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O pedreiro 1

Por: JucaMaluquinho - Categoria: Gays
Vivi Fernandez

Passei na casa do pedreiro conhecido do meu pai. Mandei chamá-lo, a esposa veio atender. Falei que meu pai precisava conversar com ele e fomos até em casa. Boa gente, ele era bem conhecido e muito recomendado. O serviço seria longo e precisava de gente disponível com horário disponível e como ele estava sem serviço, meu pai chamou. Olhou o serviço, viu o que precisava, combinaram preço, compra de material, fizeram metragem, meu pai foi atrás do que precisava e ele começou a trabalhar.

Marcelo era um pedreiro na casa dos quarenta anos, moreno, alto, bem musculoso e careca. Usava um boné para disfarçar. Eu sou branco, tinha dezoito anos, cabelos pretos, olhos castanhos, estatura mediana e uma bunda provocante. Iniciou o serviço e após uns dois dias já estávamos conversando bem. Meu pai que deixava para olhar o serviço dele porque trabalhava fora e minha mãe também, então, ficávamos sós. Aos poucos pegamos uma boa afinidade e ele começou a tomar algumas liberdades comigo.

Quando chegou para começar a trabalhar num dia desses, entrou, cumprimentou passando a ponta do dedo na palma da minha mão, sorriu e jogou uma piscada. Eu sorri e entendi aquele código. Era uma identificação gay. Como não dei muita importância, ele começou a mostrar também a que veio. Ao sair do banho, após terminar o serviço, pedia a toalha e ficava se exibindo. Eu não queria dar margem para loucuras dentro de casa, então, fazia cara que não estava gostando.

Dia após dia fomos nos entendendo em algumas coisas, soube que ele gostava de comer cu, adorava cara da minha idade, novo e já adulto. Eu já tinha visto a rola dele e era uma boa pica negra. Flácida, chamava a atenção. Ele começou a investir com papo e aos poucos fui me preparando para que pudesse acontecer. Fui me soltando porque também estava ficando excitado com aquilo e não demorou muito para eu pagar uma boquete no banheiro! Eu estava muito excitado e ele soube chegar no momento certo!

- Chupa!

Dei um sorriso, segurei em sua pica, alisei, dei uma masturbada e comecei a punhetar. Sentei no vaso e curvei para chupar! Passei a língua em volta, no saco e subi! Engoli bastante e iniciei chupadas gostosas! Eu adoro pau negro! Comecei um vai e vem na cabeça do pau e ele segurou a minha cabeça enfiando fundo! Surrou um pouco e quase vomitei! Tirou e voltou tudo babado e meus olhos começaram a lacrimejar! Repetiu e aí o pau voltou mais melado! Lmabuzou minha boca, minha mão também, estava submisso e gostando!

- Chupa mais, viadinho!

Segurei a rola e engoli até onde deu. Olhava para ele e estava sério. Procurei concentrar minhas chupadas na cabeça do pau, passava a língua, engolia de novo! Delícia de cacete! Meu cu piscava muito e não queria sair mais dali. Fodeu minhas bochechas, deu o pau na minha cara, melou mais, passava entre o nariz e o lábio superior. Cacete bonito e cabeçudo, poderia arriscar uns dezesseis centímetros de pica.

- Fica de pé, putinha e vira!

Encostei as mãos na parede do banheiro e minha perna começou a tremer! Tocou na minha bunda esquerda, apertou, abriu, viu meu rabo e passou saliva!

- Já deu o cu?

- Já...

Respondi com uma voz medrosa e desconfiada. Começou a tocar o dedo no meu anel e senti um calafrio! Na sequência, senti o dedo passar! Nossa! Rapidamente socou com velocidade e fui rebolando e ele trazendo para baixo até eu rebolar! Loucura aquilo! Tirou e mandou eu abrir a bunda com as minhas mãos! Senti o pau preto passear pela minha bunda e penetrar!

- Aiiiii! Aiiiii...

Segurou minha cintura e veio trazendo! A pressão daquele pau grosso lá dentro não é mole! Deu uma zonzeira, meu corpo começou a esquentar e meu rosto corou! Iniciou um vai e vem para eu adaptar! Sentia a cabeça do pau atravessar tudo, tocar e voltar! Eu só precisava entrar no clima e aproveitar! Comecei a ofegar e gemer baixo! Não queria que alguém ouvisse!

Encostei a mão na parede e ele fodeu tanto que eu tentei ficar na ponta dos pés! Ele trouxe e penetrou por completo iniciando uma nova saraivada de pica! Como metia bem o Marcelo! Fui me soltando e logo eu que escorregava em sua pica! Tirou, deu uma pintadas na porta do cu e mandou ver de novo! Ele estava precisando de sexo, muito sexo e eu estava dando o que ele precisava! Um cu para amenizar suas vontades!

- Putinha tá gostando de levar no rabinho?

- Tô!

- Que bom! Vai ser todo dia agora!

Curvou sobre minhas costas, fechou os braços e meteu forte! Eu gemia feito mulher! Estava sendo surrado e gostando! A pica fazia bons estragos e meu anel fervia! Mandou eu parar de gemer alto e tampou minha boca! Surrou bastante e tirou!

- Não grita, senão vai dar problema para nós! Abre essa bunda, vai!

Senti meu cu bem aberto e abri minha bunda. Cruzou a mão esquerda na minha barriga, outra na boca e surrou forte! Nossa! Loucura total! Eu ia aos céus com aquilo! Surrou tanto e soltou o esperma dentro de mim! O pau saiu e pingou na minha bunda e anel!

- Viu putinha! Você fez eu gozar! Agora limpa o pau com a boca!

Sentei no vaso e limpei. O esperma ficou no cacete e passei a língua. Um gosto salgadinho foi o que senti. Senti calafrios durante a sua gozada! Meu cu não parava de sair leite! Tomou um banho rápido e foi se trocar! Eu fiquei limpando aquilo e passando a mão no cu. Estava aberto, latejava, doía e queimava! Não pude nem sentar depois. Foi difícil. Ele estava pronto e fui abrir a porta.

- Amanhã a gente conversa! Tchau!

Fechei a porta e fui para meu quarto esperar meus pais chegarem. Meu cu estava destruído. Se fosse ter todo dia eu estaria arregaçado. Ainda piscava bastante quando deitei um pouco na cama. Dia seguinte ele chegou cedo mas fica para outro conto!      

Comentarios

Show... Um tesão...

Por:hsegredo em 07/04/2021 06:03
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