Minhas Top 15/4 - Roseli


BY: Advogatto23
Eu e Rose sempre fomos bons amantes, mas uma coisa era certa: ela ainda amava o seu ex marido.
Por outro lado, meus pais me pressionavam para que eu começasse a namorar uma menina de uma família tradicional lisboeta.
Interessante que Rose, que era a melhor amiga da minha mãe, apoiava a pressão deles (eles nunca souberam que eu comia a "Tia" Rose) pois dizia que por ser de família tradicional, a menina iria se casar virgem (adivinha onde eu iria descontar?).
A menina era realmente muito bonita, inteligente e super educada, seria uma excelente esposa. Comecei a namorar com ela e o convívio me fez ver o quanto ela era especial. Apaixonei-me.
Só que a premonição da família aconteceu: nós nunca passamos de um selinho na porta do elevador do apartamento onde ela morava. Eu não tinha permissão para sair com ela e em sua casa estávamos sempre sendo vigiados.
Então, como Roseli, havia começado a estudar a noite se preparando para o curso de biomedicina que queria fazer em Coimbra, eu sempre saía da casa da namorada e sempre fazia uma visita para Rose antes de subir mais um andar e chegar em casa.
Roseli também namorava. Seu noivo era um professor da Universidade de Coimbra, de forma que eles mal se viam. A família dele era das mais tradicionais famílias de Portugal. Então para eles Roseli e o professor deveriam casar virgens.
Roseli resolveu casar no final daquele ano pois no ano seguinte ela já iria fazer seu curso de biomedicina em Coimbra.
Assim foi que, após o noivo comprar a casa onde iriam morar, como manda a tradição lusitana, a casa tem que ser arrumada pela noiva e sua mãe.
Só que, para nós portugueses, depois que começam a montar os moveis, ninguém mais pode dormir na casa dos noivos, então minha mãe ofereceu um apartamento de três suítes que temos naquela cidade para que elas lá ficassem enquanto cumpriam com os rituais domésticos.
O Pai de Roseli estava vindo da Macau onde morava para o casamento da filha e se comprometeu a também ir para Coimbra para ajudar. E como eles não possuíam veículos, eu fui escalado pela minha família para dar o suporte logístico.
Então no dia combinado partimos para Coimbra.
Durante a viagem, Roseli percebeu que o chaveiro do carro era uma lagartixa. Na verdade era a mesma lagartixa que eu havia usado no episódio 15/1 e que havia transformado num chaveiro talismã.
- Ué, é o meu talismã.
- Para mim, disse ela, talismã é pé de coelho.
- Que é isso Roseli, se pé de coelho desse sorte ele não teria morrido. Ademais, o meu talismã não é de bicho morto. Esse é de borracha.
- Mamãe é que tem pavor desse bicho.
- Eu sei, e como.
Percebi, olhando pelo espelho, que Rose não estava gostando daquele assunto e resolvi provocar.
- Eu sempre tive sorte com esses bichos, não é tia?
Ela arregalou os olhos, vermelha e furiosa.
- Sabe o que é filha? Sabe aquele natal que você veio junto com sua vida para a ceia?
Gelei. Ela iria revelar tudo. Olhei pelo espelho, ela estava agora com um ar sarcástico. Mostrou o dedo do meio e disse:
- Naquele dia, eu estava com esse seu irmão (eles me tratavam assim pelo fato da Rose ter sido minha ama de leite) em casa e teve uma hora que vi uma lagartixa em casa e acabei tombando com esse bastardo e caí por cima dele (mostrou o dedo de novo). Essa deve ser o maior encontro com uma fêmea que ele teve até hoje é por isto que ele guarda uma lagartixa.
- Mentira da sua mãe, Roseli, eu tenho uma mulher com a qual me deito várias vezes por semana. E quer saber? Quando fui para o Brasil até uma italiana eu peguei.
Percebi 1/2 segundo depois que tinha falado merda. Tomei um tapa na nuca que quase bati o carro.
- Que foi isso mãe?
- É que esse moleque andou comendo mulher casada! Que falta de respeito. E ainda mentiu pro pai e pra mãe dele. Deixa que eu vou contar pra ela assim que nós voltarmos.
- Ah mãe, deixa isso pra lá. Pelo menos quando ele casar, ele vai descabaçar a bonequinha de porcelana dele sabendo o que fazer.
- Isso com certeza, disse eu, minha professora me ensinou tudo. Sou um mestre na arte do prazer.
- Mas vamos parar com isso, porque você é uma menina pura filha, sua mãe está sem marido ha muito tempo e não vamos ficar falando disto com um fornicador.
Rimos muito e continuamos a viagem.
Chegamos em Coimbra e, no final da tarde chegou Carlos, pai de Roseli e ex marido de Rose, que eu ainda não conhecia.
Depois das formalidades das apresentações, propus sairmos para jantar e todos aceitaram. Ao final do jantar, Carlos disse que tinha um assunto para tratar com Rose e que voltaria com ela depois.
Voltamos eu e Roseli e no caminho ela desceu em uma drogaria pois naquela noite começaria a tomar anticoncepcionais.
Ao chegar em casa fui me despedir dela para ir para o meu quarto e ela me perguntou:
- É verdade aquela conversa que você já faz sexo?
- É sim
- Me ensina?
- Como assim?
- Faz comigo.
- Nada disso. Você está noiva e vai casar na semana que vem.
- Por isso mesmo. Minha mãe sempre me falou que o homem tem que ser muito carinhoso na primeira vez porque dói um pouco e eu tenho certeza que ele também não sabe como fazer e vai ser frustrante para mim.
Pensei comigo mesmo: Eu não devo dar corda pra isso afinal eu como a mãe dela.
Como se lesse meus pensamentos ela disse:
- Eu nunca vou contar pra ninguém, muito menos pra minha mãe que é a tua amante.
- Como?
- Pensa que eu não sei? Eu já vi você engatando nela. Teve um dia que eu cheguei da escola mais cedo e vi tuas roupas espalhadas na sala. Fui até o quarto da minha mãe e vi você em cima dela e depois vi voce tirando o membro dela e ela mamando nele até vocês gozarem. No começo eu fiquei horrorizada mas depois comecei a gostar do que vi e acabei me masturbando e gozando pela primeira vez na vida. Então ou você me ensina ou eu desmascaro vocês.
- Roseli, veja a situação. Não vai ficar legal eu ser amante de sua mãe e disvirginar a filha dela!
Aí ela desabou. Me abraçou e começou a chorar.
- E eu que pensava que você queria me ver feliz. Eu sei que se tem alguma pessoa nesse mundo que pode ser carinhoso na primeira vez, só pode ser você.
E me olhando com aquele olhar de pidona, abraçada comigo, aquele cheiro de mulher nas minhas narinas, aquele calor do seu corpo junto ao meu, fizeram meu membro subir.
- Mas seus pais podem chegar a qualquer momento!
- Não vão. Eles vão assistir uma peça de teatro que começa a meia noite. Agora ainda não é nem nove horas então ainda temos umas seis horas pra você ser o homem carinhoso da primeira vez.
Apertei-a contra o meu corpo e senti os mamilos durinhos e o calor que saía por baixo do vestido. Fui até o rádio coloquei uma música bem lenta, acendi uma luz no corredor, apaguei a da sala, abracei aquela mulher sedenta e começamos a dançar.
- Linda, um homem não pode ser carinhoso só na primeira vez. Tem que ser sempre. Se teu marido não souber te fazer as preliminares, nem deixa ele querer algo mais.
- Preliminares?
- Sim (dei-lhe um longo beijo). Você tem que ter as preliminares: uns Beijos, uns afagos,ate que tua flor esteja se abrindo, toda molhada para isto. Teu marido deve descobrir (e fui escorregando a mão para aquela bunda) quais os pontos que mais te provocam. Há mulheres (abri o vestido deixando ele cair) que amam ser beijadas no pescoço (e beijei provocando um arrepio), outras preferem o umbigo (também beijei) e outras gostam que lhes beije os pés, a parte de dentro do joelho, das coxas mas quase todas (tirei-lhe o sutiã) gostam que se toque, beije ou mordiscar os biquinhos.
E comecei a trabalhar naquele belo par de seios. Roseli arfava como uma asmática. Toda arrepiada dizia que sequer imaginava que seria tão bom. E eu continuei a descobrir os segredos daquele corpo. Sua mãe com 35 anos era de deixar qualquer um tirado mas ela era capaz de parar uma guerra.
- Gu, deixa eu chupar seu pau?
Tirei ele pra fora e ela abaixou e começou a chupar com tanta força que parecia querer arrancar ele.
- Calma não é assim. Faça só uma leve pressão e movimente ele dentro da sua boca para frente e para trás. Isso. Hum. Que delicia. Dá até vontade de gozar.
- Gu, se você gozar eu devo cuspir ou engolir?
- Isto depende de cada mulher, você vai descobrir seu caminho. Agora chupa bem leve as minhas bolas e depois vai lambendo até a cabeça do pau... isso... isso... fica lambendo em baixo da cabeça. ... Nesse. .. nisso... ai... quero gozar...
Eu que tinha aprendido a reter meu gozo, ali diante daquela ninfeta, tinha recuado alguns anos e já não tinha qualquer controle.
- Gu, se você gozar, quanto tempo pra ele subir de novo?
- Isso... varia... hum... ah...varia... varia... de pessoa pra... pessoa. .. mas aumenta... o intervalo com o tempo.
- Com você demora muito?
- Com você nem vai dar tempo.
- Então goza, Gu...
Enchi aquela boca de esperma. O primeiro que ela recebia. Era a champanhe que se usa para inaugurar um navio. O cacete dentro de sua boca pulsava e o esperma escorria pelos cantos de sua boca. Ela engoliu tudo e depois com os dedos foi limpando o que havia escorrido e lambia os dedos fazendo a mesma cara de safada que a mãe dela tinha feito na minha primeira vez.
- E agora Gu?
- Agora eu vou retribuir.
Peguei ela no colo, e fui para o meu quarto. Beijei suas coxas, beijei sua buceta sob a calcinha (ela gemia deliciosamente) e depois beijei seu umbigo e voltei afastando a calcinha com a língua.
- Gu, sempre achei que na minha primeira vez meu marido iria rasgar minha calcinha com os dentes.
Eu entendi o recado e comecei a morder aquela minúscula calcinha transparente até não sobrar mais nada.
Aquilo era uma visão maravilhosa. Sua buceta tinha uma leve penugem apenas. Pelinhos claro que ressaltaram ainda mais aquela grutinha rosada de onde escorria o sinal do desejo. Comecei a lamber o objeto do meu desejo. Depois enfiei a língua e ela começou a tremer.
- Gu, nossa! Eu estou tremendo toda igual ao dia que vi seu pau e gozei minha única vez. Eu acho que vou... hum... delicia... Acho que... Não ... Não não Se parar te mato..
E gozou puxando minha cabeça para sua xaninha ao mesmo tempo em que batia com as coxas no meu rosto.
Levantei e peguei uma camisinha que eu levara para usar no caso de conseguir dar uma rapidinha na mãe dela. Embalei meu mastro, afastei suas pernas e encostei ele naquela grutinha toda babada.
- Gu, vai doer?
- Só um pouco no início mas depois será muito prazeroso.
- Mas ele é muito grande. Minhas colegas falam que os namorados delas tem entre 12 e 16 mas o seu é gigante. Quanto tem?
- 23 mas isto não importa.
Enquanto isto eu pincelava com o mastro aquela buceta para cima e para baixo.
- Vamos fazer o seguinte, disse eu, vamos até onde você deixar. Toda mulher é capaz de de aguentar até maior mas se você falar para eu parar eu paro na hora.
- Tá bom, mas me dá um beijo primeiro.
Beijei-a avidamente. Enquanto isto meus dedos massageavam seu clitóris e suas mãos seguraram meu caralho prestes a explodir novamente. Voltei a ficar em pé e comecei a colocar a ponta da lança na grutinha. Eu ia até a metade da cabeça e voltava. Ela gemia cada vez mais alto. Quando percebi que ela havia se acostumado, deixei passar a cabeça. Ela gritou, eu parei mas não tirei.
- Ai Gu! Doeu!
- Seu cabacinho já era! Daqui a pouco a dor passa. Quer que eu tire.
- Não (e ronronou gostoso)
Daquele jeito, eu sentia toda a pulsação dentro dela. Meu pinto estava comendo aquela menina que eu achei linda na primeira vez que vi. Agora ela era minha. Sempre achei bucetas apertadas, por causa do tamanho do meu oau, mas aquela era apertadinha demais, era seu primeiro pau. A virgindade dela era minha!
Eu era o cara mais sortudo do mundo.
- Gu, pode mexer agora.
Obedeci mas não ia mais fundo com medo de quebrar aquele encanto. Algum tempo depois, ela gozou de novo e enfiou as unhas nas minhas costas e disse.
- Ai mamãe. Isso é bom demais! Acabei de gozar de novo! Vem Gu! Agora eu sou mulher. PODE ENFIAR TUDO QUE EU AGUENTO. ISSO. METE TUDO. METE FUNDO. VOCÊ COMEU A MÃE E A FILHA. QUE COISA GOSTOSA ESSE CARALHO.
E enfiando as unhas na minha bunda gozou mais uma vez, e eu com ela.
Deitei exausto ao seu lado.
- Gu, e como eu dou o rabo?
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Lembro que a história 15 pode ser com você
Conte sua fantasia para mim
Mulheres e casais
Pode ser em qualquer lugar do Brasil
Beijos molhados.


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