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Minhas Top 15/2 - Martha

Por: Advogatto23 - Categoria: Heterosexual

Olá meus amigos pintudos e minhas amigas de buceta molhada!
Olha eu aqui de novo para contar as minhas 15 melhores histórias de sexo.
Quero agradecer aqueles que leram, os que votaram e também as pessoas que entraram em contato no email.
Lembrando que a 15a. história será comf alguém que entrar em contato pelo e-mail. Eu posso ir a qualquer lugar do Brasil e posso dar toda segurança.
No ultimo episódio eu contei como foi a minha primeira vez. Pra você que não leu, sugiro que clique aí em cima sobre o meu nome e leia a sequência.
Depois daquele dia, nós nos tornamos amantes. Roseli (a filha dela) estudava na mesma classe que eu pela manhã, mas a tarde ela fazia vários cursos, então tínhamos livres nossas tardes para nos dedicarmos à arte do sexo.
Rose era insaciável. Duas ou três vezes por semana a gente transava, mas gozar duas vezes numa tarde era pouco para aquele vulcão. Ela dizia que ia gastar meu pinto até gastar ele ficar do tamanho de um normal.
Apesar de ser ainda adolescente, não tinha tanto fogo pra dar seis ou sete em cada tarde em três vezes por semana, então a minha "professora" me ensinou a manter a ereção por muito tempo sem gozar mas ela sempre queria que eu gostasse pelo menos três vezes: boca, xaninha e nos seios.
Na boca porque ela gostava de engolir porra e depois me beijar; na xaninha porque, segunda segundo ela, o prazer de sentir meu mastro vibrando dentro dela enquanto ela sentia os jatos era indescritível e nos seios porque eu tinha que devolver-lhes todo o leite que tinha retirado deles quando bebê.
A gente fazia de tudo, experimentamos várias posições mas tinha uma coisa que ela não admitia:anal.
Ela até gostava quando eu esfregava meu cacete em seu rego, rebolava e gemia gostoso, mas nunca permitiu a penetração. Dizia que aquilo era coisa de vadia.
Mas um dia...
Eu já estava com quase dezoito anos e meu pai me convidou para vir ao Brasil para conhecer uma das empresas com a qual ele negociava.
Como a empresa tinha seu escritório na Avenida Paulista, nos hospedamos em um hotel na região e fomos para a empresa.
Fomos recebidos por uma secretária italiana muito linda. Lábios carnudos, cabelos pretos e lisos até o ombro, seios volumosos, quadril largo e um belo par de coxas grossas.
Olhei para aquele monumento e pensei que nem mesmo Michelangelo teria esculpido uma obra tão perfeita! Eu a despi com os olhos e ela deu um sorriso encantador enquanto dizia: meu pai já vai recebê-los.
Ela saiu andando pelo corredor na nossa frente dirigindo-se para a sala de seu pai e nós fomos atrás.
Eu andava hipnotizado por aquele traseiro repetindo na mente a frase que ela tinha dito, só que ao invés de " meu pai vai recebê-los" eu dizia "meu pau vai recebê-la".
Passamos quase uma semana indo todos os dias naquele lugar.
Martha (esse era o seu nome) era casada e tinha 24 anos e estava lá durante aquela semana só para ajudar seu pai durante as nossas negociações.
Perto do final de semana, nossos pais decidiram que eles precisariam ir até o interior para resolver a última pendência mas como eu queria conhecer um pouco mais a cidade não quis ir. Então Martha disse que poderia me mostrar a cidade junto com o marido.
Só que no dia seguinte só ela apareceu no hotel.
Estava linda! Vestia um collant branco decotado que ressaltava ainda mais sua cintura e aqueles seios maravilhosos. Usava um short agarradinho que dava pra ver as marcas da minúscula calcinha que usava.
Perguntei sobre seu marido e ela me disse que ele era piloto de aviação e que ele tinha sido chamado pra substituir um amigo pra uma viagem Internacional e só deveria voltar em alguns dias.
Passamos a manhã passeando pelo Ibirapuera, almoçamos ali perto e quando voltávamos a pé fomos surpreendidos por uma chuva.
Ficamos enxarcados!
E pra minha sorte a blusa dela ficou transparente!
Se eu já tinha ficado de pau duro algumas vezes naquela manhã, naquela hora ele praticamente queria rasgar minha bermuda.
Tentei disfarcar colocando a mão no bolso mas não deu certo. Ela então disse:
- Se eu que sou mulher não estou tentando esconder mias tetas, perque esconder esse catso?
E me deu um selinho.
Eu pirei. Quis beija-la mas ela me disse:
- Calma que eu sou casada. Esse foi só pra te pedir perdão porque vou ter que terminar nosso passeio porque agora vou ter que ir pra casa pra tomar um banho pra não ficar doente.
Só em imaginar aquele corpo ensaboado me fez delirar...
-Toma banho no hotel em que estou.
- Mas minha roupa está molhada, eu não tenho outra aqui.
- A gente compra uma bem bonita pra voce.
Puxei ela pra dentro de uma loja e já fui dizendo pra vendedora:
- Arruma uma calça pra ela e uma camiseta bem bonita.
Virei pra Martha e disse:
- Você já sai daqui com uma roupa seca, toma banho no hotel, depois saímos pra comprar uma roupa bem bonita porque eu vou levar você pra jantar hoje.
- Hum, gostei da pegada! Macho alpha! E eu vou pagar como? Não trouxe meus cartões.
- Eu tenho o meu aqui. Ta certo que é do meu pai mas ele me deu um limite que certamente dá pra pagar tudo.
- Uau! Cheguei a ficar arrepiada agora. Que macho que sabe o que quer.
- E você vai escolher o melhor restaurante de São Paulo.
- Agora fiquei molhadinha!
- Mais?
E caímos na gargalhada.
Saímos de lá com ela vestida com uma calça coladissima, cintura baixa e uma top de parar a Paulista.
Passamos pelo hotel e saímos para um shopping e fomos escolher um vestido.
Tive que ajudar ela a escolher a roupa. Entrei várias vezes no provador para opinar e nisso teve uma hora que entrei e ela ainda não havia abaixado o vestido e eu pude ver aquela bucetinha por dentro de uma calcinha rendada.
Ela se virou e a bunda raspou no meu membro duro. Ela deu uma rebolada nele e disse: Hum tem gente que está querendo outro tipo de jantar, mas eu seu casada ta?
Aquilo era uma tortura mas me contive.
Voltamos para o hotel e decidimos ir a um teatro antes de jantar. Durante a apresentação da peça, deliberadamente comecei a roçar as minhas pernas naquelas coxas e percebi que seus bicos estavam durinhos.
- Assanhadinho. Só porque te chamei de macho alpha ta assanhado. Vai querer dar ordens agora?
Me calei mas ela ficou olhando para o volume das minhas calças.
Depois fomos jantar e durante o jantar ela acabou dizendo que a gente esqueceu de comprar uma calcinha e por isto estava sem nada por baixo.
- Não acredito!
- Acredite.
Me abaixei e olhei por baixo da mesa. Ela abriu as pernas e perguntou:
- Perdeu alguma coisa?
- A fome, ou melhor, me deu outro tipo de fome.
- Para, portuga, já te disse que sou casada!
- Na hora de me provocar, me deixa de pau duro sem lembrar que é casada!
- Gosto de provocar e além do mais você tem 17 anos e eu estou com quase 25, mas eu gostei ver seu mastro armando.
- 23.
- O que tem 23?
- O tamanho do mastro.
- Não acredito!
- Pode acreditar.
Ela fez menção de olhar de baixo da mesa como eu havia feito e eu falei: Aqui não.
A louca esgueirou por debaixo da mesa e colocou meu pinto para fora.
Vendo-lhe o tamanho ela exclamou "Pio belo" e o abocanhou.
Era uma delícia mas era perigo. Saímos de lá direto pro hotel.
Fechamos a porta atrás de mim, ela de costas, eu a puxei para mim e enquanto encoxava aquela bunda, com uma mão levantei seu vestido e enfiei a mão naquela xaninha que estava fervendo e molhadinha.
Com a outra mão tocava seus seios e foi assim, que ela teve seu primeiro orgasmo.
Então ela se virou para mim, me deu um longo beijo na boca e foi descendo devagar desabotoando a minha camisa beijando meio peito minha barriga...
Abriu meu cinto, meu zíper, abaixou minhas calças e caiu de boca!
Ela, num frenesi, tentava colocar ele inteiro na sua boca e, não conseguindo, decidiu lamber as bolas e me masturbar com as mãos.
De repente, ela começou a dar pequenas "chicotadas" com a língua na cabeça do pênis. Aquilo me era totalmente novó e em poucos minutos anunciei meu primeiro gozo.
- O macho alfa já está gemendo, portuga?
- Não. Estou dando ordens. Quero foder com seus peitos e gozar na tua cara.
Obedientemente ela colocou meu pau no meio dos seios e com eles me masturbou até eu gozar e encher o rosto dela com o meu esperma
- Ah, portuga, que catzo maravilhoso, io queria ele dentro de mim mas você já gozou, agora non dá mais pra ser tua putana oggi.
Nem respondi. Joguei ela em cima da cama e comecei a lamber aquele grelinho. Ela começou a gritar, dizendo que o marido era um "puta corno", que ele não sabia foder como eu e que naquela noite ela ia dar todos os buraquinhos.
Assim ela gozou pela segunda vez.
Como o mastro já estava de volta, apontei a cabeça naquela buceta babada e soquei com vontade.
Ela gritou e me abraçou com as pernas e disse:
- porque não te conheci antes?
Comecei a bombar. Ela gritava, se chamavã de vagabunda, de puta,...
Eu achava que os vizinhos estavam ouvindo tudo mas isto não importava.
- Vem putana, sente o caralho do seu macho. Fica de 4 que eu quero que você seja uma cadela no cio.
- Vem portuga, me chama de cadela, mete tudo dentro de mim. Arromba tudo pro corno lá de casa achar tudo arregaçado.
Aquela visão dela de 4 comigo enfiando até bater as bolas naquela xaninha era maravilhosa.
- Bate na minha bunda, desgraçado, dá uns tapas na sua vadia.
Dei dois tapas fortes naquela bunda carnuda.
- Isso gostoso. É assim que eu quero. Me chama de vaca putana.
- Vaca, putana.
Segurei ela pelas ancas e fui socando cada vez mais forte.
Na posição que estávamos, foi fácil eu começar a cutucar aquele cuzinho com o polegar.
- Ai portuga assanhado, vai querer tudo numa noite só?
- Claro. Se você sumir amanhã?
- Ta bom mas deixa eu controlar a entrada porquê eu nunca tive um deste tamanho e se a piriquita está sofrendo, quanto mais o rabo.
Nos desencaixamos. Ela correu até a bolsa tirou um preservativo e um tubo. Veio rasgando a embalagem e com a boca encapou meu pinto. Virou i tubo de gel sobre a camisinha, espalhou, voltou a ficar de 4.
- Agora mete!
Apontei para aquele sonho de cu e tentei enfiar mas havia uma certa resistência.
Martha segurou meu pau e mais uma vez colocou ele na portinha e disse pra meter com força.
Quando a cabeça passou, i grito dela foi tão forte que até hoje eu acho que a portaria ouviu.
- Se ta doendo tanto, eu tiro.
-Se você tirar eu te mato. Mete fundo porque está gostoso.
Foi o que fiz!
Ela começou a massagear sua xaninha enquanto eu a segurava pela cintura e socava cada vez mais rápido e forte.
- come seu portuga do caralho. Mete fundo que eu tou. .. eu vou... eu vou... eu vou... agora. .. isso... isso... isso... vem comigo... vem... vem... vem... ahhhh... Hum... delícia... Que catzoooooooo!
E gozamos juntos.
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Beijocas lambuzadas.

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Ficha do conto

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Por: Advogatto23
Codigo do conto: 13956
Votos: 0
Categoria: Heterosexual
Publicado em: 10/06/2018

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