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De volta ao mercado de trabalho

Por: Pcunha - Categoria: Heterosexual

Isso que relato hoje é do tempo em que trabalhei em empreiteira, viajando.
Sou do interior de São Paulo eu tomava conta da parte logística e administrativa da obra.
Um desses contratos foi no interior do Paraná e teve a duração de seis meses , o coordenador deixou que montasse a equipe da minha área como queria, ficamos então em quatro pessoas, Gilson 20 anos, Eduardo 16 anos (Aprendiz) e Léia 48 anos que tinha bastante experiência porém à quase 10 anos sem trabalhar, quando conversamos ela disse buscar se recolocar no mercado. Era uma mulher séria, branca, 1,65 de altura mais ou menos, cabelos castanhos claros quase loiros na altura dos ombros, três filhos e o mais novo tinha 19 anos, nosso papo fluía fácil conversávamos muito me disse ser um dos motivos de querer se recolocar no mercado de trabalho pois os filhos cresceram e ela precisava focar nela, por falar nela, era impossível não observar como tinha um corpo bonito, seios volumosos, coxas grossas e uma bunda bem grande.
No terceiro mês do serviço em uma emenda de feriado na quinta-feira os funcionários de fora foram visitar as famílias, precisei ficar pois era fechamento de mês. Como todos que dividiam a casa alugada pela empresa comigo foram viajar acabei marcando nosso trabalho lá. Teríamos tranquilidade, espaço, mudaríamos um pouco de ares fora da empresa, sem contar uma churrasqueira que prometi acender ao término da nossa árdua tarefa de fechamento de mês. Como Eduardo era aprendiz não podia fazer horas extras, sobraram eu, Gilson e Léia, a equipe se encaixou tão bem que o serviço previsto em quatro dias ficou pronto e conferido em dois dias e meio ou seja em pleno sábado, pra mim promessa é dívida, disse que compraria as coisas para nosso churrasco liberei para que Gilson e Léia trouxessem seus pares e filhos no finalzinho de tarde inicio a da noite, liguei também para Eduardo que do churrasco poderia participar afinal era da equipe.
Comprei as coisas, daria pra quase vinte pessoas com certeza. O primeiro a chegar foi o Gilson, levou a namorada e a cunhada, ofereceram ajuda e cada um pegou uma tarefa, eu pilotaria a churrasqueira, logo o Eduardo chegou com a namorada também, começamos os trabalhos, mandei carne pra grelha,
Quase uma hora depois Léia apareceu sozinha, perguntei da turma dela, afinal tinha comprado comida para um batalhão, ela explicou que os filhos nos finais de semana sumiam um pra cada lado e o marido teve um imprevisto. Foi a primeira vez que vi a Léia bem a vontade, estava de vestidão tipo indiano e chinelinho, o pano molinho do vestido deixou a bunda dela ficou ainda mais contornada e bonita, aguçou bastante minha mente.
Todo mundo participativo, cada um fazia um coisa, muita conversa, risada, eu fiquei na cerveja e soltando carne pra turma, Léia puxou uma cadeira perto da churrasqueira, pegou um copo e foi me acompanhando, fervemos no papo, pelas tantas rolou um caipirinha que a cunhada do Gilson fez. Depois da caipirinha percebi a Léia mais solta e eu também, soltava algumas indiretas e ela só ria mas nunca cortando o assunto.
Por volta de 2hs da manhã a namorada do Gilson cansou então eles foram embora levando a cunhada, aproveitei e liguei para o pai do Eduardo que foi buscar o casalzinho de namorados como combinado.
Fui me despedir da Léia mas ela se negou, disse que me ajudaria a arrumar tudo antes de ir, falei que faria isso no dia seguinte sem pressa e tinha carne na churrasqueira e eu queria aproveitar devagar tomando uma cerveja, estava precisando relaxar.
Ela disse que seria minha companhia até o fim, perguntei do marido, respondeu que pela hora estava dormindo, ri, entranhei mas gostei da atitude e do rumo que a prosa foi.
Se abriu, contou que não foi totalmente verdadeira comigo antes, queria voltar a trabalhar pelos filhos crescidos sim, mas também por que estava separada do marido, moravam na mesma casa mas cada um levava sua vida.
Comecei a fazer perguntas embaraçosas de propósito, se fazia tempo a separação, ela disse que mais de um ano, perguntei se teve alguém nesse tempo, disse que não, falei que ela devia estar subindo pelas paredes, ri com cara de safado e ela também. Ai foi a vez a dela me perguntar se era difícil ficar sozinho esse tempo fora de casa, diga-se de passagem que estava com a mesma cara de safada que usei uns minutos antes. Respondi que sim e que só de ficar perto dela a coisa estava bem complicada pra mim, difícil me segurar, a gente ria se olhando, já sabíamos onde ia dar.
Quando foi buscar mais cerveja eu tirei a carne do fogo e a segui, peguei na porta da geladeira, me esticou a mão com uma latinha, eu puxei a lata e ela junto que veio sem nenhuma resistência. No beijamos muito, coloquei ela encostada na pia, minhas mãos correram todo o corpo, ela realmente era muito gostosa e fogosa, deixou meu pau babando de tesão, estava muito duro. Levantei o saião do vestido, trouxe a calcinha até o chão tirando de uma perna, coloquei sentada na pia e desci para chupar, estava lisinha, era um buceta linda grande, carnuda, eu comi aquela mulher com a boca, gemia alto, eu estava adorando, enfiei um dedo e fiquei brincando com a ponta da língua no grelinho, quanto mais ela gemia mais eu me animava, enfiei dois dedos e ela gozou, tremia toda, cabeça pra trás, tremendo e gemendo. Aproveitei esse momento, corri no quarto de um amigo e não foi dificil encontrar camisinha, voltei rápido, ela estava descendo da pia, bochecha vermelha, suando, respirando fundo, minha cara estava melada, com o gosto e o cheiro dela. Puxei para a sala, sentada no sofá ficou só observando eu tirar a roupa, cheguei perto e joguei no chão bermuda e cueca, ela pegou meu pau, alisou, espalmou, apertou, puxou pra trás deixando a cabeça bem a mostra e chupou, alternou lambidas e chupadas na cabeça, nesse ponto eu já tinha saído do corpo, falava muita putaria, isso parece ter deixado ela com mais tesão por que começou a mamar feito uma puta, eu tirava o pau da boca e ela engolia rapidamente outra vez, eu tirava e batia com o pau da na cara dela, chamando de puta, vadia e outros nomes, ela só fazia realmente cara de puta. Mandei tirar toda roupa, nunca aquele corpo seria de uma mulher com três filhos, nunca!
Sentei no sofá e só falei, "Vem", e ela veio, sentou de frente pra mim, abriu bem as pernas, guiei a rola na entrada da buceta, senti melar e entrar, ela rebolou ajeitando e entrou o resto, suspiramos juntos, peguei os seios com as mãos, lambi os mamilos enquanto ela começava a rebolar, alternando um mamilo e outro mordiscava, ficamos uns 15 minutos assim.
Levantei colocando ela de quatro no sofá, que rabo! Não aguentei, lambi aquele cuzinho, passava de baixo pra cima a língua da buceta até o cuzinho, sentia piscar na minha boca, levantei pincelei na bucetinha, quando falou, "Come meu cu", nem acreditei nas palavras mas não esperei pedir outra vez, coloquei um dedo e fui forçando, ela mais uma vez parou e disse, "vai de uma vez, não precisa disso", eu fiquei louco meu pau latejava, coloquei a cabeça entrada e dei uma forçada, senti se abrir um pouco e parei, nessa hora senti ela jogar o corpo pra trás e entendi o que queria, segurei na cintura e soquei, seco, forte, sem cerimonia. Ela deu um gemido bem alto e demorado, tirei mais da metade e fiz outra vez, dessa vez o gemido foi mais alto, forcei bem fundo não ficou nada pra fora, ai tirei tudinho, e no embalo soquei tudo no cu dela que deu até uma arriada no corpo e se tremeu toda, seu rabo se abriu e eu fiquei socando bem forte com um ritmo absurdo, ela gozou dando o cu e se tocando, tirei a camisinha e gozei na cara dela, foi uma gozada anormal, muita porra escorrendo naquela carinha.
Ela ficou comigo o domingo todo, meus companheiros só chegariam na segunda pela manhã. Ainda assamos mais carne para almoçarmos e transamos a tarde toda, ela curtia muito sexo mas tinha um tesão louco no rabo e nada de carinho queria sempre forte e fundo, adorava sentir o rabo aberto, se curtirem conto mais sobre.
Foram mais três meses de serviço e três meses muito bem aproveitados onde não posso reclamar em nada da minha equipe

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Ficha do conto
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Por: Pcunha
Codigo do conto: 17533
Votos: 2
Categoria: Heterosexual
Publicado em: 07/12/2019

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