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Elas não deram, nos pegamos

Por: cuecario - Categoria: Gays
Testo Power

Os movimentos das mãos foram acelerando e de modo a atingir o mesmo ritmo juntei a minha mão com a dele. Ele abriu os dedos e juntou nossos dois pênis. Fiz o mesmo e tínhamos os nossos dois paus juntos seguros pelas nossas mãos e num movimento extremamente acelerado, apertando bem um pau contra o outro, começamos a gemer de prazer e em poucos segundos jatos de porra começaram a voar de nossos paus. Foram diversos jatos saindo dos dois paus, de tal forma que não dava para saber de quem era cada jato. Entre nossos gemidos, os jatos atingiram seu rosto, seu pescoço e alagaram seu abdômen.

Após alguns segundos de silêncio, como de costume quando acabo de me masturbar, levei a mão à boca e lambi a porra que estava nos meus dedos. Luiz fez o mesmo. E me perguntou se aquela porra que provei era minha ou dele. Respondi que era dos dois. Aí ele falou que achava que a que ele comeu era minha, pois tinha um gosto diferente da dele.

Lentamente fui me direcionando para seu rosto e lambi a porra que estava em sua face. Ele esticou a língua na direção da minha, como se quisesse também lamber a porra. Peguei a porra com a ponta da língua e encostei a minha língua suja de porra na dele e começamos uma briga de línguas que acabou num beijo. Desci de suas perna e deitei sobre seu abdômen, permitindo que aquela porra toda também me lambuzasse. Ele me virou deitado na cama e continuou a me beijar ferozmente. Sua língua percorria minha boca, pescoço, nuca, orelha... Eu estava todo arrepiado.

Foi quando eu senti seu pau duro espetando meu saco e descendo em direção a meu ânus. A posição não ajudava, mas ele não disfarçava que queria me comer. Perguntou-me secamente: posso? Eu não sabia o que dizer. Eu não queria, mas não diria não para ele. Foi quando ele me virou de costas e com as nossas próprias porras lambuzou a entrada do meu cu. E começou a forçar a entrada. Relaxei o mais que podia, mordia o lençol para disfarçar a dor e ele bufando em meu ouvido, como um garanhão sedento por prazer. Em pouco tempo ele entrou o suficiente para começar um vai e vem. Cada vez mais para dentro. E eu gemendo abafado com o lençol na boca. Foi quando começou a passar a sensação de dor e começou o prazer.

Ele passou os braços por baixo do meu corpo e com sua mão direita alcançou meu pau, que estava mole devido à dor. Começou a me punhetar no ritmo do seu movimento. Lento e curto, até o ponto em que eu não gemia. Sua sensibilidade para perceber até onde eu sentia prazer me fez ficar de pau duro de novo. Ele acelerou o movimento e senti que ele iria gozar. Voltou a tentar penetrar mais e alternando enfiava ora pouco, ora muito. Até que ele acelerou descontroladamente, doía muito, e eu comecei a me preparar para aquela descarga de prazer e porra em meu cu.

Foi quando ele tirou de dentro de mim, me virou de barriga para cima, subiu em cima de mim, segurou meu pau e começou a sentar nele. Muito lentamente, quase não entrava. Ele gemia e dizia é muito grosso. Mas não desistia. Rebolava um pouco, forçava até não aguentar de dor. Percebi que seu pau amolecera. E comecei a punhetá-lo. Assim que seu pau endureceu, ele forçou muito e senti minha cabeça rompendo suas pregas e adentrando aquele buraco apertadinho. Luiz parou e disse que tava doendo muito, mas que eu iria comê-lo também.

Empurrei ele para a cama. Luiz caiu de frango assado. Segurei suas pernas no alto e ele direcionou meu pau em seu cu. Nessa posição, vi que já tinha quase a metade do meu pau dentro dele. Comecei então um vai vem bem lento, enquanto mexia em seu pau no mesmo ritmo. Logo seu pau estava bem duro de novo. Seus gemidos de dor deram lugar a sussurros de prazer. Deitei sobre seu corpo e cheguei a sua boca, que me beijava enlouquecida. O tesão era insuportável, queria gozar, mas tava entrando muito pouco para me dar prazer. Acelerei e de repente senti que meu pau entrou quase todo, comecei a uivar alto e ele pediu: goza dentro de mim! Mantive o ritmo forte e em poucos segundos me contorcia de prazer sentindo meu pau todo enterrado naquele cuzinho, que a pouco era totalmente virgem, até despejar meu gozo em suas entranhas.

Estava totalmente grogue de prazer quando ele me colocou de frango assado e numa estocada certeira e sem pena enfiou todo o pau no meu cu. Gritei de dor. Dizia que estava doendo e ele dizia para eu ter calma que já tava gozando. Durante alguns minutos naquela posição passei da dor ao prazer e seus olhos revirando me enlouqueciam. Luiz deu um grito surdo e gozou no fundo do meu cu. Mas ele não parava de mexer e grunhir.

Até que ele tirou de dentro de mim, deitou do meu lado me abraçando e dormiu. Acabei adormecendo abraçado a ele. Acordamos com o sol entrando pela janela que ficara aberta. Demos um banho no outro e fomos para a praia aproveitar o lindo dia de sol.

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Ficha do conto
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Por: cuecario
Codigo do conto: 13779
Votos: 0
Categoria: Gays
Publicado em: 10/04/2018

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