risada baixa. "É um pauzão, Carolina. Quase não aguento. Mas é só sexo, ele é casado, você sabe."
"Me conta…", pedi, minha voz saindo mais ansiada do que pretendia.
Ela se deitou ao meu lado e começou a sussurrar, detalhando tudo. A primeira vez, na lavanderia, ele a empurrando contra a máquina. O cheiro dele, o tamanho dele, como ela sentiu que ia rasgar quando ele entrou pela primeira vez. "Ele enfia até o fundo, amor… Até eu sentir na alma… E quando ele acelera, parece que vai me partir ao meio… É uma delícia do caralho."
Minha calcinha ficou molhada de novo só de ouvir. A mãe notou meu rubor e sorriu, maliciosa.
"Você gostou de ver, né? Ficou excitada."
Eu baixei os olhos, envergonhada. "Um pouco."
Ela tocou meu rosto, suavemente. "Somos amigas, além de mãe e filha, né? Podemos compartilhar tudo… Até isso." Fez uma pausa dramática. "E se… você quisesse participar? Só uma vez. Ele adoraria."
Meu coração disparou. "Mãe, não… Não daria certo…", gaguejei, mas a ideia já fervilhava dentro de mim, perigosa e tentadora.
No domingo seguinte, estávamos as duas em casa, relaxando na sala, quando a campainha tocou. Minha mãe foi atender e voltou com o vizinho, o tal do moreno gigante, agora vestindo jeans e uma camiseta justa. "Convidei ele para jantar conosco", anunciou, com um brilho nos olhos.
Jantamos, uma conversa mundana que mal conseguia prestar atenção. Meu olhar ficava preso nos braços dele, na boca dele. Depois, ficamos na sala, o silêncio pesando, carregado de intenção. Foi minha mãe quem quebrou a tensão. Ela se ajoelhou no sofá, ao lado dele, e deslizou a mão pela calça, sentindo o volume já duro por baixo do tecido.
"Ele deixa, filha… Vem…", ela me chamou, a voz um sussurro ímprobo. "Eu sei que você quer."
Com movimentos lentos, ela abriu o zíper da calça dele e puxou para fora sua rola. Era imensa, veiuda, pulsante. Ela inclinou a cabeça e começou a chupá-la, lentamente, os lábios se fechando em volta da cabeça inchada, a língua lambendo o freio.
Eu me levantei, o corpo tremendo de tesão. Fiquei em pé na frente dele. Ele olhou para mim, seus olhos escuros cheios de desejo. Sem dizer uma palavra, sua mão grande encontrou minha bunda, apertando através do tecido da minha saia. Depois, abaixou a saia, deixando-me só de calcinha. Ele me puxou para cima dele, meu colo ficando perto de seu rosto. Ele enterrou o rosto na minha virilha, beijando e lambendo minha bucetinha por cima da calcinha molhada. A sensação era intensa, quente, úmida.
Minha mãe continuava a chupar ele, um boquete lento e profundo, engolindo boa parte do comprimento. Depois, ela parou e se levantou. Veio por trás de mim, abaixou minha calcinha até os joelhos e me empurrou suavemente para frente, sobre o colo dele.
"Vai… Chupa essa bucetinha linda da minha filha… Faz ela gemer", minha mãe ordenou, sua voz rouca de prazer.
Ele obedeceu. Sua língua, quente e hábil, encontrou minha abertura já encharcada. Lamberam-me demoradamente, do clitóris pulsante até a entrada, voltando a lamber meu clitóris, fazendo círculos lentos que me tiraram o fôlego. Depois, ele focou lá, sugando meu botãozinho, enquanto dois dedos dele encontravam meu cuzinho, ainda virgem, massageando a entrada com cuidado.
"Ah, meu Deus… Assim…", eu gemia, me entregando.
"Vai, meu amor… Arromba essa putinha… Ela tá doida por um pauzão", minha mãe incentivava, acariciando seus ombros.
Ele me posicionou de quatro no sofá largo. Sentiu sua rola enorme na entrada da minha buceta, já escorrendo. "A primeira vez é sempre especial, gostosa…", ele sussurrou, e começou a entrar, devagar, cuidando. A sensação de preenchimento foi avassaladora, uma mistura de dor doce e prazer intenso. Quando ele estava totalmente dentro, parou, deixando-me me acostumar. "Tudo bem?", perguntou, suave.
"Tá… Tá bom… Vai…", supliquei.
E ele começou a meter. Metidas longas, constantes, de vai-e-vem, atingindo profundidades que eu nem sabia existir. A dor inicial deu lugar a um êxtase profundo. Minha mãe se posicionou na minha frente, a buceta dela na altura da minha boca.
"Chupa a mãe, filha… Enquanto ele te come…"
Eu obedeci, mergulhando minha língua na buceta molhada e salgada dela, sentindo seus pelos suaves, seu clitóris duro. Ela gemeu alto, seus dedos se enrolando no meu cabelo. O vizinho acelerou o ritmo, suas bolas batendo contra minha buceta a cada estocada. A sala encheu-se do som úmido do sexo, dos gemidos altos e das palavras sujas.
"Que cuzinho gostoso essa sua mãe tem… E essa bucetinha apertada sua… Vou deixar os dois buracos arrombados…", ele rosnava.
Depois de muito tempo, ele tirou sua rola encharcada da minha buceta e a mãe rapidamente o guiou para o meu cuzinho. A preparação foi com saliva e lubrificante natural. A penetração anal foi mais lenta, cuidadosa, mas quando ele começou a se mover, um novo mundo de prazer se abriu. Era uma sensação mais profunda, mais intensa, e ele era experiente, mantendo um ritmo constante de mete-e-tira, até eu estar completamente relaxada e gemendo de puro deleite.
Ele alternou entre nossas bucetas e nossos cuzinhos, minha mãe e eu, nos beijando, nos tocando, lambendo o suor uma da outra, enquanto ele nos comia com uma fome insaciável. Os gemidos eram constantes, intensos, uma sinfonia de prazer. Finalmente, ele anunciou que ia gozar.
"Na boca… Quero ver vocês duas engolindo meu leite…", ele ordenou.
Nós nos ajoelhamos em frente a ele, sua rola enorme e latejante entre nós. Minha mãe começou, chupando a cabeça enquanto ele gemia. Depois, ela me puxou para compartilhar, e nós duas, mãe e filha, alternamos chupadas até ele explodir em nossa boca, seu esperma quente e salgado jorrando. Engolimos tudo, limpando ele com nossas línguas.
Ele ficou três meses nos visitando, sempre que a esposa viajava. Foram meses de sexo intenso, de luxúria compartilhada, de descobertas íntimas. Ele era um comedor de primeira, e nós, duas vadias dedicadas. Depois, ele se mudou, e o contato se perdeu.
É difícil, depois disso, conhecer outro homem com uma rola tão enorme e uma disposição para satisfazer duas mulheres ao mesmo tempo, com tanto prazer e entrega. Mas a experiência nos uniu de uma forma única. Minha mãe e eu, duas putas felizes, com um segredo delicioso que nunca esqueceremos.
Se gostaram, votem e comentem. Só me incentivam a escrever mais.
Beijinhos e abraços a todos.






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