Foi numa festa de aniversário que resolvemos reunir toda a família que não se encontrava fazia algum tempo. Sentei entre a cozinha e a área ficando de papo com duas cunhadas e seus maridos. Minha mulher estava na cozinha e após alguns minutos eu e uma delas ficamos conversando e assim que levantou eu dei uma olhada discreta em sua bunda. Vestido até os joelhos, salto alto, 1.72 de altura, cabelos compridos loiros, olhos castanhos, 37 anos, ela percebeu. Branco e magro, 42 anos, os meus olhos castanhos rosto comprido igual ela, na segunda pela manhã ela apareceu em casa e conversamos.
- Olha, eu sou casada. Não dá estas mancadas, tá?
Eu não sabia onde botar a cara. Ela continuou.
- Meu marido é super ciumento.
- Desculpa. Não farei mais isto.
- É bom mesmo. Vai estragar seu casamento de bobeira? Desta vez, passa.
Esta minha cunhada é pessoa normal, tem um beleza de mulher comum, eu já batia umas por ela. Fechei o portão assim que ela foi embora. Eu digo ao leitor e para a leitora que tentar sexo com parente próximo é super arriscado correndo risco de flagra ou destruir o próprio casamento. Tem que ser homem e não macho para a ação e muita mas muita coragem!
O assunto morreu ali e comecei a distanciar dela não comparecendo em aniversários ou evitando papo quando ia. Minha mulher conhece meu jeito, eu sou uma pessoa bem antissocial, era normal meu afastar e realmente só comparecia em situações aos quais não tinha como dizer não.
Após cinco meses nesta ausência, eu já havia desistido dela até por certo receio e medo, ela novamente aparece em casa quando minha mulher não estava e fala:
- Poxa, tô chateada contigo.
- Por quê?
- Você está meio afastado, não conversa mais comigo.
- Desculpa, eu não quero dar margem para seu marido criar confusão comigo.
- Vamos entrar senão aparece algum vizinho.
Na sala, ela disse:
- Tô sentindo tua falta.
- Eu prefiro ficar na minha, desculpa.
- Gosta de mim, né?
Refleti antes de falar.
- Sim.
- Eu também.
Ela estava de calça jeans e blusa comportada. Ela foi direta para minha surpresa!
- Tá querendo me foder, né?
- Tive mais vontade. Não sei.
Eu joguei com a verdade. No meu entender, ela estava arrependida e deve ter criado um tesão pela minha atitude que agora o corpo cobrava. Sinceramente, estava com medo e confesso, foi ela quem tomou atitude, levando-me para o banheiro. Agachou e abaixou o zíper da minha calça. Meu pau estava mole e ela alisou, deu uma batida de punheta e deixei rolar! Caiu de boca e joguei os cabelos dela para o outro lado! Delícia de boca! Puta que pariu!
- Fica entre nós.
- Tá. Oh!
Mamou forte e melou bem o pau, alisou e ficou em pé tirando a roupa enquanto eu fechava a porta do banheiro. Voltei e só colei as costas na parede, ela veio e foi só alegria! Enterrei e ela passou a fazer o vai e vem como uma mulher necessitada! Buceta carnuda, quente, eu atravessava tudo e sentava a cabeça numa ação insana da nossa loucura.
- Oh, isto, mete gostoso, fode minha buceta, oh, delícia!
Fodi com gosto e tirei caretas e gemidos dela, ouvi:
- Nunca traí meu marido. Mata sua curiosidade, mata! Hum!
O deslizar do meu cacete branco grosso era intenso e olhar o seu cu dava mais prazer ainda em fodê-la! Seios lindos, eu segurei e mandei pica na xota até que ela começou a gemer e anunciou:
- Eu vou, oh, ahhh, oh, ahhhh
Ela começou a gemer mais e pelo tesão, descarreguei esperma dentro da xota! Não aguentei mesmo pelo risco posterior! Soltei dois jatos fortes e tirei, ouvi:
- Gozamos juntos, delícia!
O sorriso dela era total e seus olhos brilhavam! Falei:
- Vai engravidar.
Ela riu e disse:
- Eu tomo anticoncepcional senão o filho da puta me enche de filho.
Fiquei mais aliviado e disse:
- Toma um banho.
- Não, faço isto em casa. Obrigada, adorei.
Vestida, deu um beijo, abriu a porta e saiu. Fiquei com medo dela falar algo, morreu ali. Por fim, a danada veio mais uma, duas, três vezes virando minha amante. O corno e nem minha mulher não souberam. Hoje, só matamos a saudade em rapidinhas. Ela é uma tesuda. Amo.