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Minha primeira vez

Por: PauloFetiche25 - Categoria: Heterosexual
Kid Bengala Libid gel

Bom dia para quem está lendo de dia, boa tarde para quem está lendo a tarde e boa noite para as corujinhas da madrugada!
Esse é meu primeiro conto, vou me apresentar um pouco antes de começar para contextualizar vocês. Minha ideia é postar alguns contos nos próximos dias, escrevendo de formas diferentes, para testar a melhor forma para compartilhar esses relatos.   Não deixem de comentar o que acharam e como posso melhorar! ;)

Meu nome é Paulo, atualmente tenho 25 anos e moro em Belo Horizonte – MG. Não sou alto, tenho 1,70m e sou de porte médio. Sou uma pessoa muito atlética e ativa (apesar de ser um pouco tímido) e o copinho de cerveja tem sempre seu lugar em minha mesa. Acho que o principal sobre mim é que uma das minhas maiores paixões é o sexo. Sou muito liberal e estou sempre buscando uma oportunidade de explorar ainda mais minha sexualidade. A maioria dos meus contos são histórias reais, apenas com mudanças nos nomes e com uma licença poética ou outra no máximo.
Em meu primeiro conto, vou narrar minha primeira experiência sexual, acho que faz sentido para que vocês me conheçam um pouco mais. Na época tinha ainda 18 anos e estava no terceiro ano do ensino médio. Sempre fui muito tímido, apesar de ser espertinho. Também sempre tive várias amigas mulheres, nunca tive muita paciência para amizades masculinas, os papos superficiais e comentários infantis nunca me chamaram atenção, no geral, com meus amigos homens me limito a jogar jogos e praticar esportes. Por outro lado, sempre desejei muitas dessas minhas amigas mulheres, porém na época da escola tudo não passava de pensamentos e situações criadas na minha cabeça.
Meu primeiro beijo saiu quando tinha 13 anos e não passei disso até os 16, quando comecei a namorar. Isabel (como irei chama-la) era uma garota que estudava na escola em meu ano, porém em outra turma. Tínhamos vários amigos em comum, e gostos semelhantes, ambos éramos um pouco “nerds” e tímidos, mas com o tempo fomos nos aproximando e começando a conversar muito no antigo MSN. Diariamente chegava em casa da escola e ficávamos horas papeando sobre todos os assuntos possíveis. Foram várias semanas de flerte online, mas presencialmente ainda ficava aquela tensão inerente às pessoas tímidas, que só quem é entende bem.
Criamos uma monitoria voluntária para ajudar os colegas com dificuldades nas matérias, Física e Química principalmente, que eram ótimos momentos para ficar sozinhos em uma sala (já que as pessoas só participavam mesmo na véspera das provas) e eventualmente aproveitamos uma dessas oportunidades para nos beijarmos e decidimos após algumas semanas juntos, começar a namorar.
Sempre fui muito ligado a assuntos relacionados ao sexo, com muitas curiosidades e vontades. E desde o início deixei isso muito claro com Isabel, que apesar de tímida correspondia bem meus desejos e investidas. Ambos éramos virgens, mas bastante curiosos, e com o passar das semanas fomos pegando coragem e descobrindo cada vez mais nossos corpos. Rotineiramente ficávamos sozinhos na parte da tarde das sextas feiras e usávamos essa oportunidade para descobrir os prazeres do corpo. Cada semana um pouco mais ousados, com uma passada de mão, ou de línguas cada vez em lugares mais prazerosos. Na semana que chegamos mais longe e fizemos nosso primeiro 69, tivemos o primeiro gozo em conjunto e decidimos que queríamos tentar a penetração. Marcamos para a semana seguinte, quando teríamos algumas horas juntos sem ser interrompidos.
Os dias pareciam que passavam como em câmera lenta, a ansiedade estava a flor da pele e em cada beijo era possível sentir a tensão. Lembro-me como se fosse ontem, na véspera raspei os (poucos) pelos que tinha no saco e barriga, e me aliviei sozinhos umas 3 vezes só imaginando o dia seguinte.
Na fatídica sexta, saímos da escola a tarde e fomos almoçar em minha casa. A porta ficava fechada e tínhamos liberdade o bastante para fazer o que quiséssemos por três ou quatro horas, antes que meus pais chegassem do trabalho. Isabel, um pouco receosa, disse que pensou muito durante a semana e que por ainda ir à ginecologista com sua mãe, não queria “perder sua virgindade”, mas que queria muito descobrir como eram as sensações da penetração e que, se fossemos com cuidado, poderíamos tentar o sexo anal. Como era muito novo e inexperiente, achei ótimo, mas não entendi a magnitude do presente que estava recebendo.
Como de costume, colocamos um filme para passar e mascarar possíveis barulhos (para que a moça que trabalhava lá em casa não tivesse motivos para abrir a porta) e deitamos na cama para trocar carícias. Começamos então a nos beijar lentamente, nunca tirávamos a roupa de uma vez, íamos de pouco em pouco, aproveitando cada momento. Beijei seu pescoço e fui descendo, misturando mordiscos e lambidas, até seus belíssimos peitos. Não eram muito grandes, mas cabiam perfeitamente em minhas mãos. Após alguns minutos me deliciando, desci um pouco mais até sua barriga. Ela suspirou muito alto – estava claro como ambos estávamos ansiosos por aquela transa – e me pediu para esperar um pouco.
Pela primeira vez Isabel tomou a iniciativa se levantou, tirou seu uniforme da escola e ficou apenas de calcinha e sutiã. Era um conjuntinho lindo de rendinha que havia escolhido para a ocasião especial, elogiei muito sua escolha, e tirei minha roupa também. Deitamos novamente e voltamos a nos beijar. Enquanto sugava sua língua enfiava minha mão por dentro de sua calcinha e comecei a dedilhar aos poucos seu grelinho, ela por sua vez, já tinha abaixado a minha cueca e começado a me punhetar. Estava todo melado, e ela completamente molhada, quando comecei a enfiar um dedinho porém, ela me pediu para parar e disse que realmente não queria, mas que estava disposta a tentar por trás.
Não me fiz de rogado e logo a pedi para virar e deitar empinando bem a bunda, em minhas várias pesquisas durante a semana descobri que colocar um travesseiro em baixo de sua barriga era uma boa ideia para melhorar o conforto e foi o que fizemos. Me posicionei por trás e fiz uma rápida massagem em suas pernas e bundas, para aliviar um pouco a tensão. Em seguida, lentamente comecei a penetrar seu pequeno reguinho que já piscava ansioso pela minha pica. Gastamos uns 10 minutos nesse processo, até que ela acostumasse com a dor e quando terminou de entrar completamente, ela soltou um gemido tão genuíno que acho que jamais vou me esquecer desse momento.
Comecei uma penetração lenta e a beijar seu pescoço enquanto ela se acostumava com a dor e rapidamente sentia apenas o prazer. Aumentamos a velocidade e ela segurava minha cabeça com suas mãos, forçando minha boca contra seu pescoço. Sentia seu cuzinho apertando meu pau e disse que não ia demorar muito mais tempo. Após poucos minutos de muito prazer, disse que iria gozar e ela pressionou ainda mais sua bunda contra meu corpo. Não aguentei e gozei muito, poucas vezes me lembro de ter chegado a êxtases tão grandes. Ficamos colados por alguns minutos, então retirei meu pau de dentro dela, bastante sujo e com aquele cheiro característico de sexo no ar. Lembro que ficamos vários minutos apenas nos beijando e aproveitando o momento, nosso amor juvenil era muito sincero e aquela experiência havia sido incrível para os dois.
Em seguida ela foi ao banheiro se limpar e quando voltou me entregou sua calcinha, disse que ficaria de recordação comigo para que nunca esquecêssemos como foi bom nossa primeira vez. Depois desse dia começamos a transar muito, descobrimos uma nova paixão. Fizemos sexo em casa, no cinema, na escola, em todos os lugares possíveis que dois jovens tinham oportunidade.
Todas essas vezes sempre com a penetração anal apenas. Infelizmente terminamos alguns meses depois antes que pudéssemos transar “da maneira convencional”, fato que gerou algumas discussões posteriores, já que eu sempre considerei que perdi minha virgindade com ela, mas ela não considerava que perdeu comigo. Independente da nomenclatura, minha primeira vez foi incrível e abriu caminho para muitas outras aventuras.
Ah, e como faz já alguns anos que isso tudo aconteceu não tenho imagens da época, mas guardo até hoje a calcinha de recordação...

                                

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Ficha do conto
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Por: PauloFetiche25
Codigo do conto: 19027
Votos: 1
Categoria: Heterosexual
Publicado em: 27/12/2020

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