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Meu marido me vendeu por um engradado de cerveja

Por: AnnaKarienina - Categoria: Cornos-Cuckold

Já relatei em outro conto como eu detesto a mania de futebol do Carlos, meu marido, por isso fiquei tão perplexa ao ouvir dele o convite dele para irmos juntos assistir uma partida num domingo.

- Você está de sacanagem, não está, Carlos?

- Lógico que não, Anna! Vamos lá, vamos assistir na casa do Juninho.

Desconfiei na hora. Carlos sempre soube que eu acho o Juninho um dos amigos mais gatos que ele tem. Resolvi topar.

O Carlos ficou com mil e umas recomendações, dando conselhos sobre as roupas que eu deveria usar, a maquiagem etc. Por fim fui com uma saia jeans curtíssima, salto alto e uma blusinha bem soltinha, sem sutiã. Fui obrigada a ir de calcinha, e escolher uma bem bonita, porque aquela saia não estava escondendo praticamente nada.

Pegamos o carro e lá fomos nós, não sem antes passarmos no supermercado para comprarmos cervejas e uns comes.

Chegamos na casa do Juninho e quando ele nos viu na porta, gritou efusivamente para o Carlos:

- Eu não acredito que vocês vieram! E eu ainda duvidei de você, heim, Carlos! Puta que o pariu!! Isso é que amigo!

E eu lá, estranhando essa alegria toda. Ele veio, abraçou o Carlos e depois me deu três beijinhos no rosto, dizendo que era um prazer me ter ali. Eu detesto esse tipo de formalidade, mas como o Juninho é um gato, e ainda por cima estava cheiroso por demais, acabei nem ligando. Ele apertou forte o meu ombro. Gostei.

Entramos na casa e havia pouca gente lá. A mulher do Juninho e as filhas não estavam, e, fora Carlos e eu, só estavam outros três colegas para assistir o jogo. Quando chegamos na sala, o Juninho saiu e voltou rapidinho com um engradado de cerveja nos braços, dizendo:

- Oh, vou falar pra vocês aqui! Promessa é dívida! Tá aqui, oh, Carlos! Que todo mundo saiba que eu estou te passando esse engradado de cerveja. É seu! Quem quiser tomar dessa aqui vai ter que pedir pro Carlos!

Meu marido foi logo pegando o engradado e falando:

- Pedir que nada! Vou levar esse engradado pro carro. Quem quiser que tome da Heineken que a gente trouxe! Sai fora!!

E ele realmente pegou aquele engradado e levou pro carro! Era uma cerveja cara, importada. Fiquei imaginando o que diabos o Carlos tinha apostado com aquele cara! Em todo caso, o Carlos havia ganhado a aposta, então não havia com o que se preocupar...

Enquanto ele levava o engradado, Juninho veio até mim com uma garrafinha de Heineken, que me ofereceu. Também me ofereceu dar uma volta pela casa, para que eu a conhecesse, e assim fomos. No caminho ele não tirava os olhos dos meus peitos, e parecia não fazer a menor questão de ser discreto. Também não perdia a oportunidade de se encostar em mim, roçando os braços contra os meus. Notei que o danado estava com uma bermuda sem cuecas, dava pra perceber aquele volume balançando...
O fato dele me olhar daquele jeito me fez aventar a hipótese dele, quem sabe, sentir tesão por mim. Senti um arrepio e um friozinho em mim...

Ao chegarmos na cozinha, ele abriu um armarinho e me mostrou uma garrafa de tequila:

- O Carlos já me contou que você gosta de bebida forte. Quando quiser é só vir aqui pegar.

E ai ele balançou a garrafa na minha frente, como se fazem nos filmes. Resolvi jogar um charminho pra ele, sorri e joguei os cabelos pro lado, dizendo um "ah tá. .. brigada..." meio sonso. Pude ver na cara dele um sorrisinho diferente. Me virei de costas e dei alguns passos na cozinha, como que procurando alguma coisa. Olhei pra ele e perguntei:

- E os copos, onde estão?

Quando olhei pra ele, ele me comia com os olhos. Sorri de novo.

Juninho nem chegou a me responder. Nesse exato momento os amigos deles, mais o Carlos, entravam na cozinha se despedindo. Iam assistir o jogo num boteco. Somente Juninho, Carlos e eu ficaríamos. Fomos rumando para a sala, Carlos a frente, quando Juninho me pega pelo braço:

- Uai, Anna, não vai me dar um gole dessa cerveja não?

Era uma longneck. Fiquei sem entender. E ele:

- Ou você tem nojo de beber comigo...?

O cara de pau falou isso com o jeito mais descarado desse mundo. Mas que cantada ridícula! Parecia aqueles adolescentes oferecendo bala. E o pior é que eu gostei. Dei uma bela golada, deixei os labios envolverem a bordinha da garrafa e depois lambi a borda, devagar. Bem devagar. Falei, sorrindo:

- Eu não tenho. E você?

E dei mais uma lambidinha antes de entregar a garrafa. Ele segurou a garrafa com uma das mãos, com a outra fez um suave carinho no meu rosto. Só então bebeu na garrafa. Bebeu todo o resto numa golada e deixou a garrafa sobre a mesinha. Fez isso e ficou me olhando. Peguei a garrafa e coloquei-a na boca, virando-a para cima, fingindo procurar uma última gota.

- Nem pra deixar um pouquinho pra mim, heim...

Ele riu.

- O que você você quer é outra coisa...

- Será?

Dai ele voltou a mexer no armário e tirou a tequila, apontando pra garrafa.

- Nossa... Você deve ser um adivinho!

Ele simplesmente despejou a tequila num copinho, enquanto falava:

- Eu adivinho muito mais coisas... Quer ver?

Olhei pra ele com cara de desdém. Ele riu aquele risinho de novo.

- Você tem medo das coisas que eu adivinho, né? Quem diria que você é medrosa...

Agora ele vai "adivinhar" que eu estou dando bola pra ele, pensei eu.

- Eu adivinho que você bebe tequila com limão e sal! Colocando o limão e o sal aqui na mão - ele mostrou o pedaço da mão entre o polegar e o indicador.

Falou isso e pegou na minha mão, apertando de leve no lugar onde falou que colocava o sal e o limão.

- Isso não é adivinhar! Todo mundo bebe assim, seu besta!

Rimos juntos. Ele pegou um punhado de sal e colocou na mão dele, depois espremeu limão por cima.

- Toma, Anna, você primeiro.

Fui pegar o sal e ele segurou a minha mão com a mão livre dele.

- Não, Anna, você vai tomar aqui.

Por um momento não entendi, dai ele passou a mão livre no meu rosto e disse:

- A mão tá limpa, oh, pode cheirar. Está até cheirosa.

Ele acariciou aquela mão grande no meu rosto, e ela estava mesmo cheirosa. Me arrepiei inteira.

- Então vai, você primeiro.

Peguei a dose e virei ela inteira. Peguei a mão dele onde estavam o sal e o limão e levei aquela parte na boca. Chupei o sal e o limão e fui soltando os lábios aos poucos. Não me perguntem o por que mas chupar a mão daquele homem me deu um tesão danado. Ele percebeu.

- Eita, Anna, virou a dose inteira... Agora é a minha vez.

Enquanto ele enchia o copinho de novo, tirei o pé direito do salto alto e coloquei-o sobre a cadeira. Por sorte eu sempre ando com os pés bem arrumados e havia arrumado as unhas naquele dia mesmo. Meus pesinhos estavam lindos com aquele esmalte preto. Joguei um punhado de sal no peito do meu pé, espremi o limão e disse:

- É. Sua vez agora.

Ele olhou minhas pernas e aquele pezinho e seus olhos ficaram meio alucinados.

- E desde quando você é bailarina para colocar esse pé na minha boca?

E eu rindo, de leve:

- Deixa de ser bobo! Se ajoelhe e pronto...

Ele virou a dose de uma só vez e, devagar, se agachou e envolveu com os lábios o sal e o limão que estavam sobre os meus pés, terminando com um beijo. Pegou minha panturrilha com as mãos e ficou alisando-a enquanto beijava meu pé. Foi subindo com os beijos perna acima. Sua boca era quente, muito quente, assim como suas mãos. Eu abri bem as pernas, uma sempre apoiada na cadeira, e ele foi beijando minha coxa, minha virilha, subindo a minha saia e agora passando as mãos na minha bunda. Eu agarrava sua cabeça, seus cabelos, e fiz seu rosto passar de leve pela minha molhada buceta antes de fazê-lo se levantar e trocarmos um longo beijo na boca. Ele chupava meus lábios e minha língua de um jeito tão sexual que eu era capaz de sentir o tesão dele só pela saliva. Fiquei acariciando o pau dele sobre a bermuda enquanto ele passeava com as mãos por todo o meu corpo. Nem preciso dizer que o pau dele estava duro feito pedra, preciso? Depois de muito me esfregar, ele me soltou e disse:

- Meu deus, ques pernas você tem! E o pé. .. Você é uma delícia!

Ele falou isso enquanto me beijava o pescoço e apalpava minha bunda.

- Você não viu nada, Juninho... Estou só começando. ..

Enfiei as mãos por debaixo da bermuda dele e agarrei seu pau e suas bolas. O pau dele era enorme! Eu queria ver aquele pau! Abaixei um pouco a bermuda e ele começou a tirá-la. Tirei também minha blusinha e a saia, ficando só de calcinha. Juninho já tinha tirado tudo e estava pelado. Ele me agarrou de novo, esfregando aquela maravilha em mim, e nos beijamos. Ele enfiava as mãos sob minha calcinha, apertando minha bunda e dizendo:

- Você é rabuda demais. Que rabo!

Olhei praquele pauzão gostoso de novo e chupei o pescoço do Juninho. Ele esfregava o pau em mim e só falava do meu rabo. Decidi virar de costas pra ele e dei um reboladinha naquele pau. Ele ficou louco, me agarrou de costas esfregando aquele pau na minha bunda, falando "rebola mais, rebola mais", enquanto mordia minha nuca, pegava nos meus peitos com uma mão e com a outra alisava minha bucetinha, com os dedos sob a calcinha.

- Delícia, delicia! Esse rabo é meu, ele vai ser meu. Vou gozar nesse rabo!

Ele foi arrancando a minha calcinha e quando ela já estava nos meus pés e eu fiz menção de chutá-la pra longe, ele agarrou minha perna e pediu:

- Deixa eu beijar seu pé de novo!

Ele se abaixou e eu suspendi a perna. Ele beijou, lambeu e chupou meu pé todinho, enquanto batia uma em mim com seu dedão no meu encharcado clitóris. Depois voltou a beijar minhas pernas enquanto agarrava minha bunda.

Nesse ínterim meu marido estava na porta da cozinha, olhando. Mandei um beijinho pra ele e fiz sinal para vir pra perto de mim. Ele se despiu e veio. Estava com o seu característico lindo pau duro, chegou perto e me beijou bem gostoso.

Acho que o Juninho deve ter se assustado com aquele pau perto da sua cabeça porque quando ele percebeu se levantou com um pulo!

- Que que isso? Que que isso? Então é assim é?

Ele falou meio enciumado! Mas eu que sou dura na queda, rebolei meu rabo se novo naquele pauzão dele e falei:

- Se quiser isso aqui, meu amor, vai ter que ser assim.

Na hora eu achei engraçado ele nem ter brochado nem nada com aquele susto, depois soube o porquê... Seja como for, ele não se fez de rogado e já foi logo apertando aquele pau contra a minha bunda e me beijando a nuca, enquanto, agora, alisava as minhas pernas. Ele não conseguia mais pegar nos meus peitos e na minha bucetinha porque meu marido me pegava de frente, roçando seu pau em mim e me beijando a boca, suas mãos agarrando meus cabelos.

Meu Deus! Aqueles dois machos fazendo sanduíche de mim estava demais! Sentia aquele homem me roçando, beijando e mordendo a minha nuca, seu pau latejando na minha bunda, enquanto meu marido esfregava seu corpo contra o meu, o pau dele batendo na minha bucetinha! ! Não sabia o que fazer! Gemia e apertava a bunda dos dois, cada uma com uma das mãos, apertando eles contra mim. Estava uma delícia aquele sarro, mas eu queria sentir aquele pau estranho no meu rabo. Eu queria que Juninho me comesse!

- Vamos pro quarto - pedi.

Aos trancos e barrancos fomos nos agarrando ate o quarto, onde joguei o Carlos na cama e cai de boca no seu pau, arrebitando e arreganhando ao máximo meu rabo.

Juninho esfregou, esfregou e esfregou aquele pau no meu rabo, eu ja estava ficando louca. Tirei a boca do pau do Carlos e pus ele sentado na cabeceira da cama. Guiei o pau do Juninho até meu rabo, meio desajeitada, me apoiando com os ombros na barriga do Carlos, que alisava carinhosamente minhas costas. Juninho se assustou:

- Mas assim, no seco?

Antes que eu pudesse responder, Carlos falou "vai indo devagarinho que é assim que ela gosta". E assim foi, Juninho foi forçando devagar aquela cabeçorra contra meu rabo, entrando e ardendo bem devagar. Ele segurava firme a minha anca com uma das mãos, enquanto com a outra envolvia seu pau, para ajudá-lo a ir entrando devagarinho.

Aos poucos fui me deitando sobre o Carlos e arrebitando minha bunda para o Juninho, que cada vez mais me penetrava. Meu marido me cobria de beijos, chupando meus lábios e minha língua com gosto. Eu me deitei tanto sobre o Carlos que o Juninho acabou tendo que se deitar sobre mim, se apoiando com os braços. Parecia que ele estava fazendo flexão em cima da gente. Nossas pernas se misturavam e eu gritava de dor com aquele pau invadindo meu rabo. Logo que a cabecinha (modo de falar, era uma cabeça e tanto!) Entrou, ele parou de forçar só para dentro e começou a fazer aquele movimento de ir e voltar. Que loucura, meu Deus!!

Meu marido, imprensado pelo peso de Juninho e eu, tentava a todo custo colocar seu pau em minha buceta, mas com o rabo arrebitado como eu estava, ele precisava descer mais o seu corpo na cama, o que não conseguia, amassado que estava pelos nossos corpos. Eu fui acompanhando o movimento do pau do Juninho, até para facilitar a penetração, sempre que ele estocava um pouquinho, eu levantava o rabo e um pouco do meu corpo. Nessas horas o Carlos escorregava um pouquinho. Assim, de centímetro a centímetro, logo meu marido estava debaixo de mim completamente, sua cabeça em meus peitos, e seu pau finalmente conseguiu alcançar minha buceta. Como o delicioso caralho do Juninho ainda não tinha me penetrado de tudo, meu marido conseguiu enfiar de uma vez seu manjado e adorado pau em minha buceta toda babada. Urrei de prazer e um pouco de dor, pois desse jeito era ainda mais doloroso sentir aquele mastro invadindo meu rabo.

Agarrei a cabeça do meu marido contra meus peitos e só conseguia sentir aqueles dois paus me comendo. Eu estava sendo penetrada por dois machos com os paus estourando de tão duros, de tanta vontade me ter. Já não conseguia mais segurar o impulso de gritar:

- Vai, me come! Come essa vadia, eu quero pau, ai que delícia! Eu sou mulher pra dois machos. Ai... Ai!!!

Eu rebolava meu rabo e para todo lado que eu mexia, um pau se aterrava mais em mim. Se subia a bunda, Juninho enfiava mais e mais aquele seu mastro grosso; se abaixava, era meu marido que socava fundo seu caralho na minha buceta. E naquela confusão de pernas, braços e picas eu não conseguia fazer nada. Estava presa. Só conseguia cavalgar, sentir o suor abundante daquele contato de peles e o cheiro forte de sexo que nós três exalávamos. Juninho estava de joelhos, seu corpo sobre o meu, beijando, lambendo e mordendo minha nuca, arfando como um louco. Só sabia repetir:
- Sua gostosa, tesuda, que rabo é esse seu, sua piranha. Você gosta de pau, vai ter pau, vadia!
Aqueles paus dentro de mim, juntos, me apertando inteira, estavam me deixando louca! Senti um choque elétrico crescer dentro de mim, como uma onda. Quanto mais crescia, mais eu rebolava:

- Eu sou sua puta. Sou sua, come meu rabo come, come gostoso! Enfia seu pau em mim, enfia! Gostoso!

Ia falando e urrando e gritando sem controle. Quanto mais eu gritava e aquele negócio ia chegando, mais Juninho estocava e mais ele gritava que eu era uma piranha, era a vadia dele pra ele me comer gostoso. Senti que ia gozar.

- Vai, enfia no meu rabo, enfia! Ai... eu vou gozar, vou gozar, vou gozar...

Comecei mesmo a gritar como uma gata no cio. Juninho falava no meu ouvido:

- Vou melar seu rabo, vou gozar no seu rabo, vou te melar todinha, eu vou, eu vou...

Seu corpo tremia inteiro e, de repente, ele urrou. Senti aquele jato quente inundando meu rabo, a
cabeça do pau dele parecia que ia explodir, de tão grande ficou lá dentro. Me senti como uma cadela de rua, currada. Quando pensei nisso e senti aquela porra jorrando dentro de mim, gozei.

- Ahhhhhhhhhhhh.

Gritei, e apenas isso. Gritei e rebolei meu rabo naquela pau maravilhoso. E meu marido lá, sempre bombeando seu pau na minha buceta, sem parar um segundo.

Após gozar, acho que o pau de Juninho foi relaxando e ele acabou o tirando de dentro de mim, certamente porque meus movimentos deviam estar o incomodando. Eu continuava cavalgando no pau do meu marido e sentia aquela sensação estranha que o gozo trás, de uma "coisa" dentro de mim, que vinha e voltava, vinha e voltava, e não parava...

Juninho saiu se cima se nós. Eu, então, me sentei no pau de Carlos e continuei cavalgando. Agora éramos somente meu marido e eu. Confesso que nem sabia se ele tinha ejaculado ou não, estava toda melada e suada, sentia a porra do Juninho escorrendo pelo meu rabo e se misturando na minha buceta. Meu marido agarrava meus peitos com força, forçava meus ombros para eu curvar minhas costas e deixar meus peitos sobre seu rosto, o que eu fiz. Ele chupava, beijava e esfregava seu rosto contra meus peitos. Dizia baixinho:

- Linda, tesão, você quer mais, não quer, você quer mais. Senta no meu pau, vai. Você é um tesão, um tesão. ..

Sentia aquela sensação indo e voltando cada vez mais forte, sentava forte no pau do meu marido, subia o rabo lá no alto e descia com tudo. Estiquei meu corpo e sentei, sentei, esfreguei aquele pau contra meu útero. O gozo veio chegando devagar, aos poucos, sentia aquilo chegando dos meus pés aos fios do cabelo, um calor esquisito que veio vindo e... Meu marido gozou. Aterrou com força seu pau em mim e segurou meu corpo contra ele pelas ancas. Segurou forte e senti sua porra inundando minha buceta. Senti a porra daqueles dois machos se misturando ao meu suor e à baba da minha bucetinha. O pau do meu marido mais a sensação dessa mistura me fez gozar de novo. E dessa vez nem gritei, apenas tremi meu corpo todo e desfaleci na cama. Babada, suada e melada. Juninho estava de pé, meio sem graça. Meu marido ainda me deu um gostoso beijo na boca, antes de eu tirar um cochilo, toda lambuzada daquele jeito.

Acordei, nos arrumamos, despedida meio sem graça com o Juninho e fomos embora.

- Tô achando que o Juninho se arrependeu, Carlos, você viu a cara dele?

- Anna, larga mão de ser boba! Arrependeu nada! Ele so ficou sem graça. Ele sempre foi doido pra te comer!

- E como você sabe disso?

- Eu sei, ue!

Nesse dia o Carlos não me contou, mas depois eu arranquei dele que o tal engradado de cerveja importada que ele levou aquele dia não foi fruto de uma aposta, como eu havia pensado. O que aconteceu é que o Juninho falou que dava aquele engradado pra ele se o deixasse tentar me conquistar, só de brincadeira! E que não precisava falar nada, era só aparecer comigo na casa dele e ele já entendia o recado. Poxa vida, assim fica fácil demais. O Carlos facilita pra todo mundo!

Confesso que fiquei toda dolorida mais tarde, naquele dia, mas ver o Carlos todo compadecido me passando pomadinha, além de poder me lembrar daqueles dois paus me penetrando, compensou.

Ah! E advinha quem foi que dividiu aquela cerveja toda com ele? Isso mesmo! Euzinha...

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Por: AnnaKarienina
Codigo do conto: 13079
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Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 31/03/2017

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