Minha nova amiga Jenifer, já estava bem à vontade de ir a minha casa para passar algumas tardes comigo, demorou um tempo mas eu percebi que não era só eu que queria passar um tempo com ela, meu irmão também queria, não demorou muito e com uma ajudinha minha, eles acabram dando início a um tipo de relacionamento as escondidas, a coisa foi rolando, todo dia eles ficavam na minha frente, beijos, abraços, mãos bobas, a cada dia eles ficavam mais atrevidos, mais íntimos, mais quentes. Mas, o que realmente me deixava envolvida era um sentimento que vinha quando eu olhava para eles se pegando, a intensidade, os estalos dos beijos, as mãos do meu irmão alisando todas as partes do corpo dela, levantando sua saia longa, tipo, moda clichê de filha de casal evangélico, para explorar suas partes íntimas e totalmente proibidas. Eu sentia calor, sentia algo estranho, não sabia o que era, só sabia que, igual explorar as partes íntimas de Daniela, era algo proibido.
Eu me segurava ao máximo, mas aí, veio aquele dia, mal pude acreditar no que meus olhos viam, e teve que ser na minha frente, não teve jeito, a primeira vez que Jenifer fez um boquete, foi para o meu irmão, após muito insistir e garantir segredo absoluto, e, eu fui testemunha ocular do fato.
Eu nunca senti nada igual aquilo, estranhamente gostoso, vendo a boca pequena e rosada da minha amiga aberta ao extremo para comportar o calibre que meu amado irmão ostentava, duro, grande e grosso, jenifer com os olhos arregalados, vê sua boca sendo levemente invadida pelo pênis taludo do meu irmão, as mãos dele embolava os cabelos loiros e cacheados dela, movimentos firmes de sua cintura projetando o pênis para dentro e para fora da pequena boca, Jenifer emitia sons estranhos, meu irmão balbuceava palavras de desejos, todos os corações batendo acelerados, os olhos dela lacrimejavam, os meus, brilhavam.
O relógio marcava 15:45 menos de três horas para nossa mãe chegar do trabalho, papai estava em viagem, não retornaria naquele dia, meu irmão ditava o ritmo, emanava ordem para Jenifer manter a boca bem aberta enquanto desferia estocadas contra a boquinha de lábios rosados, o rosto vermelho como uma brasa, olhos úmidos, Jenifer parecia assustada, meu irmão puxou o calibroso pra fora de sua boca, Jenifer respirava, assim como meu irmão parecia tardar uma possível ejaculação.
Enquanto Jenifer se recuperava a madeira do meu irmão, envernizada pela saliva dela, permanecia ereta e suspensa a altura dos nossos olhos, oh céus, que pecado, aquela coisa enorme cheia de veias me fazia respirar fundo, Jenifer recebeu a ordem de voltar ao servicinho, segurei-a pelo ombro, deixando bem claro que agora era comigo.
A caminho de atender meu insano desejo fui barrada pela mão do meu irmão seguida de palavras espantadas:
- Está doida guria ! Tu queres o que ?
Respondi prontamente:
- O mesmo que ela, oras !
Ele retrucou:
- Só pode estar maluca ! Tem certeza disso ?
Respondi apenas ascenando com a cabeça, eles imóveis, assitem eu introduzindo o pênis dele em minha boca, ainda receoso de que eu mudasse de idéia, levou a mão a minha cabeça dizendo:
- Se é isso mesmo que queres, então vai, não ache que por ser minha irmã mais nova vou perdoar não.
Dani ao meu lado olhava incrédula para a cena, olhos arregalados e boca aberta, ouvindo os barulhos molhados que agora eram emitidos pela minha boca enquanto meu irmão estocava lenta, porém, firmemente seu membro rígido e quente, minha respiração irregular, meus batimentos acelerados, um turbilhão de sensações dentro de mim ao mesmo tempo, medo, calor, arrepios, um gosto estranho na minha língua, algo com uma textura alcalina se misturava a minha saliva, ele ditava o ritmo das estocadas usando meus cabelos lisos e finos como rédeas, eu sentia minha saliva escorrer pelos cantos da minha boca, mesmo eu engolindo alguma parte, suas mãos apertavam mais meus cabelos, as minhas, apertavam suas coxas, ele com a voz carregada de emoção deixava escapavar:
- CARALHO ALEZINHA ! QUE DELÍCIA ! ABRA MAIS A BOCA IRMÃZINHA ! ABRE MAIS ! AH CARALHO QUE DELÍCIA MONSTRINHA !
Alessandra, ou, Alezinha, para os mais íntimos, por causa da minha baixa estatura, meu irmão também me chamava de " Monstrinha " para me irritar, coisa de irmão mais velho para com irmã caçula, nossa diferença de idade não superava 3 anos, recebi ainda bebê o apelido dele. Meu irmãozinho tirou o grosso da minha boca me deixando respirar, me beijou, abaixei a cabeça, olhei para Dani sem jeito, ele emanou a ordem:
- Vem Daniela, sua vez de novo !
Dani um pouco perdida, com olhos assustados, se ajoelhou diante dele e recebeu uma nova enfiada de tora na boca rosada, às mãos firmes do meu irmão agarrou- lha pelos cachos dourados, estocadas firmes, maldade em sua voz:
- Ah caralho ! Vocês duas são bem safadinhas ! Suas boqueteiras safadas ! Safadinhas ! Chupa Dani ! Toma pica nessa boquinha sua safada !
Um calor subia pelo meu corpo, eu sentia algo escorrer da minha vagina, quente e molhado, eu a toquei com a ponta dos meus dedos da mão direita por baixo do vestido, abaixei a cabeça para ver melhor, minha calcinha estava molhada, senti um leve choque ao tocar na minha vagina, estava bem sensível, tornei a olhar para a cena, a pica saia novamente da boca de Daniela, sem esperar ela recuperar o fôlego me lancei tirando-a da frente e sem pensar abocanhei o cacete do meu irmão novamente, ele emitia sons trêmulos pela boca, incrédulo.
A saliva de Dani ainda cobria seu pênis ereto, eu pude sentir o gosto, como se eu tivesse a beijando, não senti nojo, a medida que eu, toda desajeitada, tentava bancar uma boqueteira experiente no assunto, a mistura de salivas e a secreção peniana do meu irmão foi virando uma coisa só, ele gemia:
- Ah caralho ! Puta merda monstrinha ! O que você tem na cabeça ?
Sem ter como eu não respondia, apenas levava vara na boca, gemendo com a voz abafada, ele socava na minha boca como se estivesse socando numa vagina experiente em levar ferro, minha cabeça ia e voltava guiada pelas mãos dele, algumas estocadas eram longas que a cabeça do pau entupia minha garganta me fazendo tossir ou ter ansea, ouvi a voz dele suprimida:
- Eu vou gozar ! Eu vou gozar !
Eu não entendi ao certo, mas nem precisou, palavras não iam descrever o que se sucedeu após suas palavras quase incompreensíveis.
Minha cabeça parou de ser puxada pra frente e pra trás, senti o membro ser puxado até quase sair da minha boca, também senti ele pulsar, meu irmão urrava com a voz suprimida entre seus dentes serrados, entre as pulsações senti algo quente encher minha boca, escorrer pela minha garganta, algo difícil de engolir, um tipo de caldo quente na minha língua, engasguei, a garganta queria expelir algo, o gosto estranho, forte, travei a garganta, minhas bochechas inflaram, mais uma pulsada peniana, mais do caldo na língua, minha boca explodiu em uma tosse, eu puxava o ar como se voltasse do fundo de uma piscina já sem fôlego, meu irmão igualmente sem ar, masturbava o pau enquanto ainda escorria da ponta o que eu havia engolido uma parte e expelido outra, em duas ou três cusparadas no chão, vieram seguidas tosses, o pau saiu da minha boca, mas tinnha mais, uma jateada de porra quente saltou da cabeça vermelha de seu pênis enquanto ele masturbava ferozmente o mesmo atingindo o lado esquerdo do meu rosto, Daniela olhava atônita, eu estava toda lambusada como uma criança que recebera uma lata de doce de leite sem supervisão. Ainda ereto o membro do meu irmão flutuava no ar a minha frente, segurei-o, tão duro, quente, a ponta vermelha como uma maçã, fiz o convite:
- Chupa mais Dani !
Ela relutante com cara de nojo respondeu:
- Chega amiga, acho que fomos longe demais hoje, ele é seu irmão e além disso, sua mãe já está chegando.
Soltei o pênis, olhei séria para minha amiga e com a voz ameaçadora e fui dizendo:
- Se você abrir sua boca sobre o que aconteceu aqui hoje eu vou negar e dizer que foi você quem fez isso, entendeu ?
Dani assustada respondeu:
- Não vou dizer nada, fica tranquila amiga.
Completei a ameaça:
- Seus pais vão adorar saber que você é uma vagabundinha que chupa rola dos meninos do bairro. Este vai ser nosso segredo ou seu fim.
Dani respondeu com asceno de cabeça e cara de medo. Dei continuidade:
- Para ter certeza você vai continuar o que começou, agora mesmo ! Sem frescura !
Meu irmão entendeu o recado e imediatamente se lançou para frente segurando Dani pelos cachos e assumindo o controle com voz firme:
- Abra a boca sua piranha !
Eu confirmei:
- Abra a boca e chupe o pau dele, preciso ter certeza que você não vai falhar com a gente.
Dani tenta justificar com a voz assustada:
- Eu juro que não vou falar Alezinha, por favor, eu juro !
Com sorriso falso e voz de deboche respondi:
- Não quero que você jure nada Danizinha, quero que você chupe o pau do meu irmão igual eu acabei de chupar, com muita vontade.
Meu irmão, sem paciência emenda sua fala a minha:
- Vai logo sua vadiazinha ! Abra a boca ! Chupa essa rola sua safada !
Sem saída Dani tem novamente sua boca entupida, sua cara assustada, os sons saem de boca:
- GLÓ, GLÓ, GLÓ, GLÓ !
A saliva escorre pelo canto da boca, seus olhos úmidos avermelhados, sons de engasgos acompanham os movimentos, eu peço pressa:
- Goza logo cara ! Ela tem que ir antes da mãe chegar !
Entre os gemidos ele responde:
- Cala a boca Alessandra ! Cala a boca ! Ah caralho ! Que delícia menina ! Chupa Dani ! Chupa !
Eu reconheci a cena, a voz suprimida, o aperto da mão no cabelo, a expressão facial dele se repete, lá vem a parte dela.
Dani fecha os olhos e franzi o rosto enquanto sem piedade o membro rígido é socado por completo em sua boca chegando até sua garganta, Dani emite sons de engasgos, meu irmão a segura apenas pelos cachos loiros com a mão esquerda, desenterra o grosso da pequena boca, com a mão direita ele masturba seu pênis, um jato de porra salta sobre o rosto de Dani, mais um e mais um, Dani tosse e cospe, reclama com voz chorosa:
- Que merda seu filho da puta ! ARGH ! Que nojo ! Me solte praga !
Eu e meu irmão rimos, ele soltou os cabelos de Dani que sentou-se sobre seus calcanhares, olhando para suas coxas esporradas, com voz de choro reclamando:
- Que merda cara ! Gosto horrivel ! Olha meu cabelo todo melado ! Eu quero ir embora !
Retruquei rápido:
- Opa ! Opa ! Opa ! Calma aí bonita ! Espera um pouco !
Ajudei Dani a se levantar, passei a camiseta do meu irmão em suas coxas para limpar a mistura de esperma com saliva que a imcomodava e acalmava enquanto dizia:
- Calma menina, vem aqui comigo.
Conduzi Dani até o banheiro, meu irmão tomava banho, abri a pia da torneira, olhando nossas imagens no espelho disse:
- Tudo bem amiga, calma, lave o rosto, enxágue a boca e arrume o cabelo.
Sob o chuveiro meu irmão se intromete:
- Vem aqui Dani, vou dar banho em você.
Retruquei:
- Calado idiota !
Dani lavou o rosto e ajeitou os cachos de sua cabeça loira, pegou a toalha, eu passava outra toalha úmida em suas pernas, pescoço e barriga, procurava qualquer outro lugar que possa ter respingado porra, seria difícil ela explicar a família.
De volta a sala, servi a ela um copo de suco bem gelado e forte, enquanto ela bebia ouvia meus conselhos:
- Vá para casa, boca fechada ! O que aconteceu aqui hoje fica aqui, não arrume problemas, descanse, amanhã você vai estar melhor.
Após a fala, conduzi Dani até a porta, abri, ela saiu da casa, desceu a rua, voltei para o sofá, as marcas ainda sobre meu rosto, porra seca, meu irmão nu esfregava a toalha em seu corpo cobrando:
- Será que ela vai segurar a onda ? Acha que ela acreditou na sua encenação barata tentando fingir que nunca me chupou ?
Respondi com tom de certeza:
- Vai sim, ela não vai arriscar, está tudo sob controle, e não fui tão má atriz assim, ela acreditou sim.
Meu irmão aliviado soltou:
- Tá bom então, temos 40 minutinhos antes da mãe voltar, sua xana ainda está molhada ? Está a fim ?
Respondi com um sorriso no rosto, virando de costas, levantando o vestido e abaixando minha calcinha:
- Deu sorte que tudo isso me deixou com tesão.
Ele rebate:
- Espero que essa sua amiguinha entenda nosso estilo de vida e que acieite numa boa.
Respondi na eminência da penetração:
- Se a mamãe aceita, quem ela para não aceitar ?
Não ouve mais respostas , não houve mais palavras, somente gemidos seguidos dos solavancos enquanto eu meu querido irmão, mais uma vez, fazíamos uma das formas de amor mais injustiçada pela sociedade, o maravilhoso incesto.