A PIZZARIA PARTE 18


BY: Carlao1968
A PIZZARIA - PARTE 18

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 18. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

A PIZZARIA
PARTE 18


Quando chegamos, nova surpresa.


Encontramos nossa casa cheia. Além do Lucas, meu filho mais velho, lá estavam os amigos Rose, José Antônio e a sua filha Jéssica, Rose e José Antônio eram os pais da Jéssica, namorada do nosso Lucas.

Através da Jéssica, Rose e o esposo ficaram sabendo que eu e Denise iríamos dormir na casa da Dona Cida, e que lá também passaríamos a tarde do domingo. Por isso, vieram convidar nossos filhos para almoçar com eles no sítio onde moravam, de propriedade dos pais da Rose.

Conversando, Denise explicou-lhes que não iríamos mais ficar o dia todo fora, porque Dona Cida recebera as inesperadas visitas do marido da sua sobrinha Giovana, e um amigo deste. Então, minha mulher agradeceu a Rose pelo convite, mas o dispensou. Disse lhe que mudamos os planos, e almoçaríamos em nossa própria casa.

Devido a esse fato novo, Denise também lhe informou que ficaríamos pouco tempo do domingo com a Dona Cida, apenas o suficiente para um rápido café.

Em seguida, Rose foi falando:

—Mas então você e o Edu também poderiam ir ao sítio almoçar conosco querida.

— Seria bom, porque daí o Edu conheceria os avós da Jéssica.

Eu ainda não havia estado no sítio de José Antônio e Rose, mas já estive perto. É que algumas vezes fui buscar ou levar o meu filho Lucas, quando este ia até lá ver a namorada. Nessas ocasiões, ele descia do carro ou me esperava do lado de fora da porteira de acesso à propriedade, sem que eu nunca a adentrasse.

Porém, minha esposa conhecia bem o lugar, por ser amiga de longa data da Rose, mesmo antes do namoro dos nossos filhos. Assim, Denise de vez em quando os visitava, pois o casal e a sua filha Jéssica ali moravam em companhia dos pais da Rose.

Denise respondeu:

—Mas já prometemos ficar com os nossos amigos de São Paulo, Rose.

Rose retrucou:

—Mas convidem eles para o almoço também querida. A casa do sítio é grande, e será uma tarde agradável termos muitas pessoas por lá.

—Eles irão gostar.

Em seguida, Denise foi falando:

—Nossa amiga, mas é muita gente. Fora os três, ainda tem a Dona Cida, uma senhora “de idade”.

—Quatro, além de mim, do Edu e dos nossos filhos.

E completou:

—Oito pessoas no total. Muita gente!

Mas Rose discordou, e foi falando:

—Muita gente nada Denise. Quando nós precisamos, além da empregada fixa do papai, a esposa e a filha do caseiro também trabalham na cozinha. Estamos acostumados a receber muitos convidados. E elas fazem de tudo, pois afinal ganham para isso né?

—E o almoço ainda será amanhã. Temos tempo de sobra para combinarmos.
Por fim, Denise se rendeu dizendo:

—Está bem. Se não for incômodo, eu e o Edu voltaremos agora na casa da Dona Cida para convidá-los. Em nome de vocês, claro.

—Se aceitarem, almoçaremos todos juntos amanhã.

—Eu poderia até ligar no telefone fixo da casa, mas esse assunto acho melhor tratarmos pessoalmente. Além do mais, Dona Cida não mora longe.

—Se eles não aceitarem, paciência! Iremos somente eu, o Edu e os filhos. O café da tarde ficará para outro dia.

Apressados, Rose e o marido já queriam ir embora, e por isso, despediram-se de nós. Assim que chegássemos à casa da Dona Cida, Denise ligaria para a Rose, confirmando, ou não, a presença dos quatro.

De volta à casa da Dona Cida, todos ficaram felizes com o convite e o aceitaram prontamente. Leleco disse que “a coroa” iria ficar feliz com o passeio, além de conhecer pessoas novas para conversar.

Giovana, por sua vez, resolveu ligar para a Silvana e dispensá-la do trabalho no dia seguinte, que seria o domingo. Como havíamos combinado a ida à pizzaria na próxima sexta-feira, em troca, Silvana passaria a noite da sexta feira para o sábado, cuidando da sua tia.

Retornamos em seguida, e então a minha esposa ligou para Rose, confirmando nossa presença no sitio.

Leleco, obviamente, não conhecia o caminho. Então, combinamos com ele para que viesse no Focus até a nossa casa, que um dos nossos filhos iria no seu carro, para lhe indicar a direção.

Marcamos esperá-los por volta das 09:00hrs, e devido ao número de pessoas, iriamos em dois automóveis.

Na hora combinada, eles chegaram. Já tínhamos tomado café, e estávamos à sua espera.

Fazia calor de manhã, e por isso, optei vestir bermuda, camiseta e tênis. Denise usava uma saia verde mesclada com preto e blusa clara, com decote em V, além de sapatilha verde musgo, combinando com a saia. Na verdade, uma sainha curta, acima dos joelhos que deixava boa parte das suas grossas coxas morenas visíveis.

Nossos filhos vestiam mais ou menos igual a mim, com o detalhe dos bonés coloridos usado pelos jovens, dos óculos escuros, e dos inseparáveis celulares.

Leleco chegou no Ford trazendo Dona Cida no banco da frente, e Giovana ao lado de Caio, no de trás.

Aqui em Minas, quando se visita alguém que mora no meio rural, é sinal de cortesia levar pães frescos à casa ou fazenda onde se é recebido.

O motivo é que embora no campo tenha os mais variados tipos de alimentos, ao pão fresco eles não têm acesso, a não ser, claro, que venham todos dos dias à cidade comprá-los na panificadora.

Então, eu disse ao Leleco que antes iria à padaria comprar alguns pães e roscas para levar. E para não atrasá-los, pedi ao meu filho Lucas que fosse no carro deles para mostrar lhes o caminho, pois ele o conhecia bem.

Porém, ao ver que iriamos apenas em três pessoas no meu carro, e cinco no Focus do Leleco, Denise convidou o Caio para vir conosco. Dessa forma, seria dividida a lotação, ficando quatro ocupantes em cada automóvel.

Caio veio até nós e sentou-se atrás de mim, no banco de trás, ao lado do meu filho Mateus, que por sua vez sentou-se atrás do banco da sua mãe.

Saí com destino à padaria, para fazer a compra programada, e depois seguiria até o sitio. Dirigindo, olhei pelo retrovisor e vi que o Caio olhava direto para as pernas da Denise, sentada no banco da frente, ao meu lado. Sua pequena saia cobria menos da metade das coxas.

Parei no estacionamento da padaria e desci do carro para comprar os pães. Os três continuaram embarcados, pois seria rápida a parada.

Voltei logo, e quando entrei no carro, Denise estava com as pernas cruzadas, e a saia levantada ainda mais. Mostrava suas belas coxas para o Caio, que as olhava disfarçadamente. Meu filho Mateus, usando fone no ouvido, mexia no celular alheio a tudo o que ali se passava.

Quando me viu entrando, Denise descruzou as pernas e deu uma pequena ajeitada no tecido cobrindo muito pouco as gostosas coxas morenas. Entrei e dei a partida no motor. Manobrando, pelo retrovisor eu ainda via que o Caio não desgrudava os olhos da minha mulher, que talvez fingindo indiferença, olhava a paisagem.

Deixamos a cidade em direção ao sitio e entramos numa apertada estrada de chão batido. Aproveitando alguns solavancos do carro, Denise levantou a saia por inteiro, deixando à mostra a beirada esquerda do pequeno fio dental que usava.

Foi aí que me dei conta de que a ausência do Magno talvez tivesse deixando minha esposa no cio, e me fez recordar de uma frase que eu dissera logo no inicio dessas revelações, onde acertadamente falei que a minha mulher, “com seu andar sensual, mostrando o largo quadril, e a cintura fina, em contraste com o seu traseiro avantajado, ainda despertava desejo em todos”. E Denise, sentindo a falta de um cacete diferente, agora estaria se insinuando para o Caio, que sequer disfarçava seu desejo por ela.

Fiquei inquieto, e o meu pau endureceu na hora. Denise percebeu. Olhei de novo no retrovisor e vi o ombro direito de Caio se mexer. Com certeza, ele estava acariciando o cacete duro dentro da calça, enquanto espiava as coxas nuas da minha provocante esposa. Inquieta, Denise reclinou parcialmente o banco, para deitar-se de lado, e ainda com o rosto voltado para a janela, mostrou-nos parte da bunda, e vimos por inteiro o seu fio dental.

Porém, como a estrada era apertada, ao cruzarmos com um veículo que transportava leite, tive que reduzir a velocidade, para e encostar-me à direita, e abrir passagem ao caminhão leiteiro. Em virtude dessa parada, Denise se recompôs, voltou o banco à posição normal e cobriu as coxas. Estávamos a menos de duzentos metros da chegada.

Gostamos da recepção feita pelos avós da Jéssica, que ainda nos agradeceram os pães e as quitandas que leváramos. As empregadas, ou ajudantes, assavam leitoa à pururuca no fogão à lenha, onde também se preparava os demais pratos para o almoço.

O sossegado lugar era banhado por um riacho de águas claras. Havia estábulo e cocheira para o trato das vacas e a ordenha do leite. Mais afastado, existia um grande chiqueiro e paiol para o armazenamento do milho. Alguns cercados de arame farpado ladeavam a pequena estrada de acesso, para proteger as usuais capineiras e as pequenas plantações de cana, destinada à alimentação dos bovinos.

A uns duzentos metros da casa sede, rodeada por mangueiras e pés de jabuticabas, uma cerca de bambu, com portão de madeira protegia a residência dos caseiros, Anselmo e Zilda.

Anselmo era um homem rude, de cor branca e cabelos claros, magro e alto. Tinha mãos largas e calejadas, além da pele queimada pelo sol, devido ao trabalho no campo. Aparentava pouco mais de quarenta e cinco anos de idade.

Zilda, a sua esposa, era loira, de estatura mediana, seios fartos, coxas grossas e cintura fina. Trazia suas madeixas claras presas por um despojado coque. Sua aparência com a Rose, futura sogra do nosso filho Lucas, diferenciava-se apenas na maneira do vestir e de se cuidar de Rose, que sempre mantinha unhas feitas e trazia os longos e encaracolados cabelos loiros bem tratados, até porque, diuturnamente estava na cidade frequentando salão de beleza, passeando, ou fazendo compras.

Por sua vez, presa ao trabalho do campo, e sempre zelando por sua humilde casa, além de dar atenção ao marido e à filha, Zilda não se cuidava a contento, e sequer vestia da mesma forma que a Rose, mesmo porque os parcos rendimentos do casal não seriam suficientes para tanto.

E não se sabe se é devido a essa enorme semelhança física entre ambas, ou se por intriga, mas a verdade é que, nos arredores, todos diziam à boca miúda que Rose e Zilda seriam meia irmãs, e que a Zilda era fruto de um relacionamento que o seu pai tivera no passado, com uma empregada do sítio vizinho.

Minha esposa Denise, por ser amiga da Rose, e desde os tempos de solteira frequentar o sítio, sabia desse fato mas, lógico, nunca o comentara com a própria. Mas, certa vez, Denise e eu chegamos a falar disso.

Porém, como eu não conhecia nenhum desses personagens, não dei importância ao assunto, mesmo porque, são comuns histórias semelhantes, de filho ou filha fora do casamento.

O detalhe maior é que agora, ao menos eu iria conhecer as envolvidas.

Giovana, Leleco e Dona Cida, que chegaram antes de nós, já conversavam com os anfitriões na varanda, à espera da refeição, que prometia ser apetitosa, devido ao agradável aroma vindo da cozinha.

Daí, dirigindo se a Giovana, Denise falou:

—Tem uma cachoeira linda do outro lado daquele morro, amiga. Vocês não querem conhecer?

Ela respondeu:

—Obrigada, mas agora tenho que cuidar da tia Cida. Mas, após o almoço, vou lá sim.

—Mas vocês podem ir juntos com o Leleco e o Caio, se eles quiserem.

Preguiçoso, Leleco que agora tomava uma cerveja gelada e comia torresmo frito na hora, entre trocar o bom aperitivo para uma caminhada sob o sol que já começava a ficar escaldante, desculpou-se:

—Ah Denise. Mais tarde eu vou lá com a Giovana ver isso querida. Pode ir você, seu marido e o Caio, se quiserem.

De pronto Caio respondeu:

—Eu quero conhecer sim. Adoro cachoeira.

Daí fomos os três. O acesso se dava por uma pequena trilha cravada no pasto, por onde o gado bovino sempre passava, e subia até o topo de um pequeno morro. O caminho em alguns locais era entre os arbustos, às vezes com mata fechada, e em outros trechos, sobre as pedras.

Por ter ido diversas vezes com o nosso filho, e conhecer bem a trilha, Denise andava na frente, Caio seguia no meio, e eu por último. Após caminharmos alguns minutos, talvez dez ou quinze, deixamos a área de mata fechada, e entramos num descampado, com forte incidência do sol. Por eu ser calvo, e ante o incômodo da luz solar, me dei conta de que havia esquecido meu boné dentro do carro.

Então eu avisei à Denise e ao Caio que me esperassem, pois eu retornaria rápido ao nosso automóvel, para buscá-lo. Após ter percorrido mais da metade da trilha feita, mas em direção oposta a eles, lembrei-me de que havia colocado o bendito boné, juntamente com as nossas roupas, na sacola que levaríamos para dormir na casa da Dona Cida. E lá em casa, nessa sacola, ele havia ficado.

Daí, lógico, desisti de ir até o carro e apressei o passo pensando em alcançar os dois ainda no descampado, pois este era extenso.

Porém, andei poucos minutos em direção a eles e logo escutei um barulho na área de mata fechada. Pensando ser algum bicho, caminhei devagar. Quando cheguei mais perto vi um vulto, e depois, ao me aproximar constatei tratar-se de uma pessoa de pé, que usava camisa clara: era o Caio!

Afastara se uns trinta ou quarenta metros da trilha principal, e chegara à beira do riacho. Estava com a bermuda arriada, e agachada na sua frente, ainda vestida, Denise lhe chupava o pau, enquanto ele a segurava pelos cabelos.

Depois, Caio tirou-lhe a blusa, e o soutien, jogando ambos sobre um arbusto. Em seguida, Denise apertou os seios nus com as mãos para que ele lhe fizesse espanhola. Meu tesão foi enorme, e comecei a masturbar espiando os dois.

Em pouco tempo, Caio gozou enchendo os peitos da minha esposa com tanta porra, que chegou a descer por sua barriga, até o umbigo. Não resistindo mais, também acabei gozando.

Em seguida, Denise espalhou o esperma nos seios, no pescoço e na barriga. Por fim, colocou o soutien, e vestiu a blusa.

Caio, após limpar o resto da porra na cueca, levantou a bermuda. Agora vestidos, Denise voltar a caminhar na sua frente, em direção à trilha da qual se desviaram. Observando o seu gostoso rebolado, ainda presenciei Caio lhe passando a mão na bunda, por baixo da saia.

No momento em que os vi pegar a trilha principal, escondi-me atrás de um cupinzeiro de terra. Esperei-os adiantar a caminhada rumo à cachoeira, e quando estavam longe, quase no final do descampado, gritei por eles. Então, sentaram-se à beira do caminho, à sombra de uma grande árvore, e ficaram a me esperar.

Continua no próximo conto...





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