PRAZER NA PRAIA COM PAPAI


BY: betoleandro
Olá a todos,hoje venho contar um pouco da minha historia, me chamo Laura, sou filha única de pais separados, tenho 20 anos, sou branquinha, 45 kg tenho 1.45 cm, coxinhas grossas,, bundinha arrebitada do tipo Tanajura chamo a atenção por onde passo,gosto de usar roupas curtas,, na rua ou na escola sempre ouço comentarios do tipo, esta baixinha me faz sonhar acordado, estou cursando o sengundo ano de Medicina, vamos ao caso, quando minha mãe se separou, foi morar no Rio de Janeiro, na época eu tinha 11 anos, fomos morar em Copacabana na Rua Barata Ribeiro, na altura do posto 3, meu pai ficou morando em Campina Grande onde tem uma pequena Sinderurgica, pois bem, não tive problemas de me adaptar a nova vida no Rio, tudo era bonito em especial a praia, que ficava pertinho, quando saia da escola oa correndo me bronzear, o tempo foi passando e meu contato com papai era na base do telefone, duas ou tres veses por mês, isso me mantinha aproximada dele, ja mamãe procurava se manter um pouco afastada, pois não aceitava a separação, o tempo foi passando rapido, cresci e fiquei adulta, ja faziam 7 anos que não me encontrava com papai, chegou Dezembro de 2013, quando papai me telefona, me pedindo para passar o a virada de ano com ele, informei a mamãe ela disse que eu tinha liberdade para ir ficar com ele, afinal era meu pai, marquei a viagem , ao chegar em Campina Grande,antes do natal, foi uma festa,,o meu reencontro com primos e primas, meu pai continuava morando sozinho, na época ele estava com 52 anos, tem o corpo em forma, um pouco mais alto do que eu, acho tem 1.68 cm, , fiquei em seu Apto que fica no centro, proximo ao Salon Bar, póis bem, passado uma semana eu ja sentia falta da minha vida de praeira,, então falei para meu pai, que estava querendo ir em uma praia, ele então me falouque poderiamos ir a Natal RN onde tinha uma casa em Nisea Floresta, fiquei encantada, com o passeio, no final de semana nos arrumamos e seguimos viagem, ao chegar na praia, adorei o local, a casa ficava em um condominio,uma casa modesta de 2 quartos, sala ,cosinha, e uma varanda onde nós ficavamos a maior parte do tempo, curtindo a brisa da tarde, ele bebendo sua cerveja o tempo todo,fui apresentada aos visinhos com quem logo fiz amizades, passado dois dias, estava me deliciando com as aguas quentes , ficava com papai tempo integral de manhã e a tarde, meu pai me elogiava constantimente de que a menina dele precisava de cuidados especias, pois tinha ficado muito linda, e não queria ninguem me azarando, tambem não era pra menos, eu colocava um biquini fio dental deixando meu corpo todo esposto ao seu olhar, tenho os seios pequenos tipo pèra, eu apenas sorria, so que eu tambem observava que ele me olhava com o olhar de desejo, mais não me deixava levar por esta vaidade, afinal ele é meu pai, a gente não se via a muito tempo era natural no seguinte, ao chegar a paria ficamos proximo a uma barraca que vendia côco pedi para ele comprar côco um pra mim , como estavamos proximo da barraca deu para ouvir o comentario do vendedor com um outro lá, este coroa so pega gatinhas lindas, enquanto o outro falou mais ela e bem pequena, como ela consegue ficar com este cara, dizem que ele tem pauzão, aquela conversa me deixou curiosa a respeito de meu pai, foi aí que percebi, que meu pai não usa short curt de lycra, esta sempre de calçao que vai ate o joelho, papai tinha ido se molhar ao voltar me veio a idéia de falar com ele sobre sua vida pessoal, perguntei porque ele continuava sozinho, se ainda era uma pessoa relativamente jovem, ele me disse, porque quer saber, falei, todo mundo quer companhia, o Sr. não seria diferente, ai soltei a bomba, o Sr. traz muitas namoradas pra cá, ele me olhou serio, e falou como muitas namoradas, de onde tirou esta idéia, nada não pai, apenas curiosidades, notei que ele ficou meio vermelho, so passei a olhar mais para o meio de suas pernas, quando ele se destraia la estava eu querendo encontrar a confirmação do comentario dos rapazes, ja estava chegando a hora do almoço então lhe convidei para ir comer, pois a fome estava chegando, chegamos em casa , cada um foi para seu quarto tomar banho. terminei primeiro, ao passar pelo seu quarto percebi que a porta estava entre aberta, pensei comigo vou entrar sem avisar, quem sabe não encontro ele se trocando ou saindo do banheiro, ao empurrar a porta, o que vejo, meu pai colocando a cueca, seu penis era muito grande mesmo estando em repouso, ele ao me ver ficou sem ação com a minha presença, tentou cobrir o penis com a mão , mais foi em vão, sua mão cobriu uma parte, deixando a cabeçona esposta, pedi desculpas, dei as costas e saí, fui para a varando, deitei-me numa rede,eu usava um shortinho branco, com uma blusinha top sem sutiâ, ele apareceu a meu lado, seus olhos fitaram minhas coxas, achei que agora não era so imaginação, lhe pedi desculpas pelo ocorrido, ele me falou que tudo bem, o mundo não vai acabar por isso, saimos fomos ao restaurante onde comemos uma bela peixada, terminado o almoço voltamos pra casa, não saia da minha mente o tamanho do seu cacete, fiquei a imaginar como seria ele duro, ao chegar em casa fomos asistir televisão, sentamos juntos no sofá, foi aí que tive a ideia de me deitar apoiando minha cabeça em suas coxas,encostei a cabeça em sua coxas e ficamos asistindo de comédia, papai aproveitou para alizar meus cabelos,e de vês por outra passava a mão sobre minhas costas, o contato da sua mão era gostoso, , percebi que ele comessou a baixar a mão, chegando a meus quadris, nisso aproveitei e a minha que apoiava meu rosto em sua coxa, movimentei ela alizando sua coxa, em direção a seu cacete, ele se mexeu, como se estivesse querendo desviar suas coxas de minha mão, fiz de conta que não tinha percebido nada, ele curvou-se para beijar minha cabeça, com o movimento suas pernas se abriram deixando minha mão livre entre elas,, propositadamente deixei a mão agora sobre seu cacete, senti ele tremer com o contato, ele segurou minha cabeça e falou, não faz isso, sou seu pai , mais não sou de ferro, era tudo que eu precisava ouvir, então disparei na bucha,pai tenho observado como voce esta me olhando, percebo que me deseja, quero lhe falar uma coisa, hoje na praia o rapaz dos côcos falou que voce tem o cacetão, não se preocupe, em esta falando assim tão abertamente, ja tranzo desde os 15 anos, quero ver se voce é diferente dos namorados que tive, Laura isso não é correto, não sei se deviamos esta falando assim, mais pai, o que tem de errado, nunca leu, que pais e filhas tranzam diariamente por livre e espontanea vontade, deixa eu ver, vai, ja não sou criança, minhas palavras foram com uma bomba, causou efeitou de imediato, alisei sua coxa novamente, agora toquei em seu cacete sobre a bermada,,que estava totalmente duro, deiuxando ver aquela imensidão por debaixo da roupa, me levantei e me sentei sobre seu colo, de frente pra ele, o abraçei forte, comprimindo meus peitos que agora estava começando a ficar durinhos, espetando seu torax, ele foi relaxando e me abraço, colando nossos corpos, beijos meus ombros e pescoço, me arrepiei todinha ao sentir seu hálito quente, agora ele esta estava se entregando a mim, suas mãos foram suspendendo minha blusa, deixando meus peitinhos amostra, beijou eles passando a lingua nos biquinhos, aii, que gostoso paizinho, chupa mais, uiiii, agoro que façam isso, arranquei a blusa, ele agora massageava minhas costas, e dava beijos fortes em meus peitinhos, falei beixinho como se estivesse mais alguem na casa em seu ouvido, deixa eu ver seu caralho, ele esta querendo sair do esconderijo, dava pra perceber que ele de tão grande chegava quase no joelho, saí de cima dele, me ajoelhando para soltar sua bermuda, ele suspendeu a bunda do sofá para facilitar a retirada da bermuda, fui puxando com pressa, queria ter aquele cacetão nas mãos sem demora, uai, que coisa mais linda, como meu pai conseguia escoder aquele monstro entre as pernas, de todos os cacetes que deixei enfiar na buceta, nem de longe se pareciam com o do papai, pulou como uma mola batendo em meu queixo, ao segurar com a s duas mãos, fiquei estaziada, papai nada falava, so olhava direto pra mim com interrogação, , pedi para ele tirar meu shortinho, pois assim seria uma troca justa, ele estendeu os braços, desabotuou meu sinto, e foi abrindo devagar o botão do shortinho, percebi o brilho dos seus olhos quando minha calçinha foi arriada junto com o short, , seu cacete estava cada vês maior, sua cabeçona estava brilhando, me ajoelhei novamente, agora eu queria colocar aquele colosso na boca, ele perceneu minha intenção, estirou as pernas abertas, puxei o cacetão em minha direção, pois estava apontando para cima, tamanha sua rididez, ele gemeu, acho que deve ter doído, abri a boca o maxima que pude para colocar a cabeçona, minha boca ficou cheia, não consegui enfiar mais que uns 9 cm, com uma das mãos alizei minha bucetinha, que comessava a ficar totalmente molhada, papai continuava se deliciando com o cacetão em minha boca, tirei o cacete para respirar, pois estava me sufocando, aí papai pediu para a gente se deitar no tapete, peguei uma almofada e apoiei a cabeça, papai veio por cima de mim, com aquela estaca encaixando entre minhas coxas, indo se alojar sobre os labios da minha buceta, tremi, ao sentir ele parado na entrada da buceta, que estava piscando de ansiedade, falei pai, seja carinhoso, comigo, nunca tive um deste tamanho, ele, falou, eu seu querida, eu sei, vada pra perceber que a cabeçona ocupou todo o vão da minha buceta, fiquei temerosa, mais queria demais fuder com meu pai, ele levantou-se, e foi ate a estante, de onde trouxe o vidro contendo oleo, falou que ia ajudar na lubrificação do seu cacete e minha buceta, derramou uma grande quantidade não mão, e passou em todo seu cacetão, da cabeça ate o pé, depois pegou mais um pouco, e deu um banho em minha buceta, voltou a ficar entre minha coxas, pediu para mim abri-las mais um pouco, obedeci de imediato, ele segurava seu cacetão, e pincelava da do meu grelo, ate o cusinho, eu me contraia toda sentindo seu cacetão me roçando, ele encaixou a cabeçona na entrada da bucela e apoiou-se sobre os braço, mexi o corpo pra cima, em busca de enfiar o cacete,ele se curvou para me baijar, abri a boca para receber sua lingua, foi um beijo de novela, com lingua se enrrolando, ele avançou o corpo pra frente, levantei as pernas apaoiada em seu pescoço, senti uma dor muito grande, gretei aaiiiiiiiiiiihh, aaiiiiiiiiiiiiiiiihhh, para, para, não aguento, ta me rasgando, aaiiiiiiiiii, aaiiiiiiiiiiii, feu para ver que tinha entrado somente a cabeçona, ele ficou parado, perguntou se eu queria que ele parasse, fica parado pai,seu cacete e muito grosso, uiiiiiiiiih, uuiiiiiih, ele não mexia, minha vagina latejava, estava mordendo seu cacete, com o passar do tempo ele ali imovel seu sustentanto nos braços, me olhando nos olhos, que era visivel o brilho do prazer, arrisquei deixar entrar mais um pouquinho, então lhe, vai pai, enfiar mais um pouco, ele deixou o corpo arriar, aiiiiih, aiiiiiih, aiiiiih, ta me rasgando, para, para, agora ele tinha enfiado um bom pedaço, ele agora não me deu ouvido, ficou indo e vindo devagarinha mais sem parar, minha buceta foi se acostumando com o invasor, passei a gostar do entra e sai, agora sentia mais prazer, mais temia que ele enfiasse mais, veio os gritinhos, uiiih,uiiih, aaiiiih, aaiiiih, que delicia painho, vai mais, vai, vai, ho,ho,ho,ho, ele comessou a celerar, agora socava com mais força, eu sentia a cabeçona do caralho, comprimindo meu útero, meus gritos foram aumento no ritimo de suas estocadas, ele agora respirava forte e dizia, minha baixinha tesuda, gostosinha do papai, quem diria que um dia ia te foder, grita mais, agoro mulher que fode gritando, nisso ele parou e pediu para eu ficar de quatro, tirou seu cacetão de dentro da minha buceta, tinha um filete de sangue junto com o oleo, me coloquei de quatro, ele veio pro traz, pedi para guiar seu cacete, estiquei o braço para traz, segurei o monstro e fui enfiando a cabeçona na buceta, que agora o recebeu com mais facilidade, fiquei controlando a entrada na buceta, enquanto ele se movia freneticante, ele segurou meus quadris enquanto eu ia deixando entrar um pouquinho de cada vês, meu gozo estava se aproximando, soltei seu cacete que ja tinha entrado a metade, comessei a rebolar e gritar, aiiiih, aiiiiiih, aiiiiiiiiiih, uiiiiiiih, uiiiiiiiih, ele me puxou com força, ai vi estrelas de todas as cores, parecia a queima de fogos em copacabana, seu cacetão foi ate o talo, meus joelhos ficaram suspensos do tapete, seus petelhos se colaram aos meus, griteiiiiiii, paiiiiiiii, paiiiiiiiii, voce enfiou tudo, aiiiiiiii, aiiiiiiii, aaiiiiiiii, seu malvado, acho que vai sair pela boca, aiiiiiiii, aiiiiiii, uiiiiiii, uuuuiiiiii, meu coração estava a mil, subi mais o corpo, para não perder nenhum milimentro do seu cacete, minhas pernas tremiam, se ele não estivesse me segurando pelos quadris, com certesa eu arriaria sobre tapete, aaiiiiiiiii, aaaiiiiiiiiii, goza paizinho, , goza na tua filhinha, ele deu uma socada forte, acompanhado de um uurroooo, ai eu senti seus jatos quentes dentro de mim, ficamos parados por um bom tempo, como se desejasse que o gozo não terminasse nunca, ele foi tirando o cacete, semi ereto, veio junto uma grande quantidade de porra, ele não devia gozar a muito tempo, arriou seu corpo me levando junto, ficamos abraçados, so nossos respirações era ouvidas naquele momento, foi ai que tive a certesa de que minha vida sexual estava sendo modificada naquela tarde com meu pai, ele sentou-se encostando no sofá e me falou, sua mãe nunca deixou eu colocar mais que a metade, aliás foi por conta do tamenho do meu cacete que nos separamos, toda vês que a gente ia tranzar era um tormento, daí me lembrei porque ela gritava tanto a noite, eu so não sabia o porque, beijei meu pai, e fomos tomar banho, tchau....


Foto 1 do conto: PRAZER NA PRAIA COM PAPAI

Foto 3 do conto: PRAZER NA PRAIA COM PAPAI

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