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Carnaval no Resort - Parte 1

Por: TPNNLL - Categoria: Cornos-Cuckold

Ver a esposa nos braços de outro homem foi para mim um turbilhão de sentimentos, uma mistura de culpa e vergonha permeada por muito tesão. Eu fui abatido por esse turbilhão, quando assisti minha esposa dando para outro homem em um motel. Nunca falamos sobre aquela transa, e nem voltamos a falar sobre ela sair com outros homens. No entanto, aquilo esquentou a nossa relação e passamos a transar várias vezes por semana. Foi nesse clima de amor e sexo que resolvemos passar o carnaval num resort com uma praia exclusiva no litoral sul do Rio de Janeiro.

Chegamos no hotel no início da noite e logo fomos jantar. Durante a refeição fomos surpreendidos por Daniel, um GO do resort, que pediu para sentar-se à nossa mesa, uma prática comum nessa rede de hotéis. Daniel era um rapaz de uns 30 anos, negro, bem alto, acho que mais de 1,90m, com o corpo magro e atlético, cabeça raspada com gilete, um grande sorriso no rosto e, evidente, muito gentil e educado. Durante o jantar ele contou sobre o hotel e as atividades que estavam planejadas paras os dias de carnaval. No final, Daniel nos deu boas vindas e nos convidou para ir ao bar mais tarde, onde ocorreria o primeiro baile de carnaval.

Aceitamos o convite e por volta das 22:00 horas fomos para o bar principal do resort. Minha esposa - já disse outras vezes - é uma mulher muito linda. Ela tem 35 anos, é bem branquinha, 1,58 m, toda lisinha e magrinha, com direito a barriga tanquinho de academia. O cabelo é castanho bem claro e comprido, os olhos verdes e os lábios bem carnudos. Naquela noite ela usava um sapato de salto, o shortes jeans curtinho e uma camiseta curta que deixava um pouco da sua barriga perfeita de fora.

O local estava animado, tocando essas músicas da moda no carnaval. Ficamos junto ao balcão, eu tomando cerveja e minha esposa um suco. Quando Daniel nos viu ele foi nos receber e nos convidou: “vamos dançar?” Eu recusei: “Obrigado, Daniel, mas a gente não costuma dançar...” Mas antes que pudesse terminar a frase, minha esposa me cortou: “Eu quero dançar” e olhando para o Daniel disse “vamos”. O GO ainda me olhou um pouco constrangido, sem entender muita coisa, mas se viu obrigado a seguir minha esposa até a pista de dança.

De longe e bebendo minha cerveja vi eles dançando algumas músicas juntos, mas sempre com Daniel sendo bastante respeitoso. Depois de um tempo vi que eles foram interrompidos por outro GO, que depois soube chamar-se Guilherme, um rapaz aparentando um pouco mais velho que o Daniel, com mais ou menos 1,75m, branco, cabelos castanhos e olhos verdes, e um corpo bastante forte. Daniel apresentou minha esposa ao Guilherme que comprimentou ela com três beijinhos Eles conversaram um pouco e agora era Guilherme quem dançava com minha esposa. Daniel se afastou e minha esposa seguiu dançando com Guilherme que parecia cantá-la. Ele falava ao pé do ouvido dela e ela reagia com sorrisos, a dança não parava e ele passava a mão na cintura da minha esposa e parecia puxar ela contra o seu corpo para sarrar nela.

Minha esposa dançou o quanto aguentou. Voltou a dançar com o primeiro GO e também com alguns hóspedes com quem tinha se enturmado na pista de dança, além de passar a maior parte do tempo com Guilherme ao seu lado. Depois de dançarem por um bom tempo, minha esposa veio me encontrar no balcão do bar, toda suada e bastante cansada, pediu para irmos para o quarto deitar. Exaustos dormimos sem transar. Ela também não comentou nada sobre os rapazes, mas eu já percebia sua intenção.

Descansados aproveitamos bastante o sábado de carnaval. Praia, mar, piscina, tênis, academia e deliciosas refeições. Conhecemos outros hóspedes e desfrutamos de tudo que o resort oferece. E toda vez que cruzamos com o Daniel ou com o Guilherme eles paravam para conversar e dar uma especial atenção para minha esposa, com muitos sorrisos e abraços.

Minha esposa estava bastante ansiosa para as atividades noturnas e colocou um vestido azul de alças, que ia até o começo das coxas. Antes de sairmos do quarto, percebi que ela, incomodada com a marca da calcinha resolveu ir para o baile sem nada por baixo do vestido.

Na segunda noite o baile foi no bar junto da piscina. Minha esposa que não está acostumada a beber, dessa vez se empolgou e tomou algumas taças de espumante e até uma dose de tequila, mais do que o suficiente para se soltar. Eu também aceitei dançar um pouco, mas logo fiquei cansado e preferi tomar umas cervejas no bar e conversar com algumas pessoas que conheci durante o dia. Enquanto isso vi minha esposa ficar livre para dançar com outros homens. Como na noite anterior ela dançou com o Daniel e alguns hóspedes. Mas Guilherme era o par preferido. Daniel agarrava minha esposa sem qualquer cerimônia. Passava a mão no corpo dela e até acariciava a bunda dela. Ele também aproveitava para esfregar o seu corpo no dela e encochar a bundinha dela enquanto dançavam.

Minha esposa me confessou que ele chegou a perguntar se eu não tinha ciúmes, mas ela tranquilizou o pretendente explicando que a gente tem um relacionamento aberto e que eu até gostava de assistir ela dando para outros homens.

Já era de madrugada quando minha esposa me procurou no bar junto com o Guilherme. Ela reclamou que estava com uma bolha no pé de tanto dançar e avisou que iria até o quarto com o Guilherme para fazer um curativo e colocar sandálias. Eles foram caminhando de mãos dadas pelo hotel até chegarem ao nosso quarto. Assim que a porta se fechou eles começaram a se beijar e passar a mão um no corpo do outro. Agarrados eles foram caminhando até a beirada da cama, onde o macho colocou ela deitada. Ele primeiro beijou as pernas e as coxas da minha esposa, que foi abrindo as pernas, subindo o vestido e revelando sua bucetinha sem nenhum pelo e toda molhadinha. Guilherme não exitou em cair de boca nela, ele lambeu ela todinha, inclusive o cuzinho, enquanto acariciava com as mãos os seios da minha esposa.

Já com os seios de fora, minha esposa se ajoelhou na beirada da cama, tirou o pau do comedor para fora da calça e começou a chupá-lo, lambendo a cabeça e toda extensão do membro, sem para de punhetá-lo. Aos beijos ele tirou o vestido da minha esposa e se deitou com ela na cama. A minha esposa, deitada entre as pernas do macho, continuou a chupar toda a rola do Guilherme olhando nos olhos dele.

Depois de encapar o pau do macho com camisinha que ele levava, ela foi subindo pelo corpo do macho até sentar em sua rola, que ela mesma guiou com a mão até a sua bucetinha. Ela cavalgou deliciosamente em sua rola, enquanto o comedor aproveitava para acariciar sua bundinha e chupar seus seios..

Antes de trocar de posição minha esposa voltou a chupar a rola do Guilherme com ele ainda deitado na cama. E foi com o pau dele em sua boca, que ela olhou para ele e pediu para ser enrabada. O macho colocou outra camisinha e deitou de conchinha atrás dela, e enquanto se beijavam ele empurrou a sua rola para dentro do cú da minha esposa, que recebeu sem muita resistência. Enquanto Guilherme comia o cú da minha esposa, ele aproveitava para enfiar os dedos na bucetinha dela e masturbar o grelinho até fazer ela gozar com a sua rola estava enterrada no rabinho dela.

O orgasmo não fez minha esposa parar. Ela imediatamente voltou a chupar a rola do Guilherme, antes de voltar a cavalgar em seu pau, mas dessa vez sentando com o cú no seu pau. Enquanto montava no seu macho, eles se beijavam loucamente, até que ela pediu para dar a bunda de quatro para ele.

A minha esposa ficou de quatro na beirada da cama, e Guilherme veio por trás direto no rabinho dela. Ele comeu com vontade o cú dela, segurando na bundinha branca dela. Quando o comedor anunciou o gozo, minha esposa se ajoelhou na frente dele e apenas abriu a boca para que o macho, punhetando, gozasse na boquinha dela. Ainda em êxtase pelo orgasmo, Guilherme deitou ela na cama e voltou a chupar o seu grelinho, presenteando minha esposa com um segundo orgasmo.

Com receio de que eu voltasse para o quarto, Guilherme logo se trocou e voltou para o baile de carnaval, deixando minha esposa no quarto. Eu, assim que vi o GO retornando sozinho, fui para o meu quarto. O cheiro de sexo ainda estava no ar e minha esposa já dormia na cama. Sem opção acabei me deitando também, mas demorei a dormir com o tesão de saber que minha esposa tinha sido a putinha de outro homem… continua.

Comentarios

AUUUUUUUUUUU QUE DELICIA DE CUMPLICIDADE !!!!! JUSCE.VITOR

Por:realisocasal em 14/03/2019 02:23
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Ficha do conto

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Por: TPNNLL
Codigo do conto: 15790
Votos: 1
Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 12/03/2019

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