Lucia, uma loirinha casada carente


BY: marqueinf
Quando eu tinha 40 anos, eu era gerente de uma pequena empresa de representações e vendas, eu era encarregado do estoque e da cobrança, tinha 5 equipes composto de 5 vendedores por equipe, e mais dois funcionários encarregados da cobrança externa que trabalhavam com carro.
Eu tinha minha sala, e na recepção a secretária chamada Lucia ela era uma loira de 1.80 de altura, bem alta pra qualquer dos funcionários, inclusive eu ela era casada tinha 32 anos, ela tinha um filho de 10 anos que as vezes ia até o escritório e ficava por lá, mas não era sempre....
Como eu sempre atendia os supervisores de vendas na parte da manhã, e o dono da empresa também as vezes não vinha a tarde ficávamos sempre eu e ela e mais outra funcionária chamada Elisa na sala dela, essa Elisa era da pá virada, ela era separada e curtia todas as baladas, como diz o ditado ela só não transava com o sapo porque não sabia qual era o macho, então ficávamos os três todas as tardes, e essa Elisa contava suas aventuras, mas nunca tive tesão pela Elisa mesmo porque ela era vassourinha, e também nunca imaginei ter algo com a Lucia primeiro porque ela era casada, segundo porque ela era muito reservada alem de ser bem mais alta que eu, achei que ela teria esse preconceito.
Trabalhamos uns dois anos juntos sempre no maior respeito, nunca me insinuei pra ela nem ela deu qualquer bandeira pra mim mas tinha um funcionário da área de cobrança que sempre passava pelo escritório ele era baixinho bem mais baixo que eu que ele tinha 1.70, ele começou a dar em cima da Lucia, ele dizia que mulherão você é? eu sempre sonhei ter uma mulherão assim como você, ela retrucava ele dizendo para Luiz Cezar sou casada, e com isso ela ficava irritada e nessas tardes que a gente ficava juntos meio que ociosos porque o grosso do serviço era pela manhã e a tarde a gente sempre fiava ocioso batendo papo, então ela acabava comentando comigo sobre o Luiz Cezar dar em cima dela, eu dizia deixa pra lá ele é recalcado, ela concordava, nesses papos nossos eu tocava seu rosto num carinho sutil, acho que isso foi cativando ela, então ela foi cedendo aos meus encantos e acabou me confidenciando que seu marido tinha problemas com a bebida e que a unica alegria do casamento dela era o filho e que estava pensando em separar, e eu ouvia pacientemente e isso cativa qualquer mulher, ouvir os seus problemas.
Eu tinha comprado uma moto zero, um dia eu falei pra ela meio que brincando o dia que vc quiser uma carona de moto eu te levo pra casa, ela recusava dizendo que tinha medo, até que um dia ela me falou Mateus (era assim que eu era conhecido), hoje depois do expediente você me dá uma carona até a casa da minha mãe, eu mais que prontamente disse sim, perguntei a ela quando?? Hoje respondeu ela, preciso ir até lá etc e tal.. ai ela ainda falou só que eu quero que você me pegue na esquina para que ninguém veja e fiquem comentando o que não deve, eu estranhei mas concordei, quando chegou as 18 horas como sempre eu fechava o escritório, ela saiu pontualmente, eu demorei uns dois ou três minutos pra dar tempo pra ela, até então nem me passava na cabeça que ela estava decidida a mais que uma carona.
Peguei ela no local combinado ela subiu na garupa e no trajeto ela me abraçou forte por traz, inclinou sua cabeça e abraçada apoiou a cabeça nas minhas costas e começou a acariciar suavemente minha barriga por cima da roupa mas eu sentia isso me deu muito tesão, claro que eu fui o mais devagar possível pra curtir, então com uma mão eu dirigia e a outra eu meio que sem jeito eu acariciava ela como podia em cima da moto.... ela morava perto do escritório mas a mãe dela morava a uns 15 kms, foi o tempo necessário pra que eu ficasse com muito tesão. Chegando lá ela pediu para eu parar um pouco antes também não queria
ser vista, eu estacionei num local pouco movimentado ela desceu e eu tirei o capacete coloquei a moto no tripé, assentei-me de lado abri as pernas e ela aproximando-se de mim nos abraçamos e pela primeira vez nós beijamos, envolvi-a pela cintura e comecei a acariciar por cima da roupa, já estava ficando escuro eu falei pra ela que queria leva-la a um motel, ela me falou Mateus, hoje realmente não posso ir tenho que ir e realmente minha mãe me espera não foi pretexto pra carona não apesar de eu ter adorado, me senti mulher de novo, foi legal os nossos amasso beijos adorei cada momento, mas ainda essa semana vc pode cobrar o motel, só que vamos de carro OK?, acabamos marcando para sexta feira próxima, eu ainda perguntei mas pra gente sair a tarde o que vai dizer em casa, e o marido, ela respondeu, meu marido trabalha por escala e a escala dele é das 17 as 23 hs todo dia (ele era motorista de ônibus).
Durante o resto da semana eu não via a hora de chegar a sexta feira, fomos discretos porque ambos eramos casados e não queríamos que ninguém soubessem, mesmo porque não queríamos dar motivos... finalmente chegou a sexta feira como combinado eu não fui de moto, fui de carro, naquele dia foi impossível eu não tocar no assunto, neste dia neste dia Lucia propositalmente veio com um vestido vermelho que foi impossível alguém não notar, mas só eu sabia o motivo, logo depois do almoço eu fui até ela e perguntei, então Lucia, veio preparada pra hoje pra hoje? ela confirmou e não tocamos mais no assunto o resto da tarde.
Quando chegou as 18 hs. como de costume ela saiu na hora eu esperei alguns minutos a mais até ela chegar na outra esquina como na primeira vez, 5 minutos depois eu já estava lá, dessa vez cem cerimonias nos dirigimos ao motel, mal entramos no quarto já estávamos engalfinhados, eu apressadamente retirei a roupa dela e ela estava vestido por baixo também uma linda lingerie vermelha que não demorei muito a tirar também, beijamos muitos, eu ainda de pé beijei seu pescoço, seus seios, tentei comer ela de pé mas foi muito difícil ela era mais alta, então resolvi irmos pra cama, e na cama deitei-a abri suas pernas e cai de boca naquele bucetão proporcional ao seu tamanho, passei minha língua no grelo dela como se lambendo um pirulito, proporcionando-lhe muito prazer, logo em seguida eu me deitei de pau duro pra cima, ela caiu de boca, chupou-me com maestria, lambia a cabeça, passava a língua pela glande, eu estava quase a gozar, resolvi comer a buceta, então deitei-me por cima na posição papai mamãe, enfiei meu pau sem dó nem piedade, claro que isso é linguagem figurativa porque aquele bucetão engoliu rapidamente meu pau sumiu no meio daquela buceta, sumiu de uma forma gostosa senti a quentura dela, imagino que eu tenha proporcionado-lhe prazer também porque ela tremia e gemia enquanto fodiamos... acho que ela estava na seca já a algum tempo... e naquele momento gozamos juntos.....
Mas eu ainda estava de pau duro, meu tesão por ela ainda não estava saciado, coloquei-a de bruços levantei sua anca de forma que sua bundinha ficasse arrebitada pra mim, lubrifiquei seu buraquinho anal posicionei a cabeça e comecei a enfiar, ela me pediu pra ir devagar porque nunca tinha feito anal, é claro que eu fui devagar, mas mesmo assim enfiei até o talo meu pau entrou todinho naquele bundão, que era mais apertado que a buceta, naturalmente porque eu acho que ela nunca tinha feito, apesar de ela dizer que nunca tinha dado o cu pra ninguém, eu não tive dificuldades em enfiar meu pau, quando eu senti ele estava todo enterrado até o fim sem ficar nada pra fora, e só as bolas ficaram pra fora, bombei em ritmos alucinado também, não demorei muito pra gozar, desfalecidos deitamos na cama e começamos a conversar, eu elogiei ela e disse você é um furacão na cama Lucia, ela me confidenciou que estava no atraso e que com o marido já ia fazer um ano que não transava, por isso aceitou sair comigo, porque estava a fim e porque eu era discreto
Depois disso a gente transava dentro do escritório quando não tinha ninguém e também saímos mais algumas vezes, durante um ano até que ela arrumou outro namorado fixo e pediu pra que eu compreendesse mas não poderia mais sair comigo, eu lamentei mas entendi, depois que eu sai daquela empresa nunca mais vi a Lucia, até hoje eu tenho tesão por ela e adoraria vê-la de novo.
Foto 1 do conto: Lucia, uma loirinha casada carente



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