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Diário de um homem casado - A Nora Carente 1

Por: Homem45 - Categoria: Incesto

Este relato é o primeiro de uma série que vou fazer contando todas as putarias e cafajestagens que fiz até esse momento da minha vida. A ordem não será respeitada, contarei coisas mais recentes depois antigas sem uma sequencia cronológica. Mas vamos começar.
Estou em meu segundo casamento, tenho filhos do primeiro casamento e minha atual esposa também, um dos filhos dela namorava uma menina que vamos chamar de Paula. Paula foi uma menina criada por pais rígidos e que apesar de um histórico de drogas, bebida e putaria quando eram mais novos, haviam se convertido e na frente das pessoas eram perfeitos aos olhares dos fieis. Devido a isso Paulinha tinha que fazer algumas coisas escondida, entre essas namorar meu enteado que frequentava a mesma igreja e estudava na mesma escola que ela. Ele não morava conosco, pois quando casamos fomos morar em uma cidade vizinha, logo que se formaram tentaram assumir o namoro, mais os pais dela não aceitavam e começaram muitas brigas por conta disso, até que em uma dessas surgiu a famosa frase, "ela só sai daqui casada", dito e feito, meu enteado resolveu que iam se casar, tinham 18 anos, nada na cabeça, mas muito tesão reprimido, ela continuava virgem até onde eu soube. Com o tal casamento, eles sem ter aonde morar e tudo mais, foram para minha casa, minha mulher e eu havíamos casado a poucos anos e tínhamos uma vida sexual muito intensa, que conhecerão em outra oportunidade. Na noite em que se casaram no civil, foram para um motel matar o tesão reprimido e apesar de acharmos que passariam a noite lá, chegaram antes da meia noite, estranhamos mas oque diríamos. Os dias foram passando meu enteado não demonstrava mais interesse nela, como se o casamento tivesse desligado um botão, ela por outro lado estava pegando fogo, queria saber coisas para fazer com ele, queria experimentar tudo que pudesse, vivia fazendo perguntas para minha mulher, transávamos quase todas as noites e saímos bastante e Paulinha percebia. Meu enteado estuda a noite, então ela ficava em casa conosco, eu chegava do trabalho primeiro, minha esposa cerca de uma hora depois e Paulinha não trabalhava até então. Eu tomava banho e ia para a sala de shorts e as vezes sem camisa, Paula tomava banho depois e costumava sair do banho enrolada em uma toalha que cobria os seios e o comprimento era pouco abaixo da polpinha da bunda. Confesso que ficava de olho nela, saia de cabelos molhados segurando a toalha com a mão entre os seios, ela tinha peitos grandes, uma bundinha redondinha, mas era um pouco fofinha. Nao sei se ela percebeu que eu olhava para ela, mas comecei ter a impressão que o limite da toalha começou a subir e depois que ela se trocava, vinha com um pijaminha, shortinho e camisetinha, sem soutien e sem calcinha, pois não via marca nenhuma. Começamos engatar algumas conversas enquanto minha mulher não chegava, ela queria saber tudo oque os homens gostavam e falavamos muita besteira, inclusive depois que minha mulher já estava em casa. Os dias foram passando e tudo que ela tentava para atrair a atenção dele não funcionava, ao contrario, se ela se depilava todinha, ele chamava ela de vagabunda, se tentasse algo mais ousado, a mesma coisa. Ela queria sexo bem feito e ficava só na vontade, comecei a perceber que ela fica ouvindo minha transa com a sogra dela e que seus olhares começaram a ficar diferentes, nas nossas conversas sozinhos, ela se soltava mais e eu tinha a sensação que ela me provocava, fui entrando na dela e comecei a colocar a mão nas pernas dela, falar de como ela saia do banho, os dias foram passando e as conversas mais quentes, as provocações mais explicitas, até que um dia ela saiu do banho com aquela toalha enrolada na altura da buceta eu sentado no sofá praticamente vi aquela bucetinha, ja tinha alguns dias que eu ficava na sala de shorts sem cuecas, esperando que ela fosse pegar nele em algum momento, naquele dia não resisti.
-Nossa Paula, assim você mata o sogro.
Ela riu e se olhou
-Por que?
- Você sabe bem porque.
Ela caminhou e parou perto de mim, me olhou e riu de novo.
- Só sai do banho, enroladinha na toalha, olha, igual um vestidinho.
- Verdade, mas assim você me faz imaginar oque tem por baixo desse "vestidinho".
Falei e coloquei as mãos nas coxas dela, meu coração acelerou e fiquei gelado, mas não resisti.
Ela deu um passo a frente e me olhou bem nos olhos.
- Assim quem não aguenta sou eu sogrinho, sabe que estou subindo pelas paredes né.
- E como sei, mas não precisa subir pelas paredes.
Puxei ela mais perto de mim, ela veio e puxei mais ate´que ela se sentasse no meu colo abrindo as pernas e mostrando aquela bucetinha rosadinha e depiladinha.Meu pau estava estourando e quando ela sentou sentiu ele todinho, agarrei seus cabelos e puxei na minha direção, nos beijamos deliciosamente. Ela rebolava e se mexia sentindo meu pau e eu com uma mão nos cabelos e a outra na bunda, apertava e sentia aquele corpo novinho encima de mim. ficamos nos roçando e beijando assim por um tempo, então ela se levantou merolhou com uma cara de puta, puxei a toalha e deixei ela peladinha. Ela se agachou na minha frente, veio com as mãos pelas minhas coxas e foi enfiando dentro do meu shorts até agarrar meu pau.
- Nossa sogro, que duro.. to sentindo ele pulsando na minha mão.
- Sente ele pulsar dentro da sua boca safada.
Ela arrancou meu shorts e abocanhou meu pau de uma vez, sedenta, engolia tudo até engasgar e tirava da boca, babava um pouco e engolia o maximo que conseguia. Sua boca estava em chamas, quente e molhada, ela sugava, punhetava, babava.
- Nossa paula, puta que pariu, que fome é essa?
- Fome de um pau, fome de homem.
E continuou, mamando, lambendo, engolindo.
- karalho Paula, assim vou encher sua boca safada..
Ela erguia os olhos sem tirar o pau da boca e eu via um leve sorrisinho no canto da boca.
- É isso que quer né.. então chupa vagabunda, chupa tudo.
Ela acelerou um pouco, babou mais um pouco engoliu, lambeu e fodeu meu pau com aquela boca com uma fome que poucas vezes vi.
- Assim Paula, porra, ahhhh isso engole tudo... vai sua puta. vou gozar na sua boca.. assim... ahhhhhhhhh
Gozei, esporrei em um jato dentro da boca dela, vi a porra escorrer da boca dela pelo meu pau e ela continua mamando e passando a língua, engoliu um pouco e deixo um pouco escorrer. Peguei a toalha e limpei a porra sobre mim, me levantei e joguei ela sentada sobre o sofa, coloquei seus pés sobre o sofã deixando ela sentada, mas bem abertinha pra mim, abocanhei um de seus peitos, lambi os mamilos, suguei, agarrei e fui descendo, quando cheguei entre suas pernas, puxei um pouco mais na minha direção, meti a lingua no cuzinho dela e fui lambendo tudo até o grelo, ela gemeu e se contorceu.
- Porra sogro
Comecei a lamber cada pedacinho daquela buceta, os labios, metia a lingua dentro, brincava no clitoris e voltava para o cuzinho, que eu sentia piscar na minha boca. Ela gemia e ficava ofegante, metia a lingua e lambia toda a baba que ela produzia, a buceta estava encharcada, me lambuzando o rosto.
- Ai.. sogrinho, aiiii.. isso ..aiiiiiiiiiii, não para, não para.. ahhhhhhhh AHHHHHHHHHHHHHHH
Ela se contorceu e comeceu a ter uns espasmos travou as pernas no meu rosto e gozou na minha boca.
- Nossa, porra, oque foi isso... maravilhoso.
Beijei a boca dela bem gostoso.
-Sente seu gosto paulinha... hummmm
- HUmmmmmm
Ficamos um pouco parados curtindo, então ouvi o portão, ela se levantou correndo e foi pro quarto e eu para o banheiro, liguei o chuveiro rapido e tomei outro banho.

Comentarios

Nossa amigo essa sua nora és um tesão, mande umas fotos dela no meu e-mail, por favor... GRC***

Por:GRC em 18/02/2020 12:29
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Ficha do conto
foto avatar usuario Homem45
Por: Homem45
Codigo do conto: 17909
Votos: 3
Categoria: Incesto
Publicado em: 11/02/2020

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