O dia começava a clarear e a tomamos um café. Um papo na mesa e optamos por uma mochila com o suficiente para voltarmos logo. Os primeiros raios de Sol tomavam a cozinha. A sugestão para visitarmos o morro tendo vista ampla para a cidade foi aceita por nós. Limpei a boca e botei a mochila nas costas. Metros do sítio da minha tia, uma trilha levaria até lá.
Ao pegarmos o caminho já na subida, o Adalberto, caseiro da minha tia, passou a mão na minha bunda e ri olhando para ele. Eu fui ao sítio já sabendo que meu corpo não aguentava mais e precisava levar pica perdendo a virgindade. Minha vontade para conhecer sexo estava alta e aos dezoito eu queria acabar com toda minha curiosidade. Adalberto mostrou rapidamente o caralho preto grosso e corei pedindo para guardar. Uma pica comprida e cabeçuda de quarenta e um anos, cara baixo e magro. Eu, branco e baixo, fiquei desejando e entramos para dentro da mata desviando da trilha onde encontramos um barranco com árvores, demos a volta e lá a pica apareceu para ganhar uma mamada!
- Isso. Chupa, garotão!
Chupei ao meu jeito e aquele gosto de pau mijado não saiu mais da minha cabeça. Ele sabia que eu queria dar, aquele passeio tinha outra finalidade e vi seu pau enrijecer mais e logo pediu:
- Abaixa a calça.
Abaixei e ficamos de olho para não tomarmos flagra. Empinei e com as mãos no barranco, eu senti minha bunda ser tocada, acariciada e melada com saliva. Senti a perna dar uma bambeada e vi estrelas na sequência! Meu cu branco sentiu logo o ataque da cabeça ao iniciar rápido e tomar conta daquilo que a rola preta tanto desejava!
-Ai, ai, nossa!
O vai e vem do pau preto rasgando meu cu branco por dentro foi só o começo e tive que acostumar. Seu pau começou a enterrar e senti um pouco de dificuldade para acostumar logo. Percebi que não ofereci reação e sua pica preta foi dando aquilo que eu precisava: sexo rápido que tirava gemidos e caretas do meu rosto!
Segurando minha cintura, ele mandou pica e não tive escolha ao não ser aceitar tudo! Ao menos eu estava fazendo sexo e aquela sensação de coisa proibida dentro do mato e bem escondido só aumentou minha tara e já nem reclamava mais do vai e vem do pau preto que estava arrombando meu rabo. Foram sete para oito minutos de sexo bem quente e tarado dele resultando numa gozada dentro do meu cu e eu curti de olhos fechados. Tirou e aquilo deixou meu rabo melado de porra e escorrendo ao saco, bunda e perna. Passei a mão e o cu estava aberto, piscando, dolorido e quente. Um papel e limpei para sairmos dali.
A parte que mais eu havia gostado era o resultado final com meu cu babando porra e piscando! Adalberto não só tirara a minha virgindade como deixou questão para que eu resolvesse: precisasse, bastava ir ao sítio. Excitado e pensando o tempo todo no ato safado dentro do mato, aceitei o novo convite da minha tia e fomos ao sítio.
Por lá, a pegada foi mais forte e tensa novamente no mato. Desta vez ele botou um sexo com pegada intensa e dando pausas. Gostei da coisa mesmo sofrendo e abrindo a boca olhando ao céu. Ele sabia que meu cu aguentaria e tratou de fazer aquilo que tinha que ser feito: botar meu rabo para aceitar a pica preta que estava faminta e tarada. Uma enterrada e rebolei, sorri, senti bem e elogiei:
- Gostoso.
Após umas espetadas, o Adalberto que já tinha fodido bem e deixou tudo aberto, ele pediu e paguei boquete rápida para receber uma gozada forte dentro da boca e fui soltando! O gosto de esperma era salgado e geladinho ficando quentinho após eu dissolver e engolir um pouco enquanto o meu queixo babado fazia cair ao chão o resto. Segurei o pau preto e chupei mais olhando para ele e sorri. Descarreguei a tara gozando forte no barranco. Gozo espirrado de tesão!
Aos poucos fui pegando gosto e descobri que sentia bem sendo enrabado. Ele foi mostrando que meu cu precisava de muito pau e cada vez suias fodas ficavam mais quentes a ponto de permitir ser comido de quatro no mato com suas mãos nas minhas costas e uma tensão forte provocada pela pica preta dentro de mim!
Tudo isto abriu o meu apetite e tratei de liberar o meu rabo para um conhecido do bairro, o Mílton, um pintor de quarenta e sete anos, baixo, forte, negro e com tara elevada. Em sua casa, passei por uma experiência tensa e bem quente ao deixar ser penetrado com a bunda para cima no sofá. Tive a boca tampada e após acostumar cruzamos os dedos da mão e deixei rolar! Sua pica preta mediana e mais grossa fodeu para deixar esperma lá dentro e cansado, levantei aos poucos e bem suado como ele. Meu cu aceitava bem pau e eu só facilitei as coisas para ele. Se não rolava ali acabava rolando no sítio com o Adalberto permitindo que eu criasse um lado erótico quente.
Novo e cheio de tara, o Mílton começou a resolver meu problema e tivemos muitas relações. Peguei gosto pela sua tara com enterradas fortes e deixei curtir e zoar bastante a minha bunda para ficar do jeito que eu tanto desejava: cu piscando e babando porra.
Descobri logo que não sairia mais desta vida e cabia aceitar meus desejos e resolvê-los. O conto continua.