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Minha gata no clube com 2 parte 1

Por: Moreno_DF - Categoria: Traicao
Kid Bengala Libid gel


Meu nome e Carol, Tenho 24 anos e estou namorando ha dois. Eu e meu namorado nos damos bem em todos os aspectos. Em quase todos, pelo menos. Adoro sair para passear. Se fosse possivel, sairia todos os finais de semana, mas ele não! Isso causa algumas brigas as vezes, mas em compensação nos damos muito bem na cama. Tenho 1,70m, 58kg, coxas grossas e bumbum empinado com 100cm de diametro. Os selos são médios, cabelos castanhos-claros, pele bem clara e olhos azuis, que chamam a atenção em todo lugar que vou. Meu namorado morre de ciúmes de mim e eu também tenho dele. Nós temos muita vontade de transar na frente de outras pessoas ou fazer troca de casais. Na verdade ele tem muita vontade de me dividir com outro homem, de ver outro cara abusando de mim na sua frente. Essa ideia o excita muito, mas nunca colocamos em prática. Certa vez combinamos com uns trinta dias de antecedencía de ir passar um final de semana num clube no interior. Passaríamos dois dias desfrutando das piscinas, das cachoeiras, numa pousada super aconchegante, e claro, transando muito! Como eu não tinha nenhum biquini legal, fomos comprar um novo. Ele me fez experimentar um biquini fio dental, pois aquilo o deixava morrendo de tesão. Além disso, falou que queria me exibir para todos. A ideia de me ver sendo cobiçada pelo olhar de outros homens o enlouquecia. O biquini era preto, tamanho P, e ficava escandalosamente indecente na minha bunda enorme, quase sumindo totalmente no meu rego. Eu adorei me olhar no espelho e me sentir praticamente nua, ainda mais lembrando que usaria aquele biquini na frente de pessoas estranhas com o consentimento do meu namorado. Quando me viu no provador ele achou um escandalo, mesmo assim insistiu para que eu levasse o biquini, e até fez questão de pagar a conta para mim. Ele disse que, como estaríamos longe de conhecidos, poderíamos aprontar bastante, e queria que eu chamasse a atenção de todos. Eu fiquei excitada com aquela idéia e até comecei a fantasiar coisas. Mas ele me pediu para que só usasse aquele biquini quando estivesse junto. Quando estivesse sozinha num clube ou numa praia, eu deveria usar o outro biquini mais comportado que compramos logo em seguida. É claro que eu concordei na hora, pois estava muito excitada com ele e sua iniciativa. Mas então faltando 3 dias para a viagem, ele me ligou dizendo que não iria mais, que tinha perdido a vontade de ir... E um monte de desculpas esfarrapadas. Ele sempre fazia isso! Que ódio! Se fosse a primeira vez eu até entenderia, mas eu ja tinha perdido a conta das vezes que isso tinha acontecido. Sempre marcava algo, me deixava toda empolgada e na hora H, dava pra trás! Mas dessa vez eu tinha ficado realmente furiosa, e disse que iria viajar de qualquer jeito. Não iria passar o feriado em casa de jeito nenhum. Desliguei o telefone na cara dele! Mais tarda ele me ligou e eu o tratei da mesma forma. Disse que iria viajar com ou sem ele. No dia seguinte disse a ele que iria viajar para um clube com meu irmão e a namorada dele, e perguntei se queria ir conosco. Ele disse que iria pensar. Aquilo me deu muita raiva, pois sabia que, mais uma vez, ele iria me deixar na mão. Na noite anterior a viagem, eu liguei novamente e pedi uma resposta definitiva, perguntei: - E ai. você vai ou não?Quando ele começou a enrolar de novo, eu fiquei puta de raiva, disse que iria sozinha mesmo e bati o telefone na cara dele! Quando estava arrumando a mala, minha cunhada disse para que eu não esquecesse de levar um biquini, para poder aproveitar a piscina. Aquilo me deu um estalo na hora e pensei: - Puxa vida, e agora o quee que eu faço?. Fiquei na dúvida se deveria levar o fio dental, pois linha concordado com meu namorado que só o usaria quando ele estivesse junto comigo. Pensei um pouco e decidi levar os dois biquinis, e quando chegasse lá eu resolveria o que fazer. Chegamos no clube e estava fazendo um dia lindo e ensolarado. O lugar era maravilhoso, muito verde, muitas cachoeiras naturais e piscinas. Os chales eram muito aconchegantes e bonitos, e ficavam um pouco afastados. Perfeitos para ficar a sós com quem se gosta e transar gostoso e sossegado. Nessa hora fiquei ainda mais puta da vida por ele não ter vindo comigo. Resolvemos trocar de roupa para dar uma volta e aproveitar o dia lindo, e respirar o ar puro. Eu e minha cunhada colocamos shorts de praia, que eram curtos, mas não muito. Meu irmão colocou uma camiseta regata e um calção e saimos em seguida. O meu short ficou super provocante, na minha bunda enorme. Não demorou muito eu comecei a perceber os homens me olhando. Quer dizer, olhando a minha bunda sobrando naquele shortinho branco e apertado. Como eu estava acompanhada do meu irmão e minha cunhada, eles não se aproximavam, mas era só ficar parada alguns instantes em algum lugar e eu via os caras me comendo com os olhos. Eu percebi que em todo lugar que a gente ia, tinha sempre um cara nos seguindo a distancia. Ele até que disfarçava bem, mas eu saquei logo qual era a dele. Sempre que eu virava de costas, ele só faltava cair em cima de mim e enfiar a mão na minha bunda. Minha primeira reação foi recatada, afinal sou uma mulher compromissada e nunca tinha traido meu namorado, mas logo lembrei que ele tinha me deixado puta ao não querer vir comigo por frescura. Eu pensei: - Puta merda! Eu aqui toda linda, com toda essa carne para dar de graça para ele, e o filho da mãe me deixa sozinha e fica o final de semana dentro de casa. Que estupidez!. Então eu comecei a deixar o cara apreciar melhor a minha bunda. Eu demorava quando abaixava para pegar alguma coisa no chão ou debruçava no balcão, quando ia comprar sorvete. Protegida pela companhia do meu irmão e da minha cunhada, eu me divertia com situação e ficava excitada com aquele homem desconhecido, me comendo com os olhos. Mas fazia isso de forma discreta, afinal estava apenas me divertindo um pouco. Não tinha nenhuma intenção de deixar aquele cara se aproximar de verdade. Depois de algum tempo resolvemos voltar para o chalé e descansar um pouco. O cara parou de nos seguir e desapareceu. Quando estávamos descansando, uma guia do clube bateu na porta. Veio nos convidar para conhecer uma fazenda que ficava a 30 minutos de carro dali, numa estrada de terra batida. Meu irmão e a namorada toparam na hora e me chamaram para ir junto. Eu ainda estava meio pra baixo por causa do meu namorado e disse que preferia ficar no clube, alem disso não estava mais com disposição para andar de carro de novo. Eles seguiram a guia turística e eu fiquei sozinha. Liguei a TV e fiquei trocando de canal, procurando alguma coisa interessante, até que, inesperadamente encontrei um canal de filmes porno. Me ajeitei na cama e comecei a assistir o filme. Tinha belos homens e lindas mulheres em cenas quentissimas. Aquilo me excitou demais e me fez lembrar do meu namorado de novo. Na hora eu pensei: - Por que aquele corno não está aqui agora, metendo comigo?Ao pensar nisso eu tive um estalo: - Conto!Aquela palavra começou a espetar minha mente, me provocando frio na barriga. A ideia me excitava muito, mas ao mesmo tempo assustava. Pensei em ir ate as piscinas e aprontar algo, afinal agora eu estava sozinha, sem a presença do meu irmão e minha cunhada. Fiquei um tempão com uma confusão de sentimentos e vontades na cabeça. Estava excitadissima com a ideia de aprontar alguma coisa, mas ao mesmo tempo ficava com medo, pois nunca tinha feito algo parecido antes. Nunca tinha traido antes, mas agora estava ali sozinha, morrendo de tesão e com raiva do meu namorado. Olhava para a TV e via aquelas transas deliciosas. Lembrava dos caras me olhando enquanto passava, especialmente quando um deles me seguiu! Um diabinho ficava martelando em minha cabeça o tempo todo e minha excitação só fazia aumentar. Criei coragem. abri a mala e vesti o biquini fio dental! Ao me olhar no espelho, senti-me ainda mais gostosa e mais excitada, tinha bunda é super empinada e conforme eu andava pelo quarto, olhava no espelho e via o biquini se enterrando e sumindo no meu reguinho, minha cabeça era invadida por uma avalanche de fantasias indecentes e eu ria por dentro, um riso sacana e gostoso de quem está muito excitada pensando em aprontar. Puxei as alças do biquini ainda mais, fazendo ele quase sumir totalmente tanto atrás, quanto na frente. Pensei comigo mesma: - Ele me pediu para não usar o fio dental enquanto estivesse sozinha, mas ao invés de vir comigo, o corno preferiu ficar em casa. Vou usar sim, pra ele aprender a não fazer mais isso comigo!Amarrei uma canga transparente na cintura, coloquei algumas coisas numa sacolinha e sai em direção as piscinas. Acontece que meu namorado mudou de idéia em cima da hora e resolveu ir ao clube tambem, mas não avisou nada a ninguém. Depois que toda essa história passou, ele me contou como aconteceu. Quando chegou no clube, de longe ele me viu saindo do chalé, e pela parte de cima do biquini, percebeu que se tratava do fio dental. Ficou muito puto da vida na hora, e ao invés de ir até mim, resolveu me seguir a distância, para saber exatamente o que estava acontecendo e ver do que eu seria capaz de fazer longe dele. Como não sabia que estava sendo vigiada por ele, segui toda a vontade em direção a piscina. Tinha muita gente lá. Homens, mulheres, crianças, idosos... Enfim todo tipo de gente. Quando cheguei o efeito foi imediato. Tirei minha canga e deitei em uma cadeira que estava na beira da piscina. Virei de bruços e deixei minha bunda bem exposta para quem quisesse pois o fio dental não escondia nada mas estava mesmo a fim de provocar todo mundo. Logo percebi que os homens, mesmo os que estavam acompanhados de suas mulheres e filhos demoravam uma eternidade quando passavam atrás da minha cadeira. Algumas mulheres ficaram morrendo de raiva e inveja por não terem um material igual ao meu e não poderem usar um biquini daqueles. Eu simplesmente adorei me sentir o centro das atenções. Meu namorado observava tudo a distancia, morrendo de tesão ao mesmo tempo que se mordia de ciúmes. Então, aquele cara que havia me seguido antes, apareceu de repente, sentou-se numa cadeira ao meu lado e começou a puxar conversa. Ele veio com aquele papo conhecido, perguntando de onde eu era, quanto tempo pretendia ficar, o que estava achando do clube... Essas coisas. Ficava me olhando de cima a baixo enquanto conversávamos. Não fazia a menor questão de esconder o pau super duro sob a sunga e aquilo me deixava ainda mais excitada. As vezes eu tinha um ataque de consciencia e pensava em pedir licença e ir embora dali, mas ao mesmo tempo sentia um tesão danado por estar naquela situação e acabava ficando. Desde que tinha começado o meu namoro, nunca tinha ficado tanto tempo conversando sozinha com um homem desconhecido. Ainda mais com um cara que fazia de tudo para eu perceber seu pau duro e latejando sob a sunga. E ele fazia isso descaradamente. Teve até um momento em que ficou apertando o cacete com a mão, bem de frente pra mim, enquanto continuava conversando normalmente. Colocou a cadeira mais perto da minha, abriu as pernas e começou a alisar o pau a poucos centímetros do meu rosto. Ele ria cinicamente para mim, e eu fazia de conta que não estava acontecendo nada. Os óculos de sol me ajudavam a manter a pose, pois não conseguia encará-lo. Em compensação não conseguia deixar de dar urna olhadela de vez em quando no pau duro dele. Ele não fazia muita questão de ser discreto e algumas pessoas que passavam começaram a perceber que tinha algo acontecendo ali. Minha bucetinha estava pegando fogo e eu não sabia o que fazer. A situação era uma delícia, mas as pessoas em nossa volta me deixaravam um pouco envergonhada. A coisa estava ficando perigosa. Para aliviar um pouco o clima, resolvi dar um mergulho na piscina, e é claro que ele foi logo atrás de mim. Meu namorado continuou escondido, me dando mais corda para ver até onde aquela história iria. Enquanto estávamos na água, ele inventava mil pretextos para se aproximar e encostar o corpo no meu, e como tinha muita gente na piscina, bastava alguem passar nadando perto de nós para ele esbarrar sem quereie dar uma encoxadinha de leve. Eu não insentivava, mas consentia. Fazia de conta que acreditava nos esbarrões e a cada pedido de desculpas, eu respondia simplesmente tudo bem, com a piscina cheia corno está, fica difícil não esbarrar mesmo. Chegou uma hora em que ele nem mais se dava ao trabalho de pedir desculpa e percebi que se eu não tomasse uma atitude, acabaria me comendo ali mesmo dentro da água, com todo mundo vendo. Eu queria sair, mas sempre que sentia aquele pau duro roçando de leve minha bunda dentro da água, a vontade que tinha era a de facilitar as coisas para ele entrar logo de uma vez mas aí eu olhava em volta e caia na real. Delicioso era quando ele mergulhava e ficava um tempão embaixo da agua perto de mim. Nessa hora eu sempre dava um jeitinho de arrumar o biquini e deixava ele ver um pouquinho mais. Puxava as alças bem pra cima, fazendo com que o biquini entrasse ainda mais, tanto na frente quanto atrás, e ele ali, a poucos centimetros de mim, olhando tão de perto que quase encostava o rosto na minha bucetinha. Eu não olhava pra ele, pois ficava sempre atenta para ter certeza de que não tinha ninguém perto demais pra dar um flagra, mas bastava ele mergulhar que eu disfarçava e começava a arrumar o biquini. Vendo que a coisa ia complicar se continuasse aquele joguinho, resolvi sair da piscina. Quando me apoiei na beirada, ele veio por trás com a desculpa de me ajudar e ficou com a cara bem embaixo da minha bunda, e como o fio dental não cobria nada, viu quase tudo que queria ver. De propósito eu sai bem devagar. Quando sentamos de novo para conversar, percebi seu cacete pulsando, quase saindo pelo elástico da sunga. Pouco tempo depois chegou um amigo dele e se juntou a nós. Só então é que lembramos de nos apresentar Ele se chamava Paulo e o amigo que tinha acabado de chegar era o Rodrigo, um negão de 1,90m que, sentado ao meu lado, ficava olhando minhas coxas como se nunca tivesse visto um par de pernas antes. Nem consigo imaginar a cara do meu namorado nessa hora, me vendo ali semi-nua, de papo com dois caras desconhecidos, e um deles sendo negão! Na hora cheguei a achar graça da situação, lembrando que meu namorado havia me deixado sozinha por preguiça de sair de casa ou apenas por frescura mesmo, e agora me encontrava ali, me expondo quase nua para dois homens completamente estranhos e que estavam me comendo com os olhos, apenas esperando urna brecha para me foderem de verdade. Rodrigo, o negão, perguntou logo onde eu estava hospedada e se estava sozinha. Respondi que estava no chalé número 110, mas que estava acompanhada do meu irmão e minha cunhada, mas que tinham saido para visitar uma fazenda da região, e eu estava ali momentaneamente sozinha, curtindo a piscina. O Paulo começou a falar em como os chales eram todos muito aconchegantes, e por ficarem afastados, eram ideais para namorar sossegadamente sem que ninguém visse o que acontecia e por isso mesmo não atrapalhariam. Ele deixava bem claro as intenções enquanto dava sorrisos sacanas e discretos para o amigo. Eu concordei com o conforto dos chalés, mas disse que o único problema era a minha TV, que estava dificil para sintonizar alguns canais. Inventei essa história sem pensar, de repente. Acho inconscientemente eu estava procurando uma desculpa para ir com eles até meu chalé e continuar a brincadeira. Imediatamente o Rodrigo se ofereceu para dar uma olhada na minha TV, dizendo-se um bom entendedor de eletronica. Ele falou tão de repente que fiquei sem resposta, dizendo que não tinha pressa e queria aproveitar um pouco mais o sol. Na verdade eu estava na incerteza de levar aqueles dois caras para meu chalé, mas morrendo de tesão e vontade. Para não dar muito na cara, disse que era melhor esperar meu irmão voltar e ai sim, depois poderia ir dar urna olhada na TV. Nem bem terminei de falar e o meu celular tocou. Era meu irmão, avisando que ele tinha resolvido passar o resto do dia com a namorada na fazenda que era um lugar lindo e perguntando se não tinha problema eu ficar só. Eu disse que não teria problema nenhum, pois estava adorando o clube. Desliguei o telefone e pensei comigo mesma: Caramba, esta tudo conspirando para eu aprontar com esses dois no chalé. Enquanto falava ao telefone fiquei de costas para eles, e me mexia aos poucos fazendo com que minha bunda ficasse ainda mais facil de ser vista em todos os angulos por seus olhos famintos. Dava para ver pelo canto do olho que ambos estavam de cacetes duros e volta e meia trocavam olhares e comentarios sacanas entre si. Depois de desligar o telefone, me virei para eles e disse: - O meu irmão só vai voltar a noite, por isso acho melhor a gente dar urna olhada na TV agora. De noite vai ser dificil para ele ver isso. Eu respirei fundo, meu coração batia a mil por hora, meu corpo inteiro era pura adrenalina enquanto pensava no que estava prestes a acontecer. Eu estava tremula de nervosismo, mas o tesão falava mais alto. Juntei minhas coisas, coloquei a canga e seguimos os 3 em direção ao chalé. Meu namorado que observava tudo, mal acreditava no que seus olhos viam e acho que se tivesse adivinhado o que estava por vir, teria me parado naquela hora mesmo. Acho que nesse momento meu namorado já tinha sacado direitinho o que eu estava pretendendo fazer, mas nem mesmo assim ele apareceu, continuando a observar tudo de longe. Enquanto nos dirigiamos ao chale, eu pensava mil coisas. Logo estaria sozinha com aqueles dois caras querendo me comer dentro do quarto, e apesar do tesão enorme que sentia, ainda estava um pouco temerosa. Eu sentia o gosto de estar livre para fazer o que quisesse, sem meu irmão e minha cunhada por perto, e principalmente, sem o meu namorado. Aliás, sempre que eu pensava nele e em suas atitudes infantis, sempre pisando na bola comigo, a minha vontade de traí-lo aumentava e eu tomava coragem redobrada para continuar com a minha pequena aventura. Os dois caras caminhavam ao meu lado, bem pertinho, mas nenhum de nós falava explicitamente sobre o que estava querendo fazer. Quem passasse por nós, pensaria se tratar de tres amigos que passeavam calmamente conversando sobre amenidades. Assim que cruzamos o portãozinho na entrada do meu chalé, o Rodrigo passou a mão em minha cintura, de leve, mas muito insinuante. Meu coração disparou, quase saindo pela boca. Eu aproveitando cada momento daquela tarde, me sentindo livre, leve e solta e nem desconfiava que meu namorado estava vendo tudo o que acontecia a poucos metros de distancia de mim. Fico imaginando até hoje o que se passava em sua cabeça, vendo a namorada se dirigindo a um chale afastado de tudo, em companhia de dois homens desconhecidos. Ainda mais, eu estando com aquele biquini fio dental que ele tinha feito prometer que não usaria quando estivesse sozinha, com a bunda toda de fora. Bastava um olhar mais atento para perceber que os dois caras estavam de pau duro, me cantando o tempo todo e eu correspondendo. Discretamente, é claro, mas correspondendo. Cruzei o batente da entrada e peguei a chave em minha bolsinha, disfarçando um pouco o nervosismo que estava sentindo. Os dois pararam atrás de mim, loucos de vontade de ver logo aquela porta se abrindo e começar a colocar em prática tudo o que deixavam claro com a troca de olhares e risinhos. Quando cheguei em frente a porta, olhei novamente para os dois caras e vi que eles estavam loucos entrarem logo e me pegarem lá dentro. Estava escrito na testa deles. Alias, na testa somente, não. Pelo canto do olho eu via como estavam ambos com o pau duro embaixo da sunga. Parece até que o agora o fato de estarem tão perto de entrar, o pau deles aumentava ainda mais. O Rodrigo nem esperou a porta abrir e começou a alisar o pau ali mesmo, na varanda, enquanto trocava olhares sacanas com o Paulo, que por sua vez não tirava os olhos da minha bunda. Quem passasse por ali, veria daramente uma mulher entrando em companhia de dois caras completamente tarados e de pau duro, dentro de um chalé afastado. O pior é que justamente o meu namorado era quem estava vendo a cena. Mas eu não sabia disso, e depois de uma respirada profunda, tomei coragem e girei a chave... E empurrei a porta, entrei e joguei minha sacolinha num canto, e sem olhar para trás, disse: Entrem, por favor. Antes de terminar a frase, o negão já estava grudado atras dc mim, me encoxando com aquele pau imenso e duro no meio da minha bunda. Tomei um susto e dei um gritinho: - Eeii... perai! O que é isso?!Dei alguns passos pra frente e me virei na direção deles. - O que vocês estão pensando?! Viemos aqui para consertar a TV!. Quando disse isso eu estava tremula. Então vi o Paulo fechando a porta. Deu duas voltas na chave e disse - Carol, você é deliciosa! Estava provocando todo mundo com esse fio dental escandaloso, mostrando esse rabo delicioso para quem quisesse ver e agora nós vamos nos divertir um pouco com você. Vamos transar bem gostoso a tres.Sabe, fantasiar é uma coisa, mas na hora que tudo começa a acontecer de verdade é bem diferente. Minhas pernas tremiam de medo, embora eu ja soubesse que aquilo iria acontecer e estivesse morrendo de vontade também. Pensei: Puxa vida, onde estava com a cabeça ao trazer dois estranhos para meu quarto? Agora eles vão me estuprar de verdade, e eu sou a única culpada.Ainda tentando me safar daquela enrascada, falei pra eles que se não parassem com aquilo, iria gritar por socorro. O paulo com um sorriso sacana no rosto me respondeu: - Você pode gritar a vontade. Estamos muito longe do pessoal. O seu chalé é o mais afastado do clube. Se quiser gritar, vá em frente. Eu vou até gostar mais ainda de ouvir você gritando enquanto a gente te fode bem gostoso!Eu fiquei calada depois disso, pois ele tinha razão. Não tinha ninguém por perto, a não ser meu namorado que estava assistindo toda cena escondidinho, olhando pela janela. Mas o filho da puta embora sabendo o que estava acontecendo, não fez absolutamente nada. Como eu estava com cara de assustada, o negão disse: - Calma, Carol seremos carinhosos com você. Ninguém ta a fim de te machucar. Só queremos uma transa gostosa a tres, e pelo jeito que estava na piscina, é claro que você tambem quer. Em seguida ele tirou o pau enorme e duro de dentro da sunga e disse: - Olha o que eu tenho aqui pra você... Por que não aproveita?O pau do negão era enorme e lindo. Nunca tinha visto o cacete de um negro antes, pois os poucos namorados que eu tive, eram todos brancos. Era um pau escuro, com a cabeçona vermelha e muito redonda, o que o tornava o mais bonito que eu ja tinha visto ate aquele dia. Além disso era reto e muito grosso. Deviam ter uns 25cm de rola negra a minha disposição! Ouvi alguém dizer, que basta um homem mostrar um pau duro para uma mulher, que ela perde a compostura e fica completamente enlouquecida. Naquele momento eu pude comprovar que esse ditado e mais do que certo. Era multo maior que o pau do meu namorado. Foi só pensar nele e a vontade de dar para aquele negão chegou no limite. Corri em sua direção, me ajoelhei na frente dele e abocanhei aquele pau enorme com todo gosto. Chupei como se estivesse desesperada por aquilo, minha boca estava cheia de água, escorria pelo canto dos labios. Aquilo sim, era um caralho de verdade. Grande, reto e grosso... Muito grosso, enchia minha mão e eu mal conseguia segura-lo. Ali começava a minha vingança contra meu namorado por ele ser tio displicente comigo. Passei dois anos suportando as infantilidades e pouco caso dele, mas agora estava mamando gostoso na rola de um negão sarado. Naquele momento eu cheguei a desejar que ele estivesse vendo a cena, sem saber que realmente estava. Foi delicioso pensar nisso naquela hora e ainda mais gostoso depois, quando fiquei sabendo que ele tinha visto tudo. Um detalhe: meu namorado sempre foi meio racista. Imagino o ódio que ele deve ter sentido. Mas também deve ter sentido muito tesão, afinal continuou escondido, assistindo a tudo pela janela. Depois de alguns gemidos, o Rodrigo disse: - Ahhh... Eu sabia que você ia adorar ele.- Ele é muito gostoso, e muito maior que o pau do meu namorado, respondi. Os dois riram bem alto ao ouvir isso e disseram: - Pois agora, o seu namorado além de ter um pau pequeno, esta ganhando um belo par de chifres. Agora ele é um corno!. - Sim, ele não passa de um corno!, confirmei com a boca cheia daquela tora dura e grossa na minha boca. Meu coração gelou, quando de relance percebi que tinha alguém espionando pela janela. Sem me alterar, me posicionei de um jeito que pudesse ver melhor e fiquei passada quando confirmei o rosto do meu namorado! Minha cabeça ficou uma confusão só. O negão não sacou nada e continuou empurrando o cacete na minha goela abaixo. Passado o primeiro momento de susto, pensei comigo mesma: - Porque será que ele esta só olhando e não faz nada? Será que...? Meu Deus, eu não acredito! Ele esta gostando de me ver transando com outro cara. Vou aproveitar que ele não percebeu que o vi, e continuar pra ver até onde aguenta!. Dito e feito! Fiz de conta que não tinha percebido nada e continuei a babar no cacete do negão, só que agora era diferente. O simples fato de saber que meu namorado estava vendo tudo, aumentou mil vezes o meu tesão, e eu passei a engolir aquela serpente negra com muito mais vontade. Mesmo não podendo olhar diretamente pra ele, deu pra perceber que reagiu com espanto e tesão, quando eu tentei engolir o pau inteiro de uma vez, e como não consegui, passei a chupar as bolas molhadas e enormes do negão, que gemia alto e dizia: SEU NAMORADO É UM CORNO!Depois de chupar aquele pau enorme por um bom tempo, levantei e fiquei de costas para o Rodrigo. Me curvei apoiada no sofá e ofereci minha bunda para ser encoxada. Sem perda de tempo ele avançou sobre mim e começou a forçar o mastro gigante e labusado de saliva contra a minha bunda enorme e branquinha. A diferença de cor entre nossas peles fazia com que a cena pudesse ser vista com muita clareza, mesmo por alguem que estivesse olhando de longe. Ele empurrava com muita força e apenas o meu fio dental impedia a penetração. O pau dele estava tão duro, que teve um momento em que ele o colocou por baixo de uma das alças e começou a puxar, quase arrancando meu biquini. Aquilo me tirou do sério definitivamente e passei a esfregar minha bunda nele como se quisesse come-lo com meu rabo enorme. Ele dizia: - Não entendo como o corno do seu namorado te deixa andar sozinha por ai. Acho que ele estava mesmo pedindo para ser corneado!Ah, que delícia. Eu ouvia o negão falando isso, olhava discretamente na direção da janela e repetia cm voz alta: - ISSO MESMO! ELE NÃO PASSA DE UM CORNO MANSO E EU VOU QUERER QUE VOCÊ E SEU AMIGO ME FODAM PRA VALER... QUEM SABE ASSIM ELE APRENDA UMA LIÇÃO. Nessa hora o Paulo resolveu entrar na festa tambem, e parando na minha frente, já com o pau na mão, arrancou o meu sutiã e começou a morder os bicos dos meus peitos. Eu não acreditei quando vi. Ele tinha um cacete do mesmo calibre do negão, a unica diferença era a cor. - Puta merda! Vocês dois tem o pau enorme... Desse jeito eu to mesmo fudida!- Ainda não, gatinha. Mas vai ficar, pode apostar nisso, respondeu o Paulo. Para provocar ainda mais, falei em alto e bom tom: - Hmmmm... Imaginem só... O corno manso com aquele pauzinho de merda, se achando o tal, a ponto de me deixar sozinha, e agora estou aqui, conhecendo duas toras de verdade... eu só queria que ele estivesse vendo!Eu nem concluí direito a frase e o Paulo já foi logo enterrando o cacete na minha boca, chegando até o fundo da minha garganta, fazendo com que eu engasgasse. Ele estava possesso de tesão e enfiava sem dó, enquanto puxava meus cabelos, levando minha cabeça em sua direção. Suas bolas chegavam a bater no meu queixo, tamanha era a profundidade que enterrava o mastro vermelho e babado na minha garganta. Eu ali, sendo abusada pelos dois caras e o corninho olhando tudo pela janela.

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Por: Moreno_DF
Codigo do conto: 4125
Votos: 1
Categoria: Traicao
Publicado em: 12/08/2014

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