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Foda-se o Mundo, Eu Quero Você

Enviado por: Glorioso - Categoria: Incesto


Foda-se o Mundo, Eu Quero Você

— Que porra de silêncio é esse? — João murmurou para si mesmo, a voz rouca ecoando no corredor.

A brisa de outubro ainda estava morna, beijando sua pele enquanto ele fechava a porta de casa. Eram seis da tarde. O cheiro de bolo da mãe, Maria, que costumava ser o sinal de "estou em casa", não existia hoje. O único som era o tique-taque insistente do relógio da sala.

Ele caminhou pelo corredor, a inquietação crescendo. Quando chegou à porta do quarto dela, viu que estava entreaberta. Pela fresta, o mundo parou. Maria estava nua, banhada pela luz âmbar do abajur. Seus olhos estavam fechados, a boca aberta em um suspiro silencioso, enquanto um vibrador trabalhava ritmicamente em sua intimidade. O corpo dela, com aquelas curvas generosas e a pele morena, vibrava em harmonia com o aparelho.

João sentiu o sangue descer como uma avalanche para o membro. O pênis latejou, endurecendo instantaneamente contra o tecido da cueca. Ele ficou ali, hipnotizado, vendo a mãe se dar prazer com uma entrega absoluta. A curiosidade transformou-se em desejo, e o desejo em uma necessidade visceral de participar.

Ele empurrou a porta. O som do aparelho cessou abruptamente. Maria abriu os olhos, surpresa, mas não houve choque ou vergonha. Ela o olhou de cima a baixo, notando a ereção evidente sob a calça, e um sorriso lento, malicioso, surgiu em seus lábios.

— João... — ela sussurrou, a voz carregada de um desejo que ele nunca tinha ouvido antes.

Ele não disse nada. Apenas começou a se despir, jogando as roupas no chão com pressa. Quando ficou nu, Maria se moveu com uma agilidade felina. Ela se ajoelhou diante dele, os olhos fixos no membro pulsante.

— Que coisa linda você tem... — ela murmurou, antes de envolver o pênis dele com a boca.

O choque do primeiro contato foi avassalador. Maria não apenas chupava; ela explorava, usando a língua para contornar a glande, sugando com uma profundidade que fez João arquear as costas e soltar um gemido gutural.

— Puta que pariu, mãe... isso é bom demais — ele arfou, as mãos enterrando-se nos cabelos escuros dela.

Após o boquete demorado, João a puxou para cima. Ele a beijou com fome, línguas se confundindo em um ritmo frenético. Ele a guiou para a cama e a colocou de quatro. A visão de suas nádegas arredondadas e morenas era um convite ao pecado. Ele se ajoelhou atrás dela, lambendo a curva da sua coluna, descendo beijos úmidos até chegar ao encontro das coxas.

João mergulhou o rosto ali. Primeiro, lambeu a vulva com calma, sentindo o gosto doce e salgado do desejo dela. Depois, focou no clitóris, sugando-o com precisão, fazendo Maria arquear as costas e gritar:

— Ai, meu Deus! Isso... continua, João! Me lambe toda!

Ele não parou. Desceu a língua para o cuzinho, dando lambidas provocantes e profundas, sentindo a pele quente e contraída. Maria estava em êxtase.

— Mete logo seu pau dentro de mim, João! — ela implorou, a voz trêmula de luxúria. — Eu quero sentir você me rasgando!

Ele a virou, posicionando-a na "posição do frango assado". Beijou seus seios, mordiscou os mamilos enquanto seus dedos exploravam a entrada inundada de lubrificação. Com um impulso firme e cuidadoso, ele a penetrou na vagina.

— Ahhh! — Maria gritou, as pernas apertando a cintura dele. — Que encaixe perfeito, filho... que delícia!

Ele manteve um ritmo constante, entrando e saindo, sentindo a pressão das paredes dela. A cada estocada, o som da carne batendo ecoava no quarto. Eles gozaram juntos a primeira vez, em uma explosão de prazer que os deixou ofegantes.
Aquele dia, 12 de outubro de 2024, marcou o início de um novo capítulo em suas vidas, um capítulo escrito com um amor ardente e uma paixão sem limites. Eles viviam agora como um casal apaixonado, cada dia uma celebração de sua intimidade.

A rotina da casa mudou drasticamente. O que antes era silêncio e formalidade transformou-se em um jogo constante de sedução. João já não conseguia passar pelos cômodos sem que seus olhos buscassem Maria, e ela, por sua vez, desenvolveu o hábito de circular pela casa com roupas que mal escondiam a pele, deixando rastro de perfume e provocação.

Certa tarde, enquanto a luz do sol filtrava-se pelas cortinas da sala, João a encontrou lendo um livro, com as pernas cruzadas de forma a revelar a ausência de calcinha sob o vestido de seda. Ele não disse uma palavra; apenas caminhou até ela e, com um movimento brusco e possessivo, fechou o livro e jogou-o no chão.

— Você não tem ideia do quanto eu pensei nisso o dia todo — ele sussurrou contra o pescoço dela, as mãos já subindo pelas coxas, apertando a carne macia.

Maria soltou um gemido baixo, jogando a cabeça para trás, expondo a garganta ao beijo voraz do filho. Ela o puxou para mais perto, sentindo a rigidez do membro dele pressionando seu ventre. Sem pressa, mas com uma urgência latente, ela começou a desabotoar a calça dele, enquanto João levantava o vestido, expondo-a completamente ao ar da sala.

Ele a levantou, fazendo-a envolver a cintura com as pernas. O contato pele com pele era elétrico. João a carregou até a mesa de jantar, colocando-a sobre a madeira fria, um contraste excitante com o calor dos corpos. Ele a penetrou ali mesmo, sem preliminares, num impulso de luxúria bruta. O som do impacto dos corpos, o ritmo frenético e os gritos abafados de Maria preencheram o ambiente.

— Mais... mais forte, João! — ela implorava, as unhas cravando-se nos ombros dele.

Ele obedeceu, cada estocada sendo mais profunda e visceral que a anterior. A paixão entre eles não era apenas física; era uma entrega total, um segredo compartilhado que os tornava cúmplices de um desejo proibido e irresistível.

Quando finalmente atingiram o ápice, envoltos em espasmos de prazer puro, eles permaneceram abraçados por longos minutos, a respiração pesada sincronizada. Naquele instante, o mundo exterior não existia. Não havia regras, apenas a verdade de seus corpos e a intensidade de um amor que transcendia qualquer definição.

Eles sabiam que aquele era apenas mais um momento de muitos, e que cada encontro seria uma nova descoberta, um novo nível de prazer a ser explorado. O capítulo de outubro era apenas o começo de uma história escrita com a pele, o suor e a paixão sem limites.

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Por: Glorioso
Codigo do conto: 21832
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Categoria: Incesto
Publicado em: 29/09/2026

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