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Príncipe - parte 5

Enviado por: sopwith - Categoria: Outras

Enquanto conversava com a prostituta que havia se deitado comigo, eu fazia minha barba no quarto-suíte do motel.

- Uma vez, vi um video na internet, que me alertou pra uma coisa, a burrice masculina.
- Sobre o quê?
- Um rapaz e uma moça, possivelmente namorados, eram confrontados por outros rapazes, lá num estacionamento ou shopping dos Estados Unidos.
- E rolou briga?
- Se dependesse de mim, batia nos manés como se fosse o pai de cada um deles. Eles provocaram o rapaz com a namorada. Mas, o problema foi a namoradinha dele dando risada junto com os idiotas.
- Então eles...
- Na verdade, se os dois pensassem iguais, ambos se sentiriam completamente ofendidos e mandariam a primeira lixeira na cabeça do idiota agente provocador.
- Nossa!
- Eles provocaram a namorada deles a ser uma puta também. Se ocorresse comigo, eu abandonaria minha queridinha imediatamente. Sobretudo se ela começasse a achar bacana o fato de se jogar no colo de qualquer homem, como se fosse um favorzinho divertido, por uma menor provocação dessas. Mas, a maior vitória é que, nesse divisor de águas, sobraria mais dinheiro no meu dia-a-dia e confesso que iria atrás de algumas primas ou irmãs dos coitadinhos que me provocassem.
- Vocês homens são tão bobos!
- Vocês mulheres é que são bobas demais pra se apegarem à honra de prostituta. Todas vocês poderiam ter uma vida financeira e sexual livre de empecilhos, mas não resistem ao instinto animalesco de "dar" para outras pessoas sem que eles ou elas ofereçam algo mais relevante pelo resto da vida. Liberdade de ser puta diária através de acordos morais? Se nem eu teria paciência com colegas de trabalho ou familiares... Me pague com dinheiro que é melhor assim. Ao invés de serem devotas de todos os homens, vocês exigem toda moralidade deles e depois os tratam apenas como fonte de recursos. Nem mesmo os fortões galanteadores escapam de serem trocados e traídos por elas.

Ela pensou por um minuto. Percebeu que eu estava certo, ainda que a contragosto.

- Eu aprendi com vocês a não ter nenhum pudor moral. Hoje fico com uma, amanhã pago outra, depois uma terceira. E é bom fazer invejinha pra cima de vocês também. Quando eu namorava com uma guria na escola, um punhado de manés ficava com vontade também hehehe. Minha beleza é mortífera para vocês fêmeas.
- Não seja tão malvado assim. - disse a queridinha, me provocando.
- Eu jamais corro atrás de mulheres. Desde que a Giselle Bundchen provou pra mim que nem mesmo o Tom Brady foi "suficiente" para ela, eu passei a desdenhar de todas. Nem as bonitas, nem as feias. Nenhuma importa. Só me interessam as pagas.

Terminei a barba, tirei a toalha, e me joguei de volta na cama para os braços dela. Com meu pênis bem duro, já fui deitando porque não queria perder a libido daquela manhã. A mulher achou aquela parte engraçada, mas estava sendo paga, então estava tudo bem. Fui deitando com toda tranquilidade, me divertindo à beça. Ela se agarrava na minha cintura, degustação profunda e gostosa. Ficamos naquilo ali por uns belos minutos. Não havia muito segredo na cena, vocês podem imaginar o resto. Acontece que o resto incluiria uma certa guria loura, bem chata e arrogante, batendo na porta do quarto justamente quando terminamos nossa transa bacaninha. Estávamos tão em paz com nosso sexo, que a infeliz namoradinha do Montoya veio encher o meu saco logo de manhã. Sinceramente, não dei a mínima e continuei deixando ela chupar para perturbar a loura.

Ela fez um belo escândalo em espanhol. Tive que despachar a coitadinha da prostituta e me vestir. Claro que fiz tudo isso com a maior lerdeza e educação possível. Ao ver o Golf dele parado ao lado do meu Civic, fico pensando se a queridinha não passou o resto da noite dormindo no carro. Sim, ela fez questão de pagar a entrada. Apenas para me ver! E tirar alguma satisfação inexistente com a minha cara! Só me pergunto o que ela queria com a vida medíocre dela...

E assim iniciamos uma excelente conversa que não levou a lugar nenhum. Eu ali, semi-nu, ela toda desconcertada; bem interessada no tamanho do meu pênis. Não sei porquê as mulheres fazem isso.

---

Epílogo

Na prática eu nunca me casei. Mesmo com excelentes amigas, eu nunca transei com elas. Aparecia com diversas prostitutas em casa, jamais nutri sentimentos profundos por qualquer mulher. No máximo um carinho maior pelas descendentes de asiáticos, pois pensávamos sobre a vida de uma forma relativamente igual. Quase cogitei casar com uma, quando havia começado minha loja. Contudo, o dinheiro entrando, me fez repensar minhas prioridades. Mantive boas amizades com as mulheres, mas tudo apenas no nível profissional. Também detestaria ter filhos e formar uma família. Quando conheci aquela maluca que arrombou a porta do motel, me dizendo que praticamente dormiu dentro do carro esperando por mim (?), eu só consegui enxergar nela um empecilho para minha vida. Contudo, ela já estava completamente quebrada por dentro faz muito tempo. Decidi apenas ouvi-la por consideração, da forma como a prostituta havia feito comigo. Ali se formou uma pequena amizade. E era para ser apenas isso, uma chata que precisava ser ouvida por alguém. Contudo, ela queria mais e mais de mim, conforme o tempo passava.

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Por: sopwith
Codigo do conto: 21743
Votos: 0
Categoria: Outras
Publicado em: 08/05/2025

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