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MARI MEU PRIMEIRO AMOR.

Por: melzinha - Categoria: Lesbicas

Moramos num condomínio tendo Vera (nome fictícios como todos deste relato) como vizinha que socorreu mamãe em muitas vezes tomando conta de mim quando dobrava os plantões e não tinha com quem me deixar e assim, até hoje tenho sua filha Mariane como melhor amiga e cunhada em nossa adolescência por namorar meu irmão na época eu com quatorze anos, ela quinze e meu irmão dezoito, porem quando meu irmão foi para a marinha ela terminou o namoro por ser muito galinha e sem vergonha. O pai de Mari tinha muito carinho com ela a ponto de desconfiar de algo, assim como muitos da vizinhança porem Mari nunca deu bandeira nem falou nada mesmo sendo grandes amigas; Ao contrario meu que não parava em casa tendo que viajar o mundo a trabalho enquanto mamãe se desdobrava cuidando de nós, da casa e em muitas noites dobrando plantão. Nas férias de junho Mari viajou com o pai para o rio deixando Vera sozinha, eu ouriçada porque prometeu me contar os detalhes da viajem e constantemente molhada chegando a sonhar que era eu no lugar de Mari com seu pai bonitão, charmoso e sensual cuidando de mim fazendo me acordar melada de desejos. Numa noite ouvi gemidos e risinhos no quarto de meus pais e não sei o que me deu, acho que curiosidade mesmo porque estava sozinha e chegando de mansinho pela porta entre aberta fiquei estarrecida ao ver meu irmão e Vera transando com meu irmão metendo a pica enorme nela que mesmo revirando os olhos deixando expressão de quem sofria muito em sua face, pedia mais me deixando angustiada sem eu mesma saber porque corri para meu quarto e depois de chorar muito com a xoxota parecendo inchar dormi chegando a perder a hora dia seguinte. Numa manha tomando café em família meu irmão quis saber por que estava arredia com ele e assim que mamãe saiu contei o que vi com ele rindo afirmando ser a coisa mais natural do mundo pedindo que não ficasse com raiva dele porque quando tivesse minha primeira vez ia entender o que estava me falando. Mesmo não concordando virei garota de recado deles não tendo mais tempo para ficar a vontade com Mari que mesmo vendo seus olhos brilhares me contando como fora a viajem, em nenhum momento falou do pai o que me deixou bastante decepcionada.Meu irmão ava a quase dois meses sem aparecer em casa com mamãe rindo ao falar que estava atrás de algum rabo de saia por lá enquanto Vera parecia subir pelas paredes mesmo depois de passar horas com o maridão trancada no quarto fazendo eu e Mari ri ouvindo seus gemidos de choro. Para desespero de Vera meu irmão chegou naquele final de semana me pegando de canto me convenceu a dormir em seu quarto porque precisava do meu para se encontrar com Vera porque o dele era ao lado do quarto de nossa mãe e pelo jeito o quarto ia tremer e não queria correr risco. Naquela mesma noite, do quarto de Mari rimos quando sua mãe saiu escondida entrando pela janela em meu quarto com Mari me deixando surpresa ao afirmar que sabia do caso deles deixando escapar que meu irmão já pegou ela também.
Me sentindo a maior boba do pedaço acabei dormindo quando Mari saiu pela janela indo para o telhado dar uns tapinhas e me entregando ao sono sonhei que o pai dela estava me pegando e no momento que ele me agarrou me deitando na relva fria rasgou minha calcinha e meteu a boca em minha xoxota me dando um prazer único, intenso e indescritível me fazendo urinar de prazer e assim acordei assustada sem nada entender pegando o pai de Mari com a cabeça entre minhas pernas tossindo parecendo estar afogado com a cara molhada sem nada dizer quando Mari entrando pela janela brigou com ele ameaçando contar tudo para sua mãe vindo me socorrer me acalmando dizendo que seu pai era muito bobo e que não ligasse para ele. Vendo o pavor estampado em minha cara tentando entender o que estava acontecendo Mari me abraçou sentindo meu corpo tremulo e olhando para minha xoxota melada alisou ela quando ia falar algo olhando para ela de olhos arregalados lascou um beijo em minha boca deixando me com vontade de fugir dela, gemer e querer mais tudo ao mesmo tempo e me vendo tentar fugir intensificou a pegada do beijo me deixando molinha só largando nossas bocas para falar entre os dentes que meu cabaçinho seria de meu irmão porque ia mandar ele me comer enquanto seus dedos massageavam meus lábios vaginais me dando um prazer estridente que se intensificou me fazendo quase perder os sentidos quando esfregou a ponta do dedo médio em meu grelo tendo que abafar meus gemidos com sua boca falando abafado que gozasse para ela me chamando de cachorra, vadia e putinha até desabar com ela vindo para cima de mim quase rasgando minha camiseta para lamber me os seios deixando me arrepiada de prazer me dando outro orgasmo agora mais calmo porém intenso e ainda tremula não consegui segurar um gritinho com ela jogando a camiseta em minha cara que mordi para abafar meus gemidos sentindo sua boca em minha xoxota com sua língua serpenteando em meus lábios vaginais e quando sugava meu grelo estremecia em orgasmos avassaladores perdendo as contas de quanto tivera e ainda arfando ela me beijou dividindo meu gosto em nossas bocas enquanto se ajeitava entre minhas pernas segurando uma no ar dando vez ou outra beijos e mordidinhas nelas me fez desfalecer de prazer esfregando nossas xoxotas me deixando maluquinha e zonza de tanto gozar tanto é que teve que pedir calma para mim que mesmo sem forças ansiava por mais e me beijando de jeito apaixonantes me pediu em namoro o que aceitei prontamente com ela jurando me dar muito prazer me alertando que prestasse atenção no que fez em mim porque na próxima faria o mesmo nela e nos beijando dormimos agarradinhas e meladas com nosso prazer.
Faz três meses que estamos namorando e cada dia mais apaixonadas com ela me preparando para transar com meu irmão porque assim, segundo ela serei uma mulher de verdade e para surpresa minha sua mãe aceitou de boa com seus pais me chamando de nora foda vai ser contar para minha mãe que com certeza surtará quando souber que sua única filha é lésbica.
Ah! Quando consegui dar para meu irmão junto com minha namorada prometo escrever contando.

                                

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Por: melzinha
Codigo do conto: 15848
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Categoria: Lesbicas
Publicado em: 12/04/2019

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