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O pedreiro 4 - Final

Por: JucaMaluquinho - Categoria: Gays
Kid Bengala Libid gel

O pedreiro 4

Após o ocorrido no último conto, fiquei uma semana recuperando daquela travessura. Agora, estava mais seguro para tais práticas e posso dizer que rompi com tabus imaginários, só contado pelas bocas, sentindo na pele, ou melhor, no corpo, especialmente no rabo, o que era uma orgia. Evidentemente, eu queria mais. O corpo dá sinais disto e percebi que não tendo controle, daria todo dia. Percebi que quando pega o gosto, o tesão fica a mil. A adrenalina sobe, os instintos manifestam e havia um risco nisto tudo.

As camisinhas e o lubrificante ficaram de enfeite e isto não poderia ocorrer. Sofri bastante e precisava brecar para cumprir regras e fazer os metedores usarem aquela porra em seus cacetes! Realmente eu tive sorte, poderia ter pego uma doença e coloquei minha vida em risco. Por outro lado, já conhecedor do sexo, eu imaginava orgias mistas com mulheres e homens, acreditando ingenuinamente que poderia ser membro de casos similares ao pornô cinematográfico. Pura ilusão. Minha cabeça sonhava em comer mulheres lindas, rabudas, duas ao mesmo tempo. Coisa de novato inexperiente que não conhecia este mundo. Eu fiquei alimentando esta idiotice durante um tempinho e parei. Não ia conseguir, não tinha cacete e nem beleza, não era o macho produzido para loucuras como esta.

Descobri também que aquela farra fora excepcional, a mulher do Marcelo estava ausente e ali raramente iria voltar a ocorrer novamente. Meus instintos sexuais estavam intensos e logicamente, eu precisava curar meu cu das encaralhadas levadas. Mamei o Marcelo quase a semana inteira, tomando muito leite na boca! Meu macho entendeu que eu precisava de tempo. Neste sentido foi inteligente e ganhou apostando no ponto futuro.

No fundo, não fosse a dor, eu daria todo dia e talvez mais de uma vez! Eu estava com meus desejos a flor da pele, ficava salivando meu cu, passando o dedo no anel a noite! Eu mostrava ser um bom passivo, comecei a gostar de rolas negras! Criei um fetiche nisso que até hoje, aos quarenta e cinco anos, não consigo mais reverter. Entre cacete branco e o negro, minha opção era o segundo.

A semana passou e no Sábado, o Marcelo, queria vir em casa. Fugir um pouco da sua mulher, ela era pegajosa, chata, sem sal e nem açúcar para ele. Briguenta e estúpida, certamente, meu cu, servia de alívio para a convivência diária em sua casa. Eu percebi isto nesta possibilidade dele chegar em casa em pleno Domingo. Insistiu e marcamos bem cedo porque meus pais chegavam ao meio-dia ou até antes. Alegou para a mulher que tinha assentado uns azulejos na parede e precisava ver se havia fixado.

Chegou era sete da manhã e eu já estava acordado. Cumprimentou, entrou e foi até a cozinha. Não perdeu tempo. Mandou eu baixar a roupa e mandou ver! Senti a penetrada e soltei um "ai" e fiz cara feia mas aguentei. Iniciou um vai e vem rápido, segurando minha bunda e comendo com gosto. Eu estava com a mão na pia e fui sentindo seu delicioso cacete invadir-me! Tesão! Ele mostrava sua masculinidade no pau, rasgando todo meu cu, pau moreno e comedor! Aos dezoito, eu branquinho e cu apetitoso, sua rola fazia a festa!

- Cu delicioso! Tá virando viadinho profissional!

Sorri e fui devorado bastante! Sua pica não tinha limites, fez curvar na pia e montou no meu rabo! Cruzou nossos dedos e metia forte! Tesão! Sentia como uma fêmea em estado de acasalamento! Sorri e ele beijou minha nuca, falava putaria no meu ouvido e a rola trabalhava forte, fundo, sua cabeça pulsava! Deu estocadas pontuais e soltou seu leite dentro de mim! Delícia! Foi um jato gostoso, tomando conta do meu rabinho! Ficou metendo um pouco mais e espalhou seu fértil sêmen! Tesão puro! Tirou e meu rabo expeliu todo leite!

- Preciso ir. Amanhã a gente se fala mais. Valeu!

Vesti, fui abrir a porta e ele sorriu, despedindo-se. Meu cu vazava porra na cueca e tive que lavá-la além de tomar banho. Eu cheirava cu comido, invadido por cacete, rabo devorado! Tomei um belo banho e fiquei esperando meus pais. Passei o Domingo pensando em todas as loucuras feitas desde o começo. No dia seguinte, meu pai tirou férias e não sabia. Ficou vigiando todo o serviço até o fim. O Marcelo perguntou se eu tinha falado alguma coisa e disse que não. Eram realmente as férias do meu pai.

Eu não sabia mas aquela rapidinha foi minha última transa com o Marcelo. Após terminar o serviço em casa, ele arrumou outro, não tinha mais horário, a casa dele não era mais disponível e seus horários ficaram quase que agendados para encontrá-lo e ainda assim na rua. Os Domingos dele foram ocupados pela mulher obrigando-o a ficar fechado em casa. Pobre homem! Estava submisso ao serviço e a sua mulher! Tive que procurar outro cara para satisfazer minhas necessidades mas quem? Vocês saberão em breve! Fui!            

Obs: Gostaria de mais retorno dos leitores e leitoras senão irei parar de escrever porque não sei se estão gostando ou não. Abraços.

Comentarios

Delicia de conto. Parabéns! Gosto quando é verídico.

Por:DayerCarioca em 07/04/2021 10:25

Muito bom, como tudo que é bom é finito, pena, curti muito. Tesão...

Por:hsegredo em 08/04/2021 05:41
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