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Jasmim

Por: Lenita - Categoria: Cornos-Cuckold

Por um momento, pensei não continuar, pensei parar com aquela estranha brincadeira. Até que ponto seria aceitável levar aquele “jogo” adiante?

Meu marido parecia estranhamente excitado, pouco comum para seus hábitos. Marco, que mal nos conhecia, inspirava confiança com seu jeito calmo e tranqüilo, ao nos oferecer uma xícara de chá de jasmim. Sentados os três no sofá, eu permanecia calada, entre eles.


A conversa tinha se transformado, deixara de ser informal e geral para se concentrar em frases sensuais e insinuações eróticas. Um estranho jogo de libidinagem, onde o objetivo final era a minha posse.

Se dependesse da discreta investida de Marco, talvez nada fosse acontecer. Meu marido, com a voz trêmula, abriu então nossas reservas, propondo, oferecendo, entregando:

- Fica com ele, amor... fica com ele...

- Agora? Quer agora? Aqui?

- É o que mais quero... agora, em minha frente... Fica?

- Por favor... Melhor não...

Ao lado, Marco, sem dizer uma palavra, deslizou a mão por minha coxa, sobre o vestido. Eu me arrepiei toda!

- Ele também quer... ele também quer...

- Você me quer, Marco... na frente dele... agora?

Em silêncio, inclinado para o meu lado, tocou meus lábios com os seus. Sua língua forçou passagem entre meus dentes travados. Relaxei. Recebi o beijo daquele homem que até a pouco era um desconhecido. Aceitei que me tocasse por baixo da roupa. Facilitei que erguesse e tirasse o meu vestido.

- Olha como ela é linda... linda... e vai ser sua... Toda sua...

- Por favor... Melhor não... assim não...

- Deita com ele, amor... deita... deixa ele fazer em você... deixa...

- Você quer mesmo que eu seja dele? Quer mesmo? - Por um segundo, não houve resposta. Me pareceu uma eternidade, eu estava incrivelmente excitada.

A voz de meu marido custou a sair:

- Quero... quero... fica com ele, com seu amante... dá pra ele... dá...

Agora, livre, apenas de calcinha, ajudei Marcos a se despir. Um pouco assustada e envergonhada, acariciei o pau duro por sobre a cueca. O volume dava a idéia do pênis bem dotado daquele homem que me envolvia com sua sensualidade. Juntos, escorregamos para o tapete, entre beijos e carícias. Meu amante se colocou sobre mim, entreabrindo minhas coxas com o joelho. Eu pude ver meu marido bem ao lado, abaixando a calça, descobrindo o membro, acariciando para cima e para baixo.

Pela primeira vez, Marco falou em meu ouvido, misturando o som com a língua, malicioso, viril:

- Seu marido está vendo você embaixo de mim... abra mais as pernas... Mostre tudo... Mostre...

- Assim?... assim?... - Ele não respondeu. Moveu-se o suficiente para apanhar a camisinha sobre o aparador ao lado.

Ouvi meu marido:

- Abra mais... quero ver ele entrando... quero ver... Marco, põe na boca dela antes... põe... ela gosta... ela gosta...

Arranquei a cueca com um puxão, o pau saltou duro, grande e grosso, quase o dobro do meu marido. Não contive a exclamação de luxuria:

- Coloca na minha boca, vai... anda... na minha boca...

Mal coube a cabeça. Suguei forte. Chupei e lambi. Mamei como uma gata no cio. Se quisesse, poderia terminar assim, eu deixaria que esporrasse, tanto era meu tesão.

Mas, mais forte foi o apelo de meu marido...

- Põe a camisinha nele, amor... põe... com as mãos e com a boca... põe...

Foi o que fiz, desenrolando com os dedos e depois ajudando com os lábios ao redor, empurrando para baixo. Marco escorregou o corpo sobre o meu. Frente a frente, nos beijamos de língua. Sua mão puxou minha calcinha para baixo, eu ergui os quadris para que ela saísse. Assim, erguida, ajudei que colocasse uma almofada debaixo de minhas nádegas. Meu monte de Vênus se elevou, em oferecimento ao amante... dentro de minha boca, sussurrou:

- Me ajuda a entrar... Putinha... ajuda com a mão, abre...

Peguei o caralho, esfreguei na vagina, coloquei a cabeça, movendo os quadris, gemendo e suspirando, sentindo arder, sentindo entrar...

- Está me machucando... é grande... Muito grosso...

- Você se acostuma, está gostando, está querendo...

Não resisti mais, entre soluços e gritos, me entreguei aquele macho.

- Assim, amor, dá pra ele... dá pra ele... Tô vendo tudo... Tudo!!!

Alucinadamente, me ofereci como mulher. Marco, experiente e descarado, mudou de posição. Fiquei de lado, com ele por trás. Depois, de bruços, sentindo seu peso sobre as costas. Também fui colocada em seu colo. A cada momento, uma nova sensação, um prazer intenso. Até que, de volta ao tapete, o recebi inteiro pela frente, abrindo as coxas para que a penetração fosse inteira e para que meu marido tivesse toda a visão de minha vagina penetrada por aquele pau. Gritei muito enquanto gozava. Marco lambia minha boca e gemia palavrões. Meu marido se esporrava todo, em uma punheta.

- Goza em mim, meu macho... goza em mim... fode sua puta... fode... Me faz gozar... agora... agora...

- Estou enchendo sua boceta de porra, cadela... Vadia... fodendo na frente do marido... corneando... Traindo... cadela... cadela...

- Fode ela, Marco... fode ela... forte... soca fundo... com força... com força......

O aroma de jasmim, na sala, foi substituído pelo cheiro de porra e de sexo.

Calmos e saciados, fomos nos ajeitando. Meu marido no sofá, parecia desmaiado. Eu tremia, tomada pelos múltiplos orgasmos. Marco, ao meu lado, acariciava meu corpo, me tocava. Olhei para seu pênis, ainda estava semi duro. A camisinha continha uma abundante quantidade de esperma. Meu amante notou para onde eu olhava. Colou a boca na minha. Murmurou:

- Tira o preservativo... sinta minha porra... é sua... quer?

- Quero... quero sim...

Puxei com cuidado. O depósito estava cheio. Retirei e a trouxe para perto de mim. Meu marido, como que acordando, balbuciou:

- Que vai fazer?... que está fazendo?...

- Você não quer ver tudo?... Então, olha... olha...

Devagar, despejei todo o esperma entre os seios. Depois, para baixo, pela barriga, até os pentelhos. Aí, já melada, esparramei por toda a pele... Nunca me sentira tão tesuda, tão excitada, com tanta vontade. O mesmo se dava com meu marido. Seu cacete tomou forma, endureceu. Ele recomeçou a punheta.

Tive que interromper:

- Punheta agora não... Mais tarde... agora, vem me foder... vem gozar em mim... vem... depressa...

Mal terminei a frase, e já havia sido penetrada por ele. Dilatada pelo pau mais grosso do meu amante, foi fácil a entrada. E, como era de se esperar, o gozo de meu marido veio aos montes, seu corpo se esfregando contra o meu, melando-se também com o esperma despejado da camisinha.

Quando terminou, caiu inerte sobre mim, arfando e gemendo.

- Gozou gostoso, amorzão? Gostoso na xoxota de sua mulherzinha?

- Sim... sim... - Misturei a minha porra com a dele... Misturei...

- Que delicia... que delicia... Sabe o que quero agora, amor? Sabe?

- O que quiser... o que quiser...

- Quero ficar sozinha com ele... no quarto... você deixa? Deixa?

- Pra que? Me fala, pra quê?

- Quero fazer tudo... ser chupada... chupar... quero dar atrás... deixar entrar, sentir arrebentar minhas preguinhas... deixa?... deixa?...

- Vai... vai... fica com ele...

Assim, ajudado por mim, se limpou e se vestiu. Nós o acompanhamos, despidos, até a porta. Marcos me abraçou por traz, colando-se em minha bunda. Meu marido se despediu, beijando-me na boca, demoradamente.

- Ela é sua... faça com carinho o que ela pediu...

- Te amo... Te amo muito...

- Eu também te amo... demais...

- Te espero em casa... amanhã cedo...

- Amanhã cedo, então... amanhã cedo...

Fechamos a porta e Marco me ergueu no colo, levando-me para seu quarto. Na cama, deitada com as pernas e braços abertos, eu o recebi. Usamos nossas bocas e nossas línguas, incansáveis. Dando e recebendo prazer. Ele me tomou toda, completamente. Por fim, fez minha vontade me possuindo entre as nádegas, como eu queria e precisava, surdo aos meus gritos de dor e soluços de prazer, como um cão engatado em sua cadela... depois, por seguidas vezes naquela noite, me possuiu por todos os orifícios de meu corpo, por toda minha pele... até o dia clarear... ao aroma de jasmim...   


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Ficha do conto

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Por: Lenita
Codigo do conto: 74
Votos: 3
Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 22/06/2002

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