A PIZZARIA PARTE 17


BY: Carlao1968
A PIZZARIA
                                                                PARTE 17

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 17. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

                                                             A PIZZARIA
                                                                PARTE 17

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 17. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

Infelizmente,   após a repentina chegada do marido da Giovana e do seu amigo Caio, tornou-se desnecessário nosso pernoite na casa, até porque, nem haveria quartos e camas para todos.

Estando alguns dias afastados da mulher, certamente Leleco deveria estar doido de desejo para ficar a sós com a Giovana. Assim, para não os incomodar, fizemos uma breve visita aos aposentos da Dona Cida, e nos despedimos de todos.

Giovana, talvez por gentileza, queria que ficássemos mais um pouco, mas Denise agradeceu o convite, dizendo:

— Obrigada amiga! Gostaríamos muito de ficar, mas temos que ir. Agora vocês já têm boa companhia, e eu ainda tenho que preparar as roupas dos meninos, que viajam amanhã.

Depois, descontraída, completou:

—E também, você e o Lelis têm lua de mel mais tarde né?

Ouvindo isso, Leleco, ou Lelis, já foi dizendo em tom de brincadeira:

—Mais tarde não. É daqui a pouco!

Então, Denise se dirigiu novamente à Giovana e perguntou:

—Nossa amiga! Ele é poderoso assim?

Ela respondeu:

—Vamos ver. E o seu, como é?

—Ah! O Edu é médio.

Daí Leleco entrou na conversa e disse:

—Hoje em dia com o “azulzinho” todo médio fica o máximo!

Continuando, Denise ainda lhe perguntou:

—Nossa! Então hoje você estará no máximo hein Lelis?

—Por mim eu me garanto. Falou, e reperguntou à Denise:

—E o seu marido?

Daí Giovana o interrompeu, dirigindo-se ao esposo, em tom de censura:

—Pode parar de falar essas besteiras todas aí. Respeite as pessoas!

Caio, que a tudo assistia, não dizia nada. Depois, mudamos de assunto.

Antes de sairmos, Lelis e Giovana nos convidaram para almoçar com eles no dia seguinte, domingo. Respondemos lhes que não poderíamos, porque talvez as namoradas dos filhos almoçassem conosco. Por viajar à noite, eles gostam de aproveitar essa oportunidade para ficar mais tempo juntos.

Então Giovana foi falando:

—Mas deem uma passadinha por aqui após o almoço queridos. Amanhã a Silvana vem trabalhar, e daí ela nos prepara um bom café, enquanto curtimos a piscina.

—Depois, vocês voltam pra casa, se quiserem.
E completou:

—Não seria para fazermos churrasco não, porque eu sei que a segunda feira para vocês é brava. Mas um café no domingo à tarde vai bem.

Daí Leleco dirigindo-se a mim falou:

—Venham sim Edu. É bom vocês virem, porque daí nós combinamos direito sobre a pizzaria.

Curiosa, Giovana perguntou a ele:

—Que pizzaria amor?

Antes de Leleco responder, receosa, e olhando para mim, atônita, Denise falou:

—Não acredito!

Daí Giovana comentou:

—Nossa. Quanto mistério! Que pizzaria é essa afinal de contas?

Leleco foi lhe esclarecendo:

—Nada demais amor. É um local aonde a Denise e o Edu levaram a sua irmã e o Magno para conhecer.

— Antes de vir pra cá, eu conversei com o Magno em São Paulo, e ele me disse que gostaram muito do lugar.
E arrematou:

—Só isso!

Então Giovana falou:

—Que legal amor! Quero ir lá também! Tem tanto tempo que você não me leva numa pizzaria em São Paulo, que agora fiquei com vontade.

Daí pela primeira vez, sorrindo, Caio entra na conversa e diz:

—Agora, quem não está entendendo nada sou eu. A Giovana e o primo que moram na terra da pizza, que é São Paulo, estão dizendo que vieram a Minas comer pizza, é isso?
Então, com disfarçado dengo, Denise disse a ele:

—Mas lá é um lugar aconchegante Caio. Você irá gostar.

Daí ele falou:

—Hum. Agora até eu fiquei com vontade de ir lá comer.

Porém, eu interrompi a todos dizendo:

—Deixem para falarmos disso amanhã. Na hora do café a gente combina melhor. Agora precisamos ir mesmo.

Denise e eu tornamos a nos despedir de todos, combinamos o café para o dia seguinte à tarde, e finalmente saímos.

Quando entramos no carro, com ar de reprovação, Denise já veio me dizendo:

—Não acredito que você fez isso!

—Isso o que amor?

—Ah, deixa de ser sonso Edu. Você sabe muito bem do que eu estou falando.
E ríspida, completou:

—Que história de pizzaria é essa? O que você falou com o Lelis sobre isso?

—Calma amor. Juro que eu não falei nada que não deveria.

—Então porque ele veio com esses papos?

—Não é nada do que você está pensando, e ele já explicou. É que quando o Leleco conversou com o Magno lá em São Paulo, ele disse que a cidade aqui é boa, que tem clima bom, etc. E daí falou que a Chaparral é um bom local para se ir à noite, nos finais de semana.
E continuei:

—E falou a ele que nós quatro fomos lá várias vezes, e gostamos muito.

—Várias vezes não! Corrigiu Denise.
E completou:

—Fomos só duas!

—Só duas, mas você gostou né safada?

—Ah Edu. Eu não sou boba!

—Não é boba porque amor?

—Você já está pensando coisa errada de novo, não é?

—Errada como assim amor?

—Pensa que eu não vi como você olha para a Giovana?

—Esqueceu que a Giovana é irmã da Alessandra? Você é doido?

Desconversando, eu fui lhe dizendo:

—Mas o marido dela também te tratou muito bem...

—Nada a ver Edu. Vocês homens maliciam tudo!

E fui falando:

—E o Caio também ficou todo derretido por você...

—Aposto que ele ficou de pau duro por sua causa...

Ela respondeu:

—Bobo! Pode parar com isso!

Daí, enquanto eu dirigia, abri o meu zíper e mostrei a ela:

—Olha como eu também já estou de pau duro por sua causa amor.

—Nossa. Você não presta Edu!

—Pega nele amor. Falei.

—Aqui não Edu. Tá doido? Dirija direito.
E depois ela arrematou:

—Nem sei se esse pinto está duro por minha causa ou se é por causa da Giovana!

—Você não tirava os olhos do biquíni dela! Eu saquei!

Apressei-me para chegar logo em casa e fodê-la gostoso.

Depois iriamos dormir, porque teríamos um intenso domingo pela frente.

Continua no próximo conto...
                                





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