Logo casa dos contos
Esqueceu a sua senha? Clique Aqui

Principal Categorias Ultimos Contos Melhores Enviar Contos Painel Cadastro Fale conosco
Categorias Ultimos Contos Melhores Enviar Contos Painel Cadastro Fale conosco Login

A cunhada

Enviado por: betinho75 - Categoria: Traição

Foi numa festa de aniversário que resolvemos reunir toda a família que não se encontrava fazia algum tempo. Sentei entre a cozinha e a área ficando de papo com duas cunhadas e seus maridos. Minha mulher estava na cozinha e após alguns minutos eu e uma delas ficamos conversando e assim que levantou eu dei uma olhada discreta em sua bunda. Vestido até os joelhos, salto alto, 1.72 de altura, cabelos compridos loiros, olhos castanhos, 37 anos, ela percebeu. Branco e magro, 42 anos, os meus olhos castanhos rosto comprido igual ela, na segunda pela manhã ela apareceu em casa e conversamos.

- Olha, eu sou casada. Não dá estas mancadas, tá?

Eu não sabia onde botar a cara. Ela continuou.

- Meu marido é super ciumento.

- Desculpa. Não farei mais isto.

- É bom mesmo. Vai estragar seu casamento de bobeira? Desta vez, passa.

Esta minha cunhada é pessoa normal, tem um beleza de mulher comum, eu já batia umas por ela. Fechei o portão assim que ela foi embora. Eu digo ao leitor e para a leitora que tentar sexo com parente próximo é super arriscado correndo risco de flagra ou destruir o próprio casamento. Tem que ser homem e não macho para a ação e muita mas muita coragem!

O assunto morreu ali e comecei a distanciar dela não comparecendo em aniversários ou evitando papo quando ia. Minha mulher conhece meu jeito, eu sou uma pessoa bem antissocial, era normal meu afastar e realmente só comparecia em situações aos quais não tinha como dizer não.

Após cinco meses nesta ausência, eu já havia desistido dela até por certo receio e medo, ela novamente aparece em casa quando minha mulher não estava e fala:

- Poxa, tô chateada contigo.

- Por quê?

- Você está meio afastado, não conversa mais comigo.

- Desculpa, eu não quero dar margem para seu marido criar confusão comigo.

- Vamos entrar senão aparece algum vizinho.

Na sala, ela disse:

- Tô sentindo tua falta.

- Eu prefiro ficar na minha, desculpa.

- Gosta de mim, né?

Refleti antes de falar.

- Sim.

- Eu também.

Ela estava de calça jeans e blusa comportada. Ela foi direta para minha surpresa!

- Tá querendo me foder, né?

- Tive mais vontade. Não sei.

Eu joguei com a verdade. No meu entender, ela estava arrependida e deve ter criado um tesão pela minha atitude que agora o corpo cobrava. Sinceramente, estava com medo e confesso, foi ela quem tomou atitude, levando-me para o banheiro. Agachou e abaixou o zíper da minha calça. Meu pau estava mole e ela alisou, deu uma batida de punheta e deixei rolar! Caiu de boca e joguei os cabelos dela para o outro lado! Delícia de boca! Puta que pariu!

- Fica entre nós.

- Tá. Oh!

Mamou forte e melou bem o pau, alisou e ficou em pé tirando a roupa enquanto eu fechava a porta do banheiro. Voltei e só colei as costas na parede, ela veio e foi só alegria! Enterrei e ela passou a fazer o vai e vem como uma mulher necessitada! Buceta carnuda, quente, eu atravessava tudo e sentava a cabeça numa ação insana da nossa loucura.

- Oh, isto, mete gostoso, fode minha buceta, oh, delícia!

Fodi com gosto e tirei caretas e gemidos dela, ouvi:

- Nunca traí meu marido. Mata sua curiosidade, mata! Hum!

O deslizar do meu cacete branco grosso era intenso e olhar o seu cu dava mais prazer ainda em fodê-la! Seios lindos, eu segurei e mandei pica na xota até que ela começou a gemer e anunciou:

- Eu vou, oh, ahhh, oh, ahhhh

Ela começou a gemer mais e pelo tesão, descarreguei esperma dentro da xota! Não aguentei mesmo pelo risco posterior! Soltei dois jatos fortes e tirei, ouvi:

- Gozamos juntos, delícia!

O sorriso dela era total e seus olhos brilhavam! Falei:

- Vai engravidar.

Ela riu e disse:

- Eu tomo anticoncepcional senão o filho da puta me enche de filho.

Fiquei mais aliviado e disse:

- Toma um banho.

- Não, faço isto em casa. Obrigada, adorei.

Vestida, deu um beijo, abriu a porta e saiu. Fiquei com medo dela falar algo, morreu ali. Por fim, a danada veio mais uma, duas, três vezes virando minha amante. O corno e nem minha mulher não souberam. Hoje, só matamos a saudade em rapidinhas. Ela é uma tesuda. Amo.

Comentarios
Seja o primeiro a fazer um comentario nesse conto.
Comente esse conto abaixo

(Numero maximo de caracteres: 400) Você tem caracteres restantes.

Desejo registrar meu voto junto com o meu comentario:


Ficha do conto
foto avatar usuario betinho75
Por: betinho75
Codigo do conto: 21754
Votos: 0
Categoria: Traição
Publicado em: 15/05/2025

×

OPS! Para votar nesse conto voce precisa efetuar o login



Mais contos desse usuario

Descoberta

Tirando o atraso no sítio

Matei a vontade com o amigo do meu pai


Este site contém contos eroticos, fotos e videos destinados exclusivamente ao público adulto.
Ao acessá-lo, você declara que tem no mínimo 18 anos de idade e que no país onde você esta acessando esse conteúdo não é proibido.
© 2005-2025 - CasaDosContos.com - Todos os direitos reservados