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MACHO ALFA, FUDEDOR PROFISSIONAL, E MEU PUTINHA FAVORITO (2)

Por: DayerCarioca - Categoria: Gays

Coloquei anúncio em sites de acompanhamento, blog e entro nas salas de bate papo para me colocar a disposição as femeas, sejam mulheres ou viados, para contratarem meus serviços sexuais bem específicos, como ser unicamente ativo. Não seguro pau, não beijo homem e muito menos chupo, mas as preliminares deixam os viadinhos doidos para entrar em pica imediatamente.
Alguns viados tentam me enquadrar no gênero homossexual por que fodo com homem. Na verdade são bichonas frustadas, que participam de debates contra preconceitos que não existem. A definição do dicionário para homossexual é correta, porém o idioma e as palavras são vivas, evoluem e mudam de significado ao sabor dos tempos , embora o significante continue o mesmo. Nem todos os homossexuais, gays, bichas, viados seja o com que verbete a sinonímia os contemple, se atualizam. Talvez nem saibam que 'seus' representantes decidiram que existe 12 gêneros, a maioria para definir a preferência do homossexual. É muito gênero para um viado só. Nem um classifica ALFA como homossexual. Alfa gosta de viado só para fuder seu cu e receber boquete. Quem ama e casa com viado é outro viado. E pode ser bissexual, ativo-passivo, por aí, esses ai que também mamam e dão o cu para outro do seu time e até para um alfa. Macho alfa é hétero que ama (sentimento) e gosta sexualmente de mulher, mas não dispensa o cu nem o boquete de um viado. E assunto encerrado. Porra!

UM CUZINHO VALE MAIS DO QUE MIL PUNHETAS.

Antes de conhecer Mayron, mesmo nos amassos, sarros, fodas em pé com as minas que estão na minha fita, acabava sempre batendo punheta por que não estava nunca satisfeito. Fuder era meu vício. Elas nem sempre estavam à disposição. De certa forma, Mayron fez eu descobrir que a demanda de viado carente e tão grande, principalmente para um negro cacetudo como eu ficar punhetando. Mayron levantou-se foi para a cama. Mergulhou a cabeça e o peito no colchão ficando como o bumbum para o alto com o cuzinho piscando e chamando meu caralho...que estava estourando de tanto latejar e querendo encontrar o paraíso...Tinha que montar naquela cadela e enterrar até os bagos. Mas sabia que teria que pressionar com força porque sua cucetinha era apertada... como de uma virgem. Mayron falou da facilidade de seu cu se contrair como um diafragma de máquina de fotografar depois que bater a foto. Fechadinho... mas com a vantagem de que superada a barreira da entrada, os músculos do seu reto iam massageando o caralho da gente e o sugando para suas profundesas... o putinha gemia com a dor prazer que meu bastão provocava e pedia para socar até o fim... O putinha se sentia preenchido, eu tinha a certeza de que meu salame tinha prenchido seu túnel. Mayron gemia e sussurava palavras as vezes desconexas, outras bem claras...pedindo para enfiar mais... Eu retirava o corpo do membro, deixando o caralhno preso ao seu cu apenas pela borda da glande e socava com força. A vadia parecia que ia as nuvens e voltava pedindo mais... Era muito prazeiroso enterrar o caralho naquele cu e empurrar ate´o talo. Fazendo gemer e dar gritinhos abafados de prazer... Depois de uns vinte minutos de entra e sai, comigo montado em sua bunda empinada, meu caralho deu sinal de que iria abrir as comportas e inundar aquele cuzinho macio, quente e apertadinho... Mayron percebeu e pediu para beber tudo de mim ...Dei duas bombadas e retirei rapidamente o caralho do seu cu. O putinha virou-se prontamente e recebeu minha mamadeira na boquinha para beber o leite do amor que meu pau tem por seu cu e sua gulosa. A sessão de foda estava apenas começando... tínhamos a madrugada toda para fazer cu e caralho se darem um ao outro. Mayron gozou como uma vadia, uma puta, eu gozei como um rei. As sete da manhã, cansados de fuder, mas não saciados, descansamos... Mayron encaixou o bumbum no meu caralho e dormimos... A diária corria até meio dia quando nos preparamos para sair. Mayron me deu umas notas para pagar o motel e almoço no Amarelinho, na Cinelândia. E disse que o troco era meu... Mais do que nunca tive certeza de que um cuzinho vale mais do que mil punhetas... e conclui que macho que realmente gosta de fazer uma cucetinha feliz não sabe o que é cri$$e.

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Por: DayerCarioca
Codigo do conto: 18243
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Categoria: Gays
Publicado em: 20/05/2020

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