Loucura, loucura...


BY: kydy
Mara estava bastante excitada, e percebi que ela não tinha nada por baixo do vestido. Ela me abraçou e me beijou, virando a bunda para o lado de meu amigo. Como o vestido era bem curto, ele pode contemplar aquela maravilhosa bunda de perto. Mas não ousou fazer nada. Então, eu fui erguendo lentamente o vestido dela, até tirá-lo por cima, deixando-a totalmente nua . Gilson estava visivelmente excitado; seu cacete parecia querer pular para fora das calças. Coloquei meu membro para fora, e Mara começou a me chupar. Gilson quis tirar o dele para fora também, e eu fiz sinal de consentimento com a cabeça. Ele então começou a se masturbar. Mara pegou a outra mão de meu amigo e colocou-a em sua bunda. Ele a acariciava e se masturbava, enquanto ela me chupava o meu cacete. Fui tirando minhas roupas, e Gilson, já mais à tranqüilo, também. Fomos para o quarto e deitei minha esposa na cama, e passei a comer sua bucetinha; ela tomou o membro de nosso amigo nas mãos e o levou à boca, passando a chupa-lo gostosamente. Ela gemia de tesão, pois nunca havia chupado ninguém enquanto era fodida; em poucos minutos, chegou ao orgasmo, e logo em seguida Gilson gozou em sua boca; Mara não fez de rogada e engoliu tudo. Ela então me fez deitar no chão, e passou a cavalgar meu cacete, deixando o cuzinho rosadinho exposto para nosso amigo. Eu já sabia o que ela queria, e nosso amigo logo percebeu. Inicialmente, ele beijou e deu umas mordidas naquele bundinha deliciosa, depois começou a passar a língua em cuzinho rosado. Mara delirava, afinal sua fantasia estava para ser concretizada. Gilson lubrificou o cuzinho de minha esposa com ky, introduzindo algumas vezes o dedo, isto só já provocou mais um orgasmo nela; enquanto ainda estava relaxada, ele passou a introduzir a cabeça de seu cacete no cuzinho de minha mulher, fazendo uma dupla penetração e ela delirava falando que era muito gostoso, ai que tesão. Depois, encostou seu peito nas costas dela, ela imprensada entre nós dois, num sanduíche delicioso. Segundo ela contou depois, foi o orgasmo mais gostoso de toda as suas transas.

"Você é muito gostosa... sempre achei que sua mulher muito gostosa... " Eu a ergui e a coloquei de pé diante de mim. apesar de ter acabado de gozar em seu cuzinho, continuava excitado de um jeito como não me sentia há anos, e seus mamilos estavam tão duros como flechas apontadas. Coloquei minha boca sobre seu seio direito e chupei-o feito um bebê faminto. Ela suspirou, pedindo-me que fizesse o mesmo com o outro. Enquanto eu chupava o outro seio, ela começou a esfregar sua xoxota na minha perna. Abri seu jeans e comecei a acariciar sua boceta molhada. "Enfiei o dedo, e ela por favor... preciso de você dentro de mim...", ela suplicou. Acariciei seu clitóris com um dedo, enquanto enfiei outro em seu buraquinho. Ela começou a movimentar rapidamente os quadris, pressionando a xoxota contra a minha mão e substituí a mão pela minha boca. "Oh... assim, não pare, chupe-me, enfie sua língua em minha boceta, por favor, quero gozar". Suas palavras soavam como uma ordem e, ao mesmo tempo, ela implorava humildemente para que Gilson a fodesse. Disse-lhe para não se preocupar, pois eu a faria gozar muito, e ataquei de lábios e língua aquela xoxota molhada, prestando especial atenção no clitóris ereto. Não demorou para eu sentir que ela começava a ter um orgasmo. Começou a chorar, gritar e gemer de prazer, abrindo as pernas e contorcendo os quadris. Acalmou por uns instantes e começou novamente, tendo outro orgasmo. Então todo o seu corpo se estremeceu. Nessa altura, o pau Gilson estava de novo duro como pedra. Vendo-o, ela pediu que eu o metesse nela novamente, por trás, porque queria sentir suas bolas no seu traseiro. Virando-se, colocou-se de quatro e pressionou-se para ele. Seu traseiro era grande e firme. Conseguiu introduzir em sua boceta sem nenhuma dificuldade. Coloquei os braços em volta dela, apertei seus seios e a fodi feito um louco. Não demorou para que os líquidos do Gilson se misturassem aos de Mara, e gozassem despudoradamente, com seus corpos colados, arfantes e por fim, saciados. Acabada aquela trepada, Mara disse que teríamos ainda a noite toda para muito mais, claro fantasia realizada. E que noite foi aquela! Apesar de ter mudado e deixado de ter contato com Gilson, ainda fico de pau duro só de lembrar da trepada que demos em Mara.






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