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Minhas top 15/11 - Michele

Por: Advogatto23 - Categoria: Heterosexual

O tempo passa e com ele algumas coisas passam também.
Moro no Brasil há quase 15 anos, já vivi boas histórias, me firmei como empresario, tive altos e baixos, mas estou aqui.
Neste período eu reencontrei Aysha (minha aventura com ela está descrita em um dos meus relatos desta série). Ela veio para o Brasil para assumir um casamento arranjado pela sua família.
Aysha é casada com uma pessoa muito famosa mas seu casamento é de fachada, porque seu marido tem um relacionamento de mais de 20 anos com outro homem e, como ele precisava passar uma imagem de homem de família, casou com a minha amiga.
Eu a reencontrei logo depois da minha separação e, por mútua conveniência, acabamos por nos tornar amantes.
Somos discretos. O marido dela sabe dos nossos encontros e não se opõe, afinal ele também tem seu caso secreto e nem toca na bela mulher que ele tem em casa.
Para evitar problema, nossos encontros acontecem na minha casa. Aysha tem o tag para entrar automaticamente no condomínio onde moro e o controle remoto da minha garagem. Então ela pode chegar sem ser identificada por curiosos.
Alba, minha ex esposa, é uma grande amiga. Ainda saímos para jantar juntos, cinema, etc. Mas somos só amigos. Ela tem sido uma grande incentivadora de que eu me case de novo com uma pessoa (essa decisão vou contar no capitulo 15 desta minha saga).
Antes, nestes 4 capítulos, vou contar a vocês o que aconteceu nestes últimos 2 meses.
Todos os dias eu faço uma corrida nas ruas internas do condomínio e sempre encontro as mesmas pessoas caminhando ou saindo para trabalhar.
Uma dessas pessoas que via todos os dias era uma senhora, sempre elegante, que passava na porta da minha casa sempre na hora que eu saia, para pegar seu ônibus para trabalhar.
A "doutora" como eu apelidei, tem coxas grossas, quadril largo, cintura fininha, julguei ter cerca de 45 anos, uns pneuzinhos a mais mas mesmo assim muito gostosa.
Em novembro passado, certo dia quando eu estava retornando da minha caminhada, eu a encontrei voltando da portaria.
- Bom dia! Desistiu de ir?
Ela me olhou toda cordial e disse:
- Não. Só não sei como eu vou, porque tem greve de ônibus. Vou pra casa pedir um táxi até São Paulo e de lá eu sigo para o serviço.
- Olha, eu trabalho em São Paulo e vou para lá daqui a pouco. Se você quiser posso te deixar no Metrô.
- Jura? Eu quero sim. Isto é, se você puder dar carona pra duas, porque tem uma colega que está lá na portaria.
- Sem problema, só tenho que tomar um banho e a gente sai, ok?
- Está bem. Então eu vou ficar te esperando na portaria.
Depois do banho, peguei o carro, parei na portaria e desci para abrir a porta para elas entrarem. Me apresentei à sua amiga:
- Muito prazer, eu sou o Gualter, seu motorista hoje.
Minha vizinha interrompeu:
- Ela é a Bianca, trabalha perto de mim e eu sou a Eliana, já que nunca fomos oficialmente apresentados.
E me beijou o rosto. Depois sentou no banco dianteiro.
Fechei a porta, assumi o volante e partimos.
No caminho falei que ela tinha o mesmo nome da minha sobrinha (vide capitulo anterior) e que eu tinha meu escritório na região da avenida Paulista.
Eliana me contou que trabalhava no centro velho de São Paulo, numa tradicional empresa de contabilidade, que era de Minas Gerais, casada e fazia faculdade a noite.
Descobri ainda que a faculdade ficava bem próxima do meu serviço e que naquele dia ela não poderia faltar pois teria a apresentação de um trabalho que valeria como nota de prova.
Como esta apresentação seria nas primeiras aulas acabei convencendo ela de que eu poderia esperar para voltarmos juntos.
Acabamos jantando juntos: eu, ela e as duas colegas (Sayuri e Michele) que com ela fariam a apresentação.
Dali surgiu uma amizade entre nós que nos levou a estarmos toda sexta-feira jantando juntos.
Eliana e Sayuri eram casadas e, com o tempo, começaram a querer fazer com que eu namorasse a Michele.
Como eu havia acabado de sair de um relacionamento e como tinha a Aysha para a hora do sexo, não levei adiante esta conversa.
ATE QUE...
Há cerca de dois meses ficamos sabendo que Sayuri iria se mudar para outro estado pois seu marido havia sido transferido para um novo local de trabalho. Resolvemos fazer um churrasco de despedida num feriado que estava chegando e eu ofereci a minha casa por causa da piscina.
No dia combinado Eliana veio com seu marido, Sayuri também trouxe o seu e Michele veio desacompanhada.
As casadas estavam com biquinis bem comportados. Eliana enchia os meus olhos.
Já Michele usava um fio dental no melhor estilo. Naquela semana eu ainda não tinha comido ninguém e eu comecei desejar aquela mulher.
Apesar disto o dia correu normalmente e, como estávamos nos divertindo, eu os convidei para irmos para um apartamento que tenho na praia passar o resto foi feriado e todos aceitaram.
No final do dia, quando todos estavam indo embora, Michele olhou para um dos carros que tenho na garagem e disse:
- Nunca andei num carro desses.
Eu peguei em sua mão, fiz ela girar como alguém que está dançando e disse:
- Eu também nunca andei com uma mulher dessas, mas podemos fazer o seguinte: Que tal eu te buscar na sua casa as sete e a gente ir jantar em Campinas? Você pode até ir dirigindo se quiser.
- Posso? Que legal!
Pude perceber na troca de olhares entre Sayuri e Eliana que o plano delas estava dando certo.
No horário marcado, lá estava eu, com as reservas feitas, na porta da casa de Michele, mas tudo aquilo era pouco para a mulher que saiu daquela casa.
Michele saiu vestindo uma camiseta vermelha e uma saia da mesma cor que realçava suas curvas, o decote deixava ver parte de seus seios e a fenda na saia mostrava suas coxas quando ela andava.
Michele era a personificação de uma artista de cinema.
- Michele, você está linda! Não achei que fosse possível melhorar o que já era perfeito.
- Obrigado. Pra sair com meu Portuga e seu carro importado tinha que estar à altura.
- Eu sou apenas o cacheiro que conduz vossa majestade numa carruagem cuja maior qualidade é conduzir tamanha beldade.
Ela riu, deu um selinho e se dirigiu para a porta do carona. Abri a porta, ela sentou no banco ajustando a saia e a fenda revelou que ela não estava usando calcinha!
A barraca se armou na hora.
Assumi o volante e partimos. No caminho fui ensinando os truques do carro, depois falamos de família, namorados, planos para o futuro, mas imagem da sua buceta não saia da minha mente.
Quando chegamos ao restaurante em Campinas pude perceber o olhar de inveja que ela causava nas outras mulheres que lá estavam e também os olhares de cobiça de alguns atrevidos. Mas isto não importava, ela estava comigo, aquela mulher era minha naquela noite.
Durante o jantar, descobri que era ao contrário. Não era ela que era minha. Era eu que estava sendo dela. Eu não parava de admirar sua beleza, seus olhos, seu cabelo, sua boca. Eu estava completamente hipnotizado por ela. Involuntariamente levei a mão até seu rosto e disse:
- Eu não faço a menor idéia do que você está falando. A tua beleza está ofuscando meu cérebro. Vejo tua boca se mexer mas só fico imaginando te beijar.
Ela se aninhou na minha mão e disse:
- Ah, portuga! Temos tempo pra isso.
- Como assim?
- Quem vai mudar é a Sayuri. Eu vou continuar por aqui.
Rimos juntos e continuamos o jantar comigo apreciando cada gesto de Michele.
Ao final do jantar dei a chave do carro para ela dirigir. Ela pegou a chave, me deu outro selinho e foi para o volante.
Voltar de Campinas para São Paulo pela Rodovia dos Bandeirantes é muito rápido pois a estrada é boa. Michele fez o caminho muito bem. Seus olhos brilhavam enquanto dirigia. Num determinado momento ela achou que a saia estava atrapalhando um pouco e se ajeitou deixando sua xaninha branca a mostra.
Meu mastro quase rasgou minha calça. Coloquei as mãos cruzadas sobre o colo pra disfarçar. Ela olhou pra mim e disse:
- Que foi? Parece que nunca viu uma ppk.
Respondi, levando a mão na sua grutinha.
Uma mulher linda como você, só poderia ser perfeita aqui também.
Levei um tapa na mão.
- Tira a mão daí. Você quer que eu bata esse carro e morra? Se comporte. Na sua casa ou na minha?
- Tanto faz. Na rua, na chuva, na fazenda, na casinha de sapê, no acostamento... Você escolhe.
- Gualter, você precisa saber primeiro que eu tenho namorado. Eu nunca contei isso pras meninas porque não tem nada a ver. Ele estuda no interior e eis vejo ele muito pouco. Então o que vai acontecer é apenas uma aventura, nada de compromisso, porque faz cinco meses que eu estou seca, porque eu nunca saí com alguém que fosse imigrante e também porque hoje na piscina eu me excitei ao ver o teu tamanho por baixo do short.
- Deu pra perceber?
- Deu não. Percebi mas vou dar ainda. As meninas também perceberam e acharam que.você vai me deixar sem andar uma semana.
- Nada disso. Eu sou bem comportado.
- Então vamos pra sua casa.
Chegamos em casa e o primeiro oral naquela xaninha foi no carro mesmo. Depois ela tirou meu pau pra fora e fez uma chupeta inigualável. Tentei levar ela para dentro de casa mas a tarada acabou parando no caminho e ali no acesso da piscina acabou tirando toda a nossa roupa e ficou numa chupeta maravilhosa até que eu enchi sua boca com minha porra. Michele engoliu tudo. Depois com a maior cara de safada me disse:
- Agora me leva para o quarto porque esta noite será maravilhosa.
Levei ela para lá. Michele se revelou uma tarada como nunca eu tinha visto. Transamos a noite toda até ela não aguentar mais.Desta vez não vou contar os detalhes mas vou deixar duas fotos para vocês imaginarem como foi. A primeira é a da chupeta feita no acesso da piscina e a segunda de como ela estava às cinco da manhã.
Quer ver?
Se quiser falar comigo escreva.
beijos.

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