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ELE QUERIA SER CORNO, ELA QUERIA SER PUTINHA - 2

Por: amigo - Categoria: Cornos-Cuckold

Olá, meu nome é Paulo, coloquei o número 2 neste conto porque ele é com o mesmo casal do outro conto (não sei o número), mas pode ser lido independente do primeiro. A história toda começou um bate papo na internet, onde o marido queria falar de sua fantasia, que era ver sua mulher agindo como uma putinha. Ela por sua vez queria muito experimentar sexo anal, mas o pau de seu marido lhe machucava por ser muito grande e a minha fantasia era curtir momentos eróticos com uma mulher bem sacana. Meu primeiro contato foi só com ele, tivemos uma afinidade grande porque queríamos vivenciar nossas fantasias com pessoas de bom nível, com muito respeito e a certeza de que uma vez acabado o encontro poderíamos voltar normalmente para nossas vidas sem qualquer problema. Eu sou moreno-claro, 1.77, 70kg, bem apessoado e gostoso, não tenho pau grande como na maioria dos relatos, por isso sou especialista em sexo anal. Bem, o primeiro encontro foi ótimo, mas para o segundo encontro queríamos algo diferente. A mulher, a quem vou chamar de Cris, era realmente muito gostosa, tendo superado inclusive minhas expectativas no primeiro encontro, uma loira alta, com coxas grossas, mas principalmente uma bunda grande mas bem empinada, graças a malhação diária (qdo leio alguns contos fico desconfiado de algumas descrições, mas como este é um caso real, eu não poderia mentir para parecer mais verdadeiro, ela realmente é muito gostosa). O marido , Lucas, também é um homem bem cuidado e de bom papo, todos temos nível superior e situação financeira tranqüila, o que ajudou muito no começo. Mas vamos adiante, como eu disse, depois de um primeiro encontro muito gostoso, planejamos um segundo, onde deixamos nossas fantasias tomarem conta. Queríamos algo diferente de ir direto a um motel, tirar a roupa e transar. As pessoas que curtem sexo tanto quanto eu sabem o quanto é gostoso todo esse clima erótico que se cria numa relação assim e o quanto se pode explorar para aumentar o tempo de excitação. A Cris disse que gosta muito de ficar com um pau à disposição por bastante tempo segurando, mexendo, masturbando e chupando. Queríamos que ela ficasse fazendo tudo isso no meu pau em um lugar público, mas ao mesmo tempo com muita discrição, então resolvemos ir a um cinema. Iríamos sozinhos, para uma sessão de muito arreto e o Lucas nos encontraria depois, quando ligaríamos para ele, que ficaria no trabalho só pensando na sua mulher comigo no cinema. Escolhemos um filme em cartaz há tempo e um horário de pouco movimento. Nos encontramos num shopping em outra cidade, ela estava com uma saia preta, com uma racha na lateral, e uma blusa também preta, com o umbigo gostoso de fora, sem sutiã, claro, estava linda. Quando estávamos na escada rolante eu fui atrás, roçando meu pau e minha mão naquela bunda gostosa. Ela perguntou se eu estava sem cueca, como combinamos, eu disse que sim, ela passou a língua nos lábios e disse que iria tirar a calcinha no banheiro. Entramos depois do filme já ter começado, pois não queríamos que algum conhecido nos visse juntos. Sentamos num lugar discreto e fomos logo no beijando, nossas línguas entravam o que podiam na boca um do outro. Minha mão já se enfiou dentro de sua blusa e fiquei alisando seus seios lentamente. Ela foi logo pegando meu pau por cima da calça, suspirando e dizendo, como está duro ...Ela nem me deixou tocá-la direito, abriu minha calça e tirou ele prá fora, coloquei um casaco em cima de sua mão e meu pau e ela ficou assim mexendo nele, eu de olhos fechados sentindo como se eu fosse só um pau, todos os meus sentidos voltados para aqueles dedos que iam desde a cabecinha molhada até as bolas que ela massageava com verdadeiro deleite. Depois de um bom tempo e de muitas chupadas nos seios, puxou a saia para cima e virou a abertura para frente, então com a mão esquerda eu mexia em sua bunda gostosa e com a direita tinha sua buceta encharcada à disposição. Brinquei tanto com meus dedos dentro dela, enfiava um, dois três dedos na bucetinha, apertava, dava beliscões de leve, acariciava os pentelhos, molhava meus dedos e colocava na minha boca prá sentir o gosto daquela buceta deliciosa, às vezes molhava e colocava na boquinha dela (isso me dá muita tesão), ela lambia meus dedos. E com a bunda, ahhh...eu passava a mão nela toda, apertava, brincava com o cuzinho, colocava o dedo na entrada, ficava fazendo círculos, penetrava um pouco. Eu imaginava quantas bundas gostosas eu via na rua e tinha vontade de passar a mão, agora estava ali, me deliciando com uma das mais gostosas,enquanto ela rebolava e gozava muito, teve vários orgasmos ali, gemendo em meu ouvido e eu dizendo que ela era minha putinha. Só quem viveu algo assim pode imaginar o nível de excitação que alcançamos em uma situação assim. Então ela me pediu prá chupar meu pau, eu disse que não (calma...) ela fez um beicinho e disse... ah deixa...eu disse que não, ela insistiu e eu disse em seu ouvido, lambendo sua orelha, só se tu pedir por favor, dizendo que é minha putinha, minha cadelinha que faz tudo o que eu quero, ela disse ...aii por favor, deixa eu chupar teu pau, tua putinha quer muito, não agüento a vontade de chupar, tua cadelinha quer lamber a cabecinha molhada do teu pau. Imaginem, isso quase me fez gozar, porque dizendo tudo isso entre gemidos em meu ouvido, ela continuava a me masturbar. Só levantei meu casaco e ela caiu de boca, parecia sedenta, lambia sem parar, enquanto eu enfiava um dedo todo em seu cuzinho. Assim ela ficou, lambendo e chupando como uma cadelinha e eu me esforçando prá não gozar, pois teria que ter gás para o motel. Não agüentávamos mais, então saímos antes do filme acabar, do carro dela que estava no estacionamento do shopping ela ligou para o marido, enquanto eu brincava com sua bucetinha. Ela dizia para o marido o que eu estava fazendo com ela, que ela estava virada numa puta, que só queria chupar e levar pau, combinamos de nos encontrarmos num posto perto do motel. Fomos no carro dela até lá, que tesão, aquele monumento do lado, com a saia bem prá cima, de pernas abertas mostrando a buceta sem calcinha para eu mexer, enquanto ela, quando o trânsito permitia, mexia em meu pau. Chegamos antes do marido dela, que quando chegou ao lado da porta do carro encontrou a mulherzinha dele com a boca no meu pau (eu avisei que ele estava chegando e ela fez questão). O motel fica para outro conto. Escrevam para mim, gosto muito de sexo e conversar sobre todo tipo de fantasia, gostaria de me corresponder principalmente com mulheres que sejam assim, bem comportadas no dia a dia mas com essa vontade de ser uma putinha, maridos que gostariam que sua mulher fosse assim também terão resposta, um abraço a todos.

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Ficha do conto

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Por: amigo
Codigo do conto: 330
Votos: 0
Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 12/08/2014

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