Meu nome é Helena, tenho 24 anos e sou completamente louca por sexo.
Cresci numa casa onde esse assunto sempre foi um tabu, mas desde cedo já me esfregava nas almofadas até gozar. Nem entendia direito o que estava acontecendo, mas sabia que era bom demais.
Apesar disso, dei meu primeiro beijo só aos 14 anos, com meu primeiro namorado — hoje, ex-noivo. Foi com esse mesmo cara que perdi a virgindade e, até hoje pelo menos, só dei a buceta pra ele, apesar de todo o fogo que existe dentro de mim.
Durante os anos que ficamos juntos, ele nunca me satisfez 100%. Aos poucos fui descobrindo quem eu realmente era. Descobri que gosto de sexo sem limites, sem pudor, intenso. Que meu desejo vai muito além do básico.
Não demorou pra nós dois percebermos isso. Ele não acompanhava o que eu queria, e eu não conseguia me conter. Nosso relacionamento acabou, mas foi ali que entendi o tipo de mulher que eu sou.
Tenho 1,65m de altura, sou parda, cabelo longo e castanho, peito e bunda grandes e uma carinha de inocente que engana muita gente. Ninguém imagina o que passa na minha cabeça — mas quem já me conheceu de verdade sempre quis repetir.
Sou direta com o que gosto. Gosto de intensidade, de entrega, de não ter frescura. Gosto de ser submissa no sexo, de não precisar fingir recato. Adoro ser fodida na boca e no cu, levar tapas e ser feita de depósito de porra. Pode chamar de vagabunda, de vadia, puta, boca de pêlo, brinquedinho de macho e o que quiser, isso só me deixa mais molhada. Sou viciada no gosto e textura de rolas e porras diferentes.
Também sei meus limites. Nem tudo é pra todo mundo, e eu escolho como, quando e com quem. Minha buceta é proibida e só libero pra chupar e no máximo meter os dedos.
Tenho fantasias que muita gente julgaria, mas que pra mim fazem todo sentido. Uma delas, inclusive, já realizei: uma noite com três caras depois de uma festa. Fomos pra casa de um deles, e ali vivi uma das experiências mais intensas da minha vida. Fiquei horas algemada, sendo provocada, explorada, desafiada nos meus limites — e cada minuto só aumentava minha vontade de continuar. Gozei e chorei na rola daqueles machos com gosto e até fiz uma DPA pela primeira vez. Sai realizada.
Foi ali que tive certeza de quem eu sou e qual minha missão.
Já ouvi muita gente dizer: “ah, mas eles só querem te usar”. E minha resposta é simples: que bom, porque eu quero dar. Nasci pra agradar macho e ser banco de esperma mesmo, meus buracos são pra isso e macho de verdade não tem dó, me faz chorar e gritar na pica até se saciar.
Eu sei o que eu gosto. Sei o que me dá prazer. E não tenho vergonha nenhuma disso. Só pra preciso de muita rola e gala pra ser feliz.