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como sair do armario?

Por: rodrigozn - Categoria: Gays

Pois é fico até constrangido de revelar pra alguem a minha tendencia, não

sei o que é realmente. Mas pela primeira vez na minha vida vou botar pra

fora o que sinto.

Tudo começou quando era menino, naquela sacanagem toda da infancia, tinha

muitas informações contraditorias, ou seja, uns chegavam e falavam que tinha

que bater punheta, outros falavam que tinha que fazer o troca troca e assim

por diante, pois bem, aprendi a me masturbar de uma forma esquisita que

era balançando o pingolinho, ele ficava duro pra caramba e quando gozei

na primeira vez, foi uma dorzinha inesquecivel e prazerosa, saia com um

amiguinho e contei pra ele que havia gozado e ele me falou que ele nunca

tinha gozado e que lhe haviam aconselhado a se masturbar enfiando um dedo

no cuzinho. Achei meio estranho mas não tinha maldade na epoca e pensei

em fazer o teste, então todas as vezes que me masturbava enfiava a ponta

do dedo no cu. Aquilo era delicioso cada vez mais, fiquei totalmente viciado

na coisa, porem não comentava com ninguem, certa vez fui com um coleguinha

numa fabrica que estava desativada, pulamos o muro, tiramos a roupa e ficamos

nos masturbando, cada um num canto, eu já estava acostumado com dedo no

cuzinho, mas tive vergonha, porem daquele jeito não conseguia gozar, faltava

alguma coisa, então sentei no chão abri bem as minhas pernas e deixei sentir

a brisa no meu cu, e o colega ficou me olhando e falou "que cuzão" foi ele

fazer essa observação e gozei como nunca, não entendia aquilo. Com o passar

dos anos, fiquei imaginado será que sou bicha? Mas eu adoro mulher, porque

então sinto a necessidade sempre de enfiar o dedo lá? O desejo foi aumentando

e aos poucos o dedo já não era suficiente, fui testando outros objetos,

tais como um cabo de um rodo infantil, depois um rodo de dona de casa, cenouras,

bananas, cheguei até ir ao supermercado comprei uma daquelas liguiças enormes

e enfiei no cu e vi estrelas, porque tinha sei lá o que óleo ou não sei.

Comprava camisinha então e envolvia linguiça, pepino, cenoura, até que um

dia fui todo constrangido a um sex shop e comprei um penis de borracha,

dei pra ele durante muito tempo. O desejo era enorme de dar o cu pra um

pau de verdade, más a vergonha era muita, Certa vez vinha voltando da faculdade

e então fui atravessar a via ferrea, que na epoca não tinha aquelas passarelas,

foi quando avistei um cara, bem vestido, de pau duro pra fora da calça,

meio que se escondendo, se masturbando, aquilo me estremeceu todo, dei uma

disfarçada e fui mijar torcendo pra que ele viesse até mim, e ele veio e

perguntou se eu deixava ele me chupar, disse a ele, não tem perigo? ele

falou vamos mais adiante, então fomos nos encodemos bem ele agachou-se e

começou a fazer uma chupeta que até hoje mulher alguma chegou aos pés, então

antes de eu gozar ele levantou-se e começou a roçar seu pau enorme dentre

as minhas coxas, pressionando-as num vai-vem enlouquecedor, então ele falou

vira deixa eu por nesse cuzinho, então virei, ele começou a forçar, eu me

masturbando louco pra sentir aquele membro me penetrando, más a culpa foi

tanta que não deixei, o máximo que consegui foi segurando no pau dele, sentindo

em minhas mãos, gozar como nunca. Desde então foi aquela paranoia, saindo

com mulheres, más sempre me imaginando com um homem, sempre torcendo pra

que alguma das mulheres que saia tivesse uma fantasia diferente do tipo

brincar com vibrador, pintos de borracha ou até enfiar o dedo no meu cu,

nunca tive sucesso. Mais tarde já casado fui fazer uma pós graduação e uma

noite voltando pra casa passei num determinado lugar que ficava cheio de

travestis, foi quando o interesse pintou, porque não, não é homem, não vou

me espor e posso realizar minha fantasia, entrei então nas travessas e fui

avistando cada traveco lindo, com corpo de mulher, me deu um tesão que vc

não pode imaginar, cheguei até um que estava totalmente nu, escondendo o

pau entre as coxas, ninguem falava que não era mulher, parei o carro ele

então abrindo as pernas deixou mostrar aquele enorme cacete, fiquei doido,

segurei nas minhas mãos, minha vontade era cair de boca, más me contive,

chamei-o para um programa, e fomos até um drive-in, lá chegando foi uma

loucura, ele começou a me chupar inteiro e enfiou a lingua no meu cuzinho,

foi demais, abocanhei aquele mastro más não consegui ainda dar, fiquei na

chupeta e na punheta. Por diversas vezes fui procura-lo, cheguei até a fazer

programa gratis com ele, que insistia em me comer. Certo dia fomos pra um

hotelzinho e chegando lá ele pediu a recepcionista duas camisinhas, não

deu outra, não aguentei mais, e me entreguei, dei pra valer, comi, chupei,

fui uma verdadeira puta, foi inesquecivel. Arrumei então diversos cursos,

pra fazer era meu alibe, sempre que podia ia ao encontro daquele traveco

que até hoje tenho saudades. As vezes não é sempre procuro um traveco pra

me satisfazer, não sei se conseguiria transar com homens, tenho ainda essa

tara, más um traveco, bem mulher mesmo não dispenso, sempre que surge a

oportunidade lá estou eu.

Bem vc é o primeiro a ouvir a minha história, o que acha? Um detalhe não

dispenso uma bucetinha um cuzinho de mulher, adora as femeas.

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Ficha do conto

foto avatar usuario rodrigozn
Por: rodrigozn
Codigo do conto: 14
Votos: 4
Categoria: Gays
Publicado em: 01/07/2002

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