Da infância à adolescência: sempre amigas!


BY: Ruivardente
Da infância à adolescência: sempre amigas!

Sou L e já publiquei neste site o conto “estou arregaçada! Mas meus pais e namorado pensam que sou virgem...” e venho, através deste novo conto, relatar minhas experiências vivenciadas nas “tardes de estudo” na casa das minhas amigas...

Como já mencionei anteriormente, descobri meu corpo como fonte de prazer aos sete anos. Nessa época, eu e algumas coleguinhas mais velhas brincávamos de consultório médico. Aliás, foram elas que me introduziram no mundo da sexualidade.

Ficávamos, geralmente entre 5 e 6 meninas (eu, F, MF, W, FE e M), sendo que com a FE e a M o exame era bem mais superficial, pois estas ainda não sabiam brincar direito...

A brincadeira consistia no seguinte: a médica ia chamando uma a uma, fazia os exames de praxe e quando preciso, realizava um exame mais minucioso, que consistia em lamber e bolinar a xaninha de cada paciente.

Lembro-me exatamente da minha primeira consulta: Naquele dia, a médica era F e as enfermeiras eram MF e W...

W chamou-me solenemente e eu, entrando no consultório (que era o quarto da minha avó) fui examinada com dedicação exemplar pela equipe médica. A Dra. F pediu que eu mostrasse a língua, ouviu meu coração, dissesse 33 e tomou-me o pulso. Nada de mais... Até que ela ordenou-me que tirasse a roupa. O que, ingenuamente, obedeci e deitei-me na cama para ser melhor “examinada”. A médica chamou as enfermeiras e começaram a me tocar, perguntando o que eu sentia... Dependendo do lugar onde era tocada eu respondia “cosquinha”, até que a Dra. F pediu que eu abrisse as pernas... Assim o fiz, até que ela abaixou-se e me deu uma longa lambida na minha xotinha inocente.

Estremeci, não entendia o que estava se passando, no entanto, aquilo era muito bom...

E aquela lambida sacana começava na portinha do meu cu e ia até meu grelinho, onde ela se demorava mais... Aquilo era uma delícia!

De repente, as duas enfermeiras estavam chupando meus mamilos, que se arrepiavam de tanta “cosquinha”...

No fundo da minha consciência, eu sabia que aquilo era errado, mas era tão gostoso que eu não queria que parasse mais...

As três ficaram se alternando sobre mim, com suas boquinhas famintas, até que senti um tremor tomar conta do meu corpo todo – tão forte que eu me senti exausta, como se eu tivesse apanhado ou caminhado quilômetros!

Terminada a consulta, comportávamo-nos como se nada tivesse acontecido. Repetimos a brincadeira mais algumas vezes, depois, sem saber o porquê, deixamos as consultas e nunca mais se tocou no assunto.

Crescemos e o tempo cuidou de dar formas aos nossos corpos: suculentas formas femininas... Andávamos sempre juntas (eu, F, MF e W) e agíamos como se nossa infância tivesse sido das mais inocentes... Nunca tocamos no assunto, as nossas brincadeiras eram como um tabu.

No entanto, eu me sentia muito atraída por F...

Morena de cabelos compridos, lisos e pretos, olhos escuros, boca miúda e corpo perfeito... parecia uma índia. Tinha estatura mediana, seios firmes, pernas bem feitas e bundinha proporcional aos seus 17 anos.

MF e W eram do tipo mignon: cabelos pretos e curtinhos, olhos castanhos, seios e bundinhas proporcionais, porém muito insinuantes, MF tinha 19 e W tinha 16 anos.

Já eu, apesar de ser a mais jovem das quatro, era a que tinha formas mais definidas de mulher... 14 aninhos, cabelos ruivos, longos e cacheados, olhos verdes, 1,75m de altura, corpo escultural: seios grandes e firmes, coxas bem torneadas e bumbum empinadinho (fruto de horas de trilha sobre a bike). “Mulherão” era o que eu mais ouvia. Tinha conhecimento dos meus atrativos físicos e fazia bom uso deles. Gostava de saber-me desejada pelos meninos da rua, pelos amigos dos meus tios, sobretudo, pelos pais das minhas amigas.

No entanto, eu me sentia atraída pelas minhas amigas e estranhava tal sentimento...

Certa tarde estávamos na casa de F quando esta nos convidou para um banho de piscina. Como não tínhamos roupa de banho, concordamos que não haveria problemas nem seria constrangedor se tomássemos banho nuas. E assim fizemos.

Lembro-me do olhar que lançaram sobre mim quando terminei de me despir – olhar de cobiça... Fui devorada por aqueles olhos!

Não demorou muito começaram as insinuações e comentários sobre como eu estava gostosa, que eu estava me tornando um tesão de mulher. Até que F aproximou-se de mim e tocou meus seios (como que se estivesse medindo com os dela) e nesse momento, senti um arrepio percorrer-me a espinha e quando ela percebeu que eu estava arrepiada, tratou logo de colocar minha mão sobre os seios dela, encostando seu corpo no meu, que já ardia... como se eu estivesse febril!

Senti meus seios roçarem os dela, meus bicos nos dela, ambos arrepiadinhos... Meu corpo estava quente e ela percebeu “parece que você está com febre e o sol nem está tão quente...”. envolveu-me num abraço e estávamos coladas uma na outra, pele com pele, bico com bico, pêlos com pêlos... Meu corpo fervia com o toque daquela pele morena.

Nesse instante, o desejo já tomava parte dos nossos corpos... Olhamo-nos por um instante e nos beijamos sofregamente, como se pudéssemos devorar uma à outra.

Ato contínuo, na outra extremidade da piscina, MF e W faziam o mesmo e no instante seguinte, estávamos as quatro fora d´água...

Nos beijamos e nos tocamos umas as outras. Eu via aquelas bucetinhas peludinhas, aqueles peitinhos arrepiados, aquelas peles molhadas e me enchia de tesão. Elas me olhavam, mediam as minhas formas com aquelas mãozinhas delicadas e curiosas. Diziam que, das quatro eu era a mais “mulher” e que elas queriam me comer, que se tivessem uma pica me foderiam gostoso e eu gozaria como nunca nas mãos delas...

Era alucinante a fome daquelas bocas sobre o meu corpo, chupavam e mordiam meus seios, roçavam com a ponta da língua meus mamilos rosados e durinhos de tesão, sugavam com força a minha xana. Cada uma das três experimentava cada coisa, alternando suas posições enquanto eu me contorcia e gemia, cheia de tesão, na beira da piscina... Eu era o objeto sexual daquelas três safadas. E, no fundo, eu estava adorando aquilo! Ficava eu, deitada no chão, enquanto uma me beijava, outra me chupava os seios e a outra encaixava a xota na minha – para fazermos um “sabãozinho” gostoso... Aquelas bocas me enlouqueciam, sentir aquelas lingüinhas sacanas nos meus biquinhos, na minha xoxotinha ou na porta do meu cuzinho era delicioso! Eu gemia, me contorcendo enquanto as outras revesavam nas posições. Eu, passivamente, só fazia enlouquecer de tanto tesão!

O ápice da excitação foi quando as três vieram ao mesmo tempo lamber minha xaninha, que já babava... na iminência de gozar. Gozei, me arranhando toda e ambas me sugaram até a última gota o mel do meu prazer. Nesse instante, percebi que o visinho do prédio ao lado, assistia tudo o que se passava naquela piscina, ele sorria, como se estivesse participando daquela festinha também. Mas não tive medo, ele jamais contaria o que viu, visto que era recém mudado para lá e não conhecia as pessoas da rua.

No entanto, o clímax daquela tarde foi quando cada uma caiu de boca na xota da outra e ficamos, as quatro, engatadas: eu sugava F, que sugava W, que sugava MF, que me sugava com voracidade. Ficamos como num circulo fechado, sentindo o calor, o cheiro e o gosto da xana uma da outra... lambíamos a buceta e mordíamos de leve o grelinho. No maior sincronismo!

E o gozo veio para as quatro de forma alucinada: nos arranhamos e sugamos umas as outras, num espasmo que nos consumiu todas as forças, arrebatando-nos. Pouco depois, jaziam as quatro, jogadas no piso à margem da piscina... nuas, exaustas... Contudo, sorridentes de satisfação.

O sol estava se pondo e surgiam as primeiras estrelas...

Sinceramente não sei se o que aconteceu nessa tarde foi coincidência, ou premeditação daquelas mentes. Pouco importa, sei que foi muito bom!

Foi uma tarde inesquecível! E depois daquela, muitas outras se seguiram...

E nesses quase dois anos, após o banho de piscina ou o “trabalho escolar”, nos refazemos e não tocamos no assunto – como se nada de extraordinário tivesse nos acontecido.






Comentarios
Ótimo! também tive as minhas amiguinhas, mas infelizmente, não fui tão longe nem foi tão gostoso quanto, imagino, foi com as suas. espero ler mais contos tão bem escritos e tesudos seus! Comentado por:ElisaS em 27/08/2014 04:19
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