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A Pizzaria - Fase 3 - Capítulo 12

Por: Carlao1968 - Categoria: Swing

A PIZZARIA – FASE 3 - CAPÍTULO 12

Atenção:

Atendendo aos pedidos, esse é o décimo segundo capítulo da Fase 3, da série “A PIZZARIA”. Antes de prosseguir com a leitura, leia, neste mesmo site, a fase 1 da série original (A PIZZARIA), do mesmo autor.

A “Fase 3 ” apresenta o total de 20 capítulos mais longos e será postado, semanalmente, nesse site, um ou dois, até o final.

Caso alguém se interesse em receber os 20 capítulos de uma vez, os mesmos serão enviados em arquivo único PDF, com 245 páginas, aproximadamente, através de e-mail, mediante o pagamento de R$10, 00 (dez reais) em depósito bancário no Banco do Brasil, Bradesco ou CEF (Lotéricas) sem a necessidade de identificação do depositante e/ou do envio do comprovante do depósito. Basta fazer o pedido através do e-mail do autor.


O valor é justo e é uma forma de ajudar a manter a continuação da série.

Obrigado.

A PIZZARIA – FASE 3

CAPÍTULO 12


Após ligar o som, ao invés de colocar um dos CDs para tocar, Ticiane sintonizou rádio FM onde se ouviam músicas do agrado dos jovens. Em seguida sentou-se à mesa juntando-se a nós. Nesse ínterim, Alessandra serviu mais caipirinha a ela e à amiga. Felizmente a anfitriã não repetira a sua dose, pois dava sinais de que começara a se embebedar. Então ela me pediu que eu fosse à churrasqueira e trouxesse alguns pedaços de carne que aparentavam estar assados e prontos para o consumo, para que deles nos servíssemos.

Ao perceber que o meu pau estava duro dentro da sunga, e demonstrando sinais alcoólicos alterados, sem cerimônia alguma Ticiane apontou o dedo para mim e comentou:

—Olhem como o Edu está!

Nessa hora todos riram inclusive a loira. Totalmente desconsertado só consegui dizer:

—Tem mais gente na mesma situação que eu Ticiane.

Daí todas olharam para o Magno que permanecia sentado. Cabisbaixo, ele apenas sorriu, sem nada nos dizer.

Então, eu continuei a jogar a bola para frente e dei continuidade ao jogo:

—Porque vocês duas não ficam igual à Alessandra, Ticiane?

Bêbada, Ticiane respondeu-me:

—Eu fico até pelada se você quiser Edu.

Sem sequer dar tempo de alguém comentar algo, Ticiane colocou suas mãos para trás e soltou o top do seu biquíni, fazendo saltar à vista de todos os seios firmes de adolescente, com bicos rosados. Nessa hora, inesperadamente, talvez para fugir da situação que parecia tomar novos rumos, Leila nos deixou apressada e pulou na piscina.

Enquanto isso, a Alessandra e o Magno mordiam os lábios e ficaram em silencio observando os seios nus da menina. Daí eu lhe cobrei:

—Você não iria ficar pelada, Tici?

—Então é isso que você quer né, Edu?

Sem esperar pela minha resposta ela repetiu o gesto da Leila, pulando na piscina. Em seguida ela mergulhou, e quando voltou à superfície já estava com a calcinha na mão arremessando-a em nossa direção.

Então ela nos disse:

—Pronto! Satisfeitos?

E perguntou-nos:

—Quem vai ser o próximo?

Agora totalmente nua dentro da água, Ticiane aproximou-se da amiga que estava em pé e lhe olhava ressabiada. Quando a agarrou por trás, tímida, Leila tentou dela se livrar, e saiu andando apressada em direção à escada para deixar o local. E nessa hora Ticiane a segurou por trás através do laço do top do biquíni, afim de impedi-la de sair.

Porém, quando ouvimos a Leila dando um gritinho de socorro, percebemos que a Ticiane arrebentara-lhe as amarras do porta seios, jogando-as para fora da água, enquanto a loira, inutilmente, tentava tapar com as mãos os enormes peitos desnudos.

Entretanto, quando a Ticiane dela se aproximou novamente, agora com a intenção de arrancar-lhe a parte de baixo do fio dental, assustada, ela gritou:

—Socorro! Me ajudem! Essa mulher tá louca!

Nessa hora o Magno levantou-se da cadeira e apressadamente seguiu em direção à piscina. Sem pestanejar, Alessandra acompanhou o marido e ambos caíram praticamente juntos na água. Sem entender direito o que acontecia pulei atrás deles.

Foi aí que me dei conta do que se passava: mal acabara de cair na água, sem pestanejar, e com a agilidade de um felino,   Magno agarrou a loira por trás, surpreendendo-a e a deixando sem entender o que se passava. Inutilmente a moça dele   tentava se desvencilhar, debatendo os braços.

Enquanto isso, bem ali ao seu lado, a Alessandra fizera o mesmo com a Ticiane, agarrando-a e a beijando em pé. A diferença é que, ao contrário da amiga, Ticiane de pronto correspondeu ao beijo da dona da casa.

Fiquei doido de tesão ao ver os quatro nesse imbróglio, e quando me dei conta de que estaria fora dessa festinha surpresa, me aproximei por trás da Alessandra, e mergulhei de olhos abertos puxando lhe a calcinha do biquíni até os pés. Com dois movimentos ela se livrou da peça, e agora ambas estavam nuas e abraçadas num ardente beijo. Com os olhos encobertos pela água, subi à superfície e agarrei a Alessandra pelas costas.

Quando a Leila me viu abraçado ao traseiro da Alessandra, e jogando a sua calcinha para o lado de fora, ela finalmente entendera aonde acabara de entrar, e percebera o real motivo de o marido da gostosa estar lhe agarrando. Então, ela se deu conta de que, além de estar seminua, já participava de uma festa de adultos.

Passados uns instantes, confirmei que a loira já teria plena consciência de que a ficha “havia caído”, pois, quando eu olhei para o lado onde ela e o Magno estavam tomei um susto: embora ainda sem beijá-la, ele já agarrava a gostosa de frente, que por sua vez, não esboçava mais qualquer reação.

Meu tesão foi a mil quando eu percebi que o Magno estava totalmente nu, e com o enorme cacete de vinte e quatro centímetros no meio das coxas da loira. Então, rapidamente eu me livrei da sunga e tornei a agarrar a Alessandra por trás, agora esfregando lhe o pau duro na bunda, enquanto ela permanecia atracada à Ticiane, naquele beijo interminável.

Em seguida, eu peguei uma das mãos da menina que estava nas costas da Alessandra e a levei até a buceta da minha amada para que ela lhe tocasse o grelo, que certamente estaria duro de tesão. Quando a Ticiane percebeu o que se passava, ainda teve forças para me pedir:

—Deixe os dois aí, e vamos nós três lá no quarto, Edu!

Mesmo eu já sabendo de antemão que Ticiane de fato queria mesmo era se entregar à Alessandra, não me importei com isso. Na verdade, eu até apressei a minha amada:

—Vamos lá no quarto que será tranquilo pra vocês duas, Alessandra.

E referindo-me à loira e ao seu marido, eu lhe falei:

—Vamos deixar os dois aí.

—Eles que se entendam.

Em seguida Ticiane rumou em direção à escada da piscina e eu e a Alessandra lhe seguimos. E quando eu olhei para o Magno e a Leila eles se beijavam de pé, com os braços da loira entrelaçados no pescoço do amigo. Alessandra passou perto deles sem esboçar qualquer reação e tampouco nada disse. Ela entendera que a loira seria apenas mais uma a adentrar nesse nosso mundo mágico, se é que ainda não fizera algo semelhante na sua cidade.

O quarto era o mesmo onde eu e Alessandra tivéramos inesquecíveis encontros. Porém desde quando o Leleco aqui esteve com a Giovana, ao invés das duas camas de solteiros, agora havia a enorme cama de casal. Aliás, em todos os cômodos da residência, com exceção da suíte da Dona Cida só havia cama de casal, inclusive o sofá cama na sala.

Mal entramos e as duas já se atracaram de pé trocando mil beijos para, em seguida, deitaram-se sobre o colchão de casal.

Deixei ambas se amando no colchão, e me lembrei das frestas da janela que davam total visão para a piscina. Em seguida fui até lá para espiar escondido a loira gostosa receber os amassos do Magno. E a cena que presenciei fora extraordinária: primeiro vi num dos cantos próximo à churrasqueira que a parte de baixo do fio dental amarelo, até então usado pela loira, ali estava jogada e rasgada.

E dentro da piscina Leila estava curvada, com a bunda empinada,   apoiando as mãos no corrimão da escada. Por trás dela Magno lhe socava a enorme tora de vinte e quatro centímetros na buceta, fazendo balançar as suas enormes tetas, devido ao seu rebolado.

Enquanto isso, na cama ao lado, e pouco se importando com a minha presença, as duas estavam com as pernas cruzadas entre si, roçando as bucetas, fazendo uma tesoura.

Ticiane gritava para a Alessandra dizendo-lhe:

—Isso filha da puta.....biscate.......me come safada......aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Alessandra respondia:

— Vem piranha me da esta buceta vou foder ela bem gostoso

— Fodeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

—Tô fodendo sua buceta piranha.

— Sinta meu grelo nesta buceta, putinha sem dono.

— Goza piranha gostosa

Ticiane pedia mais:

—Fode esta buceta piranha chifruda!

Alessandra também pedia:

—Solta melzinho desta buceta solta...

—Solta piranha quero lamber esta buceta!

— Tô soltando...

— Põe a boca nela vadia!

Doida de tesão, Alessandra correspondia:

—Ponho sim: minha boca nessa buceta

— Goza na minha boca, goza!

— Vai piranha, goza!

Ticiane a provocava:

—Isso safada......depois que você chupar uma buceta de verdade nunca mais vai esquecer da minha, sua chifruda!

Em seguida, Ticiane dela se desvencilhou e deitou-se de costas com os joelhos flexionados, e arreganhando a bucetinha rosada lhe chamou:

— Enfia a língua dentro vagabunda!

Após ajoelhar-se no colchão de frente a ela, Alessandra lhe respondeu:

— Enfio piranha sinta a minha língua ai dentro desta buceta gostosa!

Nessa hora eu cheguei por trás da Alessandra, e passei saliva na cabeça do pau. Quando a cabeça dura encostou-se à porta do seu cuzinho ela se esquivou pedindo-me:

— Passe   creme nele Edu, senão eu não vou deixar!

Então, eu a deixei momentaneamente, e fui até a sacola pegar o lubrificante. Untei bastante o pau com o KY, e novamente me posicionei atrás da gostosa. Ao perceber o toque na porta do cu, Alessandra deu suave rebolado facilitando a penetração e a cabeça deslizou com facilidade. Fui forçando devagar, e quando percebi o meu saco tocar na buceta, dei conta que já havia entrado tudo.

Com o pau enterrado no cu, Alessandra rebolava freneticamente, enquanto sugava o sexo da menina. Ao nos ver assim, Ticiane me falou:

— Fode a bunda desta piranha....... fode bem gostoso, Edu!


—Empurra Edu ......pra entrar tudo no cu dessa safada.


Então Alessandra me pediu:

— Pega nos meus peitos enquanto você fode o meu cu, safado!


Então, eu lhe segurei nos dois seios e quando tirei a mão de um deles para lhe acariciar o grelão, ela berrou alto, e daí eu percebi que estaria gozando:


—FILHOS DA PUTAAAAAAAAAA


—FODE MAIS O MEU CU SAFADOOOOOOOOOOOOO


—QUE DELICIA DE BUCETA VOCÊ TEM VADIAAAAAAAAAAAA.


—AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


—AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


Em seguida, ouvi a Ticiane gritando e percebi que a menina também estaria gozando na boca da Alessandra:


—ME CHUPA MAIS PIRANHA......


—AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


—AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


Sendo-me impossível resistir por mais tempo, enchi o cuzinho da minha amada de porra:


—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Após tudo isso, permanecemos em silêncio. E quando eu tirei o pau da bunda da Alessandra, exaustas, as duas se abraçaram de frente. E a mim só restou descansar ao lado delas.

Continua no próximo capítulo...

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Ficha do conto

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Por: Carlao1968
Codigo do conto: 17357
Votos: 0
Categoria: Swing
Publicado em: 06/11/2019

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