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Personal Trainer

Por: TPNNLL - Categoria: Cornos-Cuckold

Eram 04:00 da madrugada quando escutei uma moto parando na frente do nosso prédio. Estiquei o olho e pela janela da sala pude ver minha esposa descendo da garupa e tirando o capacete. Em seguida ela abraçou o motoristas se despedindo com um demorado beijo de língua enquanto ele passava a mão na bunda dela.

Eu estava aguardando ela chegar. Tenso e ansioso passei a noite imaginando minha esposa trepando com outro homem enquanto eu me masturbava sozinho em casa. Naquela noite eu liberei - sem muita escolha - minha esposa para outro homem. Devo dizer que ela é muito bonita, 35 anos, bem branquinha, cabelo castanho bem claro e comprido, olhos verdes e lábios bem carnudos, 1,58 m, toda lisinha e magrinha, com direito a barriga tanquinho de academia.

A gente frequentava a mesma academia (eu de manhã e ela de noite). Ela sempre foi muito discreta, nunca deu bola para nenhum homem, mas tudo mudou depois que concordei em abrir o nosso casamento. Ela passou a ser sociável e aceitar as investidas de alunos e professores. E foi o professor Marcelo quem primeiro aproveitou essa liberdade. Ele é um rapaz jovem, recém formado em educação física, ele deve ter uns 25 anos, branco, cabelo raspado, por volta de 1,90m e com o corpo todo definido.

Naquela noite uma turma de alunos e professores da academia iria se reunir em um barzinho para comemorar o aniversário de um deles. Enquanto minha esposa se arrumava para sair (ela colocou uma calça jeans bem apertada, uma blusa com decote nas costas e uma jaqueta de couro, além de uma calcinha de renda fio dental vermelha), ela foi me contado sobre o Marcelo, que ele ficava o tempo todo atrás dela na academia, que os outros alunos reclamavam que ele mais parecia um personal trainer exclusivo, já deixando bem clara as intenções dela para aquela noite…

A primeira coisa que reparei quando minha esposa voltou foi o seu cabelo molhado. Perguntei se a noite foi boa. Ela apenas disse que sim. Em seguida eu afirmei “você chegou tarde” e prossegui “o bar ficou aberto até essa hora?”. E ela logo entregou o jogo: “saí do bar à meia noite e depois eu fui para casa do Marcelo”. Daí em diante não precisei perguntar mais nada que ela foi me contando cada detalhe da sua noite de sexo.

No barzinho Marcelo se sentou ao lado dela, bem juntinho com a justificativa de protegê-la do frio. As pernas se encostavam embaixo da mesa, ele abraçava ela e ela colocava a mão na perna do macho. As três caipirinhas de saquê ajudaram bastante a soltar a minha esposa, que se esfregava no Marcelo sem nenhuma cerimônia mesmo na frente das outras pessoas.

Quando chegou meia noite ela disse que queria ir para casa, o Marcelo prontamente ofereceu carona em sua moto e ela aceitou. Eles foram embora abraçados como um casal e assim que saíram da vista do bar, o Marcelo agarrou ela e começaram a se beijar encostados no portão de uma casa. Marcelo ainda perguntou se minha esposa queria mesmo ir para casa, mas ela respondeu que não (pensando em um motel, mas ele convidou para irem ao seu apartamento).

Marcelo morava em um prédio antigo, bastante simples sem portaria ou elevador. Quando eles entraram no apartamento minha esposa descobriu que o Marcelo dividia a moradia com mais dois amigos, que assistiam televisão na sala. Eles foram apresentados à distância e logo o Marcelo levou minha esposa para o seu quarto, que na verdade era o quartinho de empregada, todo ocupado por uma cama de solteiro e um armário.

Eles entraram no quarto aos beijos e tirando a roupa um do outro, deixando ela sem blusa e com os seios de fora. Ele encostou minha esposa no armário enquanto se abaixava para chupar os seios dela, ao mesmo tempo ele enfiava a mão por dentro da calça e acariciava a bucetinha que já estava toda molhada e ela retribuía segurando o pau dele por dentro da cueca.

Assim que ela liberou o pau do macho para fora da cueca, ele se sentou na beirada da cama e minha esposa se ajoelhou para chupá-lo. Ela adora mamar uma rola e sempre capricha, lambe tudinho, engole e até esfrega a rola na cara.

Ansioso para comer ela, Marcelo colocou ela de quatro, com as mãos apoiadas na cama e as pernas esticadas no chão. Ele puxou a calça jeans dela até a metade das coxas e ficou descontrolado quando viu aquela bundinha redondinha e lisinha só com a calcinha fio dental vermelha. Foi o tempo de colocar a camisinha, puxar a calcinha de lado e numa única estocada penetrar toda a sua rola na bucetinha rosinha da minha esposa.

Ele comia com força, segurando a calcinha dela e batendo na bunda fazendo ela gemer alto de prazer. Ele estocava com tanta força que minha esposa acabou deitando de bruços sobre a cama e ele por cima dela.

Ele tirou apenas a calça dela, pois fez questão que ela continuasse de calcinha e salto alto. Se deitou na cama e ela subiu para cavalgar nele e tocar o corpo todo definido do seu macho. E ele pegava na bunda, acariciava o cuzinho dela e lambia os seios e pescoço dela. A cama velha fazia um barulho terrível que se misturava aos gemidos da minha esposa e era escutado em toda a casa. Sem tirar o pau de dentro, eles se viraram e agora era o Marcelo que estava por cima da minha esposa enquanto se beijavam com namorados.

Minha esposa pediu para o Marcelo sentar na beirada da cama e ela sentar de costas no pau dele. Enquanto ela rebolava na rola do seu macho, ele esfregou o grelinho dela até ela gozar deliciosamente. Ela ainda estava extasiada quando ele colocou ela de pé, com as mãos apoiadas no armário, e seguiu comendo ela por trás até gozar na camisinha.

Os dois estavam inteiros suados e deitaram nus na cama aonde ficaram abraçados, trocando carícias e beijos. Descansados, minha esposa pediu para tomar uma ducha antes de ir embora. Os dois entraram no banheirinho que tinha dentro do quarto e que também era minúsculo, com uma pia de louça, uma privada e um chuveiro elétrico sem um box.

Com a desculpa de ajudar minha esposa, o macho começou a esfregar o sabonete no corpo dela. Primeiro nas costas, depois cintura, seios, pernas, bunda… Logo ele estava esfregando os dedos nos buraquinhos da minha esposa, que retribuía ensaboado o pau duro dele.

Marcelo colocou minha esposa de quatro em cima da privada, vestiu uma camisinha e comeu ela no banheiro. Ele comeu ela no chuveiro por longos minutos e quando o macho anunciou o gozo, dessa vez minha esposa se ajoelhou para tomar o leitinho dele. E antes de ir embora, minha esposa deixou a calcinha de troféu para o seu macho

Nas semanas seguintes eu acabei largando a academia. Tinha a impressão que todos olhavam para mim como se soubessem que o professor comeu a minha esposa. Mas a gota d'água foi o próprio Marcelo vir conversar comigo, ainda que sem ninguém por perto, para elogiar minha esposa, dizer que ela era deliciosa e que gostaria de ter outra noite com ela. Depois desse dia eu nunca mais voltei.

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Por: TPNNLL
Codigo do conto: 17119
Votos: 1
Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 06/09/2019

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