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O pedreiro 3

Por: JucaMaluquinho - Categoria: Gays
Vivi Fernandez

Depois da Terça, o Marcelo (nome fictício), deu um tempo e agilizou mais o serviço. Concordei em passar no Sábado em sua casa indo junto com ele depois do expediente em casa. Na minha cabeça, passava de tudo, ele nada falava do que faria por lá. Só disse que iríamos beber um pouco e concordei, afinal, era preciso relaxar um pouco após tanto serviço durante a semana.

Esta pausa foi boa porque serviu para melhorar meu cu que estava arrebentado e também fez-me pensar em comprar algumas coisas caso rolasse algo como camisinha e lubrificante. Descobri que este tipo de compra aguça os olhos de quem vende, principalmente, mulher. Mal sabia a vendedora que o destino daquilo tudo era para outro cacete. Ao ver minha generosa compra, ela sorriu, cobrou e me mandei. O certo é que estava preparando o terreno, independente, houvesse ou não, sexo.

Na Sexta, o Marcelo, perguntou se poderia levar dois amigos. Não fiz qualquer objeção, afinal, a casa era dele e desconfiado, perguntei se ele estava levando os outros dois para meterem em mim! Fazia sentido minha preocupação até porque eu não conhecia, não sei se aguentaria e também para uso de preservativos e coisas do gênero.

- Só rola se você quiser...

Baseado nisso, nem foi preciso esticar muito o assunto porque iria rolar. Sabia bem como são estes momentos e na hora "h" acontece mesmo. A excitação sobe e não escapa. Foi bom ele ter falado porque eu preparei a cabeça para este momento. Uma coisa é a surpresa, o imediatismo do sexo, surgindo quase do nada e outra é um prévio preparo mesmo que não ocorra.

Eu poderia recusar também, não concordar, achar que tinha passado dos limites e ficar de boa em casa. Só que a curiosidade mata o gato como diz um ditado popular e lógico, eu, novo, cheio de vontade para a orgias e promiscuidades, visando conhecer mais e melhor, não fugiria neste momento. Eu também achei correto perguntar se eles eram confiáveis, guardariam segredo, porque eu tenho uma vida social para zelar.

- Se acontecer, eles não falarão nada. Fica tranquilo.

Sempre fui muito discreto nesta parte e logicamente eu precisava ter segurança naquilo que ia fazer. Tinha visto muito filme pornô e vi muitos machos ao mesmo tempo sentar pica em novinho. Uma coisa é ver e outra fazer. Um homem ainda vai. Três é complicado. Não consigo entender como aquelas putas de filmes fazem para aguentar tanto esperma e metidas no rabo e boceta em sequência. Deve ter uma técnica ou cortes.

Apesar de quebrar a surpresa avisando previamente, ele queria que eu estivesse preparado e na hora evitar minha recusa ou desistência. Se fosse, eu teria que dar ou era melhor ficar em casa. Minha experiência com sexo anal estava começando ainda, precisando ganhar mais solidez. A oportunidade estava aí e bastava andar dois quarteirões! Fácil! Passei a noite de Sexta numa ansiedade só.

O Sábado passou voando e por dentro aquele vou ou não vou. Ele procurou ser mais aberto e falou que se eu gostava deveria experimentar, afinal, quem gosta não pode ter medo, insegurança e tem que deixar rolar. Hoje, isto, é fácil. Naquele tempo, inexperiente e novo, não! Por fim, ele tomou um banho em casa e fui! Meus pais não estavam em casa, viajavam devido ao trabalho, topei a parada!

Chegamos e entrei. Eram dezoito horas, tomamos uma cerveja para relaxar e os caras chegaram dezoito e meia. Cumprimentaram e eles sabiam a razão de estarem lá. Já estavam avisados, prova disto, foi o aperto que recebi na bunda dos dois. Ainda assim, ficamos bebericando até umas vinte horas. Nada de pressa. Eu precisava ganhar a confiança deles.

Os dois eram negros e confesso que depois de anos não vou lembrar o nome. Vou só dar a descrição. O primeiro era moreno, quase da minha altura, careca e na casa dos quarenta. O outro era da casa dos trinta, negro, gordinho e cabelo com tranças, um pouco mais alto. Eu tinha dezoito, branco, olhos castanhos e cabelos pretos. Meu destaque era a minha bunda e muitos falavam que eu tinha bunda de mulher.

Só que os caras não iam esperar eternamente eu sentir seguro, afinal, o tempo urge. Vendo que eu não tomava iniciativa por insegurança, os caras começaram a agir. Primeiro fui cercado, apalpado na bunda, tocado, meu peito alisado. Fui cheirado na nuca pelo negro. A excitação começou a tomar conta de mim! Senti uma mão percorrer por dentro da bermuda e logo meu cu foi tocado! É uma loucura estas horas!

Os paus começaram a aparecer e fiquei um tanto receoso. Eram belas ferramentas sexuais, o Marcelo eu já conhecia, cacetes capazes de promover um bom sexo. Fui convidado para chupar seus paus e fiz. Agachei e mamei bastante! Tratei cada um muito bem, sorrindo e olhando nos olhos de cada um procurando ganhar confiança no que fazia! Para chupar eu era uma beleza! Não sentia receio algum! Eram só cacetes! O máximo que poderia acontecer era uma garganta profunda! O moreno falou:

- Olha que bunda linda e lisa!

Eu já tinha mamado bem o pau preto, ele veio logo atrás. Fiquei mamando as outras duas morenas, quase pretas! Minha boca salivava que era uma beleza de tesão. Meu cu já piscava muito e o negro tratou de investir pesado! Passou saliva, penetrou o dedo, eu acabei tendo que rebolar para segurar e acompanhar soltando um gemido! Delícia! Fiquei curvado e senti a pica negra pincelar, quem abriu minha bunda foi o cara que eu chupava e senti!

- Ohhhhhhhhhhhhhhhh!!

O pau preto estourou o meu cu. Senti uma pressão fortíssima, meu rosto corou, o corpo esquentou por dentro! Iniciou um vai e vem lento, calmo, não havia pressa! Fui acostumando com aquela tora percorrendo o meu cu! Minha boca melada e cheia de saliva de cacetes chupados, denunciavam minha adrenalina! Apesar de ser uma vara boa e grossa, eu fui aceitando, meu cu esquentava na portinha e acabei sorrindo! Sorrindo? Sim!

Olhei e troquei olhares com aquele macho de atitude! Ele degustava meu rabo, fazia um vai e vem gostoso, sem intensidade, sabia ou foi orientado que eu era recém-chegado ao mundo da putaria. Segurando no meu tronco, promovia pintadas inteiras e logo tive que fazer o vai e vem! Delícia! Minha boca era surrada pelos outros dois cacetes! Eu já estava entregue e precisava ficar tranquilo e aceitar!

- Esse rabo parece uma boceta! É bom demais!

Meus instintos sexuais estavam sendo aflorados de vez! Nunca pensei que faria sexo com três caras! Aquilo é excitante, eu acabei concentrando toda minha atenção nos paus que chupava e deixava o negro pintudo arrasar com minhas pregas! Só que ele tinha fome de cu e eu tive que aguentar boas surradas! Gemi feito cadela! Para silenciar meu desespero, só caralho na minha boca!

Não contente com a velocidade, o negro conseguiu curvar e cruzou os braços no meu corpo e iniciou varadas inesquecíveis! Acabei abaixando com ele e senti uma carga violenta de esperma tomar meu cu após uns quinze minutos de metidas! Tesão!! Fiquei travado com ele, os outros dois só olhando e o leite começou a vazar pela portinha do cu. Tirou e falou:

- Cu maravilhoso! Quem vem?

Meu cu piscava expelindo esperma. Foi coisa de segundos essa sensação! O moreno, amigo do Marcelo, veio imediatamente ocupar o lugar vago! Nestas horas, como aprendi, a ideia era nem deixar eu pensar em desistir! Sorri para o negro e ele foi tomar um banho! Fiquei mamando a pica do Marcelo e senti novamente a pressão da invasão! Huuummmm!!!

- Ohhhhhhhh!!

Melado, meu cu ficou fácil e facilitava o trabalho da pica do moreno! Ia e vinha numa facilidade! Eu era uma chama viva por dentro, não podia gozar pelo pau, ele comia e segurava para eu não gozar, o Marcelo dava de mamar para eu distrair e deixei o moreno sentar vara! Experiência nova e fora do normal! Esta novidade e sensação só sentindo para saber! Ser violado por muitos machos ao mesmo tempo é preciso coragem!

- Ohhhhh...nossa! Loucura!

Eu já estava acostumado, tinha calafrios que representavam meu gozo, ele abriu minha bunda sentando pica, muita pica! Estava indo aos céus! Eu estava com as pernas bambas mas aguentei. Foram uns dez minutos de pauladas generosas e enterradas rápidas que levaram o cara ao êxtase! Tirou a pica, punhetou um pouco e soltou leite na minha bunda! Nossa! encheu minha portinha e bunda de sêmen! Aquilo escorreu por pernas e um pouco foi molhando tudo até chegar ao meu pau! Agradeceu e foi se lavar! O negro acompanhava e ria, o moreno elogiou meu cu!

Por fim, o Marcelo, encaralhou meu cu! Virei bonequinha em suas mãos, uma menina! Sua deliciosa pica fazia mais estragos, ia fundo, comia forte! Parecia que estava trepando em mim pela primeira vez! Eu soltava gemidos e "ais". Eu não tinha mais cu, tudo ardia, ele nem aí! Meu anel era fogo puro! Sentando rola no meu cu branquinho, liso e novo, Marcelo, não estava contente! Queria foder mais e mais! Não sei se o intuito era mostrar virilidade aos demais e só faltava fazer brutalmente!

- Ohhhhhhh....ai...ohhhhh!!

Comecei a ter calafrios seguidos e ele fodia forte, sem dó, como se tivesse comendo uma boceta de mulher casada insatisfeita com o marido que dava para um desconhecido! Fui surrado forte e soltava "ais" e abria a boca! Travou e soltou muita porra! Nossa! Ele mostrou seu poder de macho, leitando meu rabo, lá dentro, travados ficamos até ele terminar! Delícia total! Foram uns dez minutos nesta foda incrível com ele! Tirou e meu cu virou um córrego de porra descendo, alimentando meus instintos sexuais mais selvagens! Gozei espirrado enquanto ele soltava leite! Sorriu, fez um carinho nas minhas costas, olhei para ele! Estava feliz!

- Vem tomar um banho comigo!

Os outros dois já estavam na cozinha, bebendo, comentando da orgia, contando de mulheres que haviam comido! Só ouvia histórias absurdas e não acreditei no papo deles. O real, o promíscuo, tinha acontecido na casa do Marcelo. Tomamos banho e confesso...não tinha mais rabo! Vesti e fui para a cozinha tomar uma cerveja. Merecia! Eu não conseguia sentar, piscava, latejava, ardia, queimava! Meu cu estava totalmente sensível! Eles sabiam que tinham dado um bom trato no rapaz novo e cheio de descobertas!

Eram quase dez da noite e resolvi ir para casa. Tomei um ótimo banho e fui deitar. Fiquei tocando meu cuzinho, sentindo o estrago feito! Não podia reclamar! Eu concordei! Depois desta experiência, perdi o medo de cacete no rabo! Sabia que muitos machos iriam comer e leitar com vontade! No meu íntimo, eu havia gostado da loucura! Fiquei uma semana sem meter. Meu cu demorou para voltar ao normal. Só na Segunda que senti a dor sumir. Quem não viu meu rabo durante a semana foi o Marcelo. Só mamei levando leite na boca! No Domingo seguinte teria mais! Fica para outro conto!            

Comentarios

Show... Um tesão só...

Por:hsegredo em 08/04/2021 05:35
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