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Independência ou Tedio

Por: Plebeu - Categoria: Exibicionismo

Meu nome é Rafael 1,74 MT corpo normal e uma rola 20 cm grossa e meio curvalinea,fui casado com a Luciana por uns 5 anos,devido ao trabalho dela nos separamos numa boa,ela trabalha numa empresa de cosméticos que atende a todo o Brasil, sempre estava viajando e eu em casa segurando as pontas e as punhetas, depois de idas e vindas no relacionamento decidimos tomar outros rumos,moro numa grande cidade do interior de São Paulo,eu trabalho como técnico de informática e fasso um curso de gastronomia a noite,por não termos tido filhos,a partilha dos bens ficou mais democrática,a família dela me adora,sua mãe,sua irmã e o restante da família.
Consegui alugar uma edícula com garagem da dona aparecida,em outro conto mais adiante relato como comi ela tmb,ela é casada com o Henrique que é dono de uma loja de bicicletas, mais esse conto vou relatar como comi a Cleide, uma senhora de uns 40 anos,deve ter 1,55 bunduda, branquinha e casada com o Osvaldo, eletricista e irmão de minha ex esposa,eles tmb não tem filhos.
Pois bem,era uma quarta feira,indo para o curso e no outro dia ia ser feriado,dona Cristina minha ex sogra me liga e me convida para comer uma sopa na casa dela e claro colocar o papo em dia,a lu como sempre estava viajando,falo que vou sim, naquele dia estava chuvoso,decido não ir ao curso,chego lá por volta das 20 horas e encontro dona Cristina, uma senhora baixinha tmb, bunduda,e de cor morena, aliais todos da família de minha ex são morenos e eu de cor branca.Encontro na residência dona Cristina,seu esposo João que estava assistindo um jogo na tv a cabo no quarto e a Cleide a que consegui traçar mais adiante,ela até me cumprimentou, mais estava de cara amarrada pois o marido tinha ido jogar uma pelada de futsal e disse que demoraria para pegá-la pois depois do jogo com amigos iriam assistir um jogo do cristiano Ronaldo,o cara é vidrado nele rsrs.
Eu tenho um Fiat way e uma moto, ainda bem que a edícula que aluguei tem garagem,tem um quarto sala, cozinha e banheiro,e uma varanda na frente,perfeita para mim e para as transas que eu teria planejado ali para frente.
Eu tinha todos os móveis principais de casa,a lu não quis ficar com nenhum deles,ficou ótimo pra mim então rsrs.Conversa vai conversa vem com dona Cristina e a Cleide que querendo ou não estava um tesaozinho,usava uma legue vermelha e um tomara que caia azul escuro, sandálias e ela era de cor branca tmb e um cabelo que batia na altura da bunda.
Vira e mexe chove,e ela impaciente para ir pra sua casa, liga no celular do marido e este chama chama e ninguém atende, dona Cristina até sugeri ela chamar um Uber, mais algo em mim dá um click rsrs e me ofereço para deixá-la na sua casa,ela fala que não, que não queria me incomodar, mais eu insisto e meu pau que percebeu as intenções dá sinal de vida rsrs.
Já era por volta das 21:30 ela decidi sim em ir comigo,se levanta da cadeia e quando passa por mim,passa relando no meu corpo,nossa um perfume bem atrante ela usava,e sua bundinha dava pra vê que engolia o fio dental,me despedi de dona Cristina, entramos no carro e a chuva cai feito cachoeira,com ventos e tudo,ela sorrindo e meio com medo coloca a mão dela na minha perna quase perto do meu pau, que de tão duro quase salta para fora rsrs,eu estava com um calção verde claro e camiseta branca e tênis.
Entre sua casa e a da sogra ficavam uns 15 km a minha onde eu estava morando na metade,só que sentido leste,ela no decorrer do trajeto meio que disse que me adimirava, que admirava meu casamento com a lu,e não entendia por que nos deixamos, falei que já havia um certo tempo nosso relacionamento esfriará principalmente na cama,nisso eu dirigindo com a mão esquerda,com minha direita apalpando meu pau duro e como ela estava muito próxima do meu corpo lógico que ela percebeu minha intenção,e surpreendentemente ela estava indo na minha,relatou tmb que seu marido já não era como antes e já fazia uns meses que estava na seca, quando ela me fala isso tomo como iniciativa por ela ter se abrido comigo,coloco sua mão para apalpar meu cassete e ela vai no embalo,nossa minha mente vai a mil com tamanhas possibilidades de comer ela e outras mulheres na minha nova casa,só eu e minhas imaginações.
Ela não perde tempo,mete a mão por dentro da minha cueca e segura,aperta e me punheta devagarinho,saboreando a pica dura,nem pergunto a ela,se quer ir conhecer minha nova casa,vou direto para lá.
Ao adentrarmos casa adentro e já com as roupas intimas a mostra,saboreo seu fio dental vermelho,beijo sua xota, sinto o cheiro dela e abocanho com tanto tesão, que parece que já fazia uma eternidade que eu não comia uma buceta,ela é das que gemem alto,lhe enfio dois dedos no seu cu e ela goza sem parar...

Continua.

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Ficha do conto

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Por: Plebeu
Codigo do conto: 17007
Votos: 0
Categoria: Exibicionismo
Publicado em: 06/07/2019

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