Minhas Top 15/3 - Rose


BY: Advogatto23
No ultimo episódio contei como foi gostoso comer um cuzinho pela primeira vez.
Se você não leu, sugiro que você clique aí em cima no meu nome e procure o segundo episódio desta série das quinze melhores histórias de sexo que vivi.
Pois bem. Eu e Martha acabamos vivendo dias tórridos de sexo uma vez que meu pai ainda ficou alguns dias no interior.
Transamos de várias formas e jeitos, no hotel onde eu estava hospedado e na casa dela, onde nenhuma de suas fantasias deixou de ser realizada.
Mas, chegou o dia em que eu tinha que voltar para Portugal e lá fui eu.
Ao chegar em casa fomos recebidos pela minha mãe e pela Rose (minha MILF, amante secreta - veja episodio 15/1) que me perguntaram tudo que eu tinha achado do Brasil e eu disse a verdade, ou seja, que é um pais bonito, de gente alegre e que um dia eu queria morar.
Rose fazendo o papel de vizinha/amiga da minha mãe (cara de pau), perguntou se as mulheres eram bonitas:
- Olha, é sim mas (eu também sou cara de pau) acabei ficando muito tempo no escritório e quando saí pra conhecer São Paulo, minha acompanhante foi a filha do dono da empresa. Portanto não era nenhuma mulata brasileira.
- Mas eu vi que você não tirava os olhos daqueles air bags, disse meu pai.
Rose me fuzilou com os olhos.
- Mas ela é casada, né pai?
- E olhar não tira pedaços, disse minha mãe.
Naquele dia não conversamos mais e nem deu tempo de escapar pro apartamento de Rose.
No dia seguinte era o batismo dos meus padrinhos gémeos, seguido de uma festa nos arredores de Lisboa.
Eu era padrinho da menina junto com Rose. Minha mãe tinha insistido nisso. Ah se ela soubesse das nossas tardes fogosas!
Fomos para a igreja e ela não falou comigo o tempo todo.
Ao terminar o batismo, meu pai me deu as chaves do carro dele e me disse:
- Esse carro a partir de hoje é seu e seu primeiro trabalho vai ser levar o seu tio (o padre é irmao da minha mãe) para a festa.
- Rose, disse minha mãe, vai com este menino porque eu não confio nele e sei que meu irmao vai esconder se ele fizer alguma cagada.
- Está bem comadre, disse Rose e me mediu de cima a baixo.
- Vamos embora tio?
- Ora pois, eu preciso primeiro fazer uma visita à uma de nossas fiéis aqui no hospital da esquina. Coisa de meia horinha. Me espere na casa paroquial que já volto. E saiu.
Fomos, eu e Rose para lá.
-Seu safado. Quer dizer então que você não tirava os olhos dos peitos da italiana?
- Culpa sua.
- Minha porque?
- Porque foi você quem me viciou.
- Ah tah.
- Claro, mas eu ficava olhando para eles e lembrando dos seus.
- Ai Gu. Nao fala assim que a rosinha fica toda regada!
- Verdade Rose! Pensa bem. Que chance eu teria com uma mulher casada? Pensa!
E entramos na casa.
Eu tranquei a porta e disse:
- Ao invés de você estar fazendo biquinho, você deveria estar dando esse biquinho (toquei com a ponta do indicador bem leve no seu mamilo) para que eu mate minha vontade.
Vi que estava com os bicos durinhos e comecei a brincar com eles entre os dedos.
- Gu... não... Aqui... Ai que delícia... Aqui... não... seu tio vai chegar.
E afastou minha mão.
Segurei-a pelos ombros e disse:
- Rose. Meu tio falou meia hora. Não é muito tempo mas dá pra fazer bastante coisa. Além disso a porta está trancada e quando ele passar pela sacristia o sensor dispara a campainha da casa. Além disso já está na hora de você saber quem manda aqui.
Tirei o pinto pra fora das calças e disse:
- Agora abaixa e chupa!
- Hum! Meu jovem aprendiz virou homem? Foi seu pai que te ensinou a ser assim na viagem ou foi a italiana.
- Não interessa, faz o que eu estou mandando.
- Só vou porque estou com vontade.
E começou a beijar meu caralho dizendo que sentia falta dele, batia com ele em suas faces e perguntava se ele estava com vontade de encher aquela cara de porra.
Foi alucinante.
Esfregava ela em seus seios e dizia que a mamãe estava com saudades do leitinho. Começou a lamber a cabeça e foi com a ponta da língua até as bolas e depois voltou e engoliu o mastro.
- Que delícia Rose! Que saudades dessa boca gulosa.
- Gu, a rosinha está pingando de tão molhada!
Pequei Rose no colo. Coloquei ela sobre o aparador onde eu estava encostado. Depois afastei suas pernas puxei o vestido para cima, afastei a calcinha e meti a língua naquela suculenta buceta.
Ela gemia se contorcendo toda.
- Nossa Gu! Que pegada!
Eu sugava seu néctar tal qual um viajante do deserto bebe a água fresca de um oásis que acabou de encontrar. Só que esta água não era fresca. Era o néctar de uma mulher sedenta de sexo.
Fiz ela gozar enquanto lambia aquele clitóris entrumescido de desejo.
Pus-me em pé e disse que queria comer ela por trás.
Ela, obedientemente desceu do aparador, debruçou sobre ele, abriu as pernas, com as mãos abriu a xaninha:
- Mete fundo que eu quero sentir você todo dentro de mim.
Dei uns tapas naquela bunda. Depois comecei a bater com meu pau naquele delicioso traseiro. Quando eu bati com ele na rosinha, ela, que estava se masturbando, anunciou que iria gozar novamente.
Então eu a peguei pelas ancas e disse que ela ia gozar no meu cacete.
Meti fundo. Com vontade. Como se aquilo fosse a última cousa que eu fosse fazer no mundo. Enquanto estocava a minha fêmea, comecei a enfiar o dedo naquele belo cu bem na minha frente.
- Aí Gu. Que delícia!
- Gosta né vadia? Pois agora vai ser do meu jeito.
- Não para Gu, eu vou gozar de novo
E soltou um grito de prazer.
- vem cá minha biscate. Eu ainda não gozei. E continuei socando.
- vem meu macho. Come sua biscate, mete com vontade, quero sua porra então mim. Eu sou sua puta. Sou viciada nesse caralho.
Senti que estava para gozar.
Saí de dentro dela levantei ela de ponta cabeça com a minha boca naquele grelinho enquanto ela (de cabeça para baixo) completava o 69 e assim gozamos juntos.
Saímos dali e quando o tio chegou encontrou dois santinhos sentados na escadaria da igreja.
Se você gostou deste conto, por favor, me incentive a continuar escrevendo deixando seu comentário e nota.
Lembro que o último episódio desta série pode ser com você mulher ou casal (ou dupla de mulheres)
Posso ir ou te levar em qualquer lugar dia Brasil.
Garanto sigilo absoluto e segurança total.Beijos mil


Comentarios
Adorei, espero um dia poder realizar meus desejos e fetiches com vocês que só de imaginar minha ppk ficar molhadinha querendo de lambuzanda por seus lábios e meu cuzinho piscando doido para se comido por você. Beijos suculentos e cheio de tesão. Comentado por:pretagostosa33 em 12/06/2018 03:43
Comente esse conto abaixo

(Numero maximo de caracteres: 400) Você tem caracteres restantes.

Desejo registrar meu vonto junto com o meu comentario:

Outros contos publicados desse mesmo autor
 


Próximo Conto

Matando a vontade