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O caminhoneiro me comeu gostoso

Por: g39yrssp - Categoria: Gays

Já era tarde da noite, eu a caminho de casa depois de me divertir com alguns amigos em outra cidade. O caminho para casa , cerca de 40km era quase todo percorrido em estradinhas, algumas vezes escuras e em outras tão desertas que andava quilometros sem praticamente cruzar com nenhum outro carro.

Ouvia uma musica qualquer pelo rádio, alguma musica sem muita importancia porque nao me lembro bem qual era. Escuridão ia e vinha, em lugares em que as luzes da estrada nem acesas estavam. De farol ligado, ia devagar, sem pressa nenhuma.

Na estrada em que eu seguia, arvores pareciam cobrir metade da faixa onde eu estava, dando a impressao de que a noite era ainda mais escura. Enfim, um outro carro cruza o meu, iluminando parcialmente meu caminho e depois: escuridao!

Passei por uma curva fechada, depois uma outra mais fechada ainda o que me fez reduzir a velocidade e ter mais atenção ainda. Virei o volante para corrigir a direção do carro quando vi do meu lado direito, bem junto ao acostamento, um caminhão parado. Na frente dele um rapaz que me pareceu ser o motorista do veículo, tentava abrir o capô daquele caminhão.

Passei devagar ao seu lado, com a intenção de oferecer quem sabe, alguma ajuda, ele me olhou mas nao me disse nada, nem me pediu para parar. Continuei andando devagar com meu carro e pensei em seguir viagem.

Alguns metros adiante, comecei a pensar naquele rapaz ali, sozinho, naquela escuridao e com o carro parado com algum defeito. Sei que ali não ha sinal de celular e policiais eram raros de se ver. Aqueles pensamentos foram ficando mais e mais fortes e se transformando em uma enorme vontade de conhecer mais sobre aquele garoto, quem sabe ele nao era um cara gostoso, a fim de matar o tempo? Mas sei lá, tudo nesta vida agora é perigoso . Fui seguindo devagar mas aquela vontade de tentar, nao diminuía. Parei no acostamento a minha direita, respirei fundo, dei meia volta e voltei em direção dele.

Cheguei rapidamente ao local onde ele estava parado, ainda com o capo aberto e olhando sabe-se lá o que lá dentro. Parei o carro e desci rapidamente para que ele n pensasse que eu era um assaltante e o cumprimentei a distância.

Ele retribuiu o cumprimento e eu perguntei se ele precisava de ajuda. Ele respondeu que havia sofrido uma pane elétrica no caminhão e que o celular não funcionava. Enquanto me falava, ia trocando cabos aqui e ali. Eu disse para ficar tranquilo que ali não havia perigo por se tratar de uma cidade simples e pequena, de gente simples mas ordeira. Ele riu e agradeceu e me pediu para ficar de olho em uma determinada peça enquanto ele ia tentar dar a partida no motor. Obedeci e ali fiquei.

Ele subiu na cabine, tentou dar a partida mas o motor insistia em permanecer desligado. Na segunda tentativa, ele desceu na cabine e disse que se chamava Marcos, que era a primeira vez que passava por aquela estrada. Me apresentei tambem, disse que morava ha meia hora dalí e que passava naquela estradinha todas as semanas.

Nos dois percebemos quando alguns trovões nos chamaram a atenção e sabiamos que a chuva seria forte. Repetimos a operação de partida mais algumas vezes sem sucesso. Me ofereci para segurar a tal peça para tentar perceber se ela estava funcionando ou não. Marcos subiu na cabine e tentou dar a partida novamente.

Lá dentro e olhando para mim, Marcos percebeu que a chuva já estava desabando por cima de mim, molhando toda a minha roupa e eu ainda segurando a peça do motor de partida. Com um aceno discreto, Marcos me mandou entrar na cabine, se inclinou para o lado esquerdo e abriu a porta para que eu pudesse entrar. Bati a tampa do motor e corri para entrar na cabine. Pulei rapido para cima e me sentei, ja todo ensopado de chuva, no banco daquele caminhao.
Já la dentro, comecei a rir, dizendo a ele que eu havia parado p oferecer ajuda para ele e agora ele é que teria que me ajudar, depois que minhas roupas se molharam daquele jeito. Ele tambem riu e me ofereceu para ficar la dentro com ele ,se eu nao me importasse ,até que a tempestade parasse e eu pudesse ir embora.

Claro que aceitei mas eu estava incomodado pois estava pingando em cima daquele banco todo, cheio de couro que eu tinha medo que estragasse. Marcos muito educado, me perguntou se eu queria uma toalha para me secar, aceitei prontamente , tirei minha camiseta , meu tenis e minha meia, e me sequei. Sequei os cabelos enquanto Marcos nao tirava os olhos de mim.

Disse a ele com o peito todo cheio de coragem, que nunca tinha estado em uma cabine de caminhao junto do motorista . Ele sorriu e respondeu para que eu ficasse a vontade. Olhei fixamente para ele e tambem sorrindo, pedi para ele nao me falar aquilo duas vezes.

Abrindo mais ainda o sorriso, Marcos repetiu pausada e calmamente : - Fique - a - Vontade!

Foi a senha que eu precisava ouvir. Me virei para a frente e baixei minha calça ate os pés. Tirei uma das pernas e depois outra ficando completamente pelado. A vontade, como ele me mandou ficar!

Continuei a me secar devagar, Me levantei do banco e me virei para a direita da cabine para deixar meu bumbum mais a mostra, quem sabe ele nao queria me ajudar secando ele p mim?

Imediatamente Marcos se sentou mais perto de mim, tambem se virando para o lado direito para poder ver direito tudo aquilo que eu estava oferecendo a ele.

Tomou coragem, e com um das mãos,apalpou minha bunda. Percebi que ele queria morder, beijar, arrancar um pedaço mas o que ele fez foi apertar, cheirar, lamber devagar.

Marcos entao ,tirou a camiseta que estava usando, me virei p trás e vi o quanto aquele homem era bonito e gostoso. Peito grande, braços grossos. Me pegou pelo rosto com as duas maos e beijou a minha boca com tanta vontade e tanto tesao que me rendeu com toda a submissao que o tesao poderia causar.

Meu pinto ja estava durinho, ele com a mão, apertava minha cabeça em direção a sua boca e com a mao esquerda, apertava minha bunda e brincava com os dedos no meu cu as vezes enfiava um pouco e em outras, massageava a portinha dele, o que me deixava ainda mais louco p ele.

Entrei no jogo que eu mesmo tinha planejado, já que ele tambem aceitara entrar e participar ativamente dele. Beijei aquela boca com tanta vontade , como se eu n fosse mais deixá-lo ir embora nunca mais. Ele enfiava a lingua na minha boca e com força sugava a minha querendo arrancá-la do lugar. Eu queria mto sentir aquela lingua dentro d mim. Ele apertava seu peito em mim, podia sentir o calor daquele corpo encostado no meu.

Suas mãos ousadas apertavam minha bunda com força e seus dedos já procuravam se encaixar dentro de mim. Eu suspirava e tentava conter minha respiração ofegante.

A chuva continuava a cair e fazia barulho no teto do caminhão. Nós dois também faziamos barulho e curtiamos o corpo um do outro até que em um movimento único, ele me fez deitar, de frente para ele que também jogou seu corpo já pelado em cima do meu. Senti seu pau enorme e duro batendo no meu saco. Ele me pegou pelas coxas e levantou meu bumbum um pouco, o suficiente para colocar aquela cabeça do pinto deliciosa bem no meu cu e em um movimento forte, enfiá-lo inteiro dentro do meu cu

Eu senti aquela jeba entrando, inteira e bater a cabeça bem no fundo do meu cu. Devagar ele ia e vinha, tomando cuidado p nao me esfolar. Ele gemia alto, suspirava e lambia os lábios para não deixar sua saliva cair sobre mim. Bombou seu pinto dentro mais algumas vezes até gritar enquanto me enchia de uma porra quente.

Se acabou, se jogando em cima da minha barriga, beijando meu rosto e relaxando seu corpo gostoso sobre o meu.

Ainda com o rosto grudado ao meu, ele beijou meu ouvido e sussurou que eu era gostosa, saborosa e me pediu que deixasse fazer algo com que sempre sonhou. Claro que eu permiti mesmo sem saber do que ele estava falando.

Então, com o mesmo carinho da trepada, ele me virou de bruços, me deixando com meu bumbum para cima, beijou minhas costas e desceu a língua ate o meu cu lambendo e depois chupando forte, sugando toda a porra que ele mesmo tinha jogado dentro de mim e depois cuspindo tudo na minha bunda ... a sensação de sentir escorrendo foi delirante.

Eu nao me aguentei de tanto tesão e acabei gozando com a lingua quente daquele motorista tarado. Ele adorou m ver gozando pelo cu, enfiou o dedo dentro dele e eu aproveitei mais ainda...

Caminhoneiros safados, contem comigo...Nao faço sujeira que nao queiram, sou discreto e topo qualquer aventura...


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Ficha do conto

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Por: g39yrssp
Codigo do conto: 13055
Votos: 1
Categoria: Gays
Publicado em: 01/03/2017

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